{"id":19816,"date":"2025-09-07T09:39:22","date_gmt":"2025-09-07T13:39:22","guid":{"rendered":"https:\/\/agromt.news\/?p=19816"},"modified":"2025-09-07T09:39:22","modified_gmt":"2025-09-07T13:39:22","slug":"uma-volta-ao-mundo-pelos-sabores-do-cafe-em-santos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agromt.news\/?p=19816","title":{"rendered":"Uma volta ao mundo pelos sabores do caf\u00e9&#8230; em Santos"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<br \/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agromt.news\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Uma-volta-ao-mundo-pelos-sabores-do-cafe-em-Santos.jpg\" \/><\/p>\n<div>\n<p>Que o Brasil \u00e9 campe\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o e na exporta\u00e7\u00e3o de caf\u00e9, todo mundo j\u00e1 sabe. Mas, dentre as op\u00e7\u00f5es da bebida no mercado, voc\u00ea saberia diferenciar o gr\u00e3o de cada regi\u00e3o? Essa \u00e9 a proposta de um dos cursos oferecidos pelo <a href=\"https:\/\/www.museudocafe.org.br\/\">Museu do Caf\u00e9<\/a>, localizado em Santos, no litoral paulista.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de aprender sobre a origem e os m\u00e9todos de preparo, o p\u00fablico que visita o local pode sentir aromas e experimentar o caf\u00e9 de todas as formas. Segundo Fernanda Marqueria, gestora do Centro de Prepara\u00e7\u00e3o de Caf\u00e9 do museu, esse contato direto desperta a curiosidade e cria uma conex\u00e3o ainda mais profunda com a bebida.<\/p>\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-o-museu-do-cafe\">O Museu do Caf\u00e9<\/h3>\n<p>Falar de caf\u00e9 no Brasil, \u00e9 tamb\u00e9m pensar na cidade de <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/tag\/santos\/\">Santos<\/a>, onde fica o principal porto do pa\u00eds. Foi por l\u00e1 que o caf\u00e9 brasileiro ganhou o mundo e \u00e9 l\u00e1 que est\u00e1 o Museu do Caf\u00e9, instalado no edif\u00edcio da antiga Bolsa Oficial, um dos s\u00edmbolos dessa liga\u00e7\u00e3o entre passado e presente.\u00a0<\/p>\n<p>Para a gestora do CPC, o local \u00e9 importante para a aproxima\u00e7\u00e3o do p\u00fablico com o universo do caf\u00e9. \u201cMais do que valorizar a hist\u00f3ria desse produto t\u00e3o importante para o Brasil em termos econ\u00f4micos, sociais, culturais e pol\u00edticos, a ideia \u00e9 mostrar como ele faz parte do nosso cotidiano e est\u00e1 em constante transforma\u00e7\u00e3o\u201d, diz.<\/p>\n<p>Ali, visitantes percorrem exposi\u00e7\u00f5es que mostram a for\u00e7a do gr\u00e3o na economia nacional e participam de viv\u00eancias que aproximam da cultura sensorial da bebida. \u00c9 uma forma de entender por que a bebida, em suas m\u00faltiplas vers\u00f5es, segue unindo tradi\u00e7\u00f5es, inova\u00e7\u00e3o e mem\u00f3ria afetiva. Mas a pergunta que surge \u00e9 inevit\u00e1vel: como diferenciar um caf\u00e9 do outro?\u00a0<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-o-mundo-na-xicara\">O mundo na x\u00edcara<\/h3>\n<p>Em um dos cursos dentro do Centro de Prepara\u00e7\u00e3o do Caf\u00e9, os amantes da bebida conseguem viajar por um mundo de sabores, passando por pa\u00edses produtores mais conhecidos, como Brasil e Col\u00f4mbia, mas tamb\u00e9m por destinos menos \u00f3bvios, como \u00cdndia e Costa Rica. Al\u00e9m disso, \u00e9 importante que o gr\u00e3o de cada regi\u00e3o chegue ao mercado com muita qualidade.<\/p>\n<p>Quem explica melhor \u00e9 Jos\u00e9 Cordeiro, professor da Universidade do Caf\u00e9 aqui no Brasil. \u201cEsse frescor permite que as caracter\u00edsticas sensoriais de cada origem sejam percebidas com muito mais facilidade quando comparamos um caf\u00e9 com o outro\u201d. Segundo ele, cada gr\u00e3o apresenta caracter\u00edsticas sensoriais pr\u00f3prias, definidas por fatores como solo, clima, latitude, longitude e outros elementos naturais.\u00a0<\/p>\n<p>Outra forma de diferenciar os tipos de caf\u00e9 \u00e9 fazendo a compara\u00e7\u00e3o simult\u00e2nea, que ajuda na constru\u00e7\u00e3o do paladar. De acordo com Cordeiro, isso permite que o consumidor entenda melhor as diferen\u00e7as entre cada perfil sensorial.\u00a0<\/p>\n<p>\u201cEu posso experimentar um caf\u00e9 da Col\u00f4mbia, que geralmente tem bom corpo e notas frutadas, e compar\u00e1-lo simultaneamente com o do Brasil. Essa compara\u00e7\u00e3o ajuda a criar uma mem\u00f3ria gustativa, que vai sendo desenvolvida aos poucos\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o aos cursos, o especialista reafirma a import\u00e2ncia de atividades, como as dispon\u00edveis no Museu do Caf\u00e9. Na vis\u00e3o dele, elas tamb\u00e9m ajudam os produtores a melhorar a qualidade dos gr\u00e3os, bem como capacitar baristas para fazer extra\u00e7\u00f5es de excel\u00eancia. Para o p\u00fablico geral, o ganho \u00e9 bastante claro: o contato com a hist\u00f3ria do gr\u00e3o no Brasil valoriza o processo e o valor de uma bebida de qualidade.<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/agricultura\/agronegocio\/uma-volta-ao-mundo-pelos-sabores-do-cafe-em-santos\/\">Source link <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Que o Brasil \u00e9 campe\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o e na exporta\u00e7\u00e3o de caf\u00e9, todo mundo j\u00e1 sabe. 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