domingo, maio 24, 2026

Agro

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Tempo favorece trabalho nas lavouras de soja em parte do Brasil; saiba onde



Esta semana é decisiva para os produtores de soja, pois há a oportunidade para finalizar as operações em campo no Sudeste e Centro-Oeste, já que o tempo deve permanecer firme nessas áreas. A exceção é o centro-norte do Mato Grosso, onde há previsão de chuvas fracas, com acumulados que não devem ultrapassar os 20 milímetros em cinco dias, o que não deve causar grandes impactos nas atividades agrícolas.

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Por outro lado, a atenção redobrada fica por conta do Rio Grande do Sul e de Roraima, que devem enfrentar chuvas mais volumosas, com acumulados superiores a 100 e até 150 milímetros em alguns pontos, também no intervalo de cinco dias. Essas condições podem prejudicar os trabalhos em campo, especialmente na região de Dom Pedrito e no centro-sul gaúcho. Além do grande volume de água, essas chuvas podem vir acompanhadas de granizo e rajadas de vento que ultrapassam os 100 quilômetros por hora.

O tempo nas lavouras de soja no Norte

No Norte do país, a chuva avança sobre o Pará, colaborando para manter uma boa umidade do solo, o que beneficia o desenvolvimento das lavouras. Já no interior da região conhecida como Matopiba, o tempo úmido deve se concentrar no norte do Tocantins e no centro-norte do Maranhão, o que também ajuda a manter o bom ritmo das operações agrícolas por ali.

Além da distribuição irregular das chuvas, o calor e a baixa umidade do ar serão marcantes nesta semana, especialmente nas regiões do interior. As temperaturas máximas devem alcançar entre 33 e 36 graus Celsius, enquanto a umidade relativa do ar pode cair para 30%. Por isso, é essencial que o produtor tome os devidos cuidados com a hidratação durante os trabalhos em campo, para evitar riscos à saúde.

Baixas temperaturas

As temperaturas mínimas, especialmente no Sudeste e Sul, devem girar em torno de 15 graus, sem risco de geada nas áreas produtoras de milho da segunda safra. No entanto, a partir da próxima semana, entre os dias 11 e 15 de maio, o frio volta a ganhar força na região Sul. As mínimas nas áreas de baixada devem cair para abaixo de 10 graus, mas o risco de geada nesse período estará limitado às regiões da Serra Gaúcha e da Serra Catarinense.

A tendência geral é de que o frio perca força ao longo desta semana nas lavouras de soja, com tempo seco predominando em grande parte do país, o que favorece o avanço das operações agrícolas. Ainda assim, é fundamental acompanhar as atualizações meteorológicas, especialmente nas áreas com previsão de chuva intensa, para evitar prejuízos e garantir a segurança no campo.



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AgroNewsPolítica & Agro

Mercado do boi gordo inicia maio com cotações estáveis



Mercado do boi gordo começou o mês de maio com poucas negociações




Foto: Sheila Flores

Segundo o informativo “Tem Boi na Linha” divulgado pela Scot Consultorias na sexta-feira (02), o mercado do boi gordo começou o mês de maio com poucas negociações e indústrias ausentes das compras após o feriado, mantendo as cotações estáveis na maior parte das regiões, segundo informações do setor.

Na Bahia, os preços permaneceram sem alterações nas regiões Sul e Oeste do estado. No Pará, o cenário foi misto. Em Marabá, o boi gordo registrou queda de R$2 por arroba, enquanto os preços da vaca e da novilha seguiram estáveis. Em Redenção, o boi gordo manteve o valor do dia anterior, mas houve recuo de R$2 por arroba para a vaca e a novilha. O “boi China” também apresentou redução de R$2 por arroba na mesma região. Em Paragominas, as cotações permaneceram inalteradas.

O mercado futuro também encerrou o mês com estabilidade. No último dia útil de abril, ocorreu a liquidação do contrato futuro do boi gordo na B3, com o código BGIJ25. A cotação da arroba no vencimento ficou em R$322,26, segundo o indicador da B3. Já o indicador do Cepea apontou valor de R$322,54 por arroba.

“Após o feriado, o mercado iniciou maio com ritmo lento, refletindo a menor atuação das indústrias nas compras”, avaliou um analista de mercado.





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Missão do Brasil em Angola mira investimentos no agro e transferência tecnológica



O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) organizou uma missão de negócios para levar produtores e empresários rurais do Brasil para Angola, na África.

O grupo de cerca de 30 pessoas, liderado pelo próprio ministro Carlos Fávaro, está no país de língua portuguesa para conhecer o potencial local na produção de alimentos e prospectar áreas para investimento de brasileiros.

“Estamos aqui na segunda visita a Angola em cinco meses buscando reverter o tempo perdido. Entendemos que há oportunidades recíprocas para os dois países. O Brasil tem semelhanças de clima, terra, água e de oportunidades na agricultura tropical. O Brasil que também já foi um grande importador de alimentos e conseguiu, através da Embrapa, principalmente, da pesquisa, desenvolver sua agropecuária forte, pujante e hoje com excedentes a ser exportados pode e quer ajudar a Angola a atingir esse patamar”, disse o chefe da pasta.

“Angola vive um momento de grande transformação e aposta na diversificação de sua economia, tenho a agricultura e a agroindústria como pilares desse processo”, complementou o secretário de Estado de Agricultura e Pecuária, Castro Paulino Camarada.

A missão brasileira em Angola começou pela capital Luanda, e segue ao longo da semana com visitas a propriedades com potencial para investimentos em áreas das províncias de Malanje e de Cuenza Norte, para depois retornar a Luanda.

“Nós estamos chegando hoje e vamos andar para conhecer as áreas produtivas, e analisar a disponibilidade de crédito, estradas, armazéns, quer dizer, para produzir grão precisa de um monte de coisas. Já existe agricultura aqui, já estamos sabendo, mas temos que acabar conhecendo um pouquinho mais a fundo e saber o que pode ser feito. Mas com certeza existe jeito para tudo”, ressaltou o produtor e distribuidor de insumos em Lucas do Rio Verde (MT), Carlos Simon.

A primeira visita dos brasileiros ao país africano foi ao porto da capital, por onde passam 80% de todas as exportações e importações de Angola. Ali, eles conheceram o moinho de trigo que faz parte de um dos principais grupos da cadeia do agro do país africano, que procura parceiros para ampliar as operações com trigo, feijão e arroz, entre outras culturas.

Embrapa na África

Um dos pontos chaves entre os acordos assinados entre Brasil e Angola é a transferência tecnológica. No encontro, o ministro Carlos Fávaro anunciou que, nos próximos meses, Angola poderá contar com a presença efetiva da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

“Para que Angola dê esse passo importante, superamos as burocracias e os pesquisadores da Embrapa poderão estar aqui, auxiliando e transferindo tecnologia”, finalizou.

*O jornalista viajou a convite da missão brasileira, organizada pelo Mapa



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Com cascos na terra, 1ª Cavalgada do Zé Mineiro resgata a alma tropeira do Brasil



Nos tempos antigos, eram os tropeiros que rasgavam caminhos por esse Brasil afora, levando gado, mantimentos e cultura por rotas que hoje ajudam a contar a história do nosso país. Num Brasil que avança com pressa, ainda há quem caminhe no compasso da poeira e dos cascos.

Em Aruanã (GO), no coração do Araguaia, um grupo de cavaleiros apaixonados por mulas e burros reviveu o tempo dos tropeiros em uma cavalgada de 15 quilômetros pela memória, pela amizade e pela alma da terra: a 1ª Cavalgada do Zé Mineiro — uma festa de tradição, fé e reencontros.

O repórter do Canal Rural Mato Grosso, Pedro Silvestre, esteve em Goiás e acompanhou o evento.

https://www.youtube.com/watch?v=gD2z4nvXh98

Logo ao amanhecer, na Fazenda Santa Luzia, o ranger das selas avisava que o dia começava cedo. Enquanto o sol ainda cochilava atrás da serra, a peonada preparava a tropa com zelo e cuidado. Entre o café quente e a prosa solta, cada detalhe era um aceno à vida simples do campo. A tropa, feita majoritariamente de burros e mulas, era enfeitada com orgulho.

Para Carlos Lopes Rodrigues, tropeiro experiente fazenda, “a tropa foi o barco do Brasil. Carregava café, arroz, gado. Mais de 30 anos puxando boi e nunca mais larguei”. A cavalgada também se tornou espaço de valorização genética dos muares. “Estamos fazendo embriões de éguas quarto de milha com jumentos para produzir muares mais robustos, com casco forte e mais resistência”, explica Weliton dos Santos, gerente da fazenda.

Durante o percurso, a caravana avançava como se o tempo parasse, cortando os campos sob o olhar sereno do Rio Araguaia. Homens, mulheres e crianças — cerca de cem cavaleiros —, ao som dos cascos e do velho carro de boi, homenageavam o tropeirismo em uma verdadeira viagem no tempo.

A cavalgada também foi um tributo a José Batista Sobrinho, o Zé Mineiro, referência do agronegócio nacional. Sua paixão pela lida com os muares começou ainda na infância e é lembrada com orgulho.

O legado se espalha pelos filhos, netos e bisnetos. “Desde pequenos, fomos criados no campo. Meu pai liderou sempre com o exemplo”, disse Wesley Batista. Para Joesley Batista, “é um privilégio conviver com ele e manter viva a cultura que ele construiu”.

O encerramento foi marcado por um almoço típico, moda de viola e um clima de gratidão. “São tradições que só sobrevivem se forem ensinadas no dia a dia”, afirmou o jovem José Batista Neto, neto de Zé Mineiro.

A data escolhida, 2 de maio, foi ainda mais simbólica: aniversário de casamento de Zé Mineiro e Flora Mendonça Batista, que celebraram 66 anos de união. “Foi uma surpresa linda. Não esperava…”, disse Dona Flora, emocionada.

No compasso das mulas, com cheiro de terra e som de berrante, a cavalgada provou que, no coração do Brasil, as raízes da cultura tropeira seguem firmes — como os passos de quem ainda acredita na força da tradição.



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Operação da PF apura fraudes no INSS; entidades do agro são investigadas



Uma operação deflagrada pela Polícia Federal em parceria com a Controladoria-Geral da União (CGU) está investigando um esquema de fraudes que teria desviado cerca de R$ 6,3 bilhões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Batizada de Operação Sem Desconto, a ação foi iniciada no último dia 23 de abril e apura a participação de 11 entidades, entre sindicatos, associações e confederações — incluindo organizações ligadas ao setor agropecuário.

Entre as instituições mencionadas estão a Confederação Nacional dos Agricultores Familiares Rurais (Conafer) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais, Agricultores e Agricultoras Familiares (Contag). Ambas se manifestaram por meio de nota oficial. A Conafer disse estar surpresa com a inclusão no processo e afirmou estar à disposição das autoridades. Já a Contag declarou que sempre atuou com ética e responsabilidade, reafirmando seu compromisso com a legalidade.

Os detalhes revelados até o momento apontam para irregularidades grave no INSS: filiações fraudulentas de até 100 pessoas por hora, uso de assinaturas falsas, desvio de benefícios de pessoas com deficiência e analfabetos, além da aquisição de imóveis de alto valor com recursos supostamente desviados — incluindo 16 salas comerciais compradas por R$ 5 milhões em São Bernardo do Campo (SP), atribuídas à Contag, revelou o jornalista do Canal Rural, Ricardo Araújo, na edição desta segunda-feira (5) do Mercado & Companhia.

A classe política reagiu fortemente. Deputados e senadores da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) cobraram investigação rigorosa e punição exemplar aos responsáveis. A senadora Tereza Cristina (PP-MS) classificou o caso como “um escândalo” e defendeu punições a quem estiver tirando recursos “dos aposentados, das pessoas idosas e vulneráveis”. Já o deputado Alceu Moreira (MDB-RS) afirmou que esse tipo de esquema “parece estar no DNA” de governos petistas, citando outros casos de corrupção em estatais e fundos públicos.

O novo presidente do INSS confirmou que o processo de ressarcimento dos benefícios a aposentados e pensionistas lesados deve começar já na próxima semana.

As investigações seguem sem prazo para encerramento, e novas informações devem surgir nos próximos dias, conforme o avanço da apuração.



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Fazenda Modelo capacita jovens e ajuda instituições sociais


Produtores rurais e parceiros em Barreiras, no Oeste da Bahia, financiam um projeto que capacita jovens aprendizes como supervisores agrícolas. Com técnicas aplicadas no campo, os participantes produzem alimentos que são doados a instituições sociais da região.

Entre os produtos cultivados estão hortaliças, mandioca e batata-doce. Todo o alimento colhido é destinado a pessoas em situação de vulnerabilidade.

Na Fazenda Modelo Paulo Mizote, onde são produzidas mais de 10 culturas, idosos como Enedina e Almendes, de 70 e 73 anos, assistidos pelo Abrigo São João Batista, conheceram de perto a origem dos alimentos que consomem.

Segundo Diana Lúcia Oliveira, coordenadora do abrigo, que depende exclusivamente de doações, os alimentos recebidos são fundamentais para garantir a alimentação dos 28 assistidos.

“Eu costumo dizer que quando a gente chega com uma verdura fresquinha, é como se chegasse vida. Porque nós, se não tivéssemos aqui de doação, a gente precisa comprar e esse recurso financeiro para nós é difícil.” conta, Diana.

Mantida por produtores, Fazenda Modelo capacita jovens e ajuda instituições beneficentesMantida por produtores, Fazenda Modelo capacita jovens e ajuda instituições beneficentes
Sr. Almendes, Diana Lúcia, coordenadora do abrigo, Sra. Enedina e João Vitor, gerente da fazenda | Imagem: Felipe Carvalho/ Canal Rural Bahia

Solidariedade no campo

De acordo com João Vitor Saraiva, gerente da Fazenda Modelo, 124 jovens estão contratados para a capacitação técnica. O projeto, liderado pela Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), conta com a parceria do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), do Sindicato dos Produtores Rurais de Barreiras (SPRB) e da Prefeitura Municipal de Barreiras.

“O jovem aprendiz contribui desde o plantio até a colheita desses suprimentos para as instituições. É gratificante, porque conseguimos ver um retorno de gratidão, de amor, de carinho”, afirma o gerente.

A produção também abastece o Hospital do Oeste e beneficia crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade atendidos pelo Projeto Cata Vento.

Danilo Grindatto, recebe os alimentos doados pela Fazenda Modelo para o Projeto Cata Vento, em Barreiras (BA)Danilo Grindatto, recebe os alimentos doados pela Fazenda Modelo para o Projeto Cata Vento, em Barreiras (BA)
Danilo Grindatto, coordenador operacional do Projeto Cata Vento | Imagem: Felipe Carvalho/ Canal Rural Bahia

Para Danilo Grindatto, coordenador operacional do Projeto Cata Vento, a doação é essencial para as 473 crianças e adolescentes de 6 a 16 anos atendidos pela entidade.

“É muito importante porque nos oferece verduras e hortaliças de ótima qualidade. Agradeço de verdade a esse projeto, porque está ajudando de forma exemplar. Muita gente deveria fazer o mesmo”, ressalta Grindatto.

A iniciativa não apenas forma supervisores agrícolas, mas também cidadãos solidários, conscientes da grandeza de produzir para alimentar.

“Sempre digo a eles, todas as vezes que venho aqui: isso que vocês estão fazendo é muito mais do que apenas aprender a plantar e colher”, reforça Diana Lúcia Oliveira, coordenadora do abrigo.

Ana Beatriz, jovem aprendiz da Fazenda Modelo Paulo Mizote em Barreiras, no Oeste da BahiaAna Beatriz, jovem aprendiz da Fazenda Modelo Paulo Mizote em Barreiras, no Oeste da Bahia
Ana Beatriz, jovem aprendiz da Fazenda Modelo Paulo Mizote | Imagem: Felipe Carvalho/ Canal Rural Bahia

Ana Beatriz Nascimento, jovem aprendiz de 19 anos, conta que encontrou na experiência na fazenda o que esperava.

“Acho maravilhoso, porque a gente vê que muita gente precisa. Fazer esse trabalho, colher e entregar para essas pessoas, saber que elas vão receber, é um prazer nosso. A gente fica feliz por elas”, conclui a jovem.


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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Trump estende prazo de venda do TikTok em 75 dias


Logotipo Reuters

 

Por David Shepardson e Dawn Chmielewski

WASHINGTON (Reuters) – O presidente dos Estados Unidos Donald Trump prorrogou por 75 dias o prazo para que a empresa chinesa de tecnologia ByteDance venda os ativos norte-americanos do popular aplicativo de vídeos curtos TikTok a um comprador não chinês, para evitar ser submetida a uma proibição que deveria entrar em vigor em janeiro, de acordo com uma lei de 2024.

“O acordo requer mais trabalho para garantir que todas as aprovações necessárias sejam assinadas”, disse Trump nesta sexta-feira, explicando por que está estendendo o prazo estabelecido por ele em janeiro e que deveria expirar no sábado. “Esperamos continuar trabalhando de boa fé com a China, que, pelo que sei, não está muito feliz com nossas tarifas recíprocas.”

A China agora enfrenta uma tarifa de 54% sobre os produtos importados pelos Estados Unidos. Trump disse que estaria disposto a reduzir as tarifas sobre a China para conseguir um acordo com a ByteDance.

Trump afirmou que seu governo esta em contato com quatro grupos diferentes sobre um possível acordo com a TikTok. Ele não os identificou.

“Não queremos que o TikTok ‘fique no escuro'”, acrescentou Trump.

As negociações lideradas pela Casa Branca sobre o futuro do TikTok, usado por cerca de metade dos norte-americanos, estão se unindo em torno de um plano para que os maiores investidores não chineses da empresa controladora ByteDance aumentem suas participações e adquiram as operações do aplicativo nos EUA, informou a Reuters.

O plano envolve a criação de uma entidade norte-americana para o TikTok e a diluição da participação chinesa no novo negócio para abaixo do limite de 20% estabelecido pela legislação norte-americana, salvando o aplicativo de uma iminente proibição nos EUA, disseram fontes à Reuters.

O Susquehanna International Group, de Jeff Yass, e a General Atlantic, de Bill Ford, ambos representados no conselho da ByteDance, estão liderando as discussões com a Casa Branca, informou a Reuters.

O Walmart também está considerando juntar-se a um grupo de investidores em um acordo para o TikTok, disse um repórter da ABC News na mídia social. O grande varejista, que havia manifestado interesse em investir no TikTok em 2020, não respondeu imediatamente a um pedido de comentário da Reuters.

O maior obstáculo a qualquer acordo para os negócios do TikTok nos EUA é a aprovação do governo chinês. Até agora, Pequim não se comprometeu publicamente a permitir uma venda.

O TikTok não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.

(Reportagem de David Shepardson e Dawn Chmielewski)





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Pavilhão da Agricultura Familiar na Agrishow gera R$ 2,5 milhões de faturamento


A maior feira agro da América Latina, a Agrishow, realizada em São Paulo, chegou à edição de número 30 com cerca de 200 mil visitantes e registro de R$ 14,6 bilhões em intenções de negócios, crescimento financeiro de 7% em relação ao ano anterior.

Entre as atrações do evento, o Pavilhão da Agricultura Familiar atraiu mais de 25 mil pessoas e rendeu aproximadamente R$ 2,5 milhões em faturamento, conforme levantamento da Secretaria Estadual de Agricultura de São Paulo, organizadora do espaço dedicado à produção artesanal.

“A área destinada a produtores artesanais só comprova que o pequeno empreendedor tem espaço em qualquer lugar, só precisa de apoio e oportunidade, como foi feito aqui, na Agrishow”, destacou o secretário de Agricultura do estado, Guilherme Piai.

Diversidade paulista na Agrishow

produtor pavilhão agrishowprodutor pavilhão agrishow

O espaço contou com 94 estandes e mais de 120 produtores de diversas regiões de São Paulo e ofereceu aos visitantes a oportunidade de conhecer a diversidade dos produtos artesanais de São Paulo.

O espaço ainda foi cenário para a entrega do Sisp Artesanal de número 175, que amplia a competividade da produção artesanal paulista, com abertura de mercados e retirada dos produtores da informalidade.

“Essa união de esforços não apenas fortalece o mercado interno, mas também projeta o agronegócio de São Paulo como referência de qualidade e inovação no cenário nacional”, destacou o produtor da Prelúdio Charcutaria, em Santo André, Lúcio Paulo Ribeiro da Silva.

A Secretaria de Agricultura realizou, em 2024, obras de melhoria e ampliação no pavilhão da Agricultura Familiar. Para o subsecretário de Agricultura, Orlando Melo de Castro, os investimentos no espaço resultam no aumento participativo de produtores.

“O pavilhão foi muito bem visitado, a estrutura melhorou muito, com colocação de piso de concreto, banheiro próprio para os produtores. Nós tínhamos lá no pavilhão mais de 100 expositores, sendo que no ano passado eram 80, então nós crescemos em número, desde quando estabelecemos este pavilhão em 2022, na retomada após a pandemia”, analisou.



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AgroNewsPolítica & Agro

Produtores devem manter cautela na venda do Feijão-carioca



A projeção é que, em maio, a oferta de Feijão-carioca seja menor do que em abril



A projeção é que, em maio, a oferta de Feijão-carioca seja menor do que em abril
A projeção é que, em maio, a oferta de Feijão-carioca seja menor do que em abril – Foto: Ibrafe

Segundo o Instituto Brasileiro de feijão e Pulses (IBRAFE), o feriado desta semana pode favorecer tentativas de desvalorização do feijão-carioca por parte de compradores, especialmente em São Paulo. Há expectativa de que sejam oferecidos preços abaixo dos patamares praticados na semana anterior, numa tentativa de pressionar os produtores a venderem seus estoques. O IBRAFE recomenda que, se possível, os agricultores evitem negociar durante este período para não comprometer sua rentabilidade.

A projeção é que, em maio, a oferta de Feijão-carioca seja menor do que em abril, o que deve sustentar ou até elevar os preços. Embora baseadas em estimativas, essas previsões seguem uma lógica de mercado consistente. Exemplo disso ocorreu recentemente no Noroeste de Minas, região com o maior volume estocado do grão. Lá, produtores chegaram a receber ofertas até R\$ 10 a menos por saca, mas rejeitaram, sinalizando resistência à pressão de preços baixos.

No Paraná, os primeiros lotes colhidos nos Campos Gerais têm gerado preocupação. Relatos apontam predominância de grãos miúdos e com manchas, indicando possível perda de qualidade e, consequentemente, menor valor de mercado. Esse cenário também contribui para a necessidade de maior cuidado na comercialização do produto.

Diante desses fatores, o IBRAFE reforça a importância de atenção redobrada às movimentações do mercado nas próximas semanas. A recomendação é de cautela estratégica, preservando estoques e buscando melhores oportunidades de venda à medida que o cenário de oferta e demanda se desenha com maior clareza.

 





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Demanda por etanol e ração seguram maiores quedas nos preços do milho



O mercado brasileiro de milho seguiu pressionado na semana passada, com queda de preços em quase todas as regiões. Isso porque a oferta cresceu com o avanço da colheita da primeira safra e as boas condições da safrinha no Centro-Oeste e Sul.

Ao mesmo tempo, compradores mostraram-se cautelosos, aguardando melhores oportunidades. A demanda interna segue estável, com destaque para usinas de etanol e o setor de ração, que ajudam a limitar quedas mais acentuadas.

No exterior, o milho também caiu, influenciado pelo avanço do plantio nos Estados Unidos e pelas vendas mais fracas. O contrato com vencimento em julho fechou em US$ 4,69/bushel na semana anterior.

O que esperar do mercado do milho?

Análise da plataforma Grão Direto destaca pontos de atenção ao produtor de milho para esta semana. Acompanhe:

  • Oferta crescente e demanda cautelosa: o cenário climático segue favorável para a safrinha e a colheita da primeira safra avança. Com compradores mais retraídos, a tendência é de manutenção da pressão de baixa no físico, especialmente no curto prazo.
  • Demanda pode limitar quedas maiores: setores como o de etanol e ração mantêm certo apetite, o que pode evitar recuos mais agressivos, principalmente se houver repiques pontuais.
  • Atenção ao USDA: a divulgação do novo relatório de oferta e demanda (Wasde) em 12 de maio pode trazer volatilidade adicional para os preços internacionais. O ritmo de plantio nos Estados Unidos também continuará sendo acompanhado de perto.
  • Dólar: a moeda norte-americana segue em trajetória de enfraquecimento frente ao real, com foco nos dados econômicos dos Estados Unidos e na evolução das tensões comerciais com a China. Para esta semana, indicadores como o IPCA (Brasil) e o CPI (EUA) podem movimentar o câmbio e, por consequência, afetar diretamente a competitividade das exportações brasileiras.
  • Cenário externo mais calmo: a melhora no tom diplomático entre Estados Unidos e China também trouxe certo alívio ao mercado, reduzindo a busca por proteção e contribuindo para a valorização de moedas emergentes, como o real.
  • Impactos no agro: essa queda na moeda norte-americana afeta diretamente a competitividade das exportações brasileiras, tornando os produtos menos atrativos no exterior e pressionando os preços no mercado físico, especialmente para a soja e o milho. Porém, pode melhorar as condições de compras de insumos e implementos.

Recomendação ao produtor

A Grão Direto pontua que em um ambiente de ampla oferta e incerteza internacional, a gestão de margem se torna ainda mais estratégica.

“Fique atento a oportunidades pontuais de comercialização, aproveite momentos de repique nos preços e negocie com base em informações atualizadas. O cenário exige cautela, mas também pode oferecer boas janelas para travas de preços com rentabilidade”, diz a plataforma, em nota.



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