{"id":1892,"date":"2024-09-19T11:29:30","date_gmt":"2024-09-19T15:29:30","guid":{"rendered":"https:\/\/agromt.news\/?p=1892"},"modified":"2024-09-19T11:29:30","modified_gmt":"2024-09-19T15:29:30","slug":"pr-bate-novo-recorde-de-incendios-florestais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agromt.news\/?p=1892","title":{"rendered":"PR bate novo recorde de inc\u00eandios florestais"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p>O azul marcante do c\u00e9u paranaense nunca mais apareceu. A rotina agora \u00e9 de uma atmosfera encoberta, acinzentada e de tonalidades apagadas. As campanhas e a\u00e7\u00f5es de preven\u00e7\u00e3o est\u00e3o intensificadas, o estado atingiu na \u00faltima semana recorde hist\u00f3rico de inc\u00eandios florestais: 11 mil 115 casos somente em 2024.<\/p>\n<p>O Corpo de Bombeiros do Paran\u00e1 fez um levantamento do agravamento dos inc\u00eandios e mostra as ocorr\u00eancias no estado a partir de 2018, com picos entre 2019 e 2021, queda bem acentuada nos anos seguintes e o resultado dr\u00e1stico em 2024.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"957\" height=\"937\" alt=\"\" class=\"wp-image-4067873\" style=\"width:656px;height:auto\"  data-lazy- src=\"https:\/\/agromt.news\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/PR-bate-novo-recorde-de-incendios-florestais.jpeg\"\/><img decoding=\"async\" width=\"957\" height=\"937\" src=\"https:\/\/agromt.news\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/PR-bate-novo-recorde-de-incendios-florestais.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4067873\" style=\"width:656px;height:auto\"  \/><\/figure>\n<p>Um decreto de emerg\u00eancia feito pelo governo do Paran\u00e1 por causa dos inc\u00eandios est\u00e1 em andamento e se estende pelo prazo de 180 dias. A Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura do Estado, que fez o pedido, refor\u00e7a as orienta\u00e7\u00f5es legais para o produtor rural em caso de focos de calor nas propriedades: \u201cdiante de fogo de qualquer intensidade e tamanho na propriedade, seja em \u00e1reas de reserva legal, APP ou em qualquer \u00e1rea, o propriet\u00e1rio deve fazer um boletim de ocorr\u00eancia para garantir seguran\u00e7a jur\u00eddica. Deve verificar se o munic\u00edpio j\u00e1 decretou situa\u00e7\u00e3o de emerg\u00eancia e se n\u00e3o decretou, ir at\u00e9 o prefeito e solicitar que o fa\u00e7a para ter os benef\u00edcios tanto estaduais quanto federais\u201d, explica Carla Becker, assessora t\u00e9cnica da \u00e1rea ambiental da Faep.<\/p>\n<p>Para prevenir novos inc\u00eandios, \u200b\u200bo Instituto \u00c1gua e Terra do Paran\u00e1 (IAT) suspendeu, pelo per\u00edodo de 90 dias, qualquer queima controlada para atividades agrossilvipastoris. A Associa\u00e7\u00e3o Paranaense de Empresas de Base Florestal (Apre) segue com as a\u00e7\u00f5es da campanha de preven\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>Ailson Loper, diretor executivo da Apre, destaca o problema da falta de recurso: \u201cN\u00e3o conseguimos reunir a quantidade de pessoas tecnicamente preparadas para enfrentar esse problema porque ele ocorre em v\u00e1rias regi\u00f5es do pa\u00eds. Ent\u00e3o estamos em fase de preparar, junto com a Defesa Civil, planos de aux\u00edlio m\u00fatuo, mapeando todos os recursos dispon\u00edveis para enfrentamento a esse problema\u201d. A Apre tamb\u00e9m est\u00e1 trabalhando no desenvolvimento de um aplicativo que vai apontar em tempo real, perigos de inc\u00eandio, conta Alison Loper.<\/p>\n<p>Alexandre Fran\u00e7a Tetto, professor da Universidade Federal do Paran\u00e1, lembra que o estado pode estar atravessando um per\u00edodo cr\u00edtico, de maior estiagem, o que favorece o aumento das queimadas. \u201cDizem que a constante do clima \u00e9 mudar. A cada quatro ou cinco anos, aqui no Paran\u00e1, temos per\u00edodos de maior estiagem e consequentemente, mais \u00e1reas atingidas, mais impactos causados pelos inc\u00eandios. Por isso \u00e9 importante sempre trabalhar a preven\u00e7\u00e3o\u2019, explicou o professor. \u00a0<\/p>\n<p>Na Regi\u00e3o Sul, equipes do Corpo de Bombeiros de Santa Catarina levaram 20 homens de apoio ao Mato Grosso do Sul para ajudar a conter as queimadas que avan\u00e7am no estado. As equipes permaneceram por 17 dias no estado, atuando em 3 cidades do Pantanal. Somados os tr\u00eas munic\u00edpios, o grupo atuou em uma \u00e1rea de aproximadamente 70 mil hectares. A regi\u00e3o enfrenta a pior estiagem dos \u00faltimos 75 anos.<\/p>\n<p>Nos pr\u00f3ximos dias uma nova equipe catarinense ir\u00e1 atuar no combate ao fogo mais 30 dias no Mato Grosso do Sul. O capit\u00e3o Ricardo Bianchi, que comanda a 1\u00aa equipe do CBMSC, falou com a nossa equipe sobre o trabalho: \u201cS\u00e3o localidades distantes e de dif\u00edcil acesso. Conseguimos preservar muita coisa, mas sabemos que ainda \u00e9 uma situa\u00e7\u00e3o muito cr\u00edtica\u201d.<\/p>\n<\/div>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/nacional\/parana\/pr-bate-novo-recorde-incendios\/\">Source link <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O azul marcante do c\u00e9u paranaense nunca mais apareceu. 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