{"id":17575,"date":"2025-07-28T17:13:05","date_gmt":"2025-07-28T21:13:05","guid":{"rendered":"https:\/\/agromt.news\/?p=17575"},"modified":"2025-07-28T17:13:05","modified_gmt":"2025-07-28T21:13:05","slug":"lucratividade-na-pecuaria-com-o-tricross-descubra-as-racas-tropicais-ideais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agromt.news\/?p=17575","title":{"rendered":"Lucratividade na pecu\u00e1ria com o tricross: descubra as ra\u00e7as tropicais ideais"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p>Pecuaristas, a busca por maior lucratividade na pecu\u00e1ria brasileira, especialmente em nosso clima tropical, tem levado muitos a explorar o potencial do <strong>gado tricross<\/strong>. Assista ao v\u00eddeo e confira a resposta completa.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\">\n<p>\n<iframe title=\"GADO TRICROSS NO BRASIL: CONHE\u00c7A AS RA\u00c7AS QUE D\u00c3O MAIS LUCRO NO CALOR!\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/vANu7rNiUuw?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/p>\n<\/figure>\n<p>Mas, em meio a tantas op\u00e7\u00f5es, quais s\u00e3o as combina\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas que realmente trazem resultado, evitando problemas de adapta\u00e7\u00e3o e de parto, que podem comprometer a rentabilidade?<\/p>\n<p>Nesta ter\u00e7a-feira (28), o zootecnista <strong><a href=\"https:\/\/girodoboi.canalrural.com.br\/tag\/alexandre-zadra\/\">Alexandre Zadra<\/a><\/strong>, especialista em gen\u00e9tica e cruzamento industrial de bovinos e autor do blog \u201cCrossbreeding\u201d, respondeu a essa d\u00favida frequente no quadro \u201cGiro do Boi Responde\u201d.<\/p>\n<p>Ele detalhou como criar f\u00eameas <a href=\"https:\/\/girodoboi.canalrural.com.br\/tag\/tricross\/\">tricross<\/a> verdadeiramente <strong>tropicalizadas<\/strong> que prosperam sob o calor e a umidade caracter\u00edsticos do Brasil.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-femeas-tricross-para-climas-tropicais-a-regra-do-pelo-zero\">F\u00eameas tricross para climas tropicais: a regra do \u201cpelo zero\u201d<\/h2>\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/agromt.news\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/Vaca-tricross-como-matriz-eficiencia-produtiva-e-quando-tirar-do.jpg\" alt=\"Bovinos em \u00e1rea de pasto. Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\" class=\"wp-image-4110433\"  \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Bovinos em \u00e1rea de pasto. Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p>Para que uma f\u00eamea tricross tenha boa longevidade e desempenho em pastos tropicais, ela precisa, antes de tudo, ser <strong>tropicalizada<\/strong>.<\/p>\n<p>Isso significa, em resumo, que ela deve apresentar as caracter\u00edsticas de <strong>pelo curto, liso e brilhante<\/strong>, que conferem uma melhor termorregula\u00e7\u00e3o e, consequentemente, maior conforto e produtividade em climas quentes.<\/p>\n<p>A regra \u00e9 clara e fundamental para o sucesso: f\u00eameas tropicais devem ter, no m\u00e1ximo, <strong>meio-sangue de ra\u00e7as do frio (europeias)<\/strong> em sua composi\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica.<\/p>\n<p>Se o pecuarista j\u00e1 possui uma f\u00eamea <strong>meio-sangue europeia<\/strong> (como <strong>angus<\/strong> x <strong>nelore<\/strong>, <strong>hereford<\/strong> x <strong>nelore<\/strong>, ou <strong>simental<\/strong> x <strong>nelore<\/strong>), o pr\u00f3ximo cruzamento deve ser realizado com uma <strong>ra\u00e7a tropical<\/strong>.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>O resultado desse acasalamento ser\u00e1 um animal final com <strong>75% de sangue tropical<\/strong>, ideal para as condi\u00e7\u00f5es brasileiras.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-racas-tropicais-para-o-cruzamento-em-tricross\">Ra\u00e7as tropicais para o cruzamento em tricross<\/h2>\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/agromt.news\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/1752537271_444_Vaca-tricross-como-matriz-eficiencia-produtiva-e-quando-tirar-do.jpg\" alt=\"Bovinos em \u00e1rea de pasto. Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\" class=\"wp-image-4110432\"  \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Bovinos em \u00e1rea de pasto. Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p>Para dar continuidade a um sistema que aproveita a f\u00eamea filha da meio-sangue e garante sua adaptabilidade, Alexandre Zadra recomenda as seguintes ra\u00e7as tropicais para o cruzamento tricross:<\/p>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Zebu\u00edno:<\/strong> \u00c9 uma escolha s\u00f3lida e amplamente utilizada. Contudo, h\u00e1 uma ressalva crucial: utilize <strong>touros zebu\u00ednos negativos para peso ao nascimento<\/strong> (aqueles que produzem bezerros leves). Isso \u00e9 vital para evitar <strong>distocias<\/strong> (problemas de parto) nas f\u00eameas meio-sangue, que n\u00e3o possuem cupim e podem ter dificuldade com bezerros zebu\u00ednos que, naturalmente, tendem a ser mais pesados ao nascer.<\/li>\n<li><strong>Caracu ou senepol:<\/strong> Essas ra\u00e7as <strong>taurinas adaptadas ao calor<\/strong> s\u00e3o excelentes op\u00e7\u00f5es para o cruzamento. Ao utiliz\u00e1-las com a f\u00eamea meio-sangue europeia, o resultado ser\u00e1 um animal <strong>3\/4 tropical<\/strong>, com o desejado \u201cpelo zero\u201d e muito boas caracter\u00edsticas como matrizes. O <strong>senepol<\/strong> \u00e9 de pequeno porte, enquanto o <strong>caracu<\/strong> \u00e9 de maior porte, permitindo ao produtor escolher conforme seus objetivos.<\/li>\n<\/ul>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-outras-opcoes-e-o-criterio-de-selecao\">Outras op\u00e7\u00f5es e o crit\u00e9rio de sele\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p>Outras ra\u00e7as tamb\u00e9m est\u00e3o evoluindo em sua capacidade de adaptabilidade aos tr\u00f3picos, como o <strong>bonsmara<\/strong> e o <strong>canchim<\/strong>.<\/p>\n<p>No entanto, o <strong>canchim<\/strong>, por ser formado com <strong>charol\u00eas<\/strong>, \u00e9 mais indicado para um cruzamento terminal, visando o abate, e n\u00e3o necessariamente a forma\u00e7\u00e3o de f\u00eameas de reposi\u00e7\u00e3o para o clima tropical.<\/p>\n<p>O <strong>brangus<\/strong> tamb\u00e9m tem rebanhos que demonstram melhoria em sua adaptabilidade, e f\u00eameas com pelo curto podem ser selecionadas para uso no Brasil tropical.<\/p>\n<p>A mensagem principal para o pecuarista \u00e9 que, para qualquer f\u00eamea ser selecionada como uma boa reprodutora em ambientes quentes e \u00famidos, ela deve, obrigatoriamente, apresentar as caracter\u00edsticas de <strong>pelo curto, liso e brilhante<\/strong>.<\/p>\n<p>Essa caracter\u00edstica \u00e9 a base para o sucesso do gado tricross no Brasil, garantindo que as f\u00eameas consigam se manter produtivas e lucrativas mesmo sob as condi\u00e7\u00f5es desafiadoras do nosso clima tropical.<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/pecuaria\/lucratividade-na-pecuaria-com-o-tricross-descubra-as-racas-tropicais-ideais\/\">Source link <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pecuaristas, a busca por maior lucratividade na pecu\u00e1ria brasileira, especialmente em nosso clima tropical, tem levado muitos a explorar o<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":17576,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-17575","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-news"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/17575"}],"collection":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=17575"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/17575\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/17576"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=17575"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=17575"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=17575"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}