{"id":18556,"date":"2025-08-14T11:48:37","date_gmt":"2025-08-14T15:48:37","guid":{"rendered":"https:\/\/agromt.news\/?p=18556"},"modified":"2025-08-14T11:48:37","modified_gmt":"2025-08-14T15:48:37","slug":"safra-de-graos-cresce-163-aponta-ibge","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agromt.news\/?p=18556","title":{"rendered":"Safra de gr\u00e3os cresce 16,3%, aponta IBGE"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<br \/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agromt.news\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Producao-de-graos-no-Brasil-deve-crescer-27-em-dez.jpg\" \/><\/p>\n<div>\n<p>O Levantamento Sistem\u00e1tico da Produ\u00e7\u00e3o Agr\u00edcola (LSPA), divulgado nesta quarta-feira (14), pelo IBGE, mostra que a safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas deve totalizar 340,5 milh\u00f5es de toneladas em 2025. Trata-se de um valor 16,3% ou 47,7 milh\u00f5es de toneladas maior do que a safra obtida em 2024 (292,7 milh\u00f5es de toneladas). Na compara\u00e7\u00e3o com junho, a estimativa registrou alta de 2,1%, um acr\u00e9scimo de 7,1 milh\u00f5es de toneladas.<\/p>\n<p>A \u00e1rea a ser colhida este ano deve ser de 81,2 milh\u00f5es de hectares, o que representa um<br \/>crescimento de 2,7% (2,2 milh\u00f5es de hectares a mais) em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 \u00e1rea colhida em 2024. Frente ao m\u00eas anterior, a \u00e1rea a ser colhida apresentou uma expans\u00e3o de 49,0 mil hectares (0,1%).<\/p>\n<p><em>Veja em primeira m\u00e3o tudo sobre agricultura, pecu\u00e1ria, economia e previs\u00e3o do tempo:<\/em><a href=\"https:\/\/news.google.com\/publications\/CAAqBwgKMPKZlQswq_mqAw?hl=pt-BR&amp;gl=BR&amp;ceid=BR%3Apt-419\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><em>\u00a0siga o Canal Rural no Google News!<\/em><\/a><\/p>\n<p>\u201cA estimativa de julho para a safra 2025 \u00e9 recorde da s\u00e9rie hist\u00f3rica do IBGE. O crescimento da safra brasileira de cerais, leguminosas e oleaginosas em rela\u00e7\u00e3o a 2024 \u00e9 consequ\u00eancia dos maiores investimentos realizados pelos produtores, que ampliaram as \u00e1reas de plantio e investiram mais em tecnologia de produ\u00e7\u00e3o, motivados pelos bons pre\u00e7os dos principais gr\u00e3os por ocasi\u00e3o do plantio da 1 (safra das \u00e1guas ou ver\u00e3o) e 2 safras (safra das secas). Outro fator foi o clima, que beneficiou as lavouras no campo na maioria das unidades da federa\u00e7\u00e3o produtoras. Os problemas clim\u00e1ticos mais s\u00e9rios foram verificados somente no Rio Grande do Sul\u201d, explica o gerente do LSPA, Carlos Barradas.<\/p>\n<p>Os principais destaques positivos da <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/agricultura\/safra-global-de-graos-tera-alta-em-2025-26-puxada-pelo-milho\/\">safra 2025<\/a> em julho, frente a junho, s\u00e3o os crescimentos das estimativas da produ\u00e7\u00e3o da soja (165,5 milh\u00f5es de toneladas), do milho (137,6 milh\u00f5es de toneladas), do arroz em casca (12,5 milh\u00f5es de toneladas) e do algod\u00e3o em caro\u00e7o (9,5 milh\u00f5es de toneladas). O arroz, o milho e a soja representam 92,7% da estimativa da produ\u00e7\u00e3o e s\u00e3o respons\u00e1veis por 88,0% da \u00e1rea colhida. Na compara\u00e7\u00e3o com 2024, houve aumentos na produ\u00e7\u00e3o estimada do algod\u00e3o herb\u00e1ceo em caro\u00e7o (7,1%), do arroz (17,7%), do feij\u00e3o (0,4%), da soja (14,2%), do milho (19,9%, sendo 14,1% para o milho 1 safra e 21,4% para o milho 2 safra), do sorgo (23,6%) e do trigo (2,3%).<\/p>\n<p>Ainda frente a 2024, mas no que se refere \u00e0 \u00e1rea a ser colhida, ocorreu crescimento de 5,6% na do algod\u00e3o herb\u00e1ceo (em caro\u00e7o), 11,4% na do arroz em casca, 3,3% na da soja, 3,5% na do milho (decl\u00ednio de 4,9% no milho 1 safra e crescimento de 5,9% no milho 2 safra), e de 10,9% na do sorgo. Por outro lado, as \u00e1reas do feij\u00e3o (-6,1%) e do trigo (-18,2%) apresentaram redu\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>A estimativa da produ\u00e7\u00e3o de cereais, leguminosas e oleaginosas de julho mostrou varia\u00e7\u00e3o anual positiva para todas as regi\u00f5es do pa\u00eds: Centro-Oeste (21,4%), Sul (9,0%), Sudeste (16,9%), Nordeste (9,0%) e Norte (17,3%). Quanto \u00e0 varia\u00e7\u00e3o mensal, apresentaram aumentos o Norte (1,9%), o Sul (0,7%), o Sudeste (1,9%) e o Centro-Oeste (3,3%). O Nordeste (-0,1%) foi a \u00fanica regi\u00e3o com varia\u00e7\u00e3o mensal negativa.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o a junho, os principais aumentos nas estimativas de produ\u00e7\u00e3o ficaram por conta do sorgo (13,5% ou 585 211 t), do milho 2 safra (5,7% ou 6 020 682 t), da castanha de caju (4,0% ou 5 605 t), da uva (2,1% ou 42 983 t), da aveia (2,0% ou 26 589 t), do algod\u00e3o herb\u00e1ceo (1,6% ou 154 083 t), do arroz (1,5% ou 185 508 t), da cevada (0,6% ou 3 339 t), do milho 1 safra (0,6% ou 156 042 t), do feij\u00e3o 2 safra (0,3% ou 3 503 t) e da soja (0,2% ou 390 204 t).<\/p>\n<p>No sentido oposto, houve quedas nas estimativas da produ\u00e7\u00e3o do feij\u00e3o 1 safra (-6,7% ou -76 488 t), do tomate (-6,7% ou -318 774 t), do feij\u00e3o 3 safra (-5,2% ou -43 796 t) e do trigo (-3,4% ou -275 018 t).<\/p>\n<p>\u201cOs recordes de produ\u00e7\u00e3o do milho e do sorgo em 2025 ocorrem devido \u00e0 amplia\u00e7\u00e3o das \u00e1reas de plantio e ao clima que beneficiou essas lavouras durante as duas safras, notadamente o milho da 2 safra no Mato Grosso, que \u00e9 o maior produtor nacional desse cereal. Esse aumento da produ\u00e7\u00e3o se deve ao crescimento da demanda pelo cereal, j\u00e1 que ele \u00e9 utilizado na produ\u00e7\u00e3o de ra\u00e7\u00e3o para atender \u00e0 produ\u00e7\u00e3o brasileira de prote\u00edna animal (carnes de frango, su\u00edno e bovino), assim como no atendimento \u00e0 crescente produ\u00e7\u00e3o de etanol de milho, sendo que muitas usinas est\u00e3o sendo instaladas no estado para aproveitamento desse cereal\u201d, acrescenta Carlos.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-mato-grosso-lidera-a-producao-de-graos\">Mato Grosso lidera a produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os<\/h2>\n<p>Mato Grosso lidera como o maior produtor nacional de gr\u00e3os, com participa\u00e7\u00e3o de 32,4%, seguido por Paran\u00e1 (13,4%), Goi\u00e1s (11,4%), Rio Grande do Sul (9,5%), Mato Grosso do Sul (7,5%) e Minas Gerais (5,6%), que, somados, representaram 79,8% do total. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s participa\u00e7\u00f5es das regi\u00f5es brasileiras, o panorama \u00e9 o seguinte: Centro-Oeste (51,5%), Sul (25,1%), Sudeste (8,9%), Nordeste (8,2%) e Norte (6,3%).<\/p>\n<p>As principais varia\u00e7\u00f5es positivas nas estimativas da produ\u00e7\u00e3o, em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior,<br \/>ocorreram no Mato Grosso (5 536 658 t), em Minas Gerais (561 874 t), no Paran\u00e1 (479 700 t), em Santa Catarina (245 226 t), no Tocantins (242 795 t), na Bahia (160 380 t), em Rond\u00f4nia (130 647 t), em Goi\u00e1s (29 289 t), em Roraima (21 687t), no Maranh\u00e3o (5 162 t), no Mato Grosso do Sul (408 t), no Acre (47 t) e no Rio de Janeiro (7 t). J\u00e1 as varia\u00e7\u00f5es negativas mais relevantes foram observadas no Rio Grande do Sul (-101 540 t), na Para\u00edba (-76 892 t), no Cear\u00e1 (-59 501 t), no Piau\u00ed (-46 775 t), no Rio Grande do Norte (-12 701 t), em Sergipe (-6 490 t) e no Amazonas (-65 t).<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/agricultura\/safra-de-graos-cresce-163-aponta-ibge\/\">Source link <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Levantamento Sistem\u00e1tico da Produ\u00e7\u00e3o Agr\u00edcola (LSPA), divulgado nesta quarta-feira (14), pelo IBGE, mostra que a safra nacional de cereais,<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":4203,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-18556","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-news"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/18556"}],"collection":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=18556"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/18556\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/4203"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=18556"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=18556"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=18556"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}