{"id":26865,"date":"2026-01-04T14:18:42","date_gmt":"2026-01-04T18:18:42","guid":{"rendered":"https:\/\/agromt.news\/?p=26865"},"modified":"2026-01-04T14:18:42","modified_gmt":"2026-01-04T18:18:42","slug":"unesp-e-sabesp-criam-tecnologias-para-detectar-vazamentos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agromt.news\/?p=26865","title":{"rendered":"Unesp e Sabesp criam tecnologias para detectar vazamentos"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<figure><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agromt.news\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Unesp-e-Sabesp-criam-tecnologias-para-detectar-vazamentos.jpg\" alt=\"vazamento, cano quebrado, \u00e1gua\" \/><figcaption>Foto: Deposit photos<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<p>O Brasil perde <strong>37,8%<\/strong> de sua <strong><a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/tag\/agua\/\">\u00e1gua<\/a><\/strong> tratada devido a problemas na distribui\u00e7\u00e3o, de acordo com um levantamento do Instituto Trata Brasil publicado em 2024. O n\u00famero equivale a <strong>7,6 mil<\/strong> piscinas ol\u00edmpicas por dia. No <strong><a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/tag\/amapa\/\">Amap\u00e1<\/a><\/strong>, estado com infraestrutura de abastecimento mais prec\u00e1ria, a taxa \u00e9 de 71,7%.<\/p>\n<p>Nem todo esse preju\u00edzo \u00e9 sin\u00f4nimo de canos danificados. Uma parcela da \u00e1gua perdida \u00e9 desviada por instala\u00e7\u00f5es clandestinas, por exemplo, cujo consumo n\u00e3o \u00e9 contabilizado nem cobrado. <\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, h\u00e1 uma margem de erro inerente \u00e0s medi\u00e7\u00f5es dos hidr\u00f4metros (os \u201crel\u00f3gios de \u00e1gua\u201d) residenciais. Ainda assim, vazamentos na tubula\u00e7\u00e3o s\u00e3o a vari\u00e1vel que mais contribui para os n\u00fameros alarmantes.<\/p>\n<p>A dificuldade em resolver o problema \u00e9 proporcional ao seu tamanho. S\u00f3 o estado de S\u00e3o Paulo tem <strong>120 mil km<\/strong> de canos subterr\u00e2neos de \u00e1gua e esgoto, comprimento suficiente para dar tr\u00eas voltas na Terra. O ideal \u00e9 substituir essa tubula\u00e7\u00e3o labir\u00edntica a uma taxa anual de 2%, partindo dos canos mais antigos para os mais recentes.<\/p>\n<p>Na pr\u00e1tica, trata-se de uma meta dif\u00edcil: \u201c\u00c9 muito caro. Acho que nem 1% disso pode ser alcan\u00e7ado\u201d, diz o engenheiro C\u00edcero Mirab\u00f4, do Departamento de Combate \u00e0s Perdas da Companhia de Saneamento B\u00e1sico do Estado de S\u00e3o Paulo (<a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/tag\/sabesp\/\">Sabesp<\/a>). <\/p>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><em>Veja em primeira m\u00e3o tudo sobre agricultura, pecu\u00e1ria, economia e previs\u00e3o do tempo:<\/em><a href=\"https:\/\/news.google.com\/publications\/CAAqBwgKMPKZlQswq_mqAw?hl=pt-BR&amp;gl=BR&amp;ceid=BR%3Apt-419\"><em> <\/em><strong><em>siga o Canal Rural no Google News!<\/em><\/strong><\/a><\/li>\n<\/ul>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-problema-recorrente\">Problema recorrente<\/h2>\n<p>A abordagem mais realista para resolver o problema, ent\u00e3o, envolve n\u00e3o substituir mas sim tapar os buracos nos canos. Para isso, \u00e9 preciso, antes, descobrir onde est\u00e3o os canos danificados em meio ao emaranhado de cabos, c\u00f3rregos e t\u00faneis ocultos sob as cidades.<\/p>\n<p>O problema n\u00e3o \u00e9 exclusividade do Brasil, tampouco limitado a pa\u00edses do Sul Global. Irlanda e It\u00e1lia, por exemplo, arcam com perdas similares \u00e0s nossas. O Reino Unido fica em 23%, e a Fran\u00e7a, em 20%. Apenas um pa\u00eds da Uni\u00e3o Europeia, a Alemanha, mant\u00e9m a taxa abaixo dos 5%, um feito not\u00e1vel.<\/p>\n<p>A capital japonesa T\u00f3quio \u00e9 uma hist\u00f3ria de supera\u00e7\u00e3o nesse quesito: terminou a 2\u00aa Guerra com 80% de perdas de \u00e1gua, e cerca de metade de sua tubula\u00e7\u00e3o destru\u00edda; hoje, o n\u00famero est\u00e1 em 3,9%.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-solucao-aliada-a-tecnologia\">Solu\u00e7\u00e3o aliada a tecnologia<\/h2>\n<p>Em busca de solu\u00e7\u00f5es high-tech para facilitar a ca\u00e7a aos vazamentos, a Sabesp se aliou h\u00e1 mais de uma d\u00e9cada ao engenheiro mec\u00e2nico Fabr\u00edcio C\u00e9sar Lobato, professor da Faculdade de Engenharia da Unesp no campus de Bauru (FEB) e um dos grandes especialistas do pa\u00eds na detec\u00e7\u00e3o de problemas em redes de \u00e1gua e esgoto. <\/p>\n<p>Ele trabalha com o problema desde o in\u00edcio de seu doutorado na Universidade de Southampton, na Inglaterra, em 2009. L\u00e1 foi orientado por Michael Brennan, um dos maiores especialistas do mundo na \u00e1rea. Brennan acabou se mudando para o Brasil, e hoje leciona na Unesp de Ilha Solteira.<\/p>\n<p>A colabora\u00e7\u00e3o Unesp-Sabesp, financiada por editais da Fapesp, rendeu muitos frutos desde ent\u00e3o. Fabr\u00edcio, Brennan e seus colegas desenvolveram vers\u00f5es nacionais acess\u00edveis de detectores chamados \u201ccorrelacionadores\u201d; criaram um m\u00e9todo inovador para calibrar e avaliar esses aparelhos; e, agora, trabalham para dar um passo na vanguarda da \u00e1rea com os in\u00e9ditos detectores de superf\u00edcie. <\/p>\n<p>Estes s\u00e3o capazes de localizar vazamentos \u00e0 dist\u00e2ncia, sem a exig\u00eancia de que o equipamento entre em contato f\u00edsico direto com os canos (o que ocorre com correlacionadores tradicionais).<\/p>\n<p>H\u00e1 um entrave, por\u00e9m: esses produtos est\u00e3o no est\u00e1gio de prot\u00f3tipo, devido \u00e0 falta de empresas interessadas e capazes de fabric\u00e1-los em larga escala. Essa etapa \u00e9 conhecida como o \u201cvale da morte\u201d do empreendedorismo. <\/p>\n<p>Para transp\u00f4-lo, os pesquisadores precisam prospectar parceiros. Neste caso, as possibilidades incluem <em>startups <\/em>e algumas poucas empresas nacionais que j\u00e1 trabalham com equipamentos voltados para esse setor.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-correlacionador-e-eficiente-mas-caro\">Correlacionador \u00e9 eficiente, mas caro<\/h2>\n<p>Por d\u00e9cadas, dois equipamentos foram imprescind\u00edveis para o trabalho de detec\u00e7\u00e3o de vazamentos subterr\u00e2neos: hastes de escuta e geofones mec\u00e2nicos. Essas m\u00e1quinas amplificam sons oriundos do subsolo, assim como estetosc\u00f3pios fazem com o ru\u00eddo dos pulm\u00f5es. <\/p>\n<p>Tanto as hastes como os geofones s\u00f3 funcionam nas m\u00e3os de t\u00e9cnicos treinados, j\u00e1 que a fun\u00e7\u00e3o desses aparelhos se limita a tornar o sinal aud\u00edvel e lev\u00e1-lo aos ouvidos: cabe ao usu\u00e1rio distinguir o som ligeiramente diferente que a \u00e1gua produz ao passar por um cano furado.<\/p>\n<p>Os correlacionadores foram um avan\u00e7o em parte porque n\u00e3o dependem s\u00f3 da per\u00edcia e experi\u00eancia de seus operadores. Um correlacionador t\u00edpico consiste em um par de detectores id\u00eanticos que s\u00e3o acoplados, por exemplo, a hidrantes ou a hidr\u00f4metros de duas casas localizadas em pontos diferentes de uma mesma rua. <\/p>\n<p>Esses s\u00e3o pontos de acesso eficazes porque est\u00e3o diretamente conectados ao cano maior que distribui \u00e1gua a todos os im\u00f3veis da regi\u00e3o. Caso haja um buraco na tubula\u00e7\u00e3o, o som produzido pelo vazamento percorrer\u00e1 dist\u00e2ncias diferentes at\u00e9 cada um dos sensores. Isso permite que, com a ajuda de uma equa\u00e7\u00e3o, se possa determinar o ponto aproximado em que a \u00e1gua est\u00e1 escapando.<\/p>\n<p>O problema \u00e9 que \u201choje, um correlacionador bom sai em torno de <strong>R$ 300 mil<\/strong>, e n\u00e3o h\u00e1 fabricante nacional\u201d, explica C\u00edcero Mirab\u00f4.<\/p>\n<p>Ele completa que ao contratar empresas terceirizadas, a Sabesp exige uma equipe certificada em haste, geofone e correlacionador. Entretanto, mesmo em posse desses equipamentos, seu uso efetivo \u00e9 raro. Na pr\u00e1tica, o elevado custo inviabiliza a utiliza\u00e7\u00e3o desse tipo de produto. <\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-tentativa-bem-sucedida\">Tentativa bem-sucedida<\/h2>\n<p>O primeiro projeto submetido e aprovado por Lobato em um edital da Fapesp com a Sabesp tinha o objetivo de criar um correlacionador comercial comercialmente vi\u00e1vel no Brasil. <\/p>\n<p>Deu certo, e veio com um brinde: al\u00e9m de desenvolverem uma vers\u00e3o mais barata do equipamento, Fabr\u00edcio e seus colegas criaram uma bancada de simula\u00e7\u00e3o de vazamentos para testar a efic\u00e1cia da pr\u00f3pria inven\u00e7\u00e3o em compara\u00e7\u00e3o aos equivalentes importados, denominada \u201cbancada virtual\u201d.<\/p>\n<p>Essa engenhoca vibra de modo a simular a assinatura s\u00f4nica de um vazamento real, o que permite fazer um test drive id\u00f4neo dos correlacionadores fabricados por diversas empresas e verificar se eles est\u00e3o funcionando satisfatoriamente quando retornam da assist\u00eancia t\u00e9cnica. <\/p>\n<p>\u201cVoc\u00ea fala para o computador simular um vazamento em uma rede de ferro fundido de 75 mm localizado a 10 m do ponto A e ele faz isso\u201d, diz Mirab\u00f4. \u201cEssa tecnologia n\u00e3o tem paralelo no mundo.\u201d<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-detector-coringa-cobre-diferentes-canos-e-solos\"><strong>Detector coringa cobre diferentes canos e solos<\/strong><\/h2>\n<p>Fabr\u00edcio C\u00e9sar Lobato explica que a troca progressiva de tubula\u00e7\u00f5es feitas de ferro fundido por outras de pl\u00e1stico, ao longo das \u00faltimas d\u00e9cadas, tornou a detec\u00e7\u00e3o de vazamentos mais desafiadora. <\/p>\n<p>\u201cA vibra\u00e7\u00e3o \u00e9 atenuada. Se antes era poss\u00edvel identificar um vazamento em um tubo a uma dist\u00e2ncia de 1 km, ou 800 m, agora esse n\u00famero caiu para 100 m ou 80 m.\u201d <\/p>\n<p>O objetivo de seu doutorado foi justamente aperfei\u00e7oar t\u00e9cnicas vibroac\u00fasticas para torn\u00e1-las mais eficazes em tubula\u00e7\u00f5es de PVC, polietileno de alta densidade (HDPE) e outros pl\u00e1sticos.<\/p>\n<p>Muitas fabricantes estrangeiras, quando confrontadas com esse desafio, focaram em adquirir sensores que s\u00e3o mais sens\u00edveis e, portanto, mais caros. Lobato, por sua vez, manteve o hardware acess\u00edvel para baratear o produto e concentrou-se em compensar essa limita\u00e7\u00e3o com um software bem planejado, capaz de extrair mais informa\u00e7\u00e3o de um sinal mais t\u00eanue. <\/p>\n<p>\u201cEle n\u00e3o buscou desenvolver um novo sensor\u201d, explica Marcelo Miki, que era coordenador de Pesquisa e Desenvolvimento da Sabesp na \u00e9poca em que come\u00e7ou a colabora\u00e7\u00e3o com a Unesp. \u201cEle partiu da l\u00f3gica contr\u00e1ria: examinou quais sensores j\u00e1 dispon\u00edveis no mercado satisfaziam os requisitos de capta\u00e7\u00e3o de sinais.\u201d<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-equipamento-ainda-nao-saiu-do-papel\">Equipamento ainda n\u00e3o saiu do papel<\/h2>\n<p>Outro trunfo do correlacionador criado por Lobato e seus colegas \u00e9 sua versatilidade. \u201cL\u00e1 fora, h\u00e1 equipamentos desenvolvidos em fun\u00e7\u00e3o de certos materiais de tubo e de certos tipos de solo que envolvem o tubo\u201d, diz Miki. <\/p>\n<p>\u201c[O equipamento da Unesp] mede as condi\u00e7\u00f5es reais, em campo. Voc\u00ea nem precisa inserir qual material \u00e9, ou qual solo \u00e9. \u00c9 um projeto coringa, nesse sentido.\u201d<\/p>\n<p>Para Miki, o sucesso da colabora\u00e7\u00e3o com a Unesp em rela\u00e7\u00e3o a outras parcerias que a Sabesp j\u00e1 teve tem a ver com a disponibilidade de Lobato e Brennan para ouvir com humildade as experi\u00eancias dos funcion\u00e1rios da Sabesp. <\/p>\n<p>Isso lhes permitiu entender suas necessidades pr\u00e1ticas do zero, sem inten\u00e7\u00e3o de impor goela abaixo um projeto de pesquisa pr\u00e9-concebido. \u201cVoc\u00ea at\u00e9 pode desenvolver um trabalho te\u00f3rico. Mas introduzi-lo em uma empresa de saneamento pode ser dif\u00edcil porque a realidade tem nuances que os acad\u00eamicos n\u00e3o enxergam\u201d, diz.<\/p>\n<p>Todos os entrevistados pelo Jornal da Unesp relataram um sentimento de frustra\u00e7\u00e3o pelo fato de terem desenvolvido o projeto e fabricado o prot\u00f3tipo de um equipamento barato, vers\u00e1til e adequado \u00e0s necessidades da Sabesp, que, por\u00e9m, ainda n\u00e3o saiu do papel pela aus\u00eancia de uma empresa interessada em fabric\u00e1-lo.<\/p>\n<p>\u201cO Fabr\u00edcio nos ajudou muito a garimpar algu\u00e9m que pudesse fabric\u00e1-lo\u201d, conta C\u00edcero Mirab\u00f4. \u201cMas, mesmo na regi\u00e3o de Campinas, que \u00e9 cheia de empresas l\u00edderes mundiais em fabrica\u00e7\u00e3o de hardware, a pergunta era: \u2018quantos correlacionadores vamos vender por ano?\u2019 \u00c9 um produto de nicho, e os caras precisam de volume de produ\u00e7\u00e3o e de comercializa\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-correlacionadores-remotos-sao-novidade-global\"><strong>Correlacionadores remotos s\u00e3o novidade global<\/strong><\/h2>\n<p>O sucesso do correlacionador para a Sabesp motivou Lobato a propor um projeto de pesquisa mais ousado em um segundo edital de saneamento da Fapesp. A ideia foi aprovada pela ag\u00eancia e o financiamento teve in\u00edcio em 2022. <\/p>\n<p>O objetivo \u00e9 desenvolver, a partir do zero, um produto batizado de Localizador de Vazamento de Superf\u00edcie, ou LOCVAS. O novo equipamento n\u00e3o exigir\u00e1 contato f\u00edsico direto entre o encanamento e o detector, como ocorre com os correlacionadores.<\/p>\n<p>Em tese, ele ser\u00e1 sens\u00edvel o suficiente para detectar vazamentos pelo resqu\u00edcio de vibra\u00e7\u00e3o que chega \u00e0 superf\u00edcie, propagando-se pelo pr\u00f3prio solo.<\/p>\n<p>\u00c9 poss\u00edvel aplicar a t\u00e9cnica com apenas dois sensores (microfones) na superf\u00edcie, ou aumentar o n\u00famero para seis ou oito. <\/p>\n<p>Do mesmo jeito que um celular calcula sua posi\u00e7\u00e3o no espa\u00e7o com base no tempo que os sinais de cada sat\u00e9lite de GPS demoram para alcan\u00e7\u00e1-lo, os microfones captam o som do vazamento com diferentes intensidades conforme a dist\u00e2ncia do buraco no cano, o que permite calcular sua localiza\u00e7\u00e3o exata.<\/p>\n<p>Lobato explica que esse m\u00e9todo de detec\u00e7\u00e3o n\u00e3o invasiva n\u00e3o substitui as t\u00e9cnicas pr\u00e9-existentes, mas poder\u00e1 ser um recurso valioso no arsenal das companhias de \u00e1gua e esgoto. <\/p>\n<p>\u201cNossa inten\u00e7\u00e3o \u00e9 come\u00e7ar com a medi\u00e7\u00e3o direta no tubo [com o correlacionador tradicional]. Essa medi\u00e7\u00e3o, \u00e0s vezes, pode apresentar algum erro, ficar um pouco fora. Ent\u00e3o, voc\u00ea vai em cima do tubo e faz a varredura com essa nova t\u00e9cnica, diminuindo os falsos positivos.\u201d<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-mais-estudos\">Mais estudos<\/h2>\n<p>No momento, ele e seus colaboradores est\u00e3o produzindo e publicando artigos cient\u00edficos sobre min\u00facias variadas dessa tecnologia. <\/p>\n<p>Por exemplo: o artigo mais recente do grupo, publicado em novembro no peri\u00f3dico <em>Applied Acoustics<\/em>, versa sobre testes realizados com dois sensores em que havia conhecimento pr\u00e9vio sobre a dire\u00e7\u00e3o do cano enterrado. <\/p>\n<p>A ideia \u00e9 apresentar um prot\u00f3tipo conceitual do projeto LOCVAS ainda em 2026. As patentes do novo dispositivo est\u00e3o em processo de submiss\u00e3o ao Instituto Nacional da Propriedade Intelectual (INPI).<\/p>\n<p><em>*Com informa\u00e7\u00f5es do Jornal da Unesp\/Bruno Vaiano<\/em><\/p>\n<p><em>*Sob supervis\u00e3o de Giovanni Porf\u00edrio<\/em><\/p>\n<p>O post <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/diversos\/unesp-e-sabesp-criam-tecnologias-para-detectar-vazamentos\/\">Unesp e Sabesp criam tecnologias para detectar vazamentos<\/a> apareceu primeiro em <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\">Canal Rural<\/a>.<\/p>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/diversos\/unesp-e-sabesp-criam-tecnologias-para-detectar-vazamentos\/\">Source link <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Foto: Deposit photos O Brasil perde 37,8% de sua \u00e1gua tratada devido a problemas na distribui\u00e7\u00e3o, de acordo com um<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":26866,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-26865","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-news"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/26865"}],"collection":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=26865"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/26865\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/26866"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=26865"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=26865"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=26865"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}