domingo, maio 24, 2026

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Sementes Goiás chega à AgroBrasília 2025 como campeã de produtividade em soja precoce


A Sementes Goiás, empresa do grupo Nutrien, desembarca na AgroBrasília 2025 com motivos de sobra para comemorar. A empresa conquistou o primeiro lugar na categoria ciclo precoce (até 105 dias) do Concurso de Cultivares de soja, com a cultivar DM 70IX70 I2X, alcançando a impressionante marca de 83,91 sacas por hectare. No ciclo tardio (116 a 130 dias), a companhia também garantiu destaque, assegurando o terceiro lugar com a DM 79I81 IPRO, que registrou 86,72 sacas por hectare.

“Essa premiação é um reconhecimento à alta performance das nossas cultivares e demonstra o nosso compromisso em entregar ao produtor rural sementes que realmente fazem a diferença no campo”, afirma Túlio Santos, diretor da Sementes Goiás. Ele destaca que a competição de cultivares é uma oportunidade ímpar para os produtores da região conhecerem as melhores tecnologias adaptadas às características do Planalto Central, com cultivares de alta produtividade e excelente potencial de retorno sobre o investimento.

Portfólio robusto e tecnologias de alta performance são diferenciais

Além das cultivares premiadas, os visitantes do estande da Sementes Goiás poderão conferir um portfólio diversificado de tecnologias desenvolvidas para potencializar a produtividade e a rentabilidade das lavouras. A equipe técnica da empresa estará disponível para orientar produtores na escolha das soluções mais adequadas ao perfil das propriedades, considerando as especificidades de cada ciclo de plantio.

Com mais de 50 cultivares disponíveis no Brasil, a Sementes Goiás se destaca por sua excelência na produção de sementes de alta qualidade, amplamente utilizadas em diversas regiões do Brasil, garantindo desempenho consistente em diferentes condições de solo e clima. A empresa é pioneira no Tratamento de Sementes Industrial (TSI) no sudoeste goiano, oferecendo sementes já prontas para o plantio e garantindo maior proteção contra pragas e doenças, além de um arranque inicial mais vigoroso.

Com capacidade produtiva de 1,08 milhão de toneladas de sementes por ano e um dos laboratórios mais modernos do setor, a Sementes Goiás segue contribuindo para o avanço da agricultura nacional e para o protagonismo do Brasil no cenário global de produção de soja.

Sobre a AgroBrasília 2025

A AgroBrasília é um dos maiores eventos do agronegócio brasileiro, reunindo produtores, empresas e instituições do setor em um ambiente propício para a realização de negócios, disseminação de conhecimento e apresentação de inovações tecnológicas. Com foco em tecnologias para a agricultura de alta performance, a feira também serve como palco para a realização de palestras e cursos sobre tendências e desafios do agronegócio.

Realizada pela Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (Coopa-DF), em 2025 a AgroBrasília ocorrerá entre os dias 20 a 24 de maio, com entrada gratuita, das 8h30 às 18h, no Parque Tecnológico Ivaldo Cenci (localizado na BR 251 km 5 – PAD-DF, Brasília, Distrito Federal).

Serviço

Sementes Goiás na AgroBrasília 2025

•    Data: terça-feira a sábado – 20 a 24 de maio

•    Horário: 8h30 às 18h

•    Local: Parque Tecnológico Ivaldo Cenci – AgroBrasília, BR 251 km 5 – PAD-DF

 





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Gripe aviária pode afetar até 20% das exportações mensais de frango do Brasil



De acordo com levantamento preliminar da consultoria Safras & Mercado, entre 15% e 20% das exportações mensais de carne de frango do Brasil devem ser impactadas pelo caso de Influenza Aviária registrado em uma granja no município de Montenegro, no Rio Grande do Sul.

Em 2023, o estado exportou carne de frango para 137 países, totalizando US$ 1,45 bilhão em receita. Além disso, o Rio Grande do Sul é o maior exportador nacional de carne de peru, com vendas que somaram US$ 85,39 milhões no mesmo período.

Segundo a análise, os prejuízos para o estado serão significativos. A China, que suspendeu por 60 dias as importações da carne de frango brasileira, compra mais de 40 mil toneladas por mês, representando mais de 10% das exportações nacionais do produto.

Exportações: principais destinos afetados

  • Emirados Árabes Unidos: 8,37 mil toneladas embarcadas por mês
  • Arábia Saudita: 7,6 mil toneladas mensais
  • Japão: 2,16 mil toneladas mensais

A Safras & Mercado ressalta que, com a interrupção parcial das exportações, haverá aumento da oferta de carne de frango no mercado interno, o que pode provocar queda nos preços em todas as etapas da cadeia produtiva.



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Festival celebra colheita do café em Patrocínio e Patos de Minas



Patrocínio e Patos de Minas recebem, de 16 a 29 de junho, a 2ª edição do Festival da Colheita do Café. 

A proposta é valorizar o turismo de experiência na Rota do Café do Cerrado Mineiro, unindo produção de qualidade, cultura, gastronomia e natureza em um dos principais roteiros turísticos do estado.

Durante o festival, o público poderá participar de missas campais em fazendas, visitas guiadas, experiências de colheita e degustações harmonizadas. 

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp

Além disso, a programação inclui música e eventos gratuitos em ambas as cidades.

A iniciativa é uma realização conjunta do Sebrae Minas, das prefeituras locais, Expocacer, Federação dos Cafeicultores do Cerrado, Adesp, entidades comerciais e Governo de Minas, por meio da Secult. 

A Rota do Café do Cerrado Mineiro integra os roteiros prioritários do turismo mineiro.

Fique por dentro:

Programação de Experiências na Rota do Café do Cerrado Mineiro de 16 a 29 de junho

Patrocínio – Praça Joaquim Tiago, junto ao Museu Professor Hugo Machado da Silveira

20/06 – 18h às 22h

21/06 – 10h às 22h

22/06 – 10h às 18h

Patos de Minas – 28 e 29/6 – Praça do Coreto, das 16h às 22h, com quitandas mineiras, artesanato, música, cultura e cafés especiais. Aberto ao público.

Mais informações: @rotadocafecerradomg





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China suspende as compras de frango do Brasil



A partir de hoje (16) e pelos próximos 60 dias, a China não estará mais comprando carne de frango brasileira, disse o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, em entrevista à TV Centro América, afiliada de Rede Globo em Mato Grosso, nesta sexta-feira (16).

O cancelamento vem após a detecção do vírus da influenza aviária de alta patogenicidade (IAAP) em matrizeiro de aves comerciais, na cidade de Montenegro no estado do Rio Grande do Sul. Esse é o primeiro foco de IAAP detectado em sistema de avicultura comercial no Brasil.

Segundo Fávaro, o protocolo com a China prevê que, com a presença da doença, toda produção nacional de aves fica impedida de entrar no país asiático, diferentemente do que acontece com os protocolos firmados com outros países – incluindo Arábia Saudita e Japão.

A princípio, esses outros países (quase 200) apenas impedem a entrada de aves produzidas na região onde o vírus foi encontrado. Os outros estados brasileiros permanecem em status de normalidade. O ministro ressaltou que negocia a mudança de protocolo com os chineses.

Por fim, Fávaro disse que medidas já estão sendo tomadas para debelar e impedir a propagação da doença e espera normalizar a situação o mais rápido possível.



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Secretaria de Agricultura do Rio Grande do Sul também investiga a morte de aves em zoológico



A Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) do Rio Grande do Sul divulgou, na manhã desta sexta-feira (16), detalhes sobre a detecção do vírus da Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (H5N1) em uma granja de aves no município de Montenegro (RS).

A Seapi também informou que a morte de aves no Zoológico de Sapucaia do Sul, distante cerca de 50 km da granja, está sendo investigada. A pasta aguarda o resultado do sequenciamento genético dos animais para confirmar se os óbitos estão relacionados ao vírus. O local está temporariamente fechado.

Segundo a Secretaria, o Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal (DDA) atendeu a uma suspeita de síndrome respiratória e neurológica em aves, no dia 12 de maio, em um estabelecimento avícola de reprodução. As amostras foram coletadas e encaminhadas ao Laboratório Federal de Diagnóstico Agropecuário, em Campinas (SP), que confirmou o diagnóstico de gripe aviária nesta sexta-feira (16).

Medidas

O Serviço Veterinário Oficial do RS (SVO-RS) iniciou as ações previstas no Plano Nacional de Contingência para a Influenza Aviária, com o isolamento da área afetada, em Montenegro, e a eliminação das aves remanescentes, para dar início ao protocolo de saneamento da granja.

A Seapi informou ainda que será realizada uma investigação complementar em um raio inicial de 10 km da área do foco, além da verificação de possíveis vínculos com outras propriedades, incluindo o Zoológico de Sapucaia do Sul.

Saúde humana

De acordo com o SVO-RS, o consumo de carne de aves e ovos armazenados em casa ou adquiridos em pontos de venda é seguro, uma vez que a doença não é transmitida por meio do consumo desses produtos. “A população pode se manter tranquila, não havendo qualquer restrição ao seu consumo”, destacou o órgão estadual.

Sobre a gripe aviária

A influenza aviária, também conhecida como gripe aviária, é uma doença viral altamente contagiosa que afeta, principalmente, aves silvestres e domésticas, podendo, em alguns casos, acometer seres humanos.

Entre os principais sintomas apresentados pelas aves estão: dificuldade respiratória, secreção nasal ou ocular, espirros, incoordenação motora, torcicolo, diarreia e alta mortalidade.

Todas as suspeitas de influenza aviária — que envolvem sinais respiratórios, neurológicos ou mortalidade alta e súbita em aves — devem ser notificadas imediatamente à Secretaria da Agricultura, por meio da Inspetoria de Defesa Agropecuária mais próxima ou pelo WhatsApp (51) 98445-2033.

A Secretaria da Agricultura realizará uma coletiva de imprensa nesta sexta-feira (16), às 11h30, na sede da Seapi, em Porto Alegre, para prestar mais esclarecimentos sobre o caso.



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ABPA e ASGAV dizem que situação é pontual e apoiam as medidas de contingenciamento



A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e a Associação Gaúcha de Avicultura (ASGAV) se manifestaram em relação à identificação de foco de H5N1 em uma granja de aves do município de Montenegro (RS).

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) revelou nesta quinta-feira (15) a detecção do vírus da influenza aviária de alta patogenicidade (IAAP). Esse é o primeiro foco de IAAP detectado em sistema de avicultura comercial no Brasil.

As entidades ressaltaram que o caso é pontual e destacaram a transparência do Mapa e da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) do Rio Grande do Sul em relação à identificação, comunicação e contenção da situação.

“A ABPA e a ASGAV estão apoiando o MAPA e a Seapi neste processo. Todas as medidas necessárias para o contingenciamento da situação foram rapidamente adotadas, e a situação está sob controle e monitoramento dos órgãos governamentais”, informaram.

As associações frisaram que confiam na rapidez das tratativas adotadas pelo Ministério e pela Secretaria, e esperam que o problema seja solucionado no menor prazo possível.

As duas entidades também reforçam que a situação não representa qualquer risco ao consumidor final.



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Primeiro foco de gripe aviária em granja comercial é detectado no Brasil



O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) revelou nesta quinta-feira (15) a detecção do vírus da influenza aviária de alta patogenicidade (IAAP) em matrizeiro de aves comerciais, na cidade de Montenegro no estado do Rio Grande do Sul. Esse é o primeiro foco de IAAP detectado em sistema de avicultura comercial no Brasil, informou o Mapa.

A circulação do vírus ocorre desde 2006, principalmente em países da Ásia, África e do norte da Europa.

O Mapa destacou que a doença não é transmitida pelo consumo de carne de aves nem de ovos. “A população brasileira e mundial pode se manter tranquila em relação à segurança dos produtos inspecionados, não havendo qualquer restrição ao seu consumo. O risco de infecções em humanos pelo vírus da gripe aviária é baixo e, em sua maioria, ocorre entre tratadores ou profissionais com contato intenso com aves infectadas (vivas ou mortas)”, informou a pasta.

Enfrentamento à doença

O governo federal afirmou que medidas de contenção e erradicação do foco previstas no plano nacional de contingência foram iniciadas. As providências tem o objetivo de debelar a doença e manter a capacidade produtiva do setor, garantindo o abastecimento e a segurança alimentar da população.

O Mapa também divulgou que está realizando a comunicação oficial aos entes das cadeias produtivas envolvidas, à Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), aos Ministérios da Saúde e do Meio Ambiente, além dos parceiros comerciais do Brasil.

O ministério explicou que há 25 anos, o Serviço Veterinário brasileiro vem sendo treinado e equipado para o enfrentamento e prevenir a entrada dessa doença no sistema de avicultura comercial brasileiro.

“Várias ações vêm sendo adotadas, como o monitoramento de aves silvestres, a vigilância epidemiológica na avicultura comercial e de subsistência, o treinamento constante de técnicos dos serviços veterinários oficiais e privados, ações de educação sanitária e a implementação de atividades de vigilância nos pontos de entrada de animais e seus produtos no Brasil”, disse a pasta.



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Mercado de milho segue bastante variado


No mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul, a oferta segue diminuindo, com vendas apenas em caso de extrema necessidade, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “As negociações seguem lentas, com compradores tentando alinhar os preços à paridade de exportação, mas enfrentando forte resistência dos produtores. As cotações para o milho com entrega no mês de maio, no interior do estado, oscilam entre R$ 66,00 e R$ 70,00 por saca. As referências regionais atuais são: R$ 66,00 em Santa Rosa e Ijuí, R$ 67,00 em Não-Me-Toque e Seberi, R$ 68,00 em Marau e Gaurama, e R$ 69,00 em Arroio do Meio, Lajeado e Montenegro”, comenta.

Mercado de milho travado em Santa Catarina à espera de maior oferta com avanço da colheita. “A expectativa é de que a liquidez do mercado siga baixa no curto prazo, até que a colheita libere mais milho e favoreça ajustes nos preços e negociações. No porto, seguem os valores de R$ 72,00 para entrega em agosto com pagamento em 30/09 e de R$ 73,00 para entrega em outubro com pagamento em 28/11. Em relação aos preços da pedra, cooperativas locais continuam pagando R$ 69,00 em Papanduva, R$ 70,00 em Campo Alegre e R$ 71,00 para o oeste do estado e a região serrana”, completa.

O mercado segue lento no Paraná, mas a expectativa é de recuperação com aumento da oferta. “Em Ubiratã, a saca teve queda de 1,72%, sendo vendida a R$ 57,00, enquanto em Castro houve valorização de 1,45%, com o preço chegando a R$ 70,00. Em Marechal Cândido Rondon, os valores permaneceram estáveis em R$ 58,00. A fraca demanda e o baixo volume de negócios continuam pressionando os preços em várias regiões. No Centro Oriental Paranaense, a cotação recuou para R$ 67,54, enquanto no Oeste Paranaense o preço ficou em R$ 66,78. Em Curitiba e região metropolitana, o milho subiu levemente para R$ 68,93”, indica.

O Mato Grosso do Sul tem o mercado travado e preços em queda. “Em Ponta Porã e Sidrolândia, os valores ficaram em R$ 58,00, enquanto em Maracaju o milho foi cotado a R$ 59,00. Nas praças de Dourados, Campo Grande e Caarapó, os preços se mantiveram estáveis em R$ 60,00. Apesar das quedas nas cotações, o mercado segue em compasso de espera, acompanhando o avanço da segunda safra, que deve ganhar ritmo nas próximas semanas. Até lá, as negociações permanecem pontuais e com baixa liquidez”, conclui.

 





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ouça os destaques econômicos do dia


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca a valorização do dólar, que subiu 0,82% e fechou a R$ 5,67, mesmo com queda nos Treasuries e petróleo. O Ibovespa avançou 0,66% e renovou recorde, impulsionado por Vale, bancos e alívio na curva de juros. No Brasil, o varejo surpreendeu positivamente, mas o cenário para 2025 ainda aponta desaceleração moderada. Hoje, destaque para a PNAD Contínua e dados de inflação.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Confira como está o mercado de trigo



Em Santa Catarina, o mercado permanece estável



Em Santa Catarina, o mercado permanece estável
Em Santa Catarina, o mercado permanece estável – Foto: Seane Lennon

Segundo análise da TF Agroeconômica, divulgada nesta semana, o mercado de trigo no Rio Grande do Sul segue lento, com preços pressionados pela disponibilidade de cerca de 440 mil toneladas da safra passada. Com os moinhos já abastecidos até junho e a moagem estadual girando em torno de 104 mil toneladas por mês, esse volume cobre a demanda até outubro, encostando na nova colheita. 

No entanto, a real necessidade de reposição dependerá da demanda por farinha no inverno. Negócios pontuais ainda ocorrem entre R$ 1.390 e R$ 1.400 por tonelada para trigos de PH 76, mas os moinhos permanecem seletivos quanto à qualidade.

Em Santa Catarina, o mercado permanece estável, com o balcão mantendo os preços há várias semanas. As cotações para trigo melhorador e biscoito variam entre R$ 1.380 e R$ 1.500/t FOB, mas a movimentação tem sido pontual. Já os preços pagos diretamente ao produtor (“pedra”) se mantêm entre R$ 75,00 e R$ 80,00 a saca nas principais praças do estado.

No Paraná, os preços da safra velha variam de R$ 1.550 a R$ 1.600 CIF moinhos, enquanto o trigo paraguaio chega a até R$ 1.630 e o argentino ultrapassa R$ 1.700 CIF. Para a safra nova, ainda não há ofertas concretas, mas compradores indicam preços entre R$ 1.450 e R$ 1.500 CIF, o que corresponde a cerca de R$ 82,78/saca. A média estadual da saca recuou levemente para R$ 80,09, ainda proporcionando um lucro de 8,92% sobre o custo de produção.

As expectativas para os próximos meses giram em torno do comportamento da demanda e do ritmo de compra dos moinhos, especialmente no sul do país. A chegada da nova safra e os movimentos do mercado internacional serão determinantes para a formação dos preços no segundo semestre.

 





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