{"id":22910,"date":"2025-10-26T11:47:55","date_gmt":"2025-10-26T15:47:55","guid":{"rendered":"https:\/\/agromt.news\/?p=22910"},"modified":"2025-10-26T11:47:55","modified_gmt":"2025-10-26T15:47:55","slug":"semana-tera-chuva-no-sul-e-sudeste-mas-tempo-seco-e-calor-extremo-ainda-predominam-no-centro-norte","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agromt.news\/?p=22910","title":{"rendered":"Semana ter\u00e1 chuva no Sul e Sudeste, mas tempo seco e calor extremo ainda predominam no Centro-Norte"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<br \/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agromt.news\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/Semana-tera-chuva-no-Sul-e-Sudeste-mas-tempo-seco.jpg\" \/><\/p>\n<div>\n<p>O avan\u00e7o de uma frente fria mant\u00e9m a chuva sobre o Sul e parte do Sudeste do Brasil nesta \u00faltima semana de outubro. <\/p>\n<p>De acordo com o meteorologista do <strong>Canal Rural<\/strong>, Arthur M\u00fcller, os acumulados podem ultrapassar 100 mil\u00edmetros em \u00e1reas do norte do Paran\u00e1 e de Santa Catarina, enquanto o tempo seco e as altas temperaturas continuam predominando no Centro-Norte do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Confira a previs\u00e3o por regi\u00e3o:<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-sul\">Sul<\/h2>\n<p>As \u00e1reas de instabilidade persistem entre a Serra e o Planalto, na divisa entre Rio Grande do Sul e Santa Catarina, onde as chuvas podem ser mais intensas. Com o avan\u00e7o da frente fria, as pancadas se espalham pelo Paran\u00e1, ocorrendo de forma moderada a forte, com possibilidade de temporais localizados.<\/p>\n<p>Os volumes podem ultrapassar 100 mil\u00edmetros no norte paranaense, planalto norte e sudeste catarinense, prejudicando os trabalhos de colheita. J\u00e1 nas demais \u00e1reas, os acumulados ficam entre 20 e 30 mil\u00edmetros, suficientes para manter a umidade do solo.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a passagem da frente fria, uma massa de ar polar avan\u00e7a sobre a regi\u00e3o, derrubando as temperaturas. As m\u00ednimas devem ficar abaixo de 10\u00b0C nas \u00e1reas de baixada dos tr\u00eas estados at\u00e9 sexta-feira, sem risco de geada nas lavouras.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-sudeste\">Sudeste<\/h2>\n<p>H\u00e1 chance de chuva moderada a forte na Zona da Mata mineira e no Rio de Janeiro. No sul de S\u00e3o Paulo, novas \u00e1reas de instabilidade devem provocar pancadas isoladas.<\/p>\n<p>A combina\u00e7\u00e3o de calor e a presen\u00e7a de um cavado em n\u00edveis m\u00e9dios da atmosfera favorecem o aumento das chuvas, especialmente no centro-sul de Minas, Rio e S\u00e3o Paulo, onde os acumulados variam de 30 a 40 mil\u00edmetros, mantendo boa umidade do solo sem comprometer o plantio.<\/p>\n<p>A chuva avan\u00e7a para o Esp\u00edrito Santo e centro-norte de Minas a partir de quinta-feira \u00e0 noite, com volumes pr\u00f3ximos de 30 mil\u00edmetros.<\/p>\n<p>O frio predomina em S\u00e3o Paulo, com m\u00ednimas abaixo de 15\u00b0C, chegando a 10\u00b0C no sul do estado. J\u00e1 o centro-norte mineiro ainda deve registrar m\u00e1ximas de 36\u00b0C a 37\u00b0C at\u00e9 a metade da semana.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-centro-oeste\">Centro-Oeste<\/h2>\n<p>As chuvas seguem irregulares na regi\u00e3o. No Mato Grosso do Sul, as pancadas continuam no sul e sudoeste, enquanto no Mato Grosso a precipita\u00e7\u00e3o se concentra no oeste e sul do estado.<\/p>\n<p>Em Goi\u00e1s, as instabilidades aparecem de forma isolada, com acumulados variando entre 30 e 40 mil\u00edmetros.<\/p>\n<p>O alerta vai para o nordeste de Mato Grosso, onde as temperaturas devem alcan\u00e7ar os 40\u00b0C, aumentando o risco de focos de inc\u00eandio e estresse t\u00e9rmico em lavouras e rebanhos.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-nordeste\">Nordeste<\/h2>\n<p>A semana ser\u00e1 de tempo quente e seco na maior parte do interior da regi\u00e3o. As m\u00e1ximas podem chegar a 39\u00b0C, elevando o risco de inc\u00eandios.<\/p>\n<p>Na faixa litor\u00e2nea, especialmente entre Alagoas e Pernambuco, as chuvas continuam e podem ter maior intensidade. Entre Salvador e Porto Seguro, h\u00e1 previs\u00e3o de pancadas fracas a moderadas, com volumes entre 10 e 15 mil\u00edmetros.<\/p>\n<p>A tend\u00eancia \u00e9 de retorno das chuvas mais volumosas nas \u00e1reas do Matopiba (Maranh\u00e3o, Tocantins, Piau\u00ed e Bahia) a partir da segunda semana de novembro.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-norte\">Norte<\/h2>\n<p>As chuvas ganham for\u00e7a em Rond\u00f4nia, Acre e Amazonas, com acumulados de at\u00e9 100 mil\u00edmetros, o que deve favorecer a recupera\u00e7\u00e3o das pastagens e dos n\u00edveis do rio Madeira, em Porto Velho.<\/p>\n<p>Em Roraima, sudoeste do Par\u00e1 e partes do Amazonas, os volumes ficam entre 30 e 40 mil\u00edmetros, mantendo a umidade do solo.<\/p>\n<p>Por outro lado, o Tocantins e o norte do Par\u00e1 seguem com tempo quente e seco, com m\u00e1ximas pr\u00f3ximas dos 40\u00b0C e pouca chuva, o que exige cautela no avan\u00e7o do plantio da safra 2025\/26.<\/p>\n<div data-icp-cta=\"1\" id=\"icp-cta-unique\">Voc\u00ea quer entender como usar o clima a seu favor?<b> <\/b><a href=\"https:\/\/climacampo.canalrural.com.br\/climacampo_-01\">Preparamos um e-book exclusivo<\/a> para ajudar produtores rurais a se antecipar \u00e0s mudan\u00e7as do tempo e planejar melhor suas a\u00e7\u00f5es. 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