{"id":12870,"date":"2025-04-25T15:40:29","date_gmt":"2025-04-25T19:40:29","guid":{"rendered":"https:\/\/agromt.news\/?p=12870"},"modified":"2025-04-25T15:40:29","modified_gmt":"2025-04-25T19:40:29","slug":"irrigacao-subterranea-impulsiona-produtividade-da-soja-em-ms","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agromt.news\/?p=12870","title":{"rendered":"Irriga\u00e7\u00e3o subterr\u00e2nea impulsiona produtividade da soja em MS"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<br \/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agromt.news\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Irrigacao-subterranea-impulsiona-produtividade-da-soja-em-MS.png\" \/><\/p>\n<div>\n<p>O time do <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=PYeRw7NWyfc\">Soja Brasil<\/a> chegou ao Mato Grosso do Sul e, em sua passagem pelo munic\u00edpio de Douradina, no sudoeste do estado, encontrou uma solu\u00e7\u00e3o inovadora para combater os efeitos das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas: a irriga\u00e7\u00e3o subterr\u00e2nea. Em resposta \u00e0s <a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/?s=estiagem\">adversidades<\/a>, que englobam longos per\u00edodos de seca e prejudicam a produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola, os produtores locais t\u00eam adotado essa tecnologia como uma estrat\u00e9gia para garantir a produtividade das lavouras.<\/p>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong><em>Fique por dentro das novidades e not\u00edcias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade atrav\u00e9s do\u00a0<a href=\"https:\/\/chat.whatsapp.com\/BmMRwA0TZ2DHGyhzoaVEWu\">link<\/a>! \ud83c\udf31<\/em><\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p>Em uma \u00e1rea caracterizada pela instabilidade clim\u00e1tica, com varia\u00e7\u00f5es cada vez mais intensas, a seca prolongada se tornou um grande desafio. Per\u00edodos de estiagem que antes duravam cerca de 10 dias agora podem se estender por at\u00e9 80 dias consecutivos, trazendo preju\u00edzos significativos \u00e0s lavouras. Para enfrentar esse cen\u00e1rio, uma alternativa tecnol\u00f3gica tem ganhado espa\u00e7o: a irriga\u00e7\u00e3o subterr\u00e2nea.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>A t\u00e9cnica utiliza tubos com pequenos emissores enterrados entre 20 e 25 cent\u00edmetros de profundidade, com espa\u00e7amento ajustado conforme o tipo de solo. A \u00e1gua \u00e9 aplicada diretamente nas ra\u00edzes, de forma lenta e precisa, maximizando o aproveitamento e reduzindo as perdas. O sistema tamb\u00e9m permite a fertirriga\u00e7\u00e3o, com libera\u00e7\u00e3o simult\u00e2nea de nutrientes ao longo do ciclo da cultura.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-beneficios-para-os-produtores-de-soja\">Benef\u00edcios para os produtores de soja<\/h2>\n<p>Mesmo exigindo um investimento inicial mais elevado, os benef\u00edcios compensam: em per\u00edodos cr\u00edticos de estiagem, a ado\u00e7\u00e3o da irriga\u00e7\u00e3o subterr\u00e2nea pode evitar perdas de at\u00e9 90% na produ\u00e7\u00e3o. A opera\u00e7\u00e3o com baixa press\u00e3o reduz o consumo de energia, mas o sistema requer equipamentos mais sofisticados, filtros eficientes e manuten\u00e7\u00e3o frequente. Em m\u00e9dia, cada hectare conta com cerca de 10 mil metros de tubula\u00e7\u00e3o instalada.<\/p>\n<p>Antes de sua implementa\u00e7\u00e3o, \u00e9 essencial realizar estudos t\u00e9cnicos para avaliar o solo e as necessidades h\u00eddricas das plantas. A profundidade, o espa\u00e7amento dos tubos e o controle da press\u00e3o precisam ser cuidadosamente planejados. Al\u00e9m disso, \u00e9 necess\u00e1rio seguir a legisla\u00e7\u00e3o, que exige outorga para uso da \u00e1gua e licenciamento ambiental. Com os devidos cuidados, o sistema pode operar de forma eficiente por mais de 20 anos.<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/agricultura\/projeto-soja-brasil\/irrigacao-subterranea-impulsiona-produtividade-da-soja-em-ms\/\">Source link <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O time do Soja Brasil chegou ao Mato Grosso do Sul e, em sua passagem pelo munic\u00edpio de Douradina, no<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":12871,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-12870","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-news"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/12870"}],"collection":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=12870"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/12870\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/12871"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=12870"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=12870"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=12870"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}