domingo, maio 24, 2026

Agro

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CNA orienta produtores sobre o vazio sanitário e o calendário de plantio de soja



A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) reforçou nesta semana a importância da atenção às datas estabelecidas para o vazio sanitário e o calendário de semeadura da soja referentes à safra 2025/2026. As medidas foram publicadas na segunda-feira (5) pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), por meio da Portaria SDA/MAPA nº 1.271/2025, no Diário Oficial da União.

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De acordo com a CNA, o respeito a esses prazos é fundamental para garantir o planejamento adequado da safra, bem como o cumprimento das normas fitossanitárias em todas as regiões produtoras do país.

”O vazio sanitário é uma medida crucial para interromper a chamada ponte verde entre as safras, que permite a sobrevivência do fungo causador da ferrugem asiática no período de entressafra”, explica Tiago Pereira, assessor técnico da CNA. Nesse período, é proibida a existência de qualquer planta viva de soja no campo, independentemente do estágio de desenvolvimento.

Além disso, a Portaria define também os calendários de semeadura da soja, ou seja, os períodos permitidos para início e encerramento do plantio, organizados por estado e por subdivisões regionais. Esses prazos têm como objetivo equilibrar a produção agrícola com a prevenção de doenças e facilitar a fiscalização sanitária.

Pereira destaca que tanto o calendário do vazio sanitário quanto o de semeadura são construídos de forma colaborativa, com envolvimento das Secretarias Estaduais de Agricultura, federações, sindicatos rurais, entidades do setor agropecuário e órgãos estaduais de defesa vegetal. As instituições podem apresentar propostas de alteração até 31 de dezembro do ano anterior à safra, desde que tecnicamente justificadas.

”As sugestões precisam levar em conta as particularidades climáticas de cada região, estratégias de manejo fitossanitário e os impactos sobre o cultivo de outras culturas em sucessão. Após avaliação técnica, as propostas são encaminhadas ao Mapa, que publica as datas oficiais por meio de portaria”, completa.

A CNA reforça que esse processo técnico e participativo é essencial para que os calendários reflitam as realidades produtivas locais, sem colocar em risco a sanidade das lavouras brasileiras. A ferrugem asiática continua sendo uma das principais ameaças à soja no Brasil, e o cumprimento das normas é fundamental para mitigar perdas econômicas e reduzir o uso de defensivos.

Os produtores podem acessar as datas completas para cada estado e região, incluindo subdivisões, diretamente na Portaria SDA/MAPA nº 1.271/2025, disponível no portal oficial do Diário Oficial da União.



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AgroNewsPolítica & Agro

governo atualiza lista de produtos com bônus em maio


Ampliar a segurança econômica de quem planta e colhe é o principal objetivo das atualizações promovidas pelo Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar (PGPAF), que divulgou a nova lista de produtos com direito ao bônus neste mês de maio. O documento foi publicado nesta sexta-feira (9) no Diário Oficial da União, com base nos preços de mercado pesquisados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Entre os produtos contemplados estão o arroz longo fino em casca, produzido em Mato Grosso; o mel da Bahia; o feijão caupi do Maranhão; e o feijão comum colhido no Paraná. Por outro lado, deixam de receber o benefício itens como banana (Alagoas), batata (Goiás), batata-doce (São Paulo), cebola (Rio Grande do Sul), feijão (Distrito Federal), feijão caupi (Amapá) e mel de abelha (Paraíba e Piauí), em razão da recuperação dos preços de mercado.

O PGPAF garante um bônus de desconto no financiamento junto ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Segundo o programa, “em períodos de baixa nos preços, os agricultores familiares podem utilizar o benefício como alívio direto nas parcelas do financiamento, contribuindo para a sustentabilidade das atividades no campo”.

Além do arroz e do feijão, a nova lista inclui produtos como açaí (Acre), banana (Ceará), batata (Rio Grande do Sul), cará/inhame (Paraná), castanha-de-caju (Bahia, Ceará, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte), cebola (Paraná, Santa Catarina), erva-mate (Santa Catarina), feijão (Rio Grande do Sul, Santa Catarina), feijão caupi (Bahia, Maranhão, Mato Grosso, Tocantins), juta/malva (Amazonas), manga (Bahia), maracujá (Bahia, Minas Gerais), mel de abelha (Bahia, Rio Grande do Norte, Sergipe, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul), raiz de mandioca (Espírito Santo, Rio de Janeiro) e trigo (Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul).

A portaria com os percentuais de bônus e os preços de garantia foi divulgada pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), responsável por repassar as informações aos agentes financeiros. O benefício passa a valer a partir de 10 de maio, com vigência até 9 de junho.





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Vaca Ibiza alcança o valor de R$ 15 milhões e quebra recorde no nelore pelagens



A vaca Ibiza FIV Surreal entrou para a história da pecuária brasileira ao atingir o valor de R$ 15,2 milhões durante o Leilão Surreal, realizado no início de maio. Com isso, tornou-se a matriz mais valorizada da variedade nelore pelagens, superando o recorde anterior — que já era dela mesma.

Filha do criatório Nelore Ibiza, de Ronivaldo Alves da Silva, a vaca nascida em novembro de 2020 passou a ter sua genética compartilhada por sete grupos: Nelore OT, Nelore Pintado GAP, Grupo Everest, Nelore das Américas, além dos novos cotistas Syagri Agropecuária e Haras LA.

O valor alcançado reflete o avanço e a valorização da genética de elite do nelore, que lidera a produção de carne bovina no Brasil. A capacidade de transmissão de características superiores às progênies é o principal diferencial de Ibiza.

“Cada cria dela é um marco genético. Não é só o que ela representa, é o que ela entrega”, afirma Ronivaldo, destacando o temperamento dócil e o desempenho produtivo do animal. “Desde jovem, ela mostrou um potencial fora da curva, com bezerros excepcionais.”

O crescimento do Nelore Pelagens, variedade com pelagem diferenciada e forte apelo comercial, vem sendo acompanhado de perto pela Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB), que criou recentemente um ranking nacional específico para esse segmento.

“A valorização de Ibiza simboliza o reconhecimento da cadeia produtiva pelo trabalho de seleção genética de qualidade. Isso fortalece não só a variedade pelagens, mas todo o setor de melhoramento e produção de carne no país”, afirma Victor Miranda, presidente da ACNB.

*Com informações da Acrissul



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Pecuária brasileira atinge marco histórico com recorde do pacote genético de Parla FIV AJJ



A pecuária brasileira alcançou um marco histórico nesta sexta-feira (9), com a valorização recorde do pacote genético da doadora Parla FIV AJJ. O fato aconteceu durante o tradicional Leilão Gibertoni, realizado na Fazenda Santa Terezinha, em Taquaritinga (SP), e reforça o protagonismo do Brasil no cenário da genética bovina mundial.

Durante o evento, 33% do pacote genético da matriz foi arrematado por R$ 9.030.000,00, valor que projeta o conjunto completo da doadora em R$ 27.090.000,00. Esse valor estabelece o maior valor já registrado na história da raça Nelore e redefine os parâmetros de valorização genética no Brasil e na América Latina. A transação reflete o reconhecimento global da excelência genética da Parla FIV AJJ, consolidando o território brasileiro como uma referência na pecuária de elite.

A negociação foi conduzida pelos criatórios Nelore Gibertoni e RS Agropecuária, e teve como comprador o respeitado Nelore São Pedro, que é reconhecido por integrar genética de alto valor ao seu plantel. Esse investimento histórico reforça a confiança no potencial genético da doadora, destacando sua consistência e o alto padrão de qualidade que representa dentro da raça Nelore.

Esse recorde consolida o Brasil como liderança global no mercado de genética bovina e projeta ainda mais a raça Nelore no cenário internacional. O desempenho do leilão evidencia o avanço técnico da pecuária nacional e a valorização do melhoramento genético como ferramenta essencial para ganho de eficiência, sustentabilidade e alta performance na produção do setor.



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Morango tem bom rendimento e doença exige atenção



Morango tem bom desenvolvimento no Rio Grande do Sul




Foto: Embrapa

O Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (8) apontou que o tempo seco e ensolarado, com noites frias, favoreceu o desenvolvimento da cultura do morango na região administrativa de Caxias do Sul. “Já se verifica satisfatória carga de frutos em muitas lavouras, o que prenuncia colheitas fartas”, informa o boletim.

A ausência de chuvas significativas reduziu a umidade do ar, o que estimulou a ocorrência de oídio em várias áreas. A doença exige atenção dos produtores, que estão adotando as medidas habituais de controle. O volume de frutos colhidos aumentou ligeiramente em relação à semana anterior. Os preços recebidos pelos produtores permaneceram estáveis, variando entre R$ 15,00 e R$ 28,00 o quilo na venda direta ao consumidor. Para CEASAs, intermediários e mercados, os valores ficaram entre R$ 15,00 e R$ 20,00 o quilo.

Na região de Pelotas, há produção de variedades de dias neutros, mas os frutos estão pequenos. Os preços permanecem estabilizados, apesar do aumento na procura. Os produtores seguem recebendo mudas, especialmente importadas, e realizam o transplante para as lavouras. Os que cultivam diretamente no solo estão dedicados ao preparo dos canteiros para o plantio e à poda de limpeza nas plantas que produzem pelo segundo ano. As condições climáticas têm sido favoráveis ao desenvolvimento das mudas transplantadas, garantindo a sanidade e o vigor das plantas.

Na região de Santa Rosa, as variedades de dias curtos plantadas neste ano já iniciaram a floração. As variedades de dias neutros permanecem em fase vegetativa e emissão de estolões.





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Produtor pode consultar clima em tempo real com novo sistema gratuito



O programa Agro Clima SP será expandido, ganhando mais 100 novas estações meteorológicas até 2026.

A iniciativa é desenvolvida pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA), por meio do Instituto Agronômico de Campinas (IAC) e da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI), com apoio da Fundação de Apoio à Pesquisa Agrícola (Fundag).

Atualmente, o programa conta com 230 estações instaladas em diversas regiões do estado. Elas fornecem dados em tempo real sobre temperatura, umidade do ar, chuva, entre outras informações.

Segundo a pesquisadora científica e vice-diretora do IAC, Regina Célia de Matos Pires, o sistema de monitoramento libera boletins diários, que são atualizados, a cada 20 minutos. “São dados precisos, disponibilizados gratuitamente para o produtor rural, mas também para prefeituras, defesa civil, corpo de bombeiros e população em geral”, conta.

Auxílio à produtividade

A diretora aponta que o Agro Clima SP promove a resiliência agrícola frente às mudanças climáticas, como secas, riscos de incêndio ou tempestades.

Outro benefício é o impacto direto na agricultura, permitindo melhor prognóstico de produtividade, manejo dos recursos hídricos, controle de pragas, suporte técnico para agricultura sustentável, entre outros.

“O programa facilita o acesso a dados importantes, permitindo entender melhor estudos e modelos climáticos”, aponta.

Durante a Agrishow 2025, quem visitou o estande do IAC-APTA pôde conhecer de perto o funcionamento do sistema. No local foram instaladas duas estações, coletando dados que permitem o uso racional da água na agricultura irrigada, por exemplo.

Funcionando de forma autônoma, com energia solar, os sensores monitoram o clima, mas também podem medir a quantidade de água no solo, permitindo um sistema de irrigação mais eficiente e sustentável.

O diretor-presidente da Fundag, Orivaldo Brunin, observa que o programa está sendo intensificado em várias regiões. A mais recente é a do Alto Tietê, beneficiada com dez estações meteorológicas. As três primeiras estão sendo instaladas nas praias de Barra do Una e Maresias, em São Sebastião e também em Caraguatatuba.

Para receber os boletins agrometeorológicos diários, municípios e organizações da sociedade civil podem firmar convênios e parcerias com o Governo de São Paulo. Municípios e organizações da sociedade civil interessados poderão firmar convênios e parcerias com o estado de São Paulo para o recebimento dos boletins.

*Sob supervisão de Victor Faverin



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Chuvas retornam para as lavouras de soja, mas calor pode desafiar produtores



O produtor de soja entra nos preparativos para a próxima safra com uma previsão do tempo que, ao mesmo tempo que traz alívio, também acende um sinal de alerta devido ao calor intenso. O boletim climático mais recente da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA (NOAA) indica uma forte tendência de manutenção da neutralidade nas águas do Pacífico Equatorial.

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Em outras palavras, não há, por enquanto, previsão firme de retorno nem de El Niño, nem de La Niña. A condição neutra, segundo os dados, deve se manter pelo menos até o trimestre que vai de agosto a outubro, período importante para o início do plantio da soja.

Essa neutralidade climática é, em geral, bem recebida pelo setor agrícola, pois costuma trazer padrões de chuva mais previsíveis. E é exatamente isso que os mapas indicam. A expectativa é de que as chuvas retornem ao Centro-Oeste, interior do Sudeste, Sul e parte do Matopiba justamente no momento em que o solo começa a ser preparado para a semeadura.

As projeções de anomalia de precipitação para setembro mostram áreas com volume de chuva dentro ou acima da média histórica em importantes regiões produtoras como Mato Grosso, Goiás, Tocantins, parte de Minas Gerais e o oeste da Bahia. Isso significa que, a princípio, não deve haver falta de umidade para o início do ciclo da oleaginosa.

Calor previsto para algumas regiões

Apesar da volta das chuvas, as temperaturas continuam elevadas em boa parte do país. E esse fator precisa entrar no radar do produtor. Mesmo com a manutenção da neutralidade, os modelos climáticos indicam que o calor deve persistir nos próximos meses, o que pode influenciar tanto o desenvolvimento inicial das lavouras quanto a produtividade ao longo do ciclo. Além disso, há uma pequena chance de virada para uma condição de La Niña mais adiante, o que poderia alterar o comportamento das chuvas na fase reprodutiva da cultura.

La Niña e El Niño

Outro ponto importante é a divergência entre os modelos. Enquanto alguns apontam para uma possível transição para La Niña, outros sugerem o retorno do El Niño. A maioria, no entanto, indica que a neutralidade climática é o cenário mais provável até o fim do inverno e início da primavera, momento decisivo para o planejamento e início da próxima safra de soja.

Diante disso, a recomendação é que o produtor se mantenha atento aos próximos boletins e acompanhe de perto a evolução das previsões. A expectativa é de um início de plantio com boas condições hídricas, mas o calor intenso exigirá manejo cuidadoso e atenção redobrada ao calendário agrícola.



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proteína tem consumo em alta no país



Hoje, 10 de maio, é comemorado o Dia Mundial do Frango. A data foi criada pelo International Poultry Council (IPC) e a origem da celebração remonta a campanhas de valorização promovidas por entidades internacionais do setor avícola, em reconhecimento ao papel fundamental dessa proteína na nutrição, geração de empregos e combate à fome.

Além disso, o Dia Mundial do Frango reforça o papel nutritivo deste alimento, considerado indispensável na dieta de muitos brasileiros. Dados mostram que o consumo de frango por habitante subiu de 45,1 kg em 2023 para 45,5 kg em 2024, um aumento de 1,1%.

Os números são do boletim anual da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O documento da entidade reúne um grande volume de informações importantes, como, por exemplo, a de que a produção nacional de frango foi a terceira maior do mundo no último ciclo de 12 meses, com 14,97 milhões de toneladas.

Brasil no topo das exportações de frango

Além disso, o Brasil lidera a exportação global do produto, com 5,29 milhões de toneladas destinadas para 151 países, gerando uma receita de US$ 9,9 bilhões (algo em torno de R$ 56,7 bilhões, pela cotação monetária atual).

A ABPA também divulgou uma projeção de que, em 2025, será produzido no Brasil um volume 2,7% maior desta carne (aproximadamente 15,3 milhões de toneladas) em comparação com 2024. Para completar, a entidade vislumbra que a ingestão por habitante desta proteína subirá para 46,6kg, uma alta de 2,2% em relação à quantidade somada no intervalo anterior de 12 meses.



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Qual o segredo para vender mais no campo?   


Na interatividade da semana, perguntamos qual o segredo para vender mais no campo. Dos participantes, 60% responderam que o caminho é participar de feiras e eventos.

 Em segundo lugar, empatados com 20% cada, estão o uso de redes sociais e a venda boca a boca.

Participar de feiras e eventos promovidos pelo Sebrae pode ser uma estratégia para aumentar a visibilidade e as vendas de produtos do campo. 

O Sebrae oferece suporte e orientação aos pequenos produtores rurais, desde a preparação para a feira até a gestão dos contatos feitos durante o evento. 

Além disso, auxilia na busca por oportunidades de negócios e na identificação de novos clientes.

José Eduardo Filho, gestor estadual do Sebrae-SP, explica que o Sebrae São Paulo possui 33 escritórios regionais.

O mesmo ocorre em outros estados, onde todas as regiões contam com atendimento. Por isso, é essencial ficar atento à divulgação das feiras locais, regionais, estaduais e nacionais.

“Para o produtor é muito importante a participação em feiras porque é a oportunidade que ele tem de primeiro: vender os produtos, segundo: mostrar o seu produto e, finalmente, estabelecer contato com toda a cadeia produtiva”, afirmou o gestor estadual do Sebrae-SP. 

Saiba como participar de Feiras e Eventos
“[Minha dica para] quem quer participar de uma feira é, primeiro procurar o Sebrae. Nós temos várias soluções, produtos, ações e projetos que o produtor pode se inserir Além disso, é muito importante que faça contato com os seus pares. Existe a ideia de que os produtores do mesmo produto são concorrentes, não são, eles podem muitas vezes serem parceiros importantes e a gente do Sebrae ajuda a inserir todos no contexto de capacitação com os pares”, finalizou José Eduardo Filho.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp
  • Prepare-se:
    Com um estande atrativo, a definição de preços e a elaboração de materiais de divulgação. 
  • Busque orientação:
    Consulte o Sebrae para identificar as melhores oportunidades de participar de feiras e eventos que se adequem ao seu negócio e ao seu público-alvo. 
  • Gestão de contatos:
    Utilize as ferramentas de gerenciamento de contatos do Sebrae para acompanhar as negociações e fechar novos negócios após o evento. 
  • Marketing:
    Invista em marketing antes, durante e após o evento para aumentar a visibilidade do seu produto e atrair mais visitantes. 
  • Aproveite o networking:
    A feira é uma ótima oportunidade para conhecer novos fornecedores, parceiros e clientes. 
  • Avalie os resultados:
    Após o evento, analise os resultados da sua participação para identificar o que funcionou e o que pode ser melhorado nas próximas edições. 

Toda quinta-feira tem uma nova enquete do Porteira Aberta Empreender. Participe e envie sua opinião!

A interatividade é essencial para a organização das pautas e entrevistas do projeto.

A resposta da pergunta da semana pode ser conferida todos os sábados no canal do YouTube do Canal Rural.



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Mercado do milho segue movimentado


A oferta está encolhendo e os produtores recuam nas vendas de milho no Rio Grande do Sul, segundo informações da TF Agroeconômica. “Para entregas no mês de maio, os pedidos no interior do estado variam entre R$ 70,00 e R$ 74,00 por saca. As referências regionais estão em R$ 69,00 em Santa Rosa, Ijuí e Seberi; R$ 70,00 em Não-Me-Toque, Marau e Gaurama; R$ 71,00 em Arroio do Meio e Lajeado; e R$ 72,00 em Montenegro. O preço se mantém em R$ 63,00 por saca em Panambi”, comenta.

O mercado de milho em Santa Catarina continua com movimento lento, no Planalto Norte, a diferença entre os preços pedidos e os valores ofertados tem dificultado a concretização dos negócios. “No porto, mantém os valores de R$ 72,00 para entrega em agosto com pagamento em 30/09 e de R$ 73,00 para entrega em outubro com pagamento em 28/11. As cooperativas locais seguem pagando R$ 69,00 em Papanduva, R$ 70,00 em Campo Alegre e R$ 71,00 para o oeste do estado e a região serrana”, completa.

A colheita da safrinha se aproxima com boas expectativas no Paraná. “No Norte Central, a baixa foi de 1,27%, com a saca negociada a R$ 67,07. Nos Campos Gerais, o milho disponível para entrega imediata segue cotado em torno de R$ 76,00 FOB, embora alguns vendedores ainda testem valores próximos a R$ 80,00. Para entrega em junho, com pagamento no fim do mês, os negócios estão sendo fechados na faixa de R$ 73,00 CIF para a indústria”, indica.

O mercado segue lento e com preços em queda no Mato Grosso do Sul. “O mercado spot de milho no Mato Grosso do Sul continua operando de forma lenta, com oferta limitada e compradores cautelosos diante da proximidade da colheita da segunda safra. Em várias regiões, os preços recuaram, com destaque para Chapadão do Sul e São Gabriel do Oeste, onde a saca foi negociada a R$ 56,00. Em Ponta Porã e Sidrolândia, o milho apareceu a R$ 58,00, enquanto em Maracaju o valor foi de R$ 59,00. Já em Dourados, Campo Grande e Caarapó, os preços permaneceram estáveis em R$ 60,00”, conclui.

 





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