{"id":13665,"date":"2025-05-13T15:44:17","date_gmt":"2025-05-13T19:44:17","guid":{"rendered":"https:\/\/agromt.news\/?p=13665"},"modified":"2025-05-13T15:44:17","modified_gmt":"2025-05-13T19:44:17","slug":"etanol-de-milho-cresce-18-vezes-em-sete-anos-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agromt.news\/?p=13665","title":{"rendered":"Etanol de milho cresce 18 vezes em sete anos no Brasil"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<br \/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agromt.news\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/Producao-de-etanol-nos-EUA-sobe-213-para-1105-milhao.jpg\" \/><\/p>\n<div>\n<p>Antes completamente ref\u00e9m da cana-de-a\u00e7\u00facar para a fabrica\u00e7\u00e3o de etanol, o Brasil diversificou a sua matriz energ\u00e9tica com o milho. Agora, o cereal n\u00e3o \u00e9 mais apenas insumo para ra\u00e7\u00e3o animal ou produto de exporta\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>O biocombust\u00edvel proveniente do gr\u00e3o teve crescimento de 1.700% no pa\u00eds nos \u00faltimos sete anos, ou seja, aumentou em 18 vezes. Atualmente, mais de 17 milh\u00f5es de toneladas de milho viram a mat\u00e9ria-prima que abastece motores. E n\u00e3o para por a\u00ed: a proje\u00e7\u00e3o \u00e9 que esse volume tenha incremento de quase 30%, ultrapassando as 22 milh\u00f5es de toneladas at\u00e9 2026.<\/p>\n<p>De acordo com o gerente de intelig\u00eancia e estrat\u00e9gia da Biond Agro, Felipe Jordy, o modelo industrial do etanol de milho permite opera\u00e7\u00e3o cont\u00ednua durante a entressafra da cana, gera co-produtos de alto valor nutricional (como DDG e \u00f3leo de milho), e apresenta margens operacionais de at\u00e9 30%, mesmo em cen\u00e1rios de oscila\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o do cereal. Assim, o retorno sobre o investimento (TIR) de projetos maduros gira em torno de 15% ao ano.<\/p>\n<p>\u201cA ind\u00fastria do etanol de milho oferece um equil\u00edbrio raro entre sustentabilidade e retorno financeiro\u201d, arremata. <\/p>\n<\/div>\n<div>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-diversificacao-da-matriz-nacional\">Diversifica\u00e7\u00e3o da matriz nacional<\/h2>\n<p>O gerente acredita que o uso do milho como fonte energ\u00e9tica contribui diretamente para a seguran\u00e7a energ\u00e9tica nacional. \u201cAo atender a demanda crescente por combust\u00edveis renov\u00e1veis, o etanol de milho reduz a depend\u00eancia de fontes f\u00f3sseis.\u201d<\/p>\n<p>Para Jordy, o milho passou a ser protagonista da nova matriz energ\u00e9tica brasileira. \u201cEssa versatilidade aumenta a resili\u00eancia das usinas e fortalece o suprimento dom\u00e9stico, reduzindo impactos ambientais e permitindo ao agro participar ativamente da transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica que o mundo exige\u201d, refor\u00e7a.<\/p>\n<p>Embora o estado de Mato Grosso ainda concentre a maior parte da produ\u00e7\u00e3o \u2014 com mais de 16 milh\u00f5es de toneladas de capacidade previstas para 2026 \u2014, o setor avan\u00e7a para novas regi\u00f5es. Estados como Paran\u00e1, Bahia e Santa Catarina est\u00e3o entrando no radar, promovendo a interioriza\u00e7\u00e3o e diversifica\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de etanol de milho no pa\u00eds.<\/p>\n<p>\u201cEstamos diante de uma grande transforma\u00e7\u00e3o, que posiciona o Brasil como protagonista da bioenergia no mundo. O etanol de milho n\u00e3o \u00e9 apenas uma tend\u00eancia \u2013 \u00e9 um caminho s\u00f3lido para integrar competitividade, sustentabilidade e independ\u00eancia energ\u00e9tica no agroneg\u00f3cio brasileiro\u201d, conclui.<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/diversos\/etanol-de-milho-cresce-18-vezes-em-sete-anos-no-brasil\/\">Source link <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Antes completamente ref\u00e9m da cana-de-a\u00e7\u00facar para a fabrica\u00e7\u00e3o de etanol, o Brasil diversificou a sua matriz energ\u00e9tica com o milho.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":4585,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-13665","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-news"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/13665"}],"collection":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=13665"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/13665\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/4585"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=13665"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=13665"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=13665"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}