{"id":2688,"date":"2024-10-02T21:55:34","date_gmt":"2024-10-03T01:55:34","guid":{"rendered":"https:\/\/agromt.news\/?p=2688"},"modified":"2024-10-02T21:55:34","modified_gmt":"2024-10-03T01:55:34","slug":"modernizacao-dos-acordos-entre-brasil-e-mexico-busca-aumentar-comercio-bilateral","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agromt.news\/?p=2688","title":{"rendered":"Moderniza\u00e7\u00e3o dos acordos entre Brasil e M\u00e9xico busca aumentar com\u00e9rcio bilateral"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p style=\"text-align:justify\">Promovido pela Ag\u00eancia Brasileira de Promo\u00e7\u00e3o de Exporta\u00e7\u00f5es e Investimentos (ApexBrasil), pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI), pelo Conselho Empresarial Mexicano de Com\u00e9rcio Exterior (Comce), com apoio do Minist\u00e9rio das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores (MRE) e do Minist\u00e9rio do Desenvolvimento, Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio e Servi\u00e7os (MDIC), o F\u00f3rum Empresarial M\u00e9xico \u2013 Brasil ocorreu nesta segunda-feira (30\/10), na Cidade do M\u00e9xico, com presen\u00e7a presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva, do presidente da Ag\u00eancia, Jorge Viana, e mais de 400 empres\u00e1rios de ambos os pa\u00edses. Ap\u00f3s a cerim\u00f4nia de abertura, o evento contou com cinco pain\u00e9is que, ao longo do dia, reuniram especialistas e profissionais dos setores p\u00fablico e privado dos dois pa\u00edses para discutir o cen\u00e1rio, caminhos e o futuro das rela\u00e7\u00f5es comerciais bilaterais.\n<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\"><strong>Moderniza\u00e7\u00e3o dos acordos\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Com modera\u00e7\u00e3o da ministra-conselheira representante suplente do Brasil na Associa\u00e7\u00e3o Latino-Americana de Integra\u00e7\u00e3o (ALADI) e no Mercosul, Ivana Gurgel, o primeiro painel teve a participa\u00e7\u00e3o da diretora de Neg\u00f3cios ApexBrasil, Ana Paula Repezza, que apresentou um panorama do com\u00e9rcio entre Brasil e M\u00e9xico e lembrou que os acordo vigentes foram negociados h\u00e1 mais de 20 anos, quando o com\u00e9rcio mundial era bem diferente. \u201cO mundo mudou, a din\u00e2mica do com\u00e9rcio global mudou, as economias mudaram. Apesar do dinamismo e desta trajet\u00f3ria ascendente, a integra\u00e7\u00e3o ainda \u00e9 limitada\u201d, disse a diretora.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Repezza tamb\u00e9m destacou o recorde hist\u00f3rico do fluxo comercial entre os dois pa\u00edses, que ultrapassou US$ 14 bilh\u00f5es em 2023, e reafirmou o prop\u00f3sito da ApexBrasil de conectar empresas e compradores, promover encontros, miss\u00f5es empresariais, apresentar e fomentar oportunidades de neg\u00f3cios. Para ela, al\u00e9m dos valores, \u00e9 importante frisar a qualidade desta corrente comercial descentralizada, que vai al\u00e9m da ind\u00fastria de autom\u00f3veis e inclui toda a cadeia de autope\u00e7as, al\u00e9m de setores da ind\u00fastria da transforma\u00e7\u00e3o, m\u00f3veis, moda, calcados, t\u00eaxteis. \u201cS\u00e3o setores relevantes para a gera\u00e7\u00e3o de emprego e renda e este com\u00e9rcio bilateral tem impactos positivos para os dois pa\u00edses\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">No mesmo painel, o diretor de Desenvolvimento Industrial e Economia da CNI\u00a0e diretor-superintendente do Servi\u00e7o Social da Ind\u00fastria (SESI), Rafael Lucchesi, detalhou como as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas imp\u00f5em desafios e v\u00e3o nortear futuros acordos. \u201cO mundo vai viver, nos pr\u00f3ximos anos, considerando as emerg\u00eancias clim\u00e1ticas, uma transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica r\u00e1pida e a descarboniza\u00e7\u00e3o das economias\u201d, afirmou. Segundo ele, este cen\u00e1rio vai criar uma enorme abertura de possiblidades de neg\u00f3cios para pensar em acordos mais abrangentes, inclusive com m\u00fatuo conhecimento de certificados e supress\u00e3o de barreiras comerciais que podem travar neg\u00f3cios. \u201cA aproxima\u00e7\u00e3o entre Brasil e M\u00e9xico tem n\u00e3o apenas uma import\u00e2ncia comercial, mas fundamentalmente uma import\u00e2ncia estrat\u00e9gica\u201d, finalizou.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">As m\u00faltiplas possibilidades de com\u00e9rcio entre os dois gigantes da Am\u00e9rica Latina e a import\u00e2ncia da moderniza\u00e7\u00e3o dos acordos comerciais foram destacadas tamb\u00e9m pelo presidente do Comit\u00ea Empresarial Bilateral M\u00e9xico Brasil (Comce), Lic. Enrique Gonzalez Calvillo. \u201cOs acordos precisam contemplar solu\u00e7\u00f5es para proteger investimentos mexicanos no Brasil e investimentos brasileiros no M\u00e9xico\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Para o diretor do Departamento para o Mercosul do Minist\u00e9rio das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores, embaixador Francisco Cannabrava, as duas maiores economias da Am\u00e9rica Latina t\u00eam todos os atributos para um acordo de livre com\u00e9rcio. \u00a0Ao defender a atualiza\u00e7\u00e3o dos acordos bilaterais, o diplomata usou a met\u00e1fora de que os acordos firmados entre M\u00e9xico e Brasil, h\u00e1 mais de 20 anos, s\u00e3o como uma crian\u00e7a que cresceu e hoje n\u00e3o cabe mais nas roupas usadas no passado. Segundo ele, h\u00e1 um grau de complementariedade entre as economias brasileira e mexicana e \u00e9 poss\u00edvel trabalhar de forma realista. \u201c\u00c9 preciso atualizar, refor\u00e7ar e expandir nossas rela\u00e7\u00f5es bilaterais. Recentemente avan\u00e7amos em outros acordos e aqui tamb\u00e9m temos que avan\u00e7ar\u201d, defendeu.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">De acordo com a diretora geral do Instituto Mexicano para la Competitividade, Valeria Moy, h\u00e1 um ambiente de coopera\u00e7\u00e3o m\u00fatua que favorece os avan\u00e7os, mesmo que neste momento n\u00e3o haja a efetiva\u00e7\u00e3o de um acordo de livre com\u00e9rcio entre M\u00e9xico e Brasil. \u201cO objetivo \u00e9 ambicioso e devemos fazer hoje com o que temos e ir paralelamente avan\u00e7ando\u201d, ponderou.\n<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\"><strong>Vis\u00e3o do empresariado\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Desafios e expectativas dos investimentos mexicanos e brasileiros na vis\u00e3o de empres\u00e1rios dos dois pa\u00edses foram temas centrais de um dos pain\u00e9is do F\u00f3rum. Na ocasi\u00e3o, CEOs e diretores do Banco da Amaz\u00f4nia, Braskem Idesa, Bradescard, Pilgrim&#8217;s Mexico, Nubank, America Movil, Oxxo, Terminal Qu\u00edmica Puerto M\u00e9xico, Bimbo falaram sobre novos neg\u00f3cios em \u00e1reas como agroind\u00fastria, manufatura, finan\u00e7as, servi\u00e7os, al\u00e9m do acesso a novos mercados. \u201c\u00c9 uma oportunidade \u00fanica para gerar sinergias, melhorar condi\u00e7\u00f5es regulat\u00f3rias e fiscais\u201d, destacou a moderadora, diretora geral do Comit\u00e9 Empresarial Bilateral M\u00e9xico Brasil (COMCE), Susana Duque.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Entre as oportunidades identificadas pelos participantes, destaque para a \u00e1rea digital, com foco na digitaliza\u00e7\u00e3o banc\u00e1rias e nas opera\u00e7\u00f5es financeiras, respeitando as diferen\u00e7as e as semelhan\u00e7as entre os consumidores brasileiros e os consumidores mexicanos. Outro setor mencionado \u00e9 o do agroneg\u00f3cio, com destaque para prote\u00edna animal e alimentos preparados. H\u00e1 investimentos brasileiros em regi\u00f5es do M\u00e9xico com abertura de postos de trabalho que geram renda e giram a economia local.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Entre os desafios citados, est\u00e1 a necessidade de projetos e investimentos que respeitem os crit\u00e9rios de sustentabilidade. O foco \u00e9 conhecer as facilidades oferecidas para os empres\u00e1rios que tenham interesse em investir na regi\u00e3o amaz\u00f4nica.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\"><strong>Oportunidades para os dois lados\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O gerente de Agroneg\u00f3cio da ApexBrasil, Andr\u00e9 Muller, abriu o painel \u00a0\u201cSeguran\u00e7a alimentar e o controle da infla\u00e7\u00e3o\u201d chamando aten\u00e7\u00e3o sobre a import\u00e2ncia do componente de pol\u00edtica econ\u00f4mica dentro da quest\u00e3o da seguran\u00e7a alimentar. \u201cBrasil e M\u00e9xico s\u00e3o grandes produtores e grandes consumidores de alimentos e, juntos, estes pa\u00edses v\u00e3o impactar a seguran\u00e7a alimentar\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Laudemir citou o exemplo do \u201cPaquete\u00a0contra\u00a0la inflaci\u00f3n y la\u00a0carestia\u201d (PACIC &#8211; Pacote contra a infla\u00e7\u00e3o e a carestia), implementado pelo M\u00e9xico, que deu isen\u00e7\u00e3o de imposto de importa\u00e7\u00e3o para itens da cesta b\u00e1sica como carnes de aves, su\u00edna e bovina, <a href=\"https:\/\/www.agrolink.com.br\/culturas\/milho?utm_source=agrolink-detalhe-noticia&amp;utm_medium=detalhe-noticia&amp;utm_campaign=links-internos&#9;\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">milho<\/a>, <a href=\"https:\/\/www.agrolink.com.br\/culturas\/arroz\/?utm_source=agrolink-detalhe-noticia&amp;utm_medium=detalhe-noticia&amp;utm_campaign=links-internos\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">arroz<\/a> e ovos. A medida possibilitou o aumento do volume de exporta\u00e7\u00e3o do setor do agroneg\u00f3cio do Brasil para o M\u00e9xico &#8211; que girava em torno de US$ 1 bilh\u00e3o, passando para US$ 3 bilh\u00f5es e devendo chegar a US$ 4 bilh\u00f5es neste ano. Do lado mexicano, a infla\u00e7\u00e3o que era de 13% caiu para 6%. No segmento do agroneg\u00f3cio, o Brasil passou ent\u00e3o a ser o segundo parceiro comercial do M\u00e9xico. Os participantes do painel seguiram o debate sobre a renova\u00e7\u00e3o das a\u00e7\u00f5es do PACIC e a necessidade de ter garantias de reciprocidade comercial com os acordos.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">De acordo com a gerente de Exporta\u00e7\u00e3o da Expoente Agroneg\u00f3cios, Carolina Machado, na produ\u00e7\u00e3o de arroz o PACIC foi fundamental para o forte aumento das exporta\u00e7\u00f5es, passando de 32 mil toneladas para 450 mil. Em sua fala, Machado assegurou que o aumento das exporta\u00e7\u00f5es n\u00e3o impacta a demanda interna. \u201cTemos seguran\u00e7a para o nosso pa\u00eds e podemos atender o mercado mexicano sem interferir no mercado interno\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Bastante consumido nos dois pa\u00edses, o <a href=\"https:\/\/www.agrolink.com.br\/culturas\/feijao\/?utm_source=agrolink-detalhe-noticia&amp;utm_medium=detalhe-noticia&amp;utm_campaign=links-internos\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">feij\u00e3o<\/a>, que n\u00e3o \u00e9 considerado um produto t\u00e3o nobre quanto as prote\u00ednas animais, tem espa\u00e7o para ampliar a comercializa\u00e7\u00e3o de diferentes tipos de gr\u00e3os. No caso da prote\u00edna animal, em especial a de frango, a abertura e diversifica\u00e7\u00e3o comercial s\u00e3o boas not\u00edcias para todos: produtores, compradores e consumidores, como explicou o vice-presidente Institucional, Jur\u00eddico e Compliance da BRF, Bruno Ferla: \u201cA produ\u00e7\u00e3o interna das prote\u00ednas tem capacidade de se adequar \u00e0s demandas sem perder qualidade e competitividade\u201d. De acordo com Andr\u00e9 Muller, \u201cO PACIC \u00e9 uma rela\u00e7\u00e3o de sucesso e agora \u00e9 seguir e aprofundar este caminho\u201d.\n<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\"><strong>Prioridades para o futuro\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Ao ser questionado se o Brasil est\u00e1 preparado aumentar o volume das exporta\u00e7\u00f5es, o CEO da\u00a0Minerva\u00a0Foods, Fernando Queiroz, explicou que, com a compet\u00eancia e a for\u00e7a do Brasil no agro \u00e9 poss\u00edvel fazer mais para que o alimento brasileiro seja um fator de inclus\u00e3o e de acessibilidade para classes menos favorecidas. \u201cPodemos fazer isso ao reduzir ou eliminar barreiras alfandeg\u00e1rias e n\u00e3o-alfandeg\u00e1rias, permitir acesso livre aos mercados e estarmos certos de que os alimentos s\u00e3o produzidos com sustentabilidade. O Brasil pode fornecer com competitividade\u201d, defendeu.\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Sobre o futuro, o presidente do Consejo Nacional Agropecuario, Juan Gallardo, disse que os temas discutidos devem estar entre as prioridades da agenda dos pa\u00edses. \u201cDevemos ser mais sustent\u00e1veis e a ci\u00eancia e tecnologia ter\u00e3o um papel fundamental na solu\u00e7\u00e3o dos problemas\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira das Ind\u00fastrias Exportadoras de Carne (ABIEC), Antonio Camardelli, encerrou falando que o \u201cBrasil tem o combo ideal qualidade, quantidade, competitividade e alinhamento de regras sanit\u00e1rias\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\"><strong>Mobilidade e log\u00edstica<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">No painel sobre \u201cIntegra\u00e7\u00e3o das cadeias produtivas em mobilidade\u201d, representantes da Empresa Brasileira de Aeron\u00e1utica (Embraer), Nissan, Associa\u00e7\u00e3o Nacional dos Fabricantes de Ve\u00edculos Automotores (Anfavea), Ind\u00fastria Nacional de Autopartes do M\u00e9xico e Associa\u00e7\u00e3o Mexicana da Industria Automotora apresentaram alguns avan\u00e7os do setor de transporte. O segmento passa por adapta\u00e7\u00f5es e enfrenta o desafio da transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica diante das dificuldades de mobilidade. De acordo com o debate entre os participantes, os dois pa\u00edses t\u00eam necessidades de infraestrutura e abrem oportunidades de neg\u00f3cios do setor de log\u00edstica. H\u00e1 novas sinergias nas \u00e1reas de energia renov\u00e1vel e biocombust\u00edveis e a tecnologia ser\u00e1 uma das grandes aliadas para vencer o desafio de ampliar a produ\u00e7\u00e3o com sustentabilidade.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Para fechar o F\u00f3rum, o \u00faltimo painel, que tratou do tema \u201cNova ind\u00fastria e sustentabilidade\u201d, teve modera\u00e7\u00e3o do gerente de Intelig\u00eancia de Mercado da ApexBrasil, Igor Celeste, e reuniu representantes MDIC, de empresas brasileiras e mexicanas como Natura, Eurofarma, Mabe, Weg, Coca Cola Femsa e InBev. Ao longo do painel, todos foram un\u00e2nimes ao falar sobre o potencial de ambas as na\u00e7\u00f5es para continuarem ampliando os la\u00e7os econ\u00f4micos n\u00e3o apenas via investimentos estrat\u00e9gicos, mas via inova\u00e7\u00e3o e ado\u00e7\u00e3o de pr\u00e1ticas sustent\u00e1veis.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Para os participantes, \u00e9 necess\u00e1rio criar uma agenda de prioridades que favore\u00e7a os neg\u00f3cios internacionais com equil\u00edbrio no fluxo comercial, com foco em sustentabilidade e que resulte no desenvolvimento para os dois pa\u00edses. Por fim, conclu\u00edram que h\u00e1 um ambiente favor\u00e1vel \u00e0 integra\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica entre M\u00e9xico e Brasil e que a tend\u00eancia \u00e9 a amplia\u00e7\u00e3o das oportunidades e dos neg\u00f3cios com coopera\u00e7\u00e3o m\u00fatua e vis\u00e3o de longo prazo.<\/p>\n<\/div>\n<p><script data-cfasync=\"false\">\n    !function (f, b, e, v, n, t, s) {\n        if (f.fbq) return; n = f.fbq = function () {\n            n.callMethod ?\n                n.callMethod.apply(n, arguments) : n.queue.push(arguments)\n        };\n        if (!f._fbq) f._fbq = n; n.push = n; n.loaded = !0; n.version = '2.0';\n        n.queue = []; t = b.createElement(e); t.async = !0;\n        t.src = v; s = b.getElementsByTagName(e)[0];\n        s.parentNode.insertBefore(t, s)\n    }(window, document, 'script',\n        'https:\/\/connect.facebook.net\/en_US\/fbevents.js');\n    fbq('init', '522546078623747');\n    fbq('track', 'PageView');\n<\/script><br \/>\n<br \/><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.agrolink.com.br\/noticias\/modernizacao-dos-acordos-entre-brasil-e-mexico-busca-aumentar-comercio-bilateral_495455.html\">Source link <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Promovido pela Ag\u00eancia Brasileira de Promo\u00e7\u00e3o de Exporta\u00e7\u00f5es e Investimentos (ApexBrasil), pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI), pelo Conselho Empresarial<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2689,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[8,1,14],"tags":[],"class_list":["post-2688","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-agro","category-news","category-politica-agro"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2688"}],"collection":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=2688"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2688\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/2689"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=2688"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=2688"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=2688"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}