{"id":25386,"date":"2025-12-08T17:00:36","date_gmt":"2025-12-08T21:00:36","guid":{"rendered":"https:\/\/agromt.news\/?p=25386"},"modified":"2025-12-08T17:00:36","modified_gmt":"2025-12-08T21:00:36","slug":"sem-chuva-prejuizos-avancam-no-milho-e-na-soja-no-rio-grande-do-sul","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agromt.news\/?p=25386","title":{"rendered":"Sem chuva, preju\u00edzos avan\u00e7am no milho e na soja no Rio Grande do Sul"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<br \/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agromt.news\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Sem-chuva-prejuizos-avancam-no-milho-e-na-soja-no.jpg\" \/><\/p>\n<div>\n<p>A estiagem volta a preocupar produtores do Rio Grande do Sul. Embora a previs\u00e3o indique chuva para os pr\u00f3ximos dias, agricultores da metade norte do estado relatam mais de 20 dias de tempo seco, com preju\u00edzos expressivos principalmente no milho em fase de flora\u00e7\u00e3o e na soja rec\u00e9m-implantada.<\/p>\n<p>Algumas lavouras j\u00e1 apresentam perdas consolidadas, cen\u00e1rio que se repete pela sexta safra consecutiva em diversas localidades. As imagens registradas mostram \u00e1reas severamente comprometidas, refletindo o agravamento da situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Os maiores danos est\u00e3o concentrados no milho, que j\u00e1 entrou na coloca\u00e7\u00e3o de espigas. Mesmo com o retorno das chuvas, essa fase \u00e9 sens\u00edvel e n\u00e3o permite recupera\u00e7\u00e3o do potencial produtivo. J\u00e1 a soja rec\u00e9m-semeada tamb\u00e9m sofre com a falta de umidade, atrasando manejos essenciais.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-embed wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio  is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube\"\/>\n<p>Em Sarandi, o produtor, Lauri Cescon, explica que a \u00faltima chuva significativa ocorreu entre os dias 15 e 16 de novembro. \u201cJ\u00e1 passam de 20 dias sem chuva. O milho est\u00e1 em flora\u00e7\u00e3o e bastante comprometido. A lavoura de milho j\u00e1 passando da flora\u00e7\u00e3o, inclusive ele n\u00e3o espera e comprometeu bastante\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Na planta\u00e7\u00e3o de soja mais precoce, Cescon descreve plantas menores do que o esperado para o per\u00edodo. \u201cEla j\u00e1 deveria estar maior, ent\u00e3o acredito que j\u00e1 tem perca, mas a soja se recupera melhor que o milho\u201d, destaca.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da estiagem, os produtores enfrentaram epis\u00f3dios de granizo no in\u00edcio da safra, atingindo trigo, milho e soja. Em algumas propriedades, o replantio foi inevit\u00e1vel. \u201cEm \u00e1reas onde colhemos o trigo, n\u00e3o conseguimos plantar ainda. Est\u00e1 muito seco, n\u00e3o tem como plantar\u201d, relata Cescon.<\/p>\n<p>Agora, a expectativa \u00e9 por chuva cont\u00ednua e tranquila, sem novos eventos extremos. \u201cEste ano est\u00e1 complicado\u201d, relata o produtor, que aguarda condi\u00e7\u00f5es para retomar os manejos e reduzir os impactos na safra.<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/nacional\/rio-grande-do-sul\/sem-chuva-prejuizos-avancam-no-milho-e-na-soja-no-rio-grande-do-sul\/\">Source link <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A estiagem volta a preocupar produtores do Rio Grande do Sul. 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