{"id":25144,"date":"2025-12-03T15:47:34","date_gmt":"2025-12-03T19:47:34","guid":{"rendered":"https:\/\/agromt.news\/?p=25144"},"modified":"2025-12-03T15:47:34","modified_gmt":"2025-12-03T19:47:34","slug":"cavalo-crioulo-movimenta-r-53-bi-e-ensaia-expansao-para-alem-de-terras-gauchas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agromt.news\/?p=25144","title":{"rendered":"Cavalo crioulo movimenta R$ 5,3 bi e ensaia expans\u00e3o para al\u00e9m de terras ga\u00fachas"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<br \/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agromt.news\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Cavalo-crioulo-movimenta-R-53-bi-e-ensaia-expansao-para.jpg\" \/><\/p>\n<div>\n<p>O cavalo crioulo movimenta R$ 5,36 bilh\u00f5es ao ano no Brasil, valor que inclui, al\u00e9m da comercializa\u00e7\u00e3o de animais, atividades correlacionadas, como mercado veterin\u00e1rio, medicamentos, ra\u00e7\u00f5es, turismo e o crescente fluxo de provas esportivas atreladas \u00e0 equinocultura.<\/p>\n<p>O dado prov\u00e9m do estudo PIB do Cavalo Crioulo, divulgado nesta quarta-feira (3) pela Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Criadores de Cavalo Crioulos (ABCCC) e a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de S\u00e3o Paulo (Esalq\/USP). <\/p>\n<p>Segundo o levantamento, \u00e1reas do com\u00e9rcio de indument\u00e1rias e de servi\u00e7os, como selarias e ferrageamento tamb\u00e9m est\u00e3o inclusas na conta. Assim, levando-se em conta um rebanho de 508.080 animais, pode-se afirmar que cada cavalo crioulo \u00e9 respons\u00e1vel pela movimenta\u00e7\u00e3o de R$ 10.549,93 ao ano no Brasil.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-geracao-de-empregos\">Gera\u00e7\u00e3o de empregos<\/h2>\n<p>A pesquisa indicou tamb\u00e9m que o cavalo crioulo gera 31,3 mil empregos diretos e mais de 130 mil indiretos no pa\u00eds, levando renda para mais de 160 mil fam\u00edlias. <\/p>\n<p>\u201cEsses dados nos trazem uma radiografia setorial essencial para fundamentar nossos planos de expans\u00e3o. O cavalo \u00e9 mais do que uma paix\u00e3o do Sul do Brasil ou uma ferramenta de trabalho no campo. Hoje, \u00e9 a base de empresas lucrativas, ferramenta para tratamento de sa\u00fade mental, sem falar no mundo do esporte\u201d, destacou o presidente da ABCCC, Andr\u00e9 Rosa. <\/p>\n<p>Empossado na \u00faltima segunda-feira (1), ele aposta na expans\u00e3o das provas e das modalidades esportivas em diferentes regi\u00f5es para incrementar ainda mais o valor de mercado da ra\u00e7a.<\/p>\n<p>Isso porque o estudo indica que o esporte \u00e9 o foco da maior parte dos criat\u00f3rios de cavalos crioulos em opera\u00e7\u00e3o no Brasil (75%). As provas de maior impacto s\u00e3o o La\u00e7o Comprido e Doma de Ouro, apesar de o Freio de Ouro e a Morfologia serem as estrelas da programa\u00e7\u00e3o da ra\u00e7a. <\/p>\n<p>A segunda finalidade para uso da ra\u00e7a est\u00e1 no trabalho de campo (22,56%). \u201cO esporte \u00e9 a mola de expans\u00e3o das cria\u00e7\u00f5es nos estados do Sudeste e Centro-Oeste. A ra\u00e7a \u00e9 muito adaptada para uso em rodeios e acreditamos em um avan\u00e7o consistente nos pr\u00f3ximos anos\u201d, ponderou o gerente de expans\u00e3o da ABCCC, G\u00e9rson de Medeiros. <\/p>\n<p>Sediado em S\u00e3o Paulo, o executivo vem operando na amplia\u00e7\u00e3o da agenda de provas na chamada Regi\u00e3o 8, que inclui Sudeste, Centro-Oeste, Norte e Nordeste. Ele estima que em 2026, a ra\u00e7a deve ter uma amplia\u00e7\u00e3o de 15% no n\u00famero de provas nessas localidades.<\/p>\n<p>A pesquisa da ABCCC e Esalq\/USP tamb\u00e9m estudou as propriedades onde os cavalos crioulos s\u00e3o criados. Os estabelecimentos t\u00eam, em m\u00e9dia, 440 hectares, dos quais 92 hectares s\u00e3o destinados para uso da tropa. A principal ocupa\u00e7\u00e3o dos propriet\u00e1rios est\u00e1 relacionada \u00e0 agricultura (64,95% dos criadores) e \u00e0 pecu\u00e1ria (22,45%).<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-estado-berco-da-raca\">Estado ber\u00e7o da ra\u00e7a<\/h2>\n<p>Os dados tabulados pela Esalq mostram que 80% da renda gerada e dos cavalos crioulos criados no Brasil est\u00e1 no Rio Grande do Sul: R$ 4,28 bilh\u00f5es e 412 mil animais. Santa Catarina ocupa a segunda coloca\u00e7\u00e3o com 33,7 mil e o Paran\u00e1 a terceira com 31,8 mil. <\/p>\n<p>\u201cO Rio Grande do Sul segue como ber\u00e7o da ra\u00e7a e como uma regi\u00e3o com express\u00e3o de criat\u00f3rios e qualidade gen\u00e9tica. A for\u00e7a do cavalo crioulo ecoa por todos os 497 munic\u00edpios ga\u00fachos, garantindo pulveriza\u00e7\u00e3o de renda e emprego\u201d, diz o presidente da ABCCC. <\/p>\n<p>No entanto, para ele, os dados tamb\u00e9m mostram um grande potencial de expans\u00e3o de uso desse animal no resto do Brasil. \u201cN\u00e3o h\u00e1 limites para as manadas de crioulos no Brasil e no mundo\u201d, frisou Rosa, que recentemente participou de agenda internacional da ra\u00e7a na It\u00e1lia.<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/pecuaria\/cavalo-crioulo-movimenta-r-53-bi-e-ensaia-expansao-para-alem-de-terras-gauchas\/\">Source link <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O cavalo crioulo movimenta R$ 5,36 bilh\u00f5es ao ano no Brasil, valor que inclui, al\u00e9m da comercializa\u00e7\u00e3o de animais, atividades<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":25145,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-25144","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-news"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/25144"}],"collection":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=25144"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/25144\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/25145"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=25144"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=25144"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=25144"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}