{"id":24666,"date":"2025-11-25T15:19:32","date_gmt":"2025-11-25T19:19:32","guid":{"rendered":"https:\/\/agromt.news\/?p=24666"},"modified":"2025-11-25T15:19:32","modified_gmt":"2025-11-25T19:19:32","slug":"alface-registra-queda-de-preco-no-atacado-pelo-3o-mes-seguido-em-outubro-diz-conab","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agromt.news\/?p=24666","title":{"rendered":"Alface registra queda de pre\u00e7o no atacado pelo 3\u00ba m\u00eas seguido em outubro, diz Conab"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<br \/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agromt.news\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Alface-registra-queda-de-preco-no-atacado-pelo-3o-mes.jpg\" \/><\/p>\n<div>\n<p>Os pre\u00e7os da alface registraram queda no atacado das principais Centrais de Abastecimento (Ceasas) do Brasil, na m\u00e9dia ponderada, pelo terceiro m\u00eas consecutivo, em outubro. <\/p>\n<p>Em agosto, o decl\u00ednio foi de 8,77%. J\u00e1 em setembro, a queda foi maior (16,01%), enquanto no m\u00eas passado, a redu\u00e7\u00e3o foi de 7,27% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 m\u00e9dia de setembro. Isso \u00e9 o que mostra o 11\u00ba Boletim do Programa Brasileiro de Moderniza\u00e7\u00e3o do Mercado Hortigranjeiro (Prohort), da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgado nesta ter\u00e7a-feira (25). <\/p>\n<p>\u201cA oferta da folhosa em n\u00edveis elevados \u00e9 um dos fatores que pressionam os pre\u00e7os para baixo. Outro motivo que explica a diminui\u00e7\u00e3o das cota\u00e7\u00f5es \u00e9 a menor demanda pelo alimento, como verificado na Central de Curitiba diante do clima mais frio\u201d, disse a Conab no boletim.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-detalhes-da-pesquisa\">Detalhes da pesquisa <\/h2>\n<p>A pesquisa da Conab considera as cinco hortali\u00e7as (batata, cenoura, cebola, tomate e alface) e as cinco frutas (laranja, banana, mam\u00e3o, ma\u00e7\u00e3 e melancia) com maior representatividade na comercializa\u00e7\u00e3o nas principais Ceasas do Pa\u00eds e que registram maior destaque no c\u00e1lculo do <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/economia\/fim-do-shutdown-ata-do-copom-e-ipca-de-outubro-movimentam-o-mercado\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\u00edndice de infla\u00e7\u00e3o oficial (IPCA)<\/a>.<\/p>\n<p>J\u00e1 os pre\u00e7os da cenoura registraram queda nos primeiros 15 dias de novembro. \u201cA redu\u00e7\u00e3o tende a refletir os maiores envios de Minas Gerais, principal produtor nacional, \u00e0s principais Ceasas do Pa\u00eds\u201d, comentou a estatal. De acordo com o Boletim, em outubro as cota\u00e7\u00f5es registraram comportamento distinto nas Ceasas. <\/p>\n<p>Em Curitiba, por exemplo, a Conab verificou alta de 39,02% na m\u00e9dia ponderada. De modo inverso, com porcentuais negativos elevados, apareceram as Ceasas do Rio de Janeiro (-17,01%) e de Rio Branco (-16,56%). No geral, os pre\u00e7os no \u00faltimo m\u00eas para a cenoura foram de estabilidade quando comparados com setembro.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-outros-produtos\">Outros produtos <\/h2>\n<p>J\u00e1 cebola, batata, tomate ficaram mais caras em outubro. Ap\u00f3s um per\u00edodo de queda iniciado em junho, o pre\u00e7o da cebola voltou a subir. Na m\u00e9dia ponderada, houve incremento de 12,24% em rela\u00e7\u00e3o a setembro. O volume ofertado apresentou aumento de 2% ante setembro e n\u00e3o foi capaz de segurar a alta dos pre\u00e7os. \u201cDemanda e qualidade do produto podem ter influenciado no comportamento dos pre\u00e7os\u201d, acrescentou a Conab.<\/p>\n<p>Para a batata, os pre\u00e7os apresentaram movimento ascendente, mesmo diante do aumento da oferta nas Ceasas. A m\u00e9dia ponderada registrou alta de 19,35% em rela\u00e7\u00e3o a setembro. O avan\u00e7o ocorreu em todas as unidades, exceto na Ceasa de Santa Catarina, onde houve queda de 4,63%. Entre as demais Ceasas, o aumento de pre\u00e7os variou de 4,42%, em Fortaleza, a 41,66%, em Curitiba.<\/p>\n<p>No caso do tomate, os pre\u00e7os apresentaram uma leve tend\u00eancia de alta, com crescimento de 3,97% na m\u00e9dia ponderada, revertendo um movimento de queda nos pre\u00e7os registrado nos \u00faltimos meses. A disponibilidade do alimento nas Ceasas em outubro foi maior do que a registrada em setembro, principalmente a partir da segunda quinzena do \u00faltimo m\u00eas, o que pode ter amortizado os valores mais altos do in\u00edcio do m\u00eas. Essa maior quantidade ofertada do produto tem refletido em cota\u00e7\u00f5es mais baixas no in\u00edcio de novembro.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-frutas\"><b>Frutas<\/b><\/h2>\n<p>Segundo levantamento da Conab, banana e mam\u00e3o registraram queda de pre\u00e7o na m\u00e9dia ponderada em outubro, quando comparados com o valor de comercializa\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>Para o mercado da banana, a queda na m\u00e9dia ponderada das cota\u00e7\u00f5es foi de 4,14%, influenciada pela maior oferta da variedade prata, principalmente pela fruta proveniente do norte mineiro, do meio-oeste baiano, do Vale do Ribeira (SP) e tamb\u00e9m do Cear\u00e1, que ampliou seu fornecimento. Em compensa\u00e7\u00e3o, a disponibilidade de banana nanica permaneceu, pelo segundo m\u00eas consecutivo, em n\u00edveis baixos nos principais polos produtores.<\/p>\n<p>No caso do mam\u00e3o, conforme a Conab, as cota\u00e7\u00f5es iniciaram o m\u00eas em alta, impulsionadas pela maior demanda pela fruta e oferta reduzida. No entanto, ap\u00f3s a segunda quinzena, os pre\u00e7os recuaram em virtude da menor procura pelo produto e pelo aumento da quantidade da fruta encontrada nos mercados analisados, favorecido pela eleva\u00e7\u00e3o das temperaturas. Com isso, a m\u00e9dia ponderada de pre\u00e7os em outubro registrou uma redu\u00e7\u00e3o de 5,05% em rela\u00e7\u00e3o a setembro.<\/p>\n<p>J\u00e1 laranja, ma\u00e7\u00e3 e melancia ficaram mais caras em outubro. Os pre\u00e7os da laranja subiram 4,3% na m\u00e9dia ponderada. O in\u00edcio de outubro foi marcado pela maior demanda e menor oferta. J\u00e1 no fim do m\u00eas passado, foi verificado aumento da colheita e a queda da procura tradicional para o per\u00edodo.<\/p>\n<p>O comportamento do mercado de ma\u00e7\u00e3 em outubro foi marcado pela oscila\u00e7\u00e3o da comercializa\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de pequenas altas de pre\u00e7os em boa parte das Ceasas. Esse movimento est\u00e1 em conson\u00e2ncia com a diminui\u00e7\u00e3o dos estoques das frutas nas c\u00e2maras frias.<\/p>\n<p>Para a melancia, o boletim aponta para uma troca dos principais Estados fornecedores da fruta. A colheita j\u00e1 est\u00e1 finalizada em Tocantins e entra em reta final em Goi\u00e1s, e h\u00e1 aumento da melancia produzida em S\u00e3o Paulo e na Bahia, que ser\u00e3o as principais regi\u00f5es a abastecer os mercados nos pr\u00f3ximos meses. Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 demanda, o m\u00eas de outubro foi marcado por oscila\u00e7\u00f5es, uma vez que a procura pelo produto tradicionalmente reage negativamente \u00e0 eleva\u00e7\u00e3o das chuvas nos principais centros consumidores.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-exportacao\"><b>Exporta\u00e7\u00e3o<\/b><\/h2>\n<p>A temporada de exporta\u00e7\u00e3o de frutas frescas registrou boas vendas, at\u00e9 o momento, especialmente para a Europa e \u00c1sia, com volumes e receitas superiores aos dos anos anteriores. De janeiro a outubro deste ano, o volume total exportado foi de 1,07 milh\u00e3o de toneladas, alta de 31,5% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2024. <\/p>\n<p>O faturamento somou US$ 1,19 bilh\u00e3o (FOB), alta de 13,47% frente ao registrado entre janeiro e outubro de 2024, como mostram dados do Minist\u00e9rio do Desenvolvimento, Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio e Servi\u00e7os (MDIC).<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/agricultura\/alface-preco-atacado-outubro\/\">Source link <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os pre\u00e7os da alface registraram queda no atacado das principais Centrais de Abastecimento (Ceasas) do Brasil, na m\u00e9dia ponderada, pelo<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":24667,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-24666","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-news"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/24666"}],"collection":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=24666"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/24666\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/24667"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=24666"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=24666"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=24666"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}