{"id":15757,"date":"2025-06-27T19:50:00","date_gmt":"2025-06-27T23:50:00","guid":{"rendered":"https:\/\/agromt.news\/?p=15757"},"modified":"2025-06-27T19:50:00","modified_gmt":"2025-06-27T23:50:00","slug":"mato-grosso-do-sul-recebe-programa-para-incremento-da-produtividade-de-milho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agromt.news\/?p=15757","title":{"rendered":"Mato Grosso do Sul recebe Programa para Incremento da Produtividade de Milho"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p style=\"text-align:justify\">O Brasil \u00e9 o terceiro maior produtor de <a href=\"https:\/\/www.agrolink.com.br\/culturas\/milho?utm_source=agrolink-detalhe-noticia&amp;utm_medium=detalhe-noticia&amp;utm_campaign=links-internos&#9;\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">milho<\/a> do mundo, e o Mato Grosso do Sul ocupa a quarta posi\u00e7\u00e3o entre os estados brasileiros na produ\u00e7\u00e3o do gr\u00e3o, respondendo por 10% do total nacional, segundo o USDA (sigla em ingl\u00eas do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). Para auxiliar os produtores sul-mato-grossenses na produtividade e rentabilidade das lavouras, a Corteva Agriscience, em parceria com a Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Mato Grosso do Sul (FAMASUL) e a Associa\u00e7\u00e3o dos Produtores de <a href=\"https:\/\/www.agrolink.com.br\/culturas\/soja?utm_source=agrolink-detalhe-noticia&amp;utm_medium=detalhe-noticia&amp;utm_campaign=links-internos\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">soja<\/a> do Mato Grosso Sul (Aprosoja\/MS), lan\u00e7a o \u201cPrograma para Incremento da Produtividade de <a href=\"https:\/\/www.agrolink.com.br\/culturas\/milho?utm_source=agrolink-detalhe-noticia&amp;utm_medium=detalhe-noticia&amp;utm_campaign=links-internos&#9;\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">milho<\/a> no Mato Grosso do Sul\u201d.&#13;\n<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">A iniciativa surge como uma resposta concreta \u00e0 estagna\u00e7\u00e3o da produtividade do milho no Estado nos \u00faltimos anos. O Programa selecionar\u00e1 agricultores para transformarem suas propriedades em \u00e1reas modelo. A sele\u00e7\u00e3o ser\u00e1 feita pela FAMASUL e pela Aprosoja\/MS, priorizando produtores de m\u00e9dio e grande porte com perfil inovador. Na a\u00e7\u00e3o, a Corteva ser\u00e1 respons\u00e1vel pela transfer\u00eancia tecnol\u00f3gica por meio de \u00e1reas demonstrativas e conhecimento agron\u00f4mico.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">\u201cO Mato Grosso do Sul \u00e9 um dos principais polos de produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os no Brasil, mas, na safrinha de milho 2023\/24, registrou um dos menores \u00edndices de produtividade da \u00faltima d\u00e9cada, reflexo, principalmente, do estresse h\u00eddrico que afetou mais de 90% dos munic\u00edpios sul-mato-grossenses\u201d, explica Anelcindo Souza, Diretor de Marketing de Sementes da Corteva Agriscience para Brasil e Paraguai. \u201cA Corteva \u00e9 uma empresa de pesquisa e desenvolvimento de tecnologias em sementes e defensivos qu\u00edmicos e biol\u00f3gicos para auxiliar os agricultores nos desafios di\u00e1rios da lavoura, auxiliando na produtividade e rentabilidade. Com tecnologias de ponta e pr\u00e1ticas de manejo avan\u00e7adas, apoiamos o produtor rural na supera\u00e7\u00e3o de desafios. Especificamente no Estado, a Corteva conta com uma esta\u00e7\u00e3o sat\u00e9lite de pesquisa, em F\u00e1tima do Sul, que testa inova\u00e7\u00f5es em sementes para as caracter\u00edsticas de clima, solo, praga e doen\u00e7as da regi\u00e3o. Essas ferramentas ir\u00e3o integrar o Projeto\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">O desenvolvimento do Programa para Incremento da Produtividade de Milho no Mato Grosso do Sul surgiu ap\u00f3s autoridades locais sinalizarem que os produtores do Estado precisavam de apoio e conhecimento sobre novas tecnologias para ampliar a produtividade do milho. \u201cCom isso, a Corteva, em pouco tempo, mobilizou os recursos necess\u00e1rios e atores estrat\u00e9gicos para ajudar produtores da regi\u00e3o a alcan\u00e7arem resultados superiores no curto e m\u00e9dio prazos, pontua Augusto Moraes, Diretor de Rela\u00e7\u00f5es Institucionais da Corteva Agriscience para a Am\u00e9rica Latina. \u201cAgora, todo o pacote de tecnologias adaptadas ao clima da regi\u00e3o e t\u00e9cnicas de manejo que potencializam o resultado em campo estar\u00e3o expostas em \u00e1reas testes espalhadas pelo Estado. Da mesma forma, nossas equipes de agronomia e pesquisa acompanhar\u00e3o de perto esse processo de transfer\u00eancia tecnol\u00f3gica. Assim, a companhia, ao lado de autoridades e entidades do setor, segue cumprindo seu papel de elevar inova\u00e7\u00e3o, integra\u00e7\u00e3o de tecnologias e produtividade ao campo\u201d, completa.&#13;\n<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\"><strong>Aposta em tecnologias elevou a produtividade em 27% acima da m\u00e9dia estadual na safrinha 2024<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Um dos exemplos de como as inova\u00e7\u00f5es da companhia tem auxiliado na produtividade \u00e9 a Fazenda Boa Vista, dos irm\u00e3os \u00c2ngelo e M\u00e1rio Pignataro, em Ponta Por\u00e3 (MS). Eles utilizam o portf\u00f3lio integrado da empresa e pr\u00e1ticas de manejo avan\u00e7adas. \u201cNa safrinha 2023, conquistamos uma m\u00e9dia na safrinha de milho de 125 sacas por hectares (scs\/ha), enquanto a m\u00e9dia estadual foi de 100 scs\/ha. J\u00e1 no ciclo posterior, safrinha 2024, com a estiagem, atingimos uma m\u00e9dia de 85 scs\/ha, 77% acima da m\u00e9dia registrada nos munic\u00edpios de Ponta Por\u00e3 e Ant\u00f4nio Jo\u00e3o e 27% acima da m\u00e9dia do estado. J\u00e1 a previs\u00e3o para a safrinha que est\u00e1 sendo colhida \u00e9 uma m\u00e9dia de 135 scs\/ha na propriedade. A m\u00e9dia estadual est\u00e1 estimada em 80 scs\/ha\u201d, comenta \u00c2ngelo.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">M\u00e1rio Pignataro destaca que a produtividade m\u00e9dia da propriedade \u00e9 27% superior \u00e0 m\u00e9dia estadual, reflexo do uso de sementes adaptadas \u00e0 regi\u00e3o, solu\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas e biol\u00f3gicas, incluindo o tratamento das sementes, al\u00e9m de manejo eficiente, mesmo em condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas adversas. \u201cEm 2024, que foi marcado pela seca, apostamos pela primeira vez no manejo com o fixador foliar de nitrog\u00eanio Utrisha\u2122 N, da Corteva, em 50% da \u00e1rea. A aplica\u00e7\u00e3o resultou em ganhos de 10 a 15 sacas por hectare. Percebemos que o produto biol\u00f3gico ajudou a planta a resistir ao pior momento do estresse, resultando em um aumento da produtividade al\u00e9m do esperado. Para esta temporada, que j\u00e1 come\u00e7ou a ser colhida, 100% dos 5 mil hectares da propriedade est\u00e3o sendo tratados com biol\u00f3gicos, sempre em combina\u00e7\u00e3o com qu\u00edmicos\u201d, aponta.<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\"><strong>Inova\u00e7\u00f5es pesquisadas e desenvolvidas para o Mato Grosso do Sul<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Por dia, a Corteva investe globalmente US$ 4 milh\u00f5es em Pesquisa &amp; Desenvolvimento, com 10 unidades de pesquisa no Brasil. No Mato Grosso do Sul, mant\u00e9m uma unidade sat\u00e9lite em F\u00e1tima do Sul, dedicada a testes com produtos voltados \u00e0s necessidades locais. \u201cNos \u00faltimos anos, o local contribuiu diretamente para o desenvolvimento de h\u00edbridos de milho como o P3310VYHR e o P3322PWU, da Pioneer, marca de sementes da Corteva, que foram cultivados na Fazenda Boa Vista durante a Safrinha 2025. Al\u00e9m dos produtos comerciais, a esta\u00e7\u00e3o contribui para a base gen\u00e9tica dos futuros lan\u00e7amentos. Sua rede de ensaios contempla testes de campo voltados ao desenvolvimento de parentais g\u00eanicos, uma etapa essencial para garantir h\u00edbridos ainda mais adaptados ao ambiente regional\u201d, observa Anelcindo Souza.&#13;\n<\/p>\n<p style=\"text-align:justify\">Os h\u00edbridos que passam pelo crivo da esta\u00e7\u00e3o de F\u00e1tima do Sul apresentam caracter\u00edsticas agron\u00f4micas que refletem diretamente as demandas dos agricultores do Estado, como alto teto produtivo, o que garante rentabilidade e seguran\u00e7a para investimentos; estabilidade produtiva, mesmo frente \u00e0s varia\u00e7\u00f5es ambientais da regi\u00e3o; super precocidade, ideal para uma \u00e1rea com inverno rigoroso e risco de geadas; e qualidade de gr\u00e3os, sanidade foliar e robustez de raiz, assegurando maior performance em campo.<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><script data-cfasync=\"false\">\n    !function (f, b, e, v, n, t, s) {\n        if (f.fbq) return; n = f.fbq = function () {\n            n.callMethod ?\n                n.callMethod.apply(n, arguments) : n.queue.push(arguments)\n        };\n        if (!f._fbq) f._fbq = n; n.push = n; n.loaded = !0; n.version = '2.0';\n        n.queue = []; t = b.createElement(e); t.async = !0;\n        t.src = v; s = b.getElementsByTagName(e)[0];\n        s.parentNode.insertBefore(t, s)\n    }(window, document, 'script',\n        'https:\/\/connect.facebook.net\/en_US\/fbevents.js');\n    fbq('init', '522546078623747');\n    fbq('track', 'PageView');\n<\/script><br \/>\n<br \/><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.agrolink.com.br\/noticias\/mato-grosso-do-sul-recebe-programa-para-incremento-da-produtividade-de-milho_503383.html\">Source link <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Brasil \u00e9 o terceiro maior produtor de milho do mundo, e o Mato Grosso do Sul ocupa a quarta<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2832,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[8,1,14],"tags":[],"class_list":["post-15757","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-agro","category-news","category-politica-agro"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/15757"}],"collection":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=15757"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/15757\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/2832"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=15757"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=15757"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=15757"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}