{"id":27050,"date":"2026-01-07T15:10:59","date_gmt":"2026-01-07T19:10:59","guid":{"rendered":"https:\/\/agromt.news\/?p=27050"},"modified":"2026-01-07T15:10:59","modified_gmt":"2026-01-07T19:10:59","slug":"exportacoes-de-carne-bovina-do-brasil-batem-recorde-em-2025-e-faturam-us-18-bilhoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agromt.news\/?p=27050","title":{"rendered":"Exporta\u00e7\u00f5es de carne bovina do Brasil batem recorde em 2025 e faturam US$ 18 bilh\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<figure><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agromt.news\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Exportacoes-de-carne-bovina-do-Brasil-batem-recorde-em-2025.jpg\" alt=\"Res\u00edduos na carne: veterin\u00e1rio alerta sobre car\u00eancia de medicamentos no rebanho\" \/><figcaption>Res\u00edduos na carne: veterin\u00e1rio alerta sobre car\u00eancia de medicamentos no rebanho<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<p>A carne bovina in natura respondeu pela maior parte dos embarques, com 3,09 milh\u00f5es de toneladas, avan\u00e7o de 21,4% na compara\u00e7\u00e3o anual, e receita de US$ 16,61 bilh\u00f5es. Considerando todas as categorias exportadas, in natura, industrializadas, mi\u00fados, tripas, gorduras e carnes salgadas,  o Brasil alcan\u00e7ou mais de 170 pa\u00edses, ampliando a diversifica\u00e7\u00e3o de destinos e a presen\u00e7a internacional do setor.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-china-lidera-compras-da-carne-bovina-brasileira\">China lidera compras da carne bovina brasileira<\/h2>\n<p>Principal destino da carne bovina do Brasil em 2025, a China respondeu por 48% do volume total exportado, com 1,68 milh\u00e3o de toneladas, que geraram US$ 8,90 bilh\u00f5es em receita. Em seguida aparecem os Estados Unidos, com 271,8 mil toneladas e US$ 1,64 bilh\u00e3o, o Chile, com 136,3 mil toneladas e US$ 754,5 milh\u00f5es, a Uni\u00e3o Europeia, com 128,9 mil toneladas e US$ 1,06 bilh\u00e3o, a R\u00fassia, com 126,4 mil toneladas e US$ 537,1 milh\u00f5es, e o M\u00e9xico, com 118,0 mil toneladas e US$ 645,4 milh\u00f5es.<\/p>\n<p><em>Veja em primeira m\u00e3o tudo sobre agricultura, pecu\u00e1ria, economia e previs\u00e3o do tempo:<\/em><a href=\"https:\/\/news.google.com\/publications\/CAAqBwgKMPKZlQswq_mqAw?hl=pt-BR&amp;gl=BR&amp;ceid=BR%3Apt-419\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><em>\u00a0siga o Canal Rural no Google News!<\/em><\/a><\/p>\n<p>Na compara\u00e7\u00e3o com 2024, houve crescimento no volume exportado para a maioria dos principais mercados. As vendas para a China avan\u00e7aram 22,8%, enquanto os embarques para os Estados Unidos cresceram 18,3%. A Uni\u00e3o Europeia registrou alta expressiva de 132,8%, e o Chile, de 29,8%. Tamb\u00e9m se destacaram os aumentos para Arg\u00e9lia (+292,6%), Egito (+222,5%) e Emirados \u00c1rabes Unidos (+176,1%).<\/p>\n<p>Segundo o presidente da Abiec, Roberto Perosa, o desempenho reflete a maturidade da cadeia produtiva brasileira.<\/p>\n<p>\u201cO desempenho de 2025 foi extraordin\u00e1rio. Depois de um 2024 muito positivo, conseguimos ampliar volume, valor e presen\u00e7a internacional. Mesmo com impactos tempor\u00e1rios, como o tarifa\u00e7o dos Estados Unidos, a ind\u00fastria respondeu com rapidez, mostrou resili\u00eancia e saiu ainda mais fortalecida\u201d, afirmou.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-parceria-publico-privada-sustenta-avanco-do-setor\">Parceria p\u00fablico-privada sustenta avan\u00e7o do setor<\/h2>\n<p>De acordo com a entidade, os resultados s\u00e3o fruto da atua\u00e7\u00e3o conjunta da Abiec, de suas empresas associadas e do setor p\u00fablico. A associa\u00e7\u00e3o destaca a parceria com a ApexBrasil, por meio do Projeto Setorial Brazilian Beef, al\u00e9m do di\u00e1logo permanente com o Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria, o MDIC, o Minist\u00e9rio das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores e a interlocu\u00e7\u00e3o institucional com a Frente Parlamentar da Agropecu\u00e1ria.<\/p>\n<p>Para 2026, a avalia\u00e7\u00e3o da Abiec \u00e9 de otimismo com cautela, ap\u00f3s dois anos consecutivos de forte crescimento. A expectativa \u00e9 de manuten\u00e7\u00e3o das exporta\u00e7\u00f5es em patamar elevado e avan\u00e7o em mercados estrat\u00e9gicos.<\/p>\n<p>\u201cEntramos em 2026 com negocia\u00e7\u00f5es ativas e perspectiva concreta de avan\u00e7ar em mercados como Jap\u00e3o, Coreia do Sul e Turquia, que t\u00eam alto potencial e v\u00eam sendo trabalhados de forma t\u00e9cnica e cont\u00ednua\u201d, concluiu Perosa.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-desempenho-de-dezembro\">Desempenho de dezembro<\/h2>\n<p>Em dezembro de 2025, o Brasil exportou 347,4 mil toneladas de carne bovina, com receita de US$ 1,85 bilh\u00e3o. A China liderou as compras no m\u00eas, com 153,1 mil toneladas, seguida pelos Estados Unidos (27,2 mil toneladas), Chile (17,0 mil toneladas) e Uni\u00e3o Europeia (11,9 mil toneladas).<\/p>\n<p>A carne bovina in natura respondeu pela maior parte dos embarques, com 3,09 milh\u00f5es de toneladas, avan\u00e7o de 21,4% na compara\u00e7\u00e3o anual, e receita de US$ 16,61 bilh\u00f5es. Considerando todas as categorias exportadas,in natura, industrializadas, mi\u00fados, tripas, gorduras e carnes salgadas \u2014 o Brasil alcan\u00e7ou mais de 170 pa\u00edses, ampliando a diversifica\u00e7\u00e3o de destinos e a presen\u00e7a internacional do setor.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-china-lidera-compras-da-carne-bovina-brasileira-0\">China lidera compras da carne bovina brasileira<\/h2>\n<p>Principal destino da carne bovina do Brasil em 2025, a China respondeu por 48% do volume total exportado, com 1,68 milh\u00e3o de toneladas, que geraram US$ 8,90 bilh\u00f5es em receita. Em seguida aparecem os Estados Unidos, com 271,8 mil toneladas e US$ 1,64 bilh\u00e3o, o Chile, com 136,3 mil toneladas e US$ 754,5 milh\u00f5es, a Uni\u00e3o Europeia, com 128,9 mil toneladas e US$ 1,06 bilh\u00e3o, a R\u00fassia, com 126,4 mil toneladas e US$ 537,1 milh\u00f5es, e o M\u00e9xico, com 118,0 mil toneladas e US$ 645,4 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>Na compara\u00e7\u00e3o com 2024, houve crescimento no volume exportado para a maioria dos principais mercados. As vendas para a China avan\u00e7aram 22,8%, enquanto os embarques para os Estados Unidos cresceram 18,3%. A Uni\u00e3o Europeia registrou alta expressiva de 132,8%, e o Chile, de 29,8%. Tamb\u00e9m se destacaram os aumentos para Arg\u00e9lia (+292,6%), Egito (+222,5%) e Emirados \u00c1rabes Unidos (+176,1%).<\/p>\n<p>Segundo o presidente da Abiec, Roberto Perosa, o desempenho reflete a maturidade da cadeia produtiva brasileira.<\/p>\n<p>\u201cO desempenho de 2025 foi extraordin\u00e1rio. Depois de um 2024 muito positivo, conseguimos ampliar volume, valor e presen\u00e7a internacional. Mesmo com impactos tempor\u00e1rios, como o tarifa\u00e7o dos Estados Unidos, a ind\u00fastria respondeu com rapidez, mostrou resili\u00eancia e saiu ainda mais fortalecida\u201d, afirmou.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-parceria-publico-privada-sustenta-avanco-do-setor-0\">Parceria p\u00fablico-privada sustenta avan\u00e7o do setor<\/h2>\n<p>De acordo com a entidade, os resultados s\u00e3o fruto da atua\u00e7\u00e3o conjunta da Abiec, de suas empresas associadas e do setor p\u00fablico. A associa\u00e7\u00e3o destaca a parceria com a ApexBrasil, por meio do Projeto Setorial Brazilian Beef, al\u00e9m do di\u00e1logo permanente com o Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria, o MDIC, o Minist\u00e9rio das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores e a interlocu\u00e7\u00e3o institucional com a Frente Parlamentar da Agropecu\u00e1ria.<\/p>\n<p>Para 2026, a avalia\u00e7\u00e3o da Abiec \u00e9 de otimismo com cautela, ap\u00f3s dois anos consecutivos de forte crescimento. A expectativa \u00e9 de manuten\u00e7\u00e3o das exporta\u00e7\u00f5es em patamar elevado e avan\u00e7o em mercados estrat\u00e9gicos.<\/p>\n<p>\u201cEntramos em 2026 com negocia\u00e7\u00f5es ativas e perspectiva concreta de avan\u00e7ar em mercados como Jap\u00e3o, Coreia do Sul e Turquia, que t\u00eam alto potencial e v\u00eam sendo trabalhados de forma t\u00e9cnica e cont\u00ednua\u201d, concluiu Perosa.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-desempenho-de-dezembro-0\">Desempenho de dezembro<\/h2>\n<p>Em dezembro de 2025, o Brasil exportou 347,4 mil toneladas de carne bovina, com receita de US$ 1,85 bilh\u00e3o. A China liderou as compras no m\u00eas, com 153,1 mil toneladas, seguida pelos Estados Unidos (27,2 mil toneladas), Chile (17,0 mil toneladas) e Uni\u00e3o Europeia (11,9 mil toneladas).<\/p>\n<p>As exporta\u00e7\u00f5es brasileiras de carne bovina encerraram 2025 com resultados hist\u00f3ricos. O pa\u00eds embarcou 3,50 milh\u00f5es de toneladas, alta de 20,9% em rela\u00e7\u00e3o a 2024, movimentando US$ 18,03 bilh\u00f5es, crescimento de 40,1% na receita. Os dados s\u00e3o do Minist\u00e9rio do Desenvolvimento, Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio e Servi\u00e7os, compilados pela Associa\u00e7\u00e3o Brasileira das Ind\u00fastrias Exportadoras de Carnes (Abiec).<\/p>\n<p>A carne bovina in natura respondeu pela maior parte dos embarques, com 3,09 milh\u00f5es de toneladas, avan\u00e7o de 21,4% na compara\u00e7\u00e3o anual, e receita de US$ 16,61 bilh\u00f5es. Considerando todas as categorias exportadas,in natura, industrializadas, mi\u00fados, tripas, gorduras e carnes salgadas, o Brasil alcan\u00e7ou mais de 170 pa\u00edses, ampliando a diversifica\u00e7\u00e3o de destinos e a presen\u00e7a internacional do setor.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-china-lidera-compras-da-carne-bovina-brasileira\">China lidera compras da carne bovina brasileira<\/h2>\n<p>Principal destino da carne bovina do Brasil em 2025, a China respondeu por 48% do volume total exportado, com 1,68 milh\u00e3o de toneladas, que geraram US$ 8,90 bilh\u00f5es em receita. Em seguida aparecem os Estados Unidos, com 271,8 mil toneladas e US$ 1,64 bilh\u00e3o, o Chile, com 136,3 mil toneladas e US$ 754,5 milh\u00f5es, a Uni\u00e3o Europeia, com 128,9 mil toneladas e US$ 1,06 bilh\u00e3o, a R\u00fassia, com 126,4 mil toneladas e US$ 537,1 milh\u00f5es, e o M\u00e9xico, com 118,0 mil toneladas e US$ 645,4 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>Na compara\u00e7\u00e3o com 2024, houve crescimento no volume exportado para a maioria dos principais mercados. As vendas para a China avan\u00e7aram 22,8%, enquanto os embarques para os Estados Unidos cresceram 18,3%. A Uni\u00e3o Europeia registrou alta expressiva de 132,8%, e o Chile, de 29,8%. Tamb\u00e9m se destacaram os aumentos para Arg\u00e9lia (+292,6%), Egito (+222,5%) e Emirados \u00c1rabes Unidos (+176,1%).<\/p>\n<p>Segundo o presidente da Abiec, Roberto Perosa, o desempenho reflete a maturidade da cadeia produtiva brasileira.<\/p>\n<p>\u201cO desempenho de 2025 foi extraordin\u00e1rio. Depois de um 2024 muito positivo, conseguimos ampliar volume, valor e presen\u00e7a internacional. Mesmo com impactos tempor\u00e1rios, como o tarifa\u00e7o dos Estados Unidos, a ind\u00fastria respondeu com rapidez, mostrou resili\u00eancia e saiu ainda mais fortalecida\u201d, afirmou.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-parceria-publico-privada-sustenta-avanco-do-setor\">Parceria p\u00fablico-privada sustenta avan\u00e7o do setor<\/h2>\n<p>De acordo com a entidade, os resultados s\u00e3o fruto da atua\u00e7\u00e3o conjunta da Abiec, de suas empresas associadas e do setor p\u00fablico. A associa\u00e7\u00e3o destaca a parceria com a ApexBrasil, por meio do Projeto Setorial Brazilian Beef, al\u00e9m do di\u00e1logo permanente com o Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria, o MDIC, o Minist\u00e9rio das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores e a interlocu\u00e7\u00e3o institucional com a Frente Parlamentar da Agropecu\u00e1ria.<\/p>\n<p>Para 2026, a avalia\u00e7\u00e3o da Abiec \u00e9 de otimismo com cautela, ap\u00f3s dois anos consecutivos de forte crescimento. A expectativa \u00e9 de manuten\u00e7\u00e3o das exporta\u00e7\u00f5es em patamar elevado e avan\u00e7o em mercados estrat\u00e9gicos.<\/p>\n<p>\u201cEntramos em 2026 com negocia\u00e7\u00f5es ativas e perspectiva concreta de avan\u00e7ar em mercados como Jap\u00e3o, Coreia do Sul e Turquia, que t\u00eam alto potencial e v\u00eam sendo trabalhados de forma t\u00e9cnica e cont\u00ednua\u201d, concluiu Perosa.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-desempenho-de-dezembro\">Desempenho de dezembro<\/h2>\n<p>Em dezembro de 2025, o Brasil exportou 347,4 mil toneladas de carne bovina, com receita de US$ 1,85 bilh\u00e3o. A China liderou as compras no m\u00eas, com 153,1 mil toneladas, seguida pelos Estados Unidos (27,2 mil toneladas), Chile (17,0 mil toneladas) e Uni\u00e3o Europeia (11,9 mil toneladas).<\/p>\n<p>O post <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/pecuaria\/exportacoes-de-carne-bovina-do-brasil-batem-recorde-em-2025-e-faturam-us-18-bilhoes\/\">Exporta\u00e7\u00f5es de carne bovina do Brasil batem recorde em 2025 e faturam US$ 18 bilh\u00f5es<\/a> apareceu primeiro em <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\">Canal Rural<\/a>.<\/p>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/pecuaria\/exportacoes-de-carne-bovina-do-brasil-batem-recorde-em-2025-e-faturam-us-18-bilhoes\/\">Source link <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Res\u00edduos na carne: veterin\u00e1rio alerta sobre car\u00eancia de medicamentos no rebanho A carne bovina in natura respondeu pela maior parte<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":27051,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-27050","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-news"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/27050"}],"collection":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=27050"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/27050\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/27051"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=27050"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=27050"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=27050"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}