{"id":23182,"date":"2025-10-30T17:00:41","date_gmt":"2025-10-30T21:00:41","guid":{"rendered":"https:\/\/agromt.news\/?p=23182"},"modified":"2025-10-30T17:00:41","modified_gmt":"2025-10-30T21:00:41","slug":"amazonia-e-cerrado-registram-queda-de-11-no-desmatamento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agromt.news\/?p=23182","title":{"rendered":"Amaz\u00f4nia e Cerrado registram queda de 11% no desmatamento"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<br \/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agromt.news\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Brasil-pode-produzir-alimentos-preservando-o-meio-ambiente-diz-Daoud.jpeg\" \/><\/p>\n<div>\n<p>O desmatamento na Amaz\u00f4nia e no Cerrado diminuiu no per\u00edodo de agosto de 2024 a julho de 2025, segundo dados do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amaz\u00f4nia Legal por Sat\u00e9lite (Prodes), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).<\/p>\n<p>Na Amaz\u00f4nia, a queda foi de 11,08% em rela\u00e7\u00e3o ao per\u00edodo anterior, de agosto de 2023 a julho de 2024. J\u00e1 no Cerrado, a queda foi de 11,49%.<\/p>\n<p>Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (30), pelo Minist\u00e9rio do Meio Ambiente e Mudan\u00e7a Clim\u00e1tica (MMA).<\/p>\n<p>Na Amaz\u00f4nia, os dados mostram que foram queimados 5.796 km\u00b2. Esta \u00e9 a terceira menor taxa da s\u00e9rie hist\u00f3rica, que come\u00e7ou a ser medida em 1988, e o terceiro ano consecutivo de redu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Os estados que mais contribu\u00edram com o desmatamento foram o Par\u00e1, Mato Grosso e Amazonas, que responderam, juntos, por 80% de todo o desmatamento na Amaz\u00f4nia Legal.<\/p>\n<p>O Tocantins registrou a maior queda proporcional, com 62%. A queda pode ser explicada porque o estado possui uma \u00e1rea de floresta menor que os outros integrantes da Amaz\u00f4nia Legal. O Amap\u00e1 teve uma queda de 42%; Roraima apresentou queda de 37%.<\/p>\n<p>Em Rond\u00f4nia, a redu\u00e7\u00e3o foi de 33%. O Acre registrou queda de 27%, consolidando uma tend\u00eancia na regi\u00e3o desde 2021. J\u00e1 no Maranh\u00e3o, a queda foi de 26%; e no Amazonas o percentual foi de 16,93%.<\/p>\n<p>\u201cAinda que exista uma queda do desmatamento, uma coisa que chama aten\u00e7\u00e3o \u00e9 o incremento da \u00e1rea desmatada por degrada\u00e7\u00e3o progressiva, com grandes inc\u00eandios florestais que chegam a levar a floresta ao colapso\u201d, afirmou o coordenador do Programa BiomasBR do Inpe, Cl\u00e1udio Almeida.<\/p>\n<p>Ele destaca o aumento de 25,05% no desmatamento em Mato Grosso, estado bastante afetado por inc\u00eandios.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-cerrado\">Cerrado<\/h2>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o ao Cerrado, o desmatamento atingiu a taxa oficial de 7.235,27 km\u00b2, o que equivale a uma queda de 11,49% em rela\u00e7\u00e3o ao per\u00edodo de agosto de 2023 a julho de 2024. \u00c9 o segundo ano consecutivo de redu\u00e7\u00e3o, ap\u00f3s cinco de alta.<\/p>\n<p>Os dados do Prodes mostram que o maior percentual de desmatamento ocorreu na \u00e1rea do Matopiba \u2013 regi\u00e3o de fronteira do agroneg\u00f3cio que abrange os estados do Maranh\u00e3o, Tocantins, Piau\u00ed e Bahia. Juntos, eles responderam por 78% de toda a \u00e1rea desmatada no bioma.<\/p>\n<p>Os maiores desmatadores foram o Maranh\u00e3o, que registrou 28% de toda a \u00e1rea desmatada; Tocantins, com 21%; Piau\u00ed, com 19% e a Bahia, com 11%.<\/p>\n<p>A ministra do Meio Ambiente e Mudan\u00e7a do Clima, Marina Silva, disse que os dados mostram o compromisso do governo com a agenda ambiental de desmatamento zero at\u00e9 o ano de 2030.<\/p>\n<p>\u201cA redu\u00e7\u00e3o do desmatamento na Amaz\u00f4nia pelo terceiro ano consecutivo nesta gest\u00e3o e no Cerrado pelo segundo ciclo seguido \u00e9 a confirma\u00e7\u00e3o de que a agenda ambiental \u00e9 priorit\u00e1ria e transversal no governo do presidente Lula. Isso \u00e9 fundamental para que o pa\u00eds contribua ao enfrentamento \u00e0 mudan\u00e7a do clima a n\u00edvel global, o que beneficia diretamente a vida dos brasileiros e brasileiras, que j\u00e1 enfrentam, em diferentes medidas, os impactos crescentes do aquecimento global em forma de eventos extremos, por exemplo\u201d, disse a ministra.<\/p>\n<p>Segundo ela, combater o desmatamento e proteger o meio ambiente s\u00e3o condicionantes para que o Brasil alcance o desenvolvimento econ\u00f4mico em bases sustent\u00e1veis.<\/p>\n<p>A ministra da Ci\u00eancia, Tecnologia e Inova\u00e7\u00e3o, Luciana Santos, destacou o avan\u00e7o nos mecanismos de monitoramento como fundamentais para auxiliar as a\u00e7\u00f5es de preven\u00e7\u00e3o e combate ao desmatamento.<\/p>\n<p>\u201cEsses resultados n\u00e3o s\u00e3o obra do acaso. A excel\u00eancia do Inpe e o monitoramento de precis\u00e3o que realizamos s\u00e3o o alicerce que nos permite enxergar a realidade do nosso territ\u00f3rio e, a partir da\u00ed, fornecer subs\u00eddios \u00e0s a\u00e7\u00f5es do Minist\u00e9rio do Meio Ambiente e Mudan\u00e7a do Clima, nessa parceria que tem sido t\u00e3o frut\u00edfera\u201d, afirmou.<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/sustentabilidade\/amazonia-e-cerrado-registram-queda-de-11-no-desmatamento\/\">Source link <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O desmatamento na Amaz\u00f4nia e no Cerrado diminuiu no per\u00edodo de agosto de 2024 a julho de 2025, segundo dados<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":20797,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-23182","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-news"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/23182"}],"collection":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=23182"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/23182\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/20797"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=23182"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=23182"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=23182"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}