domingo, maio 24, 2026

Agro

News

Feijão preto tem queda no preço enquanto o carioca se mantém firme



O avanço da colheita da primeira safra do feijão e, consequentemente o aumento da oferta, vem contribuindo para manter os preços das negociações em queda. É isso que apontam os dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

A maior pressão foi observada para o feijão preto. De acordo com o instituto, os produtores dessa variedade estão aumentando a oferta para “fazer caixa”.

Por outro lado os preços de feijões de maior qualidade como o carioca se mantiveram firmes. Isso devido a demanda seletiva e limitação na oferta dos lotes recém colhidos, e/ou armazenados em boas condições, como explica o Cepea.

De acordo com os dados da Conab, até o início deste mês a colheita brasileira de feijão já havia atingido 90,9% da área. Assim, o mercado se atenta para a segunda safra, principalmente no Sul, ainda de acordo com o Cepea.

*Texto sob supervisão do jornalista Thiago Dantas



Source link

News

Mercado da soja desacelera com preços elevados e demanda enfraquecida



A relação entre preços altos cobrados pelos produtores de soja, e a baixa demanda por parte dos compradores vem deixando um cenário lento para as negociações do grão. Isso de acordo com os dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Do lado dos demandantes do produto, o cenário é de quedas externas e dos prêmios de exportação no Brasil. Gerando assim a diminuição na paridade de exportação. Outro ponto é a oferta recorde nacional e o aumento na oferta do grão na Argentina.

Por sua vez, os ofertantes estão atentos ao cenário de alta nas exportações durante o mês de abril. Similarmente, também estão à perspectiva de aumento na demanda externa para os próximos meses, como afirma o Cepea.

No último mês as exportações brasileiras de soja registraram um aumento de 4,2% com relação a março e também aumentaram 4,2% com relação a abril de 2024. Dessa forma o escoamento nacional da oleaginosa atingiu a marca de 15,27 milhões de toneladas, de acordo com a Secex. 

Dessa forma, este é o terceiro maior volume nas exportações de soja. O montante fica atrás apenas de junho de 2023 (15,58 milhões de toneladas) e de abril de 2021 (16,11 milhões de toneladas), como aponta o Cepea

*Texto sob supervisão do jornalista Thiago Dantas



Source link

News

Acordo EUA-China e avanços nas negociações entre Rússia e Ucrânia impulsionam o otimismo global


A semana se inicia com sinais promissores no cenário internacional. Dois eventos significativos — o acordo comercial entre Estados Unidos e China e a retomada das negociações de paz entre Rússia e Ucrânia — estão gerando otimismo nos mercados e na diplomacia global.

Acordo EUA-China: trégua comercial anima mercados

Após dois dias de intensas negociações em Genebra, Estados Unidos e China anunciaram um acordo histórico para reduzir tarifas comerciais por um período de 90 dias. As tarifas dos EUA sobre produtos chineses serão reduzidas de 145% para 30%, enquanto as tarifas chinesas sobre produtos americanos cairão de 125% para 10%.

Além disso, foi estabelecido um mecanismo permanente de diálogo econômico-comercial entre as duas potências, visando evitar futuras escaladas e promover relações mais cooperativas. O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, destacou o espírito de “cooperação, interesses compartilhados e respeito mútuo” que permeou as reuniões.

A notícia teve impacto imediato nos mercados globais. Índices futuros nos EUA e bolsas asiáticas registraram altas significativas, refletindo o alívio das tensões comerciais. Analistas consideram o acordo um passo positivo para a estabilidade econômica global, embora ressaltem que é uma medida temporária e que os desafios permanecem.

Rússia e Ucrânia: sinais de diálogo após três anos de conflito

Em um movimento inesperado, o presidente russo Vladimir Putin propôs a realização de negociações diretas com a Ucrânia na próxima quinta-feira (15), em Istambul. O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky expressou disposição para o encontro, marcando a primeira vez desde o início da guerra, em fevereiro de 2022, que ambos os líderes demonstraram interesse em dialogar diretamente.

Embora ainda existam impasses e desconfianças mútuas, a iniciativa é vista como um avanço significativo. Especialistas alertam que qualquer acordo de paz exigirá concessões difíceis, mas a disposição para o diálogo já é um sinal encorajador para a comunidade internacional.

Reflexos no Brasil: oportunidades e perdas no jogo geopolítico

Para o Brasil, o cenário é ambivalente. Se por um lado a distensão entre grandes potências reduz riscos globais, por outro, no setor agropecuário, a aproximação entre EUA e China acende um sinal de alerta.

A melhora nas relações comerciais entre as duas maiores economias do planeta tende a reduzir a dependência chinesa dos produtos brasileiros, sobretudo de commodities agrícolas como soja, milho e carne bovina. O espaço que o Brasil vinha ocupando como alternativa aos EUA durante a guerra tarifária pode encolher, afetando diretamente nossas exportações e pressionando preços internos.

O alívio nos mercados globais pode impulsionar bolsas e moedas de países emergentes, mas para o agro brasileiro — que vinha se beneficiando das distorções da disputa sino-americana — o reposicionamento das cadeias comerciais pode significar perda de protagonismo e margem.

Em um mundo marcado por incertezas, a semana começa iluminada por sinais de cooperação e esperança. O acordo entre EUA e China e a retomada do diálogo entre Rússia e Ucrânia são lembretes poderosos de que, mesmo em tempos difíceis, o caminho da diplomacia e do entendimento mútuo permanece aberto. Mas para o agro brasileiro, é preciso atenção: a calmaria entre gigantes pode significar novos desafios comerciais.

Miguel Daoud

Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural

Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



Source link

News

China e EUA chegam a um acordo e reduzem tarifas por 90 dias



Os Estados Unidos e a China concordaram em reduzir temporariamente as tarifas recíprocas em um acordo que superou as expectativas. Segundo informações da Reuters, os EUA reduzirão as tarifas adicionais impostas às importações chinesas em abril deste ano de 145% para 30%, enquanto as tarifas chinesas sobre importações dos EUA cairão de 125% para 10%, anunciaram os dois países nesta segunda-feira. As novas medidas entrarão em vigor por 90 dias.

“Ambos os países representaram muito bem seus interesses nacionais, disse o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, após conversas com autoridades chinesas em Genebra. “Ambos temos interesse em um comércio equilibrado, e os EUA continuarão avançando nesse sentido”.

Bessent falou ao lado do representante de Comércio dos EUA, Jamieson Greer, após as negociações do fim de semana na Suíça, nas quais ambos os lados elogiaram o progresso na redução das divergências.

“O consenso entre as duas delegações neste fim de semana é que nenhum dos lados quer um rompimento total das relações”, disse Bessent. “E o que ocorreu com essas tarifas muito
elevadas… foi o equivalente a um embargo, e nenhum dos lados quer isso. Queremos comércio”.

Bessent afirmou que o acordo não inclui tarifas específicas por setor e que os EUA continuarão o reequilíbrio estratégico em áreas como medicamentos, semicondutores e aço, nas quais foram identificadas vulnerabilidades na cadeia de suprimentos.

Reflexos do acordo China – EUA

Dólar, bolsas, petróleo, treasuries e commodities agrícolas registram ganhos consistentes, reagindo positivamente ao acordo fechado entre Estados Unidos e China. Na manhã de hoje (12), o barril do petróleo, por exemplo, estava em alta de cerca de 3% em Nova York e Londres. O dollar index registrava alta de 1,34%.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Mercado do feijão-carioca segue aquecido



No interior de São Paulo, o cenário também revela escassez de produto



No interior de São Paulo, o cenário também revela escassez de produto
No interior de São Paulo, o cenário também revela escassez de produto – Foto: Divulgação

Segundo informações do Instituto Brasileiro de feijão e Pulses (IBRAFE), a quarta-feira (28) foi marcada por mais um dia de alta movimentação no mercado de feijão-carioca, com destaque para os lotes classificados como SD (Slow Darkening), que apresentam escurecimento lento. Esses grãos de melhor qualidade vêm alcançando preços elevados, chegando a R$ 270 por saca tanto no Paraná quanto em Minas Gerais, onde o armazenamento em câmaras frias contribui para manter a coloração e a qualidade do produto.

No sudoeste do Paraná, a pressão por bons lotes está evidente: para garantir o fornecimento, compradores precisaram desembolsar no mínimo R$ 250 por saca, valor que sobe quando se trata de grãos com características diferenciadas. Em Minas, foram confirmadas vendas de Feijão nota 8/8,5, com coloração parelha e armazenado sob refrigeração, por R$ 265. Alguns negócios pontuais superaram essa faixa, chegando ao patamar de R$ 270 por saca de 60 quilos.

No interior de São Paulo, o cenário também revela escassez de produto, o que elevou os preços dos poucos lotes disponíveis. Negócios esparsos registraram valores de até R$ 280 por saca para Feijão nota 8,5, indicando forte valorização e competitividade entre compradores.

A perspectiva de uma segunda safra com desafios em volume e qualidade tem influenciado diretamente a valorização do Feijão-carioca, especialmente das partidas de melhor padrão. O comportamento do mercado nesta semana reforça a importância da armazenagem adequada e da oferta de grãos diferenciados como fator determinante nos preços praticados.

 





Source link

News

Acordo EUA-China e avanços nas negociações entre Rússia e Ucrânia impulsionam o otimismo global


A semana se inicia com sinais promissores no cenário internacional. Dois eventos significativos — o acordo comercial entre Estados Unidos e China e a retomada das negociações de paz entre Rússia e Ucrânia — estão gerando otimismo nos mercados e na diplomacia global.

Acordo EUA-China: trégua comercial anima mercados

Após dois dias de intensas negociações em Genebra, Estados Unidos e China anunciaram um acordo histórico para reduzir tarifas comerciais por um período de 90 dias. As tarifas dos EUA sobre produtos chineses serão reduzidas de 145% para 30%, enquanto as tarifas chinesas sobre produtos americanos cairão de 125% para 10%.

Além disso, foi estabelecido um mecanismo permanente de diálogo econômico-comercial entre as duas potências, visando evitar futuras escaladas e promover relações mais cooperativas. O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, destacou o espírito de “cooperação, interesses compartilhados e respeito mútuo” que permeou as reuniões.

A notícia teve impacto imediato nos mercados globais. Índices futuros nos EUA e bolsas asiáticas registraram altas significativas, refletindo o alívio das tensões comerciais. Analistas consideram o acordo um passo positivo para a estabilidade econômica global, embora ressaltem que é uma medida temporária e que os desafios permanecem.

Rússia e Ucrânia: sinais de diálogo após três anos de conflito

Em um movimento inesperado, o presidente russo Vladimir Putin propôs a realização de negociações diretas com a Ucrânia na próxima quinta-feira (15), em Istambul. O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky expressou disposição para o encontro, marcando a primeira vez desde o início da guerra, em fevereiro de 2022, que ambos os líderes demonstraram interesse em dialogar diretamente.

Embora ainda existam impasses e desconfianças mútuas, a iniciativa é vista como um avanço significativo. Especialistas alertam que qualquer acordo de paz exigirá concessões difíceis, mas a disposição para o diálogo já é um sinal encorajador para a comunidade internacional.

Reflexos no Brasil: oportunidades e perdas no jogo geopolítico

Para o Brasil, o cenário é ambivalente. Se por um lado a distensão entre grandes potências reduz riscos globais, por outro, no setor agropecuário, a aproximação entre EUA e China acende um sinal de alerta.

A melhora nas relações comerciais entre as duas maiores economias do planeta tende a reduzir a dependência chinesa dos produtos brasileiros, sobretudo de commodities agrícolas como soja, milho e carne bovina. O espaço que o Brasil vinha ocupando como alternativa aos EUA durante a guerra tarifária pode encolher, afetando diretamente nossas exportações e pressionando preços internos.

O alívio nos mercados globais pode impulsionar bolsas e moedas de países emergentes, mas para o agro brasileiro — que vinha se beneficiando das distorções da disputa sino-americana — o reposicionamento das cadeias comerciais pode significar perda de protagonismo e margem.

Em um mundo marcado por incertezas, a semana começa iluminada por sinais de cooperação e esperança. O acordo entre EUA e China e a retomada do diálogo entre Rússia e Ucrânia são lembretes poderosos de que, mesmo em tempos difíceis, o caminho da diplomacia e do entendimento mútuo permanece aberto. Mas para o agro brasileiro, é preciso atenção: a calmaria entre gigantes pode significar novos desafios comerciais.

Miguel DaoudMiguel Daoud

Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural

Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



Source link

News

Frio intenso provoca geada, e temperaturas podem ficar negativas



Uma frente fria que se desloca na altura do Espírito Santos e litoral da Bahia aumenta a condição de chuva nestes estados. Enquanto isto, o ar frio e mais seco predomina sobre a maior parte do Sul do país. Regiões mais altas do Rio Grande do Sul e Santa Catarina podem ter geada nesta semana.

Ainda pela influência do vento úmido que sopra do mar contra o continente, algumas áreas do litoral norte catarinense e do leste e litoral do Paraná podem receber um pouco de chuva. Veja os detalhes da previsão do tempo em cada região do Brasil, segundo a Climatempo:

O litoral do Paraná e de Santa Catarina ficam mais nubladas no decorrer do dia e a chuva pode ocorrer com moderada intensidade. Em Curitiba, dia sem sol e mais frio com possibilidade de garoa.

Nas demais áreas do Sul, destaque para o tempo firme. O dia ainda começa gelado e com possibilidade de geada na Campanha Gaúcha, nos pontos mais altos da Serra do RS e catarinense – não descartando temperatura negativa em municípios como São Joaquim, Urupema e Urubici.

A condição de vento segue no decorrer do dia com rajadas de 40 a 50 km/h no litoral gaúcho e no estado do Paraná – as capitais Porto Alegre e Florianópolis terão um dia com mais nebulosidade, mas sem chuva.

Região Sudeste

A circulação atmosférica e a infiltração marítima favorecem a condição de chuva no litoral da região, no norte e noroeste de SP e no Triângulo de Minas. A semana começa com temperaturas mais baixas pela manhã.

As cidades de São Paulo, Belo Horizonte e o Rio de Janeiro ficam mais nubladas e com chance de garoa ao longo do dia, diminuindo a condição à noite.

O risco de temporal aumenta em Vitória, e todo o litoral capixaba fica em alerta neste começo de semana.

Região Centro-Oeste

Segunda-feira com destaque para o calor em Mato Grosso e no interior de Goiás. Esta combinação de tempo quente com a umidade seguem presentes no continente e ajudam na formação de algumas nuvens de chuva, por isso, algumas áreas do norte de MT e do leste e sul de GO podem receber pancadas mais localizadas durante a tarde de segunda.

Não chove em Brasília e em Campo Grande e as temperaturas sobem durante à tarde. As pancadas são mais localizadas no extremo norte e nordeste de MS.

Região Nordeste

O deslocamento da frente fria deixa o sul da Bahia em estado de atenção para chuva forte. De acordo com a Climatempo, teremos um dia com chance maior de rajadas de vento podendo variar em torno de 40 a 50 km/h e com possiblidade de chuva a qualquer momento.

O litoral norte da Bahia, todo o estado do SE e o sul de AL ficam com risco alto de temporais e o tempo segue mais abafado. Dia de sol com destaque para o calor no oeste da BA, sul do MA, PI, CE, interior da PB e do PE.

A Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) mantém a condição de chuva na costa norte da região com atenção para o centro-norte o MA, PI e CE, além de provocar chuva moderada a forte em Natal.

Região Norte

Alerta entre RR, noroeste do PA e o centro-oeste e norte do AP para a ocorrência de chuva a qualquer hora do dia e com risco de raios e trovoadas. Atenção especial para as cidade de Manaus e Belém/PA no decorrer da segunda. O tempo fica firme no AC, em RO e no TO.



Source link

News

com cenário favorável no campo, comprador se mantém afastado


O clima tem favorecido o desenvolvimento das lavouras da segunda temporada de milho. Enquanto isso, a colheita da safra de verão do cereal avança. Esse cenário, segundo o pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), tem pressionado as cotações do cereal, à medida que afasta compradores das aquisições de novos lotes.

“Esses agentes têm expectativa de que o atual movimento de desvalorização do cereal persista”, dizem os pesquisadores do Cepea.

Eles lembram que, até meados de março, as dificuldades logísticas, a retração de vendedores e as preocupações com estoques curtos vinham mantendo os valores em patamares mais elevados e também fizeram com que partes dos compradores – com receio de desabastecimento – aceitasse adquirir o milho a preços maiores.

Confira os preços do milho

Cotação milho Cepea Cotação milho Cepea
Indicador do milho Esalq/BM & FBobesp da primeira semana de maio. Foto: divulgação/ Cepea

No entanto, desde abril, o cenário mais favorável no campo tem mantido compradores de milho afastados do mercado spot e os preços seguem em queda. Segundo pesquisadores do Cepea, neste começo de maio, as desvalorizações externa e do câmbio, que reduzem a paridade de exportação, reforçaram a pressão sobre os valores domésticos.

Trabalho de pesquisa

O Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) é parte do Departamento de Economia, Administração e Sociologia da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq), unidade da Universidade de São Paulo (USP) e desenvolve pesquisas sobre a dinâmica de cadeias produtivas e também sobre o funcionamento integrado do agronegócio, o que abrange questões (transversais) de defesa sanitária, políticas comerciais externas e influência de novas tecnologias.



Source link

News

Ministro da Agricultura se reúne com entidades do setor produtivo brasileiro em Pequim



Com a intenção de reforçar o diálogo com o setor produtivo, identificar oportunidades de negócios e alinhar estratégias para ampliar a presença dos produtos brasileiros no mercado chinês, o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, acompanhado do embaixador do Brasil na China, Marcos Galvão, da presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, dos secretários de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Luis Rua, e de Defesa Agropecuária, Carlos Goulart, reuniu-se com representantes de 13 entidades do agronegócio brasileiro em Pequim.

O encontro, realizado na manhã desta segunda-feira (12), integrou a agenda da missão oficial ao país.

“Esta é a maior missão governamental que realizamos na China, e vocês, empresários, são fundamentais para estreitarmos as relações e ampliarmos os negócios do agro brasileiro”, afirmou Fávaro. “Vamos fazer com que Brasil e China, com respeito mútuo, fortaleçam suas relações comerciais, para o benefício do povo chinês e, principalmente, para que o povo brasileiro possa aproveitar essas oportunidades”, concluiu.

O embaixador do Brasil na China, Marcos Galvão, destacou o crescimento das exportações brasileiras para o país asiático nos últimos dois anos. “O Brasil foi, no ano passado, o mercado para o qual as exportações da China mais cresceram: 22%. Somos, cada vez mais, um parceiro comercial estratégico para os chineses”, afirmou.

Participaram do encontro, em Pequim, representantes da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC), Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA), Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (ABRAFRUTAS), Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (ABRAPA), Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), Associação Brasileira da Indústria do Arroz (ABIARROZ), Associação Nacional de Sucos Cítricos (CitrusBR), Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (CECAFÉ), União Nacional do Etanol de Milho (UNEM), CropLife Brasil, Instituto Brasileiro do Feijão (IBRAFE) e Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio).



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Inseticida tem registro ampliado para diversas culturas



“Temos visto uma forte adoção das aplicações por drone”



“Temos visto uma forte adoção das aplicações por drone"
“Temos visto uma forte adoção das aplicações por drone” – Foto: USDA

A Albaugh Brasil anunciou a ampliação do registro do inseticida Afiado para novas culturas, incluindo pastagens, citros, café, diversas frutíferas, tomate, grãos e cereais como arroz, além de leguminosas como o feijão e espécies florestais, como o eucalipto. Segundo Nelson Azevedo, diretor de marketing e desenvolvimento da empresa, a iniciativa reforça o compromisso da companhia em oferecer ao agricultor brasileiro soluções eficazes com formulações diferenciadas.

Um dos destaques é a extensão do uso de Afiado para pastagens, permitindo o controle eficiente de pragas com aplicações por drones, prática em expansão no setor. A formulação líquida do produto facilita a dosagem e o trabalho da equipe de campo, como explica Jaime Hurtado, diretor comercial da Albaugh.

“Temos visto uma forte adoção das aplicações por drone no segmento de pastagens. Afiado® adapta-se perfeitamente a esse modelo, devido à sua inovadora formulação líquida, que facilita o trabalho de dosagem e o operacional da equipe de campo”, ressalta.

O produto também fortalece o portfólio da Albaugh em citros e cafeicultura, culturas em que a empresa já tem forte presença com produtos como o acaricida Braver e o fungicida Recop. Para o café, o Afiado agora combate pragas como ácaro-vermelho, bicho-mineiro e broca-do-café.

Lançado com foco em pragas como percevejo e cigarrinha-do-milho, Afiado conquistou o mercado pela eficácia, longo residual e formulação que evita incompatibilidades físico-químicas e facilita a logística de aplicação. Aplicado com sucesso em soja, milho e algodão, produto agora pode ser empregado em pastagens, citros, café e tomate, entre outras culturas

 





Source link