{"id":17901,"date":"2025-08-02T07:32:53","date_gmt":"2025-08-02T11:32:53","guid":{"rendered":"https:\/\/agromt.news\/?p=17901"},"modified":"2025-08-02T07:32:53","modified_gmt":"2025-08-02T11:32:53","slug":"ministerio-da-agricultura-e-pecuaria-publica-portaria-que-define-o-preco-minimo-do-algodao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agromt.news\/?p=17901","title":{"rendered":"Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria publica portaria que define o pre\u00e7o m\u00ednimo do algod\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p>O Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa) publicou, na manh\u00e3 desta quarta-feira, 09\/07, no Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o, a portaria que define os pre\u00e7os m\u00ednimos do algod\u00e3o para a safra 2025\/2026.<\/p>\n<p>Contrariando as expectativas do setor algodoeiro, os valores divulgados permaneceram inalterados em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 safra anterior, mantendo-se em R$ 114,58 por arroba da pluma. Tamb\u00e9m n\u00e3o houve altera\u00e7\u00e3o nos pre\u00e7os do algod\u00e3o em caro\u00e7o (R$ 45,83 por arroba) e do caro\u00e7o de algod\u00e3o (R$ 6,73 por arroba).&#13;\n<\/p>\n<p><strong>Abrapa e C\u00e2mara Setorial da Cadeia Produtiva de Algod\u00e3o e Derivados<\/strong><\/p>\n<p>Em carta enviada ao ministro Carlos F\u00e1varo, do Mapa, o presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira dos Produtores de Algod\u00e3o (Abrapa) e da C\u00e2mara Setorial da Cadeia Produtiva de Algod\u00e3o e Derivados, Gustavo Piccoli, sugeriu o reajuste do pre\u00e7o m\u00ednimo da pluma para R$ 125,00 por arroba, um aumento de apenas 9,1% em rela\u00e7\u00e3o ao valor atual.<\/p>\n<p>A justificativa apresentada por Piccoli levou em conta, entre outros fatores, o aumento dos custos com insumos agr\u00edcolas, como fertilizantes, al\u00e9m do pre\u00e7o dos combust\u00edveis. No entanto, o pleito n\u00e3o foi atendido pela \u00e1rea econ\u00f4mica do governo federal.<\/p>\n<p>Na carta, Piccoli tamb\u00e9m apontou que a eleva\u00e7\u00e3o do sal\u00e1rio-m\u00ednimo, o aumento no custo da energia el\u00e9trica e a desvaloriza\u00e7\u00e3o do real contribu\u00edram significativamente para o encarecimento da produ\u00e7\u00e3o algodoeira.<\/p>\n<p>\u201cA atual conjuntura global levou \u00e0 queda nos pre\u00e7os do algod\u00e3o e ao retorno da alta nos pre\u00e7os de mat\u00e9rias-primas essenciais \u00e0 produ\u00e7\u00e3o nacional. O reflexo tem sido sentido pelos produtores na eleva\u00e7\u00e3o dos custos de produ\u00e7\u00e3o, o que exige mais capital para o financiamento da safra e amplia o risco da atividade\u201d, justificou o presidente.&#13;\n<\/p>\n<p><strong>Cen\u00e1rio econ\u00f4mico para o produtor<\/strong><\/p>\n<p>No mercado interno, o aumento dos juros nas linhas de cr\u00e9dito do Plano Safra 2025\/2026 limita o acesso dos produtores \u00e0 moderniza\u00e7\u00e3o de equipamentos, \u00e0 expans\u00e3o de \u00e1reas irrigadas e \u00e0 ado\u00e7\u00e3o de inova\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas \u2014 aspectos fundamentais para o desenvolvimento da cotonicultura.<\/p>\n<p>Outros fatores tamb\u00e9m contribuem para o cen\u00e1rio de inseguran\u00e7a do setor, como o poss\u00edvel aumento do IOF e a taxa\u00e7\u00e3o da LCA, o que demanda maior cautela por parte dos produtores na hora de investir.<\/p>\n<p>A depend\u00eancia da importa\u00e7\u00e3o de fertilizantes tende a encarecer ainda mais os custos de produ\u00e7\u00e3o, especialmente em contextos de conflitos geopol\u00edticos que impactam diretamente a cotonicultura brasileira. Atualmente, os fertilizantes representam, em m\u00e9dia, 17% do custo operacional efetivo da produ\u00e7\u00e3o de algod\u00e3o.<\/p>\n<p>No cen\u00e1rio internacional, a disputa tarif\u00e1ria entre China e Estados Unidos \u00e9 apontada como o principal fator de instabilidade no mercado algodoeiro. O setor \u00e9 vol\u00e1til e altamente sens\u00edvel a condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas e geopol\u00edticas. Apesar da lideran\u00e7a brasileira nas exporta\u00e7\u00f5es, as cota\u00e7\u00f5es da pluma apresentam vi\u00e9s de queda, o que pode comprometer o ritmo de desenvolvimento da atividade.&#13;\n<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><script data-cfasync=\"false\">\n    !function (f, b, e, v, n, t, s) {\n        if (f.fbq) return; n = f.fbq = function () {\n            n.callMethod ?\n                n.callMethod.apply(n, arguments) : n.queue.push(arguments)\n        };\n        if (!f._fbq) f._fbq = n; n.push = n; n.loaded = !0; n.version = '2.0';\n        n.queue = []; t = b.createElement(e); t.async = !0;\n        t.src = v; s = b.getElementsByTagName(e)[0];\n        s.parentNode.insertBefore(t, s)\n    }(window, document, 'script',\n        'https:\/\/connect.facebook.net\/en_US\/fbevents.js');\n    fbq('init', '522546078623747');\n    fbq('track', 'PageView');\n<\/script><br \/>\n<br \/><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.agrolink.com.br\/noticias\/ministerio-da-agricultura-e-pecuaria-publica-portaria-que-define-o-preco-minimo-do-algodao_504511.html\">Source link <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa) publicou, na manh\u00e3 desta quarta-feira, 09\/07, no Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o, a<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2632,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[8,1,14],"tags":[],"class_list":["post-17901","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-agro","category-news","category-politica-agro"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/17901"}],"collection":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=17901"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/17901\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/2632"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=17901"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=17901"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=17901"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}