{"id":1415,"date":"2024-09-11T16:56:29","date_gmt":"2024-09-11T20:56:29","guid":{"rendered":"https:\/\/agromt.news\/?p=1415"},"modified":"2024-09-11T16:56:29","modified_gmt":"2024-09-11T20:56:29","slug":"conflitos-agrarios-no-oeste-do-pr-inseguranca-juridica-e-invasoes-de-terras-preocupam-produtores","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agromt.news\/?p=1415","title":{"rendered":"Conflitos agr\u00e1rios no oeste do PR: inseguran\u00e7a jur\u00eddica e invas\u00f5es de terras preocupam produtores"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<br \/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agromt.news\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/Conflitos-agrarios-no-oeste-do-PR-inseguranca-juridica-e-invasoes.jpeg\" \/><\/p>\n<div>\n<p>Os conflitos agr\u00e1rios no oeste do Paran\u00e1 t\u00eam gerado grande preocupa\u00e7\u00e3o entre os produtores rurais da regi\u00e3o. Mesmo com respaldo judicial para a reintegra\u00e7\u00e3o de posse, as ordens n\u00e3o est\u00e3o sendo executadas, o que provoca inseguran\u00e7a jur\u00eddica e aumenta a tens\u00e3o no campo. Produtores das cidades de Gua\u00edra, Terra Roxa e Alt\u00f4nia sofrem com a falta de a\u00e7\u00e3o para resolver o impasse, que afeta diretamente suas atividades agropecu\u00e1rias.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\">\n<p>\n<iframe title=\"Invas\u00f5es de terra: produtores do Paran\u00e1 n\u00e3o conseguem executar reintegra\u00e7\u00e3o de posse\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/wFRsMZFnksY?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><noscript><iframe title=\"Invas\u00f5es de terra: produtores do Paran\u00e1 n\u00e3o conseguem executar reintegra\u00e7\u00e3o de posse\" width=\"800\" height=\"450\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/wFRsMZFnksY?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/noscript>\n<\/p>\n<\/figure>\n<p><em>Confira na palma da m\u00e3o informa\u00e7\u00f5es quentes sobre agricultura, pecu\u00e1ria, economia e previs\u00e3o do tempo:<\/em><a href=\"https:\/\/www.whatsapp.com\/channel\/0029Va9VnZxGk1FplZjiW43k\"><em> <\/em><strong>siga o Canal Rural no WhatsApp<\/strong><\/a>!<\/p>\n<p>Segundo a Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura do Estado do Paran\u00e1 (Faep), a passividade do governo federal diante da escalada de invas\u00f5es de terras e o n\u00e3o cumprimento dos mandados judiciais agravam a situa\u00e7\u00e3o. Diante disso, a Faep solicitou uma audi\u00eancia com o ministro da Justi\u00e7a e Seguran\u00e7a P\u00fablica, Ricardo Lewandowski, para discutir medidas que possam trazer mais seguran\u00e7a aos produtores.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-aumento-das-invasoes-e-impacto-economico\">Aumento das invas\u00f5es e impacto econ\u00f4mico<\/h3>\n<p>Um levantamento do departamento t\u00e9cnico e econ\u00f4mico da Faep revela que as invas\u00f5es de terras no oeste do Paran\u00e1 j\u00e1 comprometem 17,9% das \u00e1reas agricult\u00e1veis em Terra Roxa, 14,4% em Gua\u00edra e 1,9% em Alt\u00f4nia. No total, essas invas\u00f5es representam 12,5% das terras destinadas \u00e0s atividades agropecu\u00e1rias nos tr\u00eas munic\u00edpios.<\/p>\n<p>\u00c1gide Eduardo Meneguette, presidente interino do Sistema Faep, expressou preocupa\u00e7\u00e3o com a situa\u00e7\u00e3o, destacando que a falta de seguran\u00e7a jur\u00eddica afeta n\u00e3o apenas o setor produtivo, mas tamb\u00e9m a confian\u00e7a dos propriet\u00e1rios em investir em suas terras.<\/p>\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-declaracao-do-presidente-interino-da-faep\">Declara\u00e7\u00e3o do presidente interino da Faep<\/h3>\n<p>Meneguette ressaltou a gravidade da situa\u00e7\u00e3o: \u201c<em>O direito de propriedade \u00e9 institu\u00eddo por lei, e deve ser cumprido. Se h\u00e1 discord\u00e2ncias, que se mude a lei, mas enquanto ela estiver em vigor, precisa ser respeitada. O que vemos hoje \u00e9 uma completa inseguran\u00e7a jur\u00eddica, econ\u00f4mica e patrimonial para os produtores, o que impede o desenvolvimento e compromete a produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola<\/em>\u201c.<\/p>\n<p>Ele ainda criticou a aus\u00eancia de a\u00e7\u00f5es efetivas por parte do governo federal, pedindo uma solu\u00e7\u00e3o urgente para os conflitos e para a aplica\u00e7\u00e3o das decis\u00f5es judiciais de reintegra\u00e7\u00e3o de posse: \u201c<em>Emitimos uma nota e estamos buscando uma agenda com o ministro da Justi\u00e7a para entender quais medidas est\u00e3o sendo tomadas para resolver a quest\u00e3o<\/em>\u201c.<\/p>\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-tensao-e-prejuizos-no-campo\">Tens\u00e3o e preju\u00edzos no campo<\/h3>\n<p>Al\u00e9m da inseguran\u00e7a jur\u00eddica, os produtores t\u00eam enfrentado dificuldades para retomar suas propriedades. Meneguette destacou que a escalada de viol\u00eancia e o aumento do territ\u00f3rio invadido pelos grupos agravam a situa\u00e7\u00e3o: \u201c<em>A For\u00e7a Nacional est\u00e1 presente, mas, em muitos casos, n\u00e3o consegue conter as invas\u00f5es, e os pr\u00f3prios agentes de seguran\u00e7a s\u00e3o agredidos. Isso \u00e9 inadmiss\u00edvel<\/em>\u201c.<\/p>\n<p>Os produtores da regi\u00e3o esperam que as medidas propostas pelo governo federal sejam aplicadas rapidamente para evitar que a situa\u00e7\u00e3o se agrave ainda mais.<\/p>\n<\/div>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/nacional\/parana\/conflitos-agrarios-no-oeste-do-pr-inseguranca-juridica-e-invasoes-de-terras-preocupam-produtores\/\">Source link <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os conflitos agr\u00e1rios no oeste do Paran\u00e1 t\u00eam gerado grande preocupa\u00e7\u00e3o entre os produtores rurais da regi\u00e3o. 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