{"id":12720,"date":"2025-04-22T15:18:05","date_gmt":"2025-04-22T19:18:05","guid":{"rendered":"https:\/\/agromt.news\/?p=12720"},"modified":"2025-04-22T15:18:05","modified_gmt":"2025-04-22T19:18:05","slug":"porto-de-paranagua-90-anos-podem-produzir-que-nos-entregamos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agromt.news\/?p=12720","title":{"rendered":"Porto de Paranagu\u00e1 90 anos. Podem produzir, que n\u00f3s entregamos"},"content":{"rendered":"<p> <br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p>N\u00e3o basta produzir! \u00c9 preciso entregar. \u00c9 preciso ser sustent\u00e1vel, de ponta a ponta da cadeia, com intelig\u00eancia, tecnologia e inova\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Com uma atividade prim\u00e1ria e industrial diversificada, o <strong><a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/nacional\/parana\/\">Paran\u00e1 <\/a><\/strong>\u00e9 um dos maiores produtores de alimentos do mundo. Somos o estado com o maior parque agroindustrial do pa\u00eds e destaque no setor metalmec\u00e2nico, com diversas f\u00e1bricas de ve\u00edculos automotores e m\u00e1quinas agr\u00edcolas. O Paran\u00e1 \u00e9 refer\u00eancia agroflorestal e ocupa a segunda coloca\u00e7\u00e3o na extra\u00e7\u00e3o de celulose e fabrica\u00e7\u00e3o de papel. Al\u00e9m disso, possui a maior \u00e1rea cultivada de cana-de-a\u00e7\u00facar do Sul do Brasil, sendo um dos mais importantes estados do setor sucroalcooleiro, que produz a\u00e7\u00facar e etanol.\u00a0Grande parte de toda essa riqueza \u00e9 exportada pelo Porto de Paranagu\u00e1.<\/p>\n<p>Entre outros destaques, somos o maior exportador de prote\u00edna animal do Brasil e o maior porto exportador de carne de frango do mundo. Nossos terminais tamb\u00e9m s\u00e3o a principal porta de entrada de fertilizantes do pa\u00eds.<\/p>\n<p>No Paran\u00e1 produzimos comida, energia e bens dur\u00e1veis e intermedi\u00e1rios que atendem n\u00e3o somente o mercado interno, mas tamb\u00e9m diversos pa\u00edses mundo afora. A depender do produto e do n\u00edvel de industrializa\u00e7\u00e3o, chegamos a exportar mais da metade do que produzimos. Isso n\u00e3o seria poss\u00edvel sem uma estrutura log\u00edstica minimamente adequada, capaz de dar vaz\u00e3o a essa produ\u00e7\u00e3o voltada \u00e0 exporta\u00e7\u00e3o, que hoje sai dos quatro cantos do estado para os quatro cantos do mundo, por Paranagu\u00e1.<\/p>\n<p>Ao completar 90 anos de opera\u00e7\u00e3o, o Porto de Paranagu\u00e1, administrado pela Portos do Paran\u00e1, empresa eleita por cinco vezes consecutivas \u201cMelhores Portos do Brasil\u201d, est\u00e1 sendo preparado para celebrar o seu centen\u00e1rio. S\u00e3o bilh\u00f5es de reais em investimentos no porto do futuro, com recursos aplicados em\u00a0infraestrutura e tecnologia. Somente no \u201cMoeg\u00e3o\u201d, maior obra portu\u00e1ria do Brasil, que vai incrementar o acesso ao porto pelo modal ferrovi\u00e1rio, est\u00e3o sendo investidos mais de R$ 600 milh\u00f5es.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>Ampliar a capacidade, modernizar estruturas e os modelos de contratos, sempre com o interesse p\u00fablico \u00e0 frente, s\u00e3o objetivos claros que buscam tornar o estado mais forte, com uma economia e um setor produtivo mais eficientes e competitivos. Paranagu\u00e1 \u00e9 um porto em franca expans\u00e3o, com potencial de crescimento a partir de um planejamento estrat\u00e9gico de longo prazo para evitar gargalos e enfrentar os novos desafios que est\u00e3o por vir.\u00a0Um\u00a0ambiente onde gest\u00e3o e governan\u00e7a s\u00e3o determinantes n\u00e3o como op\u00e7\u00e3o, mas como condi\u00e7\u00e3o \u00e0 administra\u00e7\u00e3o portu\u00e1ria.<\/p>\n<p>Nesse sentido, vale destacar a concess\u00e3o do canal de acesso. Inova\u00e7\u00e3o e protagonismo que, assim como no \u201cMoeg\u00e3o\u201d, v\u00eam para garantir maior atratividade ao terminal, proporcionar mais seguran\u00e7a e reduzir custos, do campo \u00e0 mesa, da produ\u00e7\u00e3o ao consumo, gerando riquezas e dividendos ao estado e \u00e0 sua economia. Tamb\u00e9m est\u00e1 em curso a regulariza\u00e7\u00e3o de \u00e1reas prec\u00e1rias, com novos arrendamentos por meio de leil\u00f5es, que convertem contratos antigos e nocivos em \u00e1reas de excel\u00eancia, modernas e funcionais, conferindo ao Porto de Paranagu\u00e1 o posto de ser o primeiro, em todo o Brasil, a ter 100% de suas \u00e1reas regularizadas para explora\u00e7\u00e3o comercial pela iniciativa privada.<\/p>\n<p>H\u00e1 ainda o investimento que ultrapassa os R$ 2,2 bilh\u00f5es para a constru\u00e7\u00e3o do ousado p\u00eder em \u201cT\u201d, que ampliar\u00e1 a capacidade de atracamento e abrir\u00e1 o porto para diversificar ainda mais seu portf\u00f3lio de opera\u00e7\u00e3o. Estamos falando de um ativo \u00fanico, um diferencial competitivo do Paran\u00e1 e do Brasil frente a uma das principais vari\u00e1veis de qualquer atividade econ\u00f4mica: a log\u00edstica. A estrutura vai carregar 4 navios de grande porte simultaneamente. Cada embarca\u00e7\u00e3o vai receber 8 mil toneladas de gr\u00e3os vegetais a cada hora. Hoje, a capacidade \u00e9 de 3 mil toneladas hora.\u00a0\u00a0<\/p>\n<p>Atualmente, a Portos do Paran\u00e1 tem um fluxo comercial de exporta\u00e7\u00e3o e importa\u00e7\u00e3o com mais de 170 pa\u00edses. De 2019 a 2024, o volume movimentado\u00a0nos portos do Paran\u00e1 cresceu 25%, um \u00edndice que sofreu influ\u00eancia direta de outro aumento: o da produ\u00e7\u00e3o nacional de gr\u00e3os vegetais, que, no mesmo per\u00edodo, cresceu 16%.<\/p>\n<p>Ainda na inten\u00e7\u00e3o de dimensionar nossa performance, Paranagu\u00e1 possui pouco mais de 5 quil\u00f4metros de cais, um quarto do tamanho do Porto de Santos, considerado o maior do Brasil e da Am\u00e9rica Latina. Mesmo com dimens\u00e3o menor, Paranagu\u00e1 movimentou, em 2024, mais de 66 milh\u00f5es de toneladas, o equivalente a 35% do total registrado pelo porto paulista no mesmo per\u00edodo, com 180 milh\u00f5es de toneladas.<\/p>\n<p>Nunca estaremos prontos, mas sempre estaremos em obras. Assim, podem produzir, que n\u00f3s entregamos, seja onde for, seja para quem for.\u00a0E que venham os 100 anos! Porque n\u00f3s, o Porto de Paranagu\u00e1 e o Paran\u00e1, estamos preparados.<\/p>\n<div class=\"wp-block-media-text is-stacked-on-mobile\">\n<figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"546\" height=\"670\" alt=\"\" class=\"wp-image-4097552 size-full\"  data-lazy- src=\"https:\/\/agromt.news\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Porto-de-Paranagua-90-anos-Podem-produzir-que-nos-entregamos.jpg\"\/><img decoding=\"async\" width=\"546\" height=\"670\" src=\"https:\/\/agromt.news\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Porto-de-Paranagua-90-anos-Podem-produzir-que-nos-entregamos.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4097552 size-full\"  \/><\/figure>\n<div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p><em>*<strong>Luiz Fernando Garcia<\/strong> \u00e9 diretor-presidente da Portos do Paran\u00e1 e presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira das Entidades Portu\u00e1rias e Hidrovi\u00e1rias (ABEPH)<\/em><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n<p><em>O\u00a0<strong>Canal Rural<\/strong>\u00a0n\u00e3o se responsabiliza pelas opini\u00f5es e conceitos emitidos nos textos desta sess\u00e3o, sendo os conte\u00fados de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequa\u00e7\u00e3o \u00e0s normas de publica\u00e7\u00e3o<\/em><\/p>\n<\/p><\/div>\n<p><br \/>\n<br \/><a href=\"https:\/\/www.canalrural.com.br\/opiniao-noticias\/porto-de-paranagua-90-anos-podem-produzir-que-nos-entregamos\/\">Source link <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N\u00e3o basta produzir! \u00c9 preciso entregar. \u00c9 preciso ser sustent\u00e1vel, de ponta a ponta da cadeia, com intelig\u00eancia, tecnologia e<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":12721,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-12720","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-news"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/12720"}],"collection":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=12720"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/12720\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/12721"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=12720"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=12720"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agromt.news\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=12720"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}