{"id":21824,"date":"2025-10-09T18:59:42","date_gmt":"2025-10-09T22:59:42","guid":{"rendered":"https:\/\/agromt.news\/?p=21824"},"modified":"2025-10-09T18:59:42","modified_gmt":"2025-10-09T22:59:42","slug":"cerrado-pantanal-e-amazonia-enfrentam-incendios-mais-intensos-aponta-mapbiomas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agromt.news\/?p=21824","title":{"rendered":"Cerrado, Pantanal e Amaz\u00f4nia enfrentam inc\u00eandios mais intensos, aponta MapBiomas"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<br \/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agromt.news\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/Brasil-registra-maior-numero-de-focos-de-incendio-em-14.webp.webp\" \/><\/p>\n<div>\n<p>Estudo do <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/tag\/mapbiomas\/\">MapBiomas<\/a> aponta que o fogo est\u00e1 mais intenso e dif\u00edcil de controlar nos biomas de Mato Grosso (Cerrado, Pantanal e Amaz\u00f4nico) e alerta para os impactos das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. <\/p>\n<p>Cada bioma do Brasil tem a sua rela\u00e7\u00e3o com o fogo. No Cerrado, ele faz parte do ciclo natural, renovando a vegeta\u00e7\u00e3o e ajudando a manter o equil\u00edbrio ecol\u00f3gico. No Pantanal, sempre seguiu o ritmo das \u00e1guas: surgia na seca e perdia for\u00e7a com a cheia. J\u00e1 no Amaz\u00f4nico, quase n\u00e3o existia fogo nas florestas, mas esse cen\u00e1rio vem se transformando.<\/p>\n<p>Segundo a professora da Unesp, Alessandra Fidelis, uma grande parte dos inc\u00eandios est\u00e1 relacionada \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. Quando ocorrem per\u00edodos de seca prolongados ou anos de seca extrema, aumenta o risco de inc\u00eandios, mesmo em ecossistemas considerados dependentes do fogo, como o Cerrado. <\/p>\n<p>De acordo com Alessandra Fidelis, mesmo essa vegeta\u00e7\u00e3o, que evoluiu na presen\u00e7a do fogo e consegue se regenerar ap\u00f3s queimar, sofre impactos devido ao aumento da janela do fogo e \u00e0s mudan\u00e7as na frequ\u00eancia e intensidade das queimadas. <\/p>\n<p>Para a professora, no Pantanal, h\u00e1 um problema particular: os inc\u00eandios subterr\u00e2neos, que avan\u00e7am por baixo da terra e s\u00e3o extremamente danosos para a fauna e a flora, t\u00eam se tornado mais frequentes nos grandes inc\u00eandios dos \u00faltimos anos.<\/p>\n<p>O fogo, que um dia foi parte natural em alguns ambientes, vem se transformando em um desafio ambiental cada vez mais complexo. Al\u00e9m de amea\u00e7ar a biodiversidade e colocar em risco o equil\u00edbrio dos ecossistemas, ele tamb\u00e9m pode prejudicar a produ\u00e7\u00e3o de alimentos.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o \u00e9 comum ver um pecuarista que usa fogo, manejo de uma pastagem plantada com fogo. Quem faz agricultura, muito menos\u201d, explica o coordenador de monitoramento da TNC Brasil.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-manejo-integrado-do-fogo\">Manejo integrado do fogo<\/h2>\n<p>Mas o fogo tamb\u00e9m pode ser uma ferramenta importante se usado de maneira controlada e planejada. Ele pode reduzir riscos e contribuir para a conserva\u00e7\u00e3o, essa \u00e9 a base do manejo integrado do fogo (MIF).<\/p>\n<p>Apesar da import\u00e2ncia, o MIF enfrenta problemas para ser incorporado no Brasil. A ideia agora \u00e9 transformar este conhecimento em a\u00e7\u00e3o, que traz tr\u00eas componentes importantes: biodiversidade, social e t\u00e9cnico.\u201dO MIF, na verdade, \u00e9 um guarda-chuva que nos ajuda a aplicar essas t\u00e9cnicas de forma mais correta\u201d afirma o coordenador de monitoramento TNC Brasil, Marcos Barroso. <\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/sustentabilidade\/cerrado-pantanal-e-amazonia-enfrentam-incendios-mais-intensos-aponta-mapbiomas\/\">Source link <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estudo do MapBiomas aponta que o fogo est\u00e1 mais intenso e dif\u00edcil de controlar nos biomas de Mato Grosso (Cerrado,<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":7404,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-21824","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-news"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/21824"}],"collection":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=21824"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/21824\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/7404"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=21824"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=21824"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=21824"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}