{"id":2292,"date":"2024-09-26T03:18:15","date_gmt":"2024-09-26T07:18:15","guid":{"rendered":"https:\/\/agromt.news\/?p=2292"},"modified":"2024-09-26T03:18:15","modified_gmt":"2024-09-26T07:18:15","slug":"rio-grande-do-sul-atrasos-nas-definicoes-sobre-recursos-financeiros-geram","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agromt.news\/?p=2292","title":{"rendered":"Rio Grande do Sul: Atrasos nas defini\u00e7\u00f5es sobre recursos financeiros geram&#8230;"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"Logotipo Not&#xED;cias Agr&#xED;colas\" height=\"21\" src=\"https:\/\/cdn.noticiasagricolas.com.br\/dbimagens\/e12363a00741f9cc7caf23469101a4aa.png\" width=\"106\"\/><\/p>\n<p>Em pesquisa realizada pelo Servi\u00e7o de Psiquiatria do Hospital de Cl\u00ednicas de Porto Alegre (HCPA), foi detectado que 91% dos moradores do RS sofrem de ansiedade devido ao estresse causado pelas enchentes ocorridas entre abril e maio deste ano. Burnout e depress\u00e3o tamb\u00e9m foram listados no documento, que serve de par\u00e2metro para facilitar o planejamento de a\u00e7\u00f5es futuras relacionadas \u00e0 sa\u00fade mental.<\/p>\n<p>A pesquisa serve de alerta tamb\u00e9m para a popula\u00e7\u00e3o rural do RS, que perdeu produ\u00e7\u00f5es inteiras, animais e perfis de solo que demoraram d\u00e9cadas para se formar. Preju\u00edzos que come\u00e7am a ser contabilizados ap\u00f3s cerca de 90 dias da cat\u00e1strofe, j\u00e1 que algumas localidades ainda est\u00e3o com acesso dificultado. Uma jornada que se inicia sem a defini\u00e7\u00e3o clara de pol\u00edticas p\u00fablicas para direcionar esse retorno, criando assim um limbo de expectativas e frustra\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<blockquote class=\"instagram-media\">\n<\/blockquote>\n<p>Essa incerteza resultou no movimento SOS RS, iniciativa p\u00fablica representativa que visa dar apoio jur\u00eddico, psicol\u00f3gico, social e pol\u00edtico a milhares de produtores que tiveram suas propriedades destru\u00eddas pela for\u00e7a das \u00e1guas. Grazi Camargo, produtora rural e uma das organizadoras do evento, comenta que o grupo se tornou um pilar de apoio diante desse cen\u00e1rio t\u00e3o desafiador.<\/p>\n<p>\u201cJ\u00e1 se passaram tr\u00eas meses com quase nenhum apoio governamental. O que tivemos at\u00e9 o momento foi uma prorroga\u00e7\u00e3o dos pagamentos de safra e de custeio, que venceram em 30 de maio e 20 de julho, respectivamente. Alguns bancos aceitaram adiar esse pagamento para 15 de agosto, com acr\u00e9scimo de juros do per\u00edodo em atraso. Esse prazo \u00e9 invi\u00e1vel pois n\u00e3o houve tempo h\u00e1bil para as pessoas se recuperarem ou at\u00e9 mesmo reiniciarem suas atividades\u201d, comenta.<\/p>\n<p>Em resposta ao anseio popular, uma Medida Provis\u00f3ria foi publicada no primeiro dia de agosto. Por\u00e9m, o retorno n\u00e3o agradou o setor e pouco explica sobre como os in\u00fameros problemas econ\u00f4micos do Estado ser\u00e3o solucionados.<\/p>\n<p>\u201cEstamos em um cen\u00e1rio p\u00f3s-guerra e pedimos urg\u00eancia. Nossa grande preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 sobre como a d\u00edvida rural, que \u00e9 gigantesca, ser\u00e1 solucionada. Enquanto n\u00e3o tivermos uma posi\u00e7\u00e3o clara sobre isso, nossa pr\u00f3xima safra corre risco e, pior ainda, gera problemas psicol\u00f3gicos na sociedade\u201d, argumenta Grazi.<\/p>\n<blockquote class=\"instagram-media\">\n<\/blockquote>\n<p>A sa\u00fade mental \u00e9 um assunto considerado tabu por parte da popula\u00e7\u00e3o brasileira e a situa\u00e7\u00e3o se agrava no ambiente rural, j\u00e1 que muitas vezes os agricultores cumprem uma jornada de trabalho solit\u00e1ria e alheia aos tratamentos terap\u00eauticos. Izabela Inforzato, consultora de recursos humanos, vem de uma fam\u00edlia de produtores rurais e se especializou no atendimento de profissionais agropecu\u00e1rios. Dentro dessa expertise, normalmente o processo terap\u00eautico busca encontrar uma linha de equil\u00edbrio entre as equipes que trabalham no campo e os administradores das propriedades.<\/p>\n<p>\u201cA situa\u00e7\u00e3o do RS extrapola isso por afetar todos os envolvidos na produ\u00e7\u00e3o ao mesmo tempo, o que exige acompanhamento diferenciado. Essas pessoas precisam resgatar sua ess\u00eancia e reencontrar suas ra\u00edzes, j\u00e1 que muitos aprenderam a trabalhar no seio familiar. A partir disso, direcionar essas capacidades no que mais gostam de fazer e assim ter um caminho para recome\u00e7ar\u201d, orienta.<\/p>\n<p>O Servi\u00e7o Nacional de Aprendizagem Rural do Rio Grande do Sul (Senar-RS), em parceria com o Sistema CNA\/SENAR, lan\u00e7ou o programa \u201cTelessa\u00fade no Campo\u201d, que fornece atendimento m\u00e9dico e apoio psicol\u00f3gico aos trabalhadores rurais e seus familiares, residentes dos munic\u00edpios decretados em calamidade p\u00fablica e emerg\u00eancia. Para agendar consultas, \u00e9 necess\u00e1rio ligar para o n\u00famero 0800 941 546.<\/p>\n<p>\u201cNa nossa \u00faltima manifesta\u00e7\u00e3o, levamos uma psic\u00f3loga para abordar esse tema. Ouvimos relatos graves, de pessoas que est\u00e3o feridas por dentro, mas que n\u00e3o levam mais essas preocupa\u00e7\u00f5es para seus familiares. Essas pessoas buscam voltar \u00e0s suas atividades, mas para isso \u00e9 preciso ter recurso financeiro. N\u00e3o d\u00e1 para reconstruir o que foi perdido sem capital e \u00e9 isso que estamos cobrando constantemente do governo\u201d, reitera Grazi.<\/p>\n<blockquote class=\"instagram-media\">\n<\/blockquote>\n<p><strong>HIST\u00d3RIAS DE UM RS EM CONSTRU\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p><strong>Bibiana Terra Barbosa &#8211; Produtora Rural<\/strong><\/p>\n<p>Sou produtora rural de Palmares do Sul, no litoral norte do RS, e tenho duas propriedades. Nossa sede, que fica entre duas lagoas, foi a mais afetada pelas cheias e ficou 100% impactada. J\u00e1 vivemos outras enchentes, ent\u00e3o sab\u00edamos o que fazer, mas dessa vez foi um n\u00edvel jamais visto. Nossos galp\u00f5es de produtos, m\u00e1quinas, pe\u00e7as, tudo encheu de \u00e1gua. Consegui sair com meus filhos antes da situa\u00e7\u00e3o ficar cr\u00edtica, mas meu irm\u00e3o e meu marido ficaram no local, na tentativa de inibir roubos.<\/p>\n<p>No entanto, a \u00e1gua continuou subindo e eles sa\u00edram do local, deixando a propriedade abandonada por cerca de um m\u00eas. S\u00f3 conseguimos entrar de carro recentemente e come\u00e7amos a mensurar os danos e realizar a limpeza. \u00c9 muito lodo, fedor e muita coisa estragada. Um preju\u00edzo enorme e uma grande devasta\u00e7\u00e3o, sendo que na lavoura perdemos nossos canais de irriga\u00e7\u00e3o e ainda n\u00e3o sabemos como ser\u00e1 a safra de arroz, pois n\u00e3o h\u00e1 estrutura para o plantio.<\/p>\n<p>Meus silos foram afetados pela falta de energia e isso comprometeu a qualidade do arroz armazenado. N\u00e3o sei nem o que conseguirei vender, j\u00e1 que uma parte pode ter apodrecido ou amarelado. Os animais tamb\u00e9m foram muito afetados e tivemos que improvisar \u00e1reas para eles ficarem, estando sem pastagens.<\/p>\n<p>Teremos muitos detalhes para consertar o trabalho de uma vida inteira, ou seja, n\u00e3o conseguiremos nos organizar o suficiente at\u00e9 o dia 15. Em condi\u00e7\u00f5es normais, nessa mesma \u00e9poca eu j\u00e1 estaria com todo meu planejamento pronto, com custeios feitos e insumos negociados. No entanto, n\u00e3o tenho nada disso em m\u00e3os e n\u00e3o sei nem como ser\u00e3o feitas as minhas vendas ou o valor que irei receber pela minha produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Precisa ser um planejamento de longo prazo. Enquanto isso, fico pensando na quest\u00e3o da negocia\u00e7\u00e3o, esperando para tomar uma decis\u00e3o sobre a nova safra, mas ao mesmo tempo tenho que pensar em como vender os produtos e fazer o m\u00e1ximo de esfor\u00e7o para manter toda a equipe.<\/p>\n<p>O produtor rural sabe que precisa ser resiliente, no entanto estamos desamparados e ningu\u00e9m dorme direito com essas preocupa\u00e7\u00f5es. N\u00e3o temos medo do trabalho da reconstru\u00e7\u00e3o, o que incomoda \u00e9 a falta de uma resposta definitiva, de uma a\u00e7\u00e3o governamental al\u00e9m do discurso bonito.<\/p>\n<p><strong>Carolina Neves Palmeiro e Joaquim Rodrigues de Freitas &#8211; Produtores Rurais<\/strong><\/p>\n<p><strong>Carolina:<\/strong> Moramos em Pelotas, cuja zona urbana n\u00e3o foi t\u00e3o atingida quanto outras cidades. Tivemos tempo para evacuar, mas no campo n\u00e3o teve o que fazer e algumas \u00e1reas est\u00e3o alagadas at\u00e9 agora, com o gado sem ter o que comer. Recentemente fomos at\u00e9 Bras\u00edlia e parece que as pessoas acham que o problema j\u00e1 acabou. Pelo contr\u00e1rio, os problemas est\u00e3o apenas come\u00e7ando e a devasta\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica est\u00e1 presente em todo o Estado.<\/p>\n<p>Todo mundo est\u00e1 desmotivado, sem saber o que fazer. Queremos honrar nossas d\u00edvidas, mas para isso precisamos ter a capacidade de nos reerguer e at\u00e9 agora n\u00e3o vejo condi\u00e7\u00f5es para isso acontecer. N\u00e3o bastasse isso, al\u00e9m das condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas severas, as press\u00f5es por pragas e doen\u00e7as est\u00e3o cada vez mais intensas. Se n\u00e3o houver uma movimenta\u00e7\u00e3o forte e eficiente sobre isso, ficaremos muito vulner\u00e1veis a essas condi\u00e7\u00f5es adversas.<\/p>\n<p><strong>Joaquim:<\/strong> O sul vem de tr\u00eas anos de seca e muita gente j\u00e1 enfrenta problemas para continuar na atividade. Este ano era para ser de recupera\u00e7\u00e3o, mas acabamos perdendo tudo mais uma vez. Nossa perda de lavoura foi de praticamente 100%, ent\u00e3o estamos muito apreensivos pois muitas fam\u00edlias dependem dessa produ\u00e7\u00e3o para se sustentar.<\/p>\n<p>Esperamos um pronunciamento do governo, que at\u00e9 agora n\u00e3o trouxe boas perspectivas, e estou assustado pois n\u00e3o tenho como atender meus compromissos. Nem mesmo o gado, que sempre teve liquidez, est\u00e1 com poucas vendas. Estamos \u00e0 deriva e com muito medo pela sociedade como um todo, j\u00e1 que, se n\u00e3o houver negocia\u00e7\u00e3o, haver\u00e1 uma quebradeira generalizada. J\u00e1 passei por outras crises, mas essa vai demorar muito tempo para se recuperar. Se n\u00e3o houver apoio e forma de viabilizar, vai ser bem complicado.<\/p>\n<p><strong>Luise Jardim Ped\u00f3 &#8211; Advogada<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 uma situa\u00e7\u00e3o muito delicada e de abandono, principalmente para os pequenos produtores e para a agricultura familiar, que \u00e9 a maior caracter\u00edstica produtiva do RS. O produtor \u00e9 mais familiar e parece at\u00e9 um contrassenso, pois o atual governo levantou a bandeira da agricultura familiar, mas \u00e9 justamente esse produtor que est\u00e1 mais abandonado neste momento.<\/p>\n<p>Tem agricultores com essa caracter\u00edstica que n\u00e3o t\u00eam como plantar ou planejar a pr\u00f3xima safra. S\u00e3o pessoas que j\u00e1 sofreram com dois, tr\u00eas anos de seca e que agora passam por essa situa\u00e7\u00e3o de alagamentos. Mesmo em cidades em que a situa\u00e7\u00e3o de calamidade n\u00e3o foi decretada temos problemas, pois a soja apodreceu na lavoura e esses casos n\u00e3o fazem parte da prorroga\u00e7\u00e3o do dia 15 de agosto.<\/p>\n<p>A orienta\u00e7\u00e3o que tenho dado \u00e9 para que meus clientes fa\u00e7am o pedido de prorroga\u00e7\u00e3o conforme o manual de cr\u00e9dito rural, que prev\u00ea essa condi\u00e7\u00e3o para caso de perda de safra comprovado por laudo t\u00e9cnico realizado antes do vencimento. Por\u00e9m, nem todos os produtores est\u00e3o conseguindo realizar esse laudo por ser muito criterioso e por exigir capacidade financeira para pagar o recurso a longo prazo. Pode ser que muitos desses pedidos sejam indeferidos, pois muitos agricultores n\u00e3o sabem nem quais ser\u00e3o as condi\u00e7\u00f5es de plantio e isso vai virar um problema social muito grande.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, os pequenos agricultores n\u00e3o t\u00eam assist\u00eancia jur\u00eddica ou organiza\u00e7\u00e3o administrativa. \u00c9 diferente de produtores mais capitalizados, que possuem a capacidade de negociar soja, mesmo que avariada, para ter um capital de giro. Para aqueles que t\u00eam menos de 100 hectares, a margem fica muito apertada, com cerca de R$ 5 mil de lucro por m\u00eas e poucos recursos para superar crises. Esses est\u00e3o com uma d\u00edvida muito alta e apenas esse lucro mensal n\u00e3o fica vi\u00e1vel para realizar o pagamento, s\u00e3o necess\u00e1rios outros recursos para dar maior seguran\u00e7a a esses agricultores.<\/p>\n<p>Dou como exemplo a hist\u00f3ria do meu pai, que sempre foi produtor rural, desde muito jovem. Ele buscou uma forma\u00e7\u00e3o como agr\u00f4nomo para sair de um contexto social muito humilde e acreditava que estudar era o caminho para o sucesso. Ele se formou como agr\u00f4nomo e mudou o contexto social dele, pois teve a oportunidade de trabalhar como respons\u00e1vel t\u00e9cnico de uma grande lavoura de arroz.<\/p>\n<p>A partir dessa experi\u00eancia, ele resolveu arriscar produzir por conta pr\u00f3pria. Para isso, minha fam\u00edlia vendeu o \u00fanico im\u00f3vel que tinha e deu entrada em uma \u00e1rea arrendada. Por\u00e9m, a pessoa que comprou o im\u00f3vel n\u00e3o fez o pagamento total e isso foi um baque. Meu pai teve que cuidar da lavoura como podia, chegou a pulverizar essa \u00e1rea a p\u00e9, utilizando um costal.<\/p>\n<p>Apesar das dificuldades, a lavoura dele rendeu bem e isso deu a oportunidade para ele deslanchar na produ\u00e7\u00e3o. At\u00e9 que em 2004 houve uma enchente em que perdemos muita coisa para a inunda\u00e7\u00e3o. N\u00e3o por acaso, naquele ano entrou arroz do Uruguai no pa\u00eds, algo muito parecido com o que tentaram fazer recentemente. Esse arroz veio mais barato, pois os custos de produ\u00e7\u00e3o no Uruguai s\u00e3o menores e isso fez com que o mercado regulasse os pre\u00e7os para baixo.<\/p>\n<p>Ele tentou armazenar arroz, pensando que a situa\u00e7\u00e3o fosse melhorar, mas acabou vendendo a um pre\u00e7o muito pior e n\u00e3o conseguiu pagar os custos da safra. Al\u00e9m disso, ele era avalista de um vizinho, que tamb\u00e9m n\u00e3o conseguiu pagar as contas. Esse vizinho nunca conseguiu se recuperar do preju\u00edzo e meu pai demorou 20 anos para quitar essa d\u00edvida como avalista.<\/p>\n<p>Por insist\u00eancia e ajuda de um amigo, ele atuou como consultor para \u00e1reas de arroz e soja em terras baixas. Abriu sua pr\u00f3pria empresa e conseguiu se estabilizar. Minha forma\u00e7\u00e3o em direito agr\u00e1rio nasceu dessa hist\u00f3ria e isso me forjou para ter uma compreens\u00e3o da situa\u00e7\u00e3o atual. Meu pai demorou 20 anos de reestrutura\u00e7\u00e3o, com alguns traumas que ele leva at\u00e9 hoje, como o receio de voltar a plantar. Fico pensando nos produtores nesse momento, j\u00e1 que nem todos conseguiram ter uma forma\u00e7\u00e3o como a de meu pai e dependem exclusivamente de suas lavouras. Me preocupa quanto tempo essas pessoas levar\u00e3o para retomar o controle de suas vidas.<\/p>\n<p>\nLeia mais:<\/p>\n<\/div>\n<p><script async defer src=\"https:\/\/connect.facebook.net\/en_US\/sdk.js\" type=\"75b1a61790b7799ce481474b-text\/javascript\"><\/script><script type=\"75b1a61790b7799ce481474b-text\/javascript\">\n  !function(f,b,e,v,n,t,s)\n  {if(f.fbq)return;n=f.fbq=function(){n.callMethod?\n    n.callMethod.apply(n,arguments):n.queue.push(arguments)};\n    if(!f._fbq)f._fbq=n;n.push=n;n.loaded=!0;n.version='2.0';\n    n.queue=[];t=b.createElement(e);t.async=!0;\n    t.src=v;s=b.getElementsByTagName(e)[0];\n    s.parentNode.insertBefore(t,s)}(window, document,'script',\n    'https:\/\/connect.facebook.net\/en_US\/fbevents.js');\n  fbq('init', '153495679422335');\n  fbq('track', 'PageView');\n<\/script><br \/>\n<br \/><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.noticiasagricolas.com.br\/noticias\/agronegocio\/383465-atrasos-nas-definicoes-sobre-recursos-financeiros-geram-preocupacao-sobre-a-saude-mental-dos-agricultores.html\">Source link <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em pesquisa realizada pelo Servi\u00e7o de Psiquiatria do Hospital de Cl\u00ednicas de Porto Alegre (HCPA), foi detectado que 91% dos<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2293,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[8,1,14,16],"tags":[],"class_list":["post-2292","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-agro","category-news","category-politica-agro","category-safra"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2292"}],"collection":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=2292"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2292\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/2293"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=2292"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=2292"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=2292"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}