{"id":12736,"date":"2025-04-22T18:49:06","date_gmt":"2025-04-22T22:49:06","guid":{"rendered":"https:\/\/agromt.news\/?p=12736"},"modified":"2025-04-22T18:49:06","modified_gmt":"2025-04-22T22:49:06","slug":"chile-passara-a-comprar-carne-suina-do-parana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agromt.news\/?p=12736","title":{"rendered":"Chile passar\u00e1 a comprar carne su\u00edna do Paran\u00e1"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p>O Chile reconheceu o Paran\u00e1 como zona livre de febre aftosa sem vacina\u00e7\u00e3o, o que significa a autoriza\u00e7\u00e3o para importar carne su\u00edna de produtores do estado. <\/p>\n<p>O an\u00fancio oficial deve ser feito entre esta ter\u00e7a-feira (22) e amanh\u00e3 (23), no \u00e2mbito da visita da comitiva do presidente chileno Gabriel Boric ao Brasil. A decis\u00e3o foi antecipada pelo ministro da Agricultura chileno, Esteban Valenzuela.<\/p>\n<p>\u201cReconhecemos que o Paran\u00e1 est\u00e1 livre de febre aftosa e, portanto, poderemos receber carnes deste estado muito importante do sul do Brasil\u201d, anunciou, nas redes sociais.<\/p>\n<p>De acordo com o ministro chileno, a iniciativa \u00e9 parte dos esfor\u00e7os para refor\u00e7ar as rela\u00e7\u00f5es comerciais entre os dois pa\u00edses, fortalecendo o com\u00e9rcio de produtos agropecu\u00e1rios. <\/p>\n<p>Ele informou ainda que as autoridades chilenas seguem negociando a compra de carne com representantes de outras unidades federativas brasileiras que atendam \u00e0s exig\u00eancias fitossanit\u00e1rias impostas pelo Servi\u00e7o Agr\u00edcola e Pecu\u00e1rio (SAG) do Chile.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-demanda-antiga\">Demanda antiga<\/h2>\n<p>O reconhecimento chileno \u00e9 uma demanda antiga dos frigor\u00edficos paranaenses, conforme o secret\u00e1rio de Com\u00e9rcio e Rela\u00e7\u00f5es Internacionais do Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Brasil, Luis Rua.<\/p>\n<p>\u201cEste \u00e9 um pleito muito antigo do estado [Paran\u00e1] [\u2026] e, logo, logo, as empresas paranaenses dever\u00e3o estar exportando carne su\u00edna para o Chile\u201d, comentou Rua, classificando como \u201cmuito importante\u201d o an\u00fancio.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>Em 2024, o estado foi o terceiro maior exportador de carne su\u00edna entre as unidades federativas livre de aftosa.<\/p>\n<p>De acordo com a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Prote\u00edna Animal (ABPA), no ano passado, as exporta\u00e7\u00f5es de carne su\u00edna (considerando produtos in natura e processados) totalizaram 1,352 milh\u00e3o de toneladas. O resultado, 10% superior ao de 2023, estabeleceu um novo recorde para o setor, que obteve cerca de US$ 3,03 bilh\u00f5es com as vendas externas.<\/p>\n<p>Do volume total de carne su\u00edna exportada, o Paran\u00e1 respondeu com 185,5 mil toneladas, ficando atr\u00e1s apenas de Santa Catarina (730,7 mil toneladas) e Rio Grande do Sul (289,9 mil toneladas).<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-mel-chileno\">Mel chileno<\/h2>\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" alt=\"concha com mel\" class=\"wp-image-4063491\"  data-lazy- src=\"https:\/\/agromt.news\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/Certificacao-de-mel-de-abelhas-sem-ferrao-tem-protocolo-desenvolvido.jpeg\"\/><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/agromt.news\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/Certificacao-de-mel-de-abelhas-sem-ferrao-tem-protocolo-desenvolvido.jpeg\" alt=\"concha com mel\" class=\"wp-image-4063491\"  \/><\/figure>\n<p>Em contrapartida \u00e0 decis\u00e3o do Chile, o Brasil abriu seu mercado para compra de mel chileno.<\/p>\n<p>\u201cH\u00e1 uma grande not\u00edcia para nosso [chileno] setor ap\u00edcola. O Brasil decidiu autorizar o ingresso [em territ\u00f3rio brasileiro] de nossas exporta\u00e7\u00f5es de mel\u201d, acrescentou Esteban Valenzuela.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-febre-aftosa\">Febre aftosa<\/h2>\n<p>Desde 2021, a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade Animal (Omsa), principal autoridade mundial em sa\u00fade animal, reconhece o Paran\u00e1 como um dos estados brasileiros livre de febre aftosa sem vacina\u00e7\u00e3o, ao lado de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Acre, Rond\u00f4nia e partes do Amazonas e do Mato Grosso. <\/p>\n<p>Na ocasi\u00e3o, a Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura do Estado do Paran\u00e1 (Faep) celebrou o fato apontando que o reconhecimento internacional \u201ccoloca o Paran\u00e1 em um outro patamar, permitindo-o acessar mercados que pagam mais pelos produtos com essa chancela de qualidade.\u201d<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, em maio de 2024, ap\u00f3s o fim da \u00faltima campanha nacional de imuniza\u00e7\u00e3o, o governo brasileiro anunciou que todo o rebanho nacional est\u00e1 livre da doen\u00e7a.<\/p>\n<p>A autodeclara\u00e7\u00e3o nacional \u00e9 uma etapa necess\u00e1ria para que a Omsa reconhe\u00e7a o status sanit\u00e1rio de livre de febre aftosa sem vacina\u00e7\u00e3o ao restante do territ\u00f3rio brasileiro.<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/nacional\/chile-passara-a-comprar-carne-suina-do-parana\/\">Source link <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Chile reconheceu o Paran\u00e1 como zona livre de febre aftosa sem vacina\u00e7\u00e3o, o que significa a autoriza\u00e7\u00e3o para importar<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":12737,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-12736","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-news"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/12736"}],"collection":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=12736"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/12736\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/12737"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=12736"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=12736"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=12736"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}