{"id":26050,"date":"2025-12-19T05:06:19","date_gmt":"2025-12-19T09:06:19","guid":{"rendered":"https:\/\/agromt.news\/?p=26050"},"modified":"2025-12-19T05:06:19","modified_gmt":"2025-12-19T09:06:19","slug":"safra-de-cereais-de-inverno-encerra-ciclo-com-desafios-para-o-trigo-e-oportunidades-para-aveia-e-cevada-em-santa-catarina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agromt.news\/?p=26050","title":{"rendered":"Safra de cereais de inverno encerra ciclo com desafios para o trigo e oportunidades para aveia e cevada em Santa Catarina"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p style=\"text-align:justify\">A safra catarinense de cereais de inverno chega ao fim marcada por trajet\u00f3rias distintas entre <a href=\"https:\/\/www.agrolink.com.br\/culturas\/trigo\/?utm_source=agrolink-detalhe-noticia&amp;utm_medium=detalhe-noticia&amp;utm_campaign=links-internos\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">trigo<\/a>, <a href=\"https:\/\/www.agrolink.com.br\/culturas\/aveia?utm_source=agrolink-detalhe-noticia&amp;utm_medium=detalhe-noticia&amp;utm_campaign=links-internos\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">aveia<\/a> e cevada. A combina\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os pressionados no mercado internacional e menor atratividade econ\u00f4mica reduziu a \u00e1rea cultivada com <a href=\"https:\/\/www.agrolink.com.br\/culturas\/trigo\/?utm_source=agrolink-detalhe-noticia&amp;utm_medium=detalhe-noticia&amp;utm_campaign=links-internos\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">trigo<\/a> no Estado. Por outro lado, <a href=\"https:\/\/www.agrolink.com.br\/culturas\/aveia?utm_source=agrolink-detalhe-noticia&amp;utm_medium=detalhe-noticia&amp;utm_campaign=links-internos\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">aveia<\/a> e cevada se constituem em alternativas de inverno importantes para gera\u00e7\u00e3o de renda, diversifica\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o e conserva\u00e7\u00e3o de solo.&#13;\n<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">No caso da cevada, a rentabilidade foi favorecida pela ado\u00e7\u00e3o de contratos antecipados entre produtores, cooperativas e a ind\u00fastria, o que garantiu pre\u00e7os e reduziu riscos de comercializa\u00e7\u00e3o. A aveia, por sua vez, refor\u00e7ou seu papel tanto como op\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica quanto como cultura estrat\u00e9gica para o manejo do solo e a diversifica\u00e7\u00e3o dos sistemas produtivos.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Conforme o analista de Socioeconomia e Desenvolvimento Rural da Epagri\/Cepa, Jo\u00e3o Rog\u00e9rio Alves, o trigo colhido no Estado tem sido considerado de \u00f3tima qualidade, no entanto, nem todas as not\u00edcias s\u00e3o boas. \u201cO ponto negativo fica por conta da redu\u00e7\u00e3o da \u00e1rea plantada nesta safra. Com isso, a produ\u00e7\u00e3o total em Santa Catarina deve registrar uma diminui\u00e7\u00e3o de 11,5%, chegando a aproximadamente 382 mil toneladas\u201d, explica.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">\u201cO cen\u00e1rio n\u00e3o \u00e9 dos melhores, j\u00e1 que o mercado internacional mant\u00e9m a commodity em baixa. A grande oferta global, aliada \u00e0 expectativa de super safra em pa\u00edses vizinhos, como a Argentina, deve manter a press\u00e3o sobre os pre\u00e7os no mercado nacional nos pr\u00f3ximos meses\u201d, conclui Alves.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Embora a participa\u00e7\u00e3o de Santa Catarina na produ\u00e7\u00e3o nacional desses cereais seja pouco expressiva, trigo, aveia e cevada mant\u00eam relev\u00e2ncia sob os aspectos agron\u00f4mico e socioecon\u00f4mico. O mercado catarinense, no entanto, sofre influ\u00eancia direta dos estados vizinhos. Rio Grande do Sul e Paran\u00e1 lideram a produ\u00e7\u00e3o nacional e s\u00e3o determinantes na forma\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os pagos aos produtores, condicionando o comportamento do mercado em territ\u00f3rio catarinense.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">No v\u00eddeo abaixo, Jo\u00e3o Rog\u00e9rio Alves, da Epagri\/Cepa, comenta os destaques das safras de cereais de inverno em Santa Catarina, entre produtividade, qualidade e \u00e1rea plantada. Ele tamb\u00e9m aponta desafios e oportunidades para trigo, aveia e cevada.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Os pre\u00e7os do trigo seguem em queda em Santa Catarina. Em novembro, o valor m\u00e9dio recebido pelos produtores recuou 2,37% na compara\u00e7\u00e3o mensal, com a saca de 60Kg cotada a R$62,20, acumulando desvaloriza\u00e7\u00e3o de 13,44% frente a novembro do ano passado. O movimento baixista acompanha o cen\u00e1rio internacional, marcado pelo aumento da oferta mundial e pelo avan\u00e7o das exporta\u00e7\u00f5es, conforme dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, o que mant\u00e9m press\u00e3o sobre as cota\u00e7\u00f5es no mercado interno.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">No campo, a colheita j\u00e1 alcan\u00e7a cerca de 75% da \u00e1rea cultivada, com predomin\u00e2ncia de boas condi\u00e7\u00f5es nas lavouras remanescentes. Para a safra 2025\/26, a estimativa indica redu\u00e7\u00e3o de 14,5% na \u00e1rea plantada, que deve somar 105,1 mil hectares. Apesar da proje\u00e7\u00e3o de aumento de 3,5% na produtividade m\u00e9dia, a produ\u00e7\u00e3o total de trigo em Santa Catarina deve recuar 11,55%, totalizando 382,3 mil toneladas.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O desempenho da aveia e da cevada em novembro refor\u00e7a o papel desses cereais de inverno como alternativas agron\u00f4micas e socioecon\u00f4micas vi\u00e1veis em Santa Catarina, apesar da participa\u00e7\u00e3o pouco expressiva do estado no mercado nacional. A forma\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os segue fortemente influenciada por Paran\u00e1 e Rio Grande do Sul, principais produtores do pa\u00eds. No caso da aveia, os pre\u00e7os no mercado paranaense apresentaram queda anual de 3,70%, enquanto em Santa Catarina houve estabilidade na compara\u00e7\u00e3o anual.\u00a0&#13;\n<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Para a cevada, o cen\u00e1rio \u00e9 mais favor\u00e1vel do ponto de vista econ\u00f4mico. A comercializa\u00e7\u00e3o ocorre majoritariamente por meio de contratos antecipados com ind\u00fastrias e cooperativas, voltados \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de cevada cervejeira. Em 2025, grande parte desses contratos foi fechada em valores atrativos, e as boas produtividades obtidas devem resultar em margens positivas, mesmo com pre\u00e7os atuais inferiores aos de um ano atr\u00e1s.\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Em Santa Catarina, o Sistema de Monitoramento de Safras da Epagri\/Cepa aponta que a \u00e1rea de aveia destinada \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os recuou 3,47% na safra 2025\/26, totalizando cerca de 34,2 mil hectares. Ainda assim, o ganho de produtividade, impulsionado por condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas favor\u00e1veis ao longo do ciclo, resultou em crescimento de 5,84% na produ\u00e7\u00e3o estadual, pr\u00f3xima de 52 mil toneladas. J\u00e1 a cevada manteve \u00e1rea reduzida, com 440 hectares cultivados, mas a safra se destacou pela elevada qualidade industrial, reflexo do manejo t\u00e9cnico e do cultivo sob contratos, assegurando mercado e rentabilidade aos produtores catarinenses.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O Boletim Agropecu\u00e1rio \u00e9 uma publica\u00e7\u00e3o mensal produzida pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agr\u00edcola da Epagri (Cepa). A edi\u00e7\u00e3o re\u00fane informa\u00e7\u00f5es atualizadas sobre produ\u00e7\u00e3o, pre\u00e7os, clima e mercado, funcionando como um term\u00f4metro do desempenho do agroneg\u00f3cio catarinense. O conte\u00fado completo deste m\u00eas est\u00e1 dispon\u00edvel neste link. Confira os destaques das principais culturas do agro de Santa Catarina presentes no Boletim Agropecu\u00e1rio de dezembro de 2025:<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O mercado de arroz em Santa Catarina segue pressionado por excesso de oferta, demanda industrial fraca e dificuldades nas exporta\u00e7\u00f5es, o que levou os pre\u00e7os ao produtor a ficarem 52% abaixo dos n\u00edveis de 2024 e inferiores aos custos de produ\u00e7\u00e3o. Mesmo com medidas de apoio anunciadas pela Conab, o volume \u00e9 considerado insuficiente para reverter a conjuntura. As exporta\u00e7\u00f5es catarinenses recuaram 56% no ano, e, para a safra 2025\/26, projeta-se redu\u00e7\u00e3o de \u00e1rea e produtividade, com produ\u00e7\u00e3o estimada em 1,22 milh\u00e3o de toneladas, em um ambiente de elevada incerteza para o setor.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Os pre\u00e7os do feij\u00e3o em Santa Catarina recuaram em novembro, com queda mensal de 2,32% para o feij\u00e3o-carioca, cotado a R$ 156,32\/sc, e de 2,43% para o feij\u00e3o-preto, a R$ 120,63\/sc, valor 52,3% inferior ao registrado no mesmo m\u00eas de 2024. A press\u00e3o baixista est\u00e1 associada \u00e0 boa disponibilidade de produto, \u00e0 proximidade da nova safra, \u00e0 liquida\u00e7\u00e3o de estoques pelos produtores e, no caso do carioca, ao aumento da oferta proveniente do Sudoeste Paulista. No campo, 72% da \u00e1rea da primeira safra j\u00e1 havia sido semeada at\u00e9 o fim de novembro, com lavouras majoritariamente em boas condi\u00e7\u00f5es. Para a safra 2025\/26, estima-se redu\u00e7\u00e3o de 5,5% na \u00e1rea plantada, para 33 mil hectares, produtividade est\u00e1vel em 2.068 kg\/ha e produ\u00e7\u00e3o de 68,2 mil toneladas, queda de 4,8% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 safra anterior.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O pre\u00e7o do milho em Santa Catarina apresentou leve recupera\u00e7\u00e3o entre setembro e novembro, com alta de 0,46% no \u00faltimo m\u00eas e indicativo de eleva\u00e7\u00e3o no in\u00edcio de dezembro, sustentado pela retra\u00e7\u00e3o dos vendedores e pela retomada da demanda para recomposi\u00e7\u00e3o de estoques. Ainda assim, a safra recorde no Brasil e nos Estados Unidos mant\u00e9m press\u00e3o sobre as cota\u00e7\u00f5es. Para 2025\/26, projeta-se aumento de 0,82% na \u00e1rea cultivada, com redu\u00e7\u00e3o estimada de 11,3% na produtividade e queda de 10,6% na produ\u00e7\u00e3o. O plantio da safra de ver\u00e3o est\u00e1 conclu\u00eddo e, apesar das irregularidades clim\u00e1ticas no Oeste do estado, o desenvolvimento das lavouras segue, at\u00e9 o momento, dentro de uma perspectiva positiva.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Em novembro, o pre\u00e7o m\u00e9dio da soja ao produtor em Santa Catarina registrou alta de 1,5%, alcan\u00e7ando R$ 125,86\/sc, mantendo-se est\u00e1vel no in\u00edcio de dezembro, impulsionado pelo forte ritmo das exporta\u00e7\u00f5es brasileiras no per\u00edodo. Ainda assim, a elevada produ\u00e7\u00e3o na Am\u00e9rica Latina e o aumento da oferta global da oleaginosa mant\u00eam press\u00e3o sobre as cota\u00e7\u00f5es no fim do ano. Para a safra 2025\/26, a estimativa inicial aponta redu\u00e7\u00e3o de 1,75% na \u00e1rea plantada no estado. O plantio da primeira safra est\u00e1 praticamente conclu\u00eddo, com lavouras em desenvolvimento vegetativo e condi\u00e7\u00f5es, em geral, entre boas e \u00f3timas, apesar do estresse h\u00eddrico pontual causado por altas temperaturas e per\u00edodos de estiagem no in\u00edcio de dezembro.&#13;\n<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Entre outubro e novembro de 2025, os pre\u00e7os da banana em Santa Catarina recuaram, puxados principalmente pela banana-caturra, que registrou desvaloriza\u00e7\u00e3o de 15,9% com aumento da oferta e perda de qualidade associada \u00e0s altas temperaturas, apesar de ainda apresentar valoriza\u00e7\u00e3o frente a 2024. Para dezembro, a expectativa \u00e9 de novas quedas, influenciadas pela menor demanda escolar e pela concorr\u00eancia com frutas da esta\u00e7\u00e3o. Na banana-prata, a desvaloriza\u00e7\u00e3o recente foi menor, e o mercado projeta recupera\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os com a redu\u00e7\u00e3o da oferta e menor competi\u00e7\u00e3o no ver\u00e3o. Na m\u00e9dia, as cota\u00e7\u00f5es ca\u00edram 13,6% entre outubro e novembro. Para a safra 2025\/26, estima-se leve redu\u00e7\u00e3o de 0,41% na produ\u00e7\u00e3o total de banana, mesmo com aumento de \u00e1rea, com predom\u00ednio do Norte Catarinense, que concentra mais de 85% da produ\u00e7\u00e3o estadual.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">A colheita do alho em Santa Catarina avan\u00e7a com cerca de 60% dos canteiros j\u00e1 colhidos e qualidade considerada muito boa. Neste per\u00edodo, ainda n\u00e3o h\u00e1 registro de pre\u00e7o ao produtor, j\u00e1 que as vendas devem ocorrer a partir de janeiro de 2026, ap\u00f3s a cura do produto. No atacado, a caixa de 10 quilos do alho nobre tipo 4 ou 5 foi comercializada a R$ 183,33, leve alta de 0,6% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior. As estimativas apontam aumento m\u00e9dio de produtividade para 11.251 kg\/ha, o que, aliado \u00e0 expans\u00e3o de 13,8% da \u00e1rea cultivada, deve resultar em crescimento de 16,7% na produ\u00e7\u00e3o, estimada em 8.438 toneladas. As importa\u00e7\u00f5es permaneceram praticamente est\u00e1veis em novembro, com alta de 5,9%, totalizando 4,69 mil toneladas, principalmente provenientes da Argentina, China, Egito e Peru.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">A cebola catarinense iniciou a comercializa\u00e7\u00e3o para outros estados a partir de novembro ao pre\u00e7o de R$ 20,00 a saca de 20 quilos, valor 8,45% superior ao registrado no mesmo per\u00edodo de 2024, enquanto no mercado atacadista estadual a cota\u00e7\u00e3o m\u00e9dia foi de R$ 44,21. As perspectivas para a safra 2025\/26 seguem positivas, com expectativa de produ\u00e7\u00e3o de 598 mil toneladas e produtividade m\u00e9dia de 30,8 t\/ha, o que representa aumento de cerca de 7,5% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 safra anterior, mesmo ap\u00f3s registros pontuais de granizo e haste floral. At\u00e9 o in\u00edcio de dezembro, 11% da \u00e1rea j\u00e1 havia sido colhida. A colheita poder\u00e1 se extender at\u00e9 meados de janeiro. No com\u00e9rcio exterior, novembro registrou importa\u00e7\u00f5es de 327 toneladas da Argentina e da Espanha.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O pre\u00e7o do boi gordo em Santa Catarina apresentou leve alta de 0,4% nas duas primeiras semanas de dezembro, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 m\u00e9dia do m\u00eas anterior, acompanhando a valoriza\u00e7\u00e3o observada nos principais estados produtores. Na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo do ano passado, j\u00e1 corrigido pelo IGP-DI, o avan\u00e7o chega a 3,8%. O movimento \u00e9 sustentado pelo bom desempenho das exporta\u00e7\u00f5es brasileiras de carne bovina, que reduz a oferta no mercado interno, e pelo aumento da demanda dom\u00e9stica, impulsionado pelas festas de fim de ano e por indicadores econ\u00f4micos favor\u00e1veis.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">As exporta\u00e7\u00f5es de carne su\u00edna de Santa Catarina totalizaram 50,3 mil toneladas em novembro, queda de 26,4% em rela\u00e7\u00e3o a outubro e de 19,4% na compara\u00e7\u00e3o anual, com receita de US$ 122,9 milh\u00f5es. No acumulado de janeiro a novembro, por\u00e9m, o estado exportou 680,8 mil toneladas e faturou US$ 1,68 bilh\u00e3o, com altas de 3,5% em volume e 9,2% em receita, o melhor desempenho da s\u00e9rie hist\u00f3rica para o per\u00edodo. Santa Catarina respondeu por cerca de 51% das exporta\u00e7\u00f5es brasileiras de carne su\u00edna, mantendo a expectativa de novo recorde anual em 2025, apesar da retra\u00e7\u00e3o pontual observada em novembro.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Santa Catarina registrou forte crescimento na capta\u00e7\u00e3o de leite no terceiro trimestre de 2025, alcan\u00e7ando 951 milh\u00f5es de litros, alta de 15% em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre anterior e de 8% na compara\u00e7\u00e3o anual. No com\u00e9rcio exterior, as exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos cresceram na base anual, enquanto as importa\u00e7\u00f5es recuaram, reduzindo o d\u00e9ficit da balan\u00e7a comercial. No mercado interno, por\u00e9m, os pre\u00e7os ao produtor seguiram em queda, com valores de refer\u00eancia pr\u00f3ximos a R$ 2,05\/litro, e os derivados tamb\u00e9m apresentaram recuo no atacado. Apesar da redu\u00e7\u00e3o dos custos de produ\u00e7\u00e3o, a rentabilidade tem apresentado queda, especialmente nos sistemas menos tecnificados, que registraram forte deteriora\u00e7\u00e3o do resultado operacional em 2025.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">\u00a0<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><script data-cfasync=\"false\">\n    !function (f, b, e, v, n, t, s) {\n        if (f.fbq) return; n = f.fbq = function () {\n            n.callMethod ?\n                n.callMethod.apply(n, arguments) : n.queue.push(arguments)\n        };\n        if (!f._fbq) f._fbq = n; n.push = n; n.loaded = !0; n.version = '2.0';\n        n.queue = []; t = b.createElement(e); t.async = !0;\n        t.src = v; s = b.getElementsByTagName(e)[0];\n        s.parentNode.insertBefore(t, s)\n    }(window, document, 'script',\n        'https:\/\/connect.facebook.net\/en_US\/fbevents.js');\n    fbq('init', '522546078623747');\n    fbq('track', 'PageView');\n<\/script><br \/>\n<br \/><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.agrolink.com.br\/noticias\/safra-de-cereais-de-inverno-encerra-ciclo-com-desafios-para-o-trigo-e-oportunidades-para-aveia-e-cevada-em-santa-catarina_509072.html\">Source link <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A safra catarinense de cereais de inverno chega ao fim marcada por trajet\u00f3rias distintas entre trigo, aveia e cevada. 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