{"id":27815,"date":"2026-03-17T14:15:59","date_gmt":"2026-03-17T18:15:59","guid":{"rendered":"https:\/\/agromt.news\/?p=27815"},"modified":"2026-03-17T14:15:59","modified_gmt":"2026-03-17T18:15:59","slug":"estudo-revela-que-para-detem-938-do-valor-da-producao-nacional-de-acai","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agromt.news\/?p=27815","title":{"rendered":"Estudo revela que Par\u00e1 det\u00e9m 93,8% do valor da produ\u00e7\u00e3o nacional de a\u00e7a\u00ed"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<figure><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agromt.news\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Programa-vai-incentivar-plantio-de-frutos-tropicais-para-recompor-areas.jpg\" alt=\"a\u00e7a\u00ed - frutos tropicais\" \/><figcaption>Foto: Marcelo Camargo\/ Ag\u00eancia Brasil<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<p>Base alimentar da popula\u00e7\u00e3o paraense e s\u00edmbolo da Amaz\u00f4nia, o a\u00e7a\u00ed consolidou-se como um dos principais indutores de desenvolvimento sustent\u00e1vel na regi\u00e3o. <\/p>\n<p>Um estudo estruturado pela Funda\u00e7\u00e3o Amaz\u00f4nia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), intitulado \u201cO Contexto econ\u00f4mico e ambiental do a\u00e7a\u00ed\u201d, revela que a produ\u00e7\u00e3o do fruto saltou de 145,8 mil toneladas para 1,9 milh\u00e3o de toneladas em 38 anos (1987-2024) &#8211; um crescimento de 14 vezes.<\/p>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><em>Veja em primeira m\u00e3o tudo sobre agricultura, pecu\u00e1ria, economia e previs\u00e3o do tempo:<\/em><a href=\"https:\/\/news.google.com\/publications\/CAAqBwgKMPKZlQswq_mqAw?hl=pt-BR&amp;gl=BR&amp;ceid=BR%3Apt-419\"><em> <\/em><strong><em>siga o Canal Rural no Google News!<\/em><\/strong><\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p>Nesse cen\u00e1rio, o Par\u00e1 mant\u00e9m a lideran\u00e7a absoluta com 89,5% do total nacional, seguido por Amazonas (7,2%) e Amap\u00e1 (1,3%). Dentro do estado, dez munic\u00edpios concentram cerca de 60% da produ\u00e7\u00e3o brasileira, com destaque para Igarap\u00e9-Miri (13,2%), Camet\u00e1 (7,9%) e Anaj\u00e1s (6,2%). <\/p>\n<p>Em termos financeiros, o valor da produ\u00e7\u00e3o paraense saltou de R$ 509,7 milh\u00f5es, em 1994, para R$ 8,8 bilh\u00f5es em 2024, respondendo por 93,8% do valor total gerado no setor no Brasil.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-impacto-no-mercado-de-trabalho-e-exportacoes\"><strong>Impacto no mercado de trabalho e exporta\u00e7\u00f5es<\/strong><\/h2>\n<p>A expans\u00e3o da cadeia produtiva reflete diretamente no emprego. O n\u00famero de estabelecimentos produtores no Par\u00e1 cresceu de 5,2 mil, em 1986, para mais de 81 mil em 2017, integrando desde a agricultura familiar ao agroneg\u00f3cio. <\/p>\n<p>Estima-se que a atividade sustente 4.763 postos de trabalho diretos e indiretos, impulsionando subsetores como transporte, comercializa\u00e7\u00e3o e beneficiamento.<\/p>\n<p>No com\u00e9rcio exterior, o protagonismo paraense \u00e9 confirmado pela valoriza\u00e7\u00e3o do produto. O valor exportado de derivados do a\u00e7a\u00ed passou de US$ 334,2 mil, em 2002, para US$ 127,8 milh\u00f5es em 2024. O pre\u00e7o m\u00e9dio da tonelada para exporta\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m acompanhou a alta, subindo de US$ 1,1 mil para US$ 3,6 mil no mesmo per\u00edodo.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-sustentabilidade-e-creditos-de-carbono\"><strong>Sustentabilidade e cr\u00e9ditos de carbono<\/strong><\/h2>\n<p>Al\u00e9m do impacto econ\u00f4mico, o cultivo da esp\u00e9cie atua como uma ferramenta ambiental. Entre 2015 e 2024, a \u00e1rea reflorestada com a\u00e7a\u00ed no Par\u00e1 cresceu de 135 mil para 252 mil hectares. Esse avan\u00e7o permitiu que o estado quase dobrasse sua capacidade de captura de di\u00f3xido de carbono (CO2), atingindo cerca de 907 mil toneladas capturadas em 2024.<\/p>\n<p>\u201cO estudo demonstra a lideran\u00e7a nacional e internacional do a\u00e7a\u00ed paraense e desvenda seu papel importante no equil\u00edbrio clim\u00e1tico como sumidouro de CO2. Com a expans\u00e3o das lavouras de a\u00e7a\u00ed plantado, o fruto gera riquezas, constitui uma grande cadeia produtiva que preserva a natureza e agora tamb\u00e9m gera cr\u00e9ditos de carbono, al\u00e9m de ser um dos principais s\u00edmbolos da cultura paraense\u201d, avalia o diretor da Fapespa respons\u00e1vel pelo estudo, M\u00e1rcio Ponte.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-lideranca-tecnologica\"><strong>Lideran\u00e7a tecnol\u00f3gica<\/strong><\/h2>\n<p>Para a Fapespa, o futuro da hegemonia paraense depende do investimento em ci\u00eancia. O presidente da funda\u00e7\u00e3o, Marcel Botelho, refor\u00e7a que o crescimento exige responsabilidade tecnol\u00f3gica para manter a competitividade global.<\/p>\n<p>\u201cEsses n\u00fameros mostram a grande potencialidade da cadeia produtiva do a\u00e7a\u00ed para o Par\u00e1. Essa lideran\u00e7a traz a responsabilidade de manter e ampliar o n\u00edvel tecnol\u00f3gico no cultivo, garantindo uma produ\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel, economicamente vi\u00e1vel e ecologicamente correta&#8221;, destaca Botelho.<\/p>\n<p>O post <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/agricultura\/estudo-revela-que-para-detem-938-do-valor-da-producao-nacional-de-acai\/\">Estudo revela que Par\u00e1 det\u00e9m 93,8% do valor da produ\u00e7\u00e3o nacional de a\u00e7a\u00ed<\/a> apareceu primeiro em <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\">Canal Rural<\/a>.<\/p>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/agricultura\/estudo-revela-que-para-detem-938-do-valor-da-producao-nacional-de-acai\/\">Source link <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Foto: Marcelo Camargo\/ Ag\u00eancia Brasil Base alimentar da popula\u00e7\u00e3o paraense e s\u00edmbolo da Amaz\u00f4nia, o a\u00e7a\u00ed consolidou-se como um dos<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":27816,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-27815","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-news"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/27815"}],"collection":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=27815"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/27815\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/27816"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=27815"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=27815"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=27815"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}