{"id":15382,"date":"2025-06-21T12:31:46","date_gmt":"2025-06-21T16:31:46","guid":{"rendered":"https:\/\/agromt.news\/?p=15382"},"modified":"2025-06-21T12:31:46","modified_gmt":"2025-06-21T16:31:46","slug":"queijo-colonial-do-parana-conquista-reconhecimento-nacional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agromt.news\/?p=15382","title":{"rendered":"Queijo colonial do Paran\u00e1 conquista reconhecimento nacional"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p>O queijo colonial produzido no sudoeste do <strong><a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/nacional\/parana\/\">Paran\u00e1 <\/a><\/strong>agora tem reconhecimento oficial. O Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) concedeu, nesta semana, o selo de indica\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica (IG) ao produto artesanal, tornando-o o 19\u00ba item paranaense com essa certifica\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>A IG contempla a produ\u00e7\u00e3o em <strong>42 munic\u00edpios<\/strong> da regi\u00e3o, que concentra a principal <strong>bacia leiteira do estado<\/strong>, com cerca de <strong>20 mil produtores e uma produ\u00e7\u00e3o anual estimada em 1 bilh\u00e3o de litros de leite<\/strong>.<\/p>\n<p>A conquista representa mais do que um selo de origem. Para os produtores, a certifica\u00e7\u00e3o abre portas para <strong>novos mercados<\/strong>, amplia o <strong>valor agregado do produto<\/strong> e refor\u00e7a a <strong>identidade cultural<\/strong> da regi\u00e3o. O processo de obten\u00e7\u00e3o da IG contou com a atua\u00e7\u00e3o conjunta de institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas e privadas, como o <strong>IDR-Paran\u00e1<\/strong>, <strong>Seab<\/strong>, <strong>Sebrae-PR<\/strong>, <strong>UTFPR<\/strong>, cooperativas, prefeituras e os pr\u00f3prios produtores locais.<\/p>\n<p>Segundo Karolline Marques, coordenadora de agroind\u00fastria do IDR-Paran\u00e1, o reconhecimento \u00e9 reflexo direto da qualidade e da assist\u00eancia t\u00e9cnica prestada \u00e0s queijarias da regi\u00e3o. \u201cDas mais de 300 queijarias acompanhadas no estado, 40 est\u00e3o no Sudoeste. O trabalho vai desde a alimenta\u00e7\u00e3o dos animais at\u00e9 a finaliza\u00e7\u00e3o do queijo. O resultado \u00e9 um produto com identidade pr\u00f3pria e qualidade garantida\u201d, afirma.<\/p>\n<p>A <strong>Associa\u00e7\u00e3o dos Produtores de Queijo Artesanal do Sudoeste do Paran\u00e1 (Aprosud)<\/strong>, que re\u00fane 18 produtores em 11 munic\u00edpios, comemora o selo como um marco. Claudemir Roos, presidente da entidade, afirma que a IG \u201ctraz mais visibilidade, valoriza a produ\u00e7\u00e3o e gera renda para as fam\u00edlias que vivem do queijo. \u00c9 tamb\u00e9m um est\u00edmulo para outros agricultores investirem na atividade\u201d.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/agromt.news\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Queijo-colonial-do-Parana-conquista-reconhecimento-nacional.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4105213\"  \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>O produtor e presidente da  (Aprosud), Claudemir Roos -Foto: Carina Pelegrini\/Sebrae-PR<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p>Para Angela Bach, produtora de Santa Izabel do Oeste, que mant\u00e9m a tradi\u00e7\u00e3o familiar iniciada com duas vacas na d\u00e9cada de 1990, o reconhecimento \u00e9 motivo de orgulho. \u201cA IG valoriza hist\u00f3rias como a da minha fam\u00edlia, que atravessam gera\u00e7\u00f5es. Hoje entregamos queijos coloniais, temperados e maturados para toda a regi\u00e3o. Essa chancela representa a for\u00e7a da nossa trajet\u00f3ria\u201d, declara.<\/p>\n<p>Cristina Bombonato, de Pinhal de S\u00e3o Bento, ressalta que a IG tamb\u00e9m aumenta a responsabilidade com o consumidor. \u201cImplica em seguir boas pr\u00e1ticas, garantir seguran\u00e7a no processo produtivo e manter a tradi\u00e7\u00e3o. \u00c9 o resgate da identidade italiana trazida pelos imigrantes e preservada at\u00e9 hoje.\u201d<\/p>\n<p>A \u00e1rea geogr\u00e1fica coberta pelo selo abrange munic\u00edpios como <strong>Francisco Beltr\u00e3o, Pato Branco, Dois Vizinhos, Palmas, Capanema, Coronel Vivida,<\/strong> entre outros. A regi\u00e3o se consolida como refer\u00eancia na produ\u00e7\u00e3o artesanal de queijo colonial, sendo reconhecida nacionalmente pela qualidade e diversidade do produto.<\/p>\n<p>A certifica\u00e7\u00e3o do queijo do sudoeste refor\u00e7a a posi\u00e7\u00e3o do <strong>Paran\u00e1 como o segundo estado brasileiro com mais registros de indica\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica<\/strong>, atr\u00e1s apenas de Minas Gerais. Com a recente inclus\u00e3o da carne de on\u00e7a de Curitiba, o estado soma 19 produtos com IG. Outros itens tradicionais j\u00e1 reconhecidos incluem o caf\u00e9 do Norte Pioneiro, o barreado do litoral, o mel de Ortigueira e a erva-mate de S\u00e3o Mateus do Sul.<\/p>\n<p>O reconhecimento do queijo colonial do Sudoeste como produto de Indica\u00e7\u00e3o Geogr\u00e1fica fortalece n\u00e3o apenas a economia local, mas tamb\u00e9m a <strong>preserva\u00e7\u00e3o cultural e o saber-fazer artesanal <\/strong>que marca a hist\u00f3ria de milhares de fam\u00edlias no interior do Paran\u00e1.<\/p>\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\t<\/div>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/pecuaria\/queijo-colonial-do-parana-conquista-reconhecimento-nacional\/\">Source link <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O queijo colonial produzido no sudoeste do Paran\u00e1 agora tem reconhecimento oficial. 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