domingo, maio 24, 2026

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Mercado internacional pressiona trigo, soja e milho


Segundo informações da TF Agroeconômica (boletim de 16/05/2025), o mercado internacional de grãos iniciou o dia com tendência de queda para o trigo, leve recuperação para o milho e variações pontuais na soja. Os contratos futuros do trigo na Bolsa de Chicago operam em baixa, com o julho/25 cotado a US\$ 531,0 (-1,75) e o dezembro/25 a US\$ 566,0 (-2,00). A retração é reflexo da aproximação da colheita de inverno nos EUA e da boa expectativa de safra na União Europeia, o que aumenta a concorrência global. No Brasil, o Paraná registra alta diária de 0,03% (R\$ 1.533,01/t), enquanto o Rio Grande do Sul apresenta queda de 1,96% (R\$ 1.387,84/t), refletindo diferenças na disponibilidade regional do grão.

A soja tenta uma recuperação parcial nos contratos futuros em Chicago, com o julho/25 subindo 1,75 pontos, cotado a US\$ 1053,0. No entanto, o movimento ainda é limitado devido à redução nas expectativas para o uso de biodiesel nos EUA, o avanço da colheita sul-americana e o bom ritmo de plantio da nova safra americana. No mercado interno, os preços seguem pressionados, com o Paraná registrando queda diária de 0,58%, a R\$ 127,51/saca.

Já o milho apresentou leve valorização em Chicago, com o contrato julho/25 subindo para US\$ 449,0 (+0,50), sustentado por dados positivos de exportação divulgados pelo USDA. Contudo, fatores como a possibilidade de colheita recorde nos EUA e o bom desenvolvimento da safrinha brasileira limitam uma alta mais significativa. No Brasil, o milho teve variação negativa de 0,07% no CEPEA, com média de R\$ 73,07/saca, enquanto na B3 o contrato de maio subiu 0,30% e o de julho caiu 0,79%.





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Votação do marco do licenciamento ambiental ganha possível data



A Comissão de Agricultura (CRA) do Senado pode votar na terça-feira (20) o projeto da Lei Geral do Licenciamento Ambiental (PL 2.159/2021).

O documento está sendo analisado em conjunto com a Comissão de Meio Ambiente (CMA). A reunião da CRA tem dois itens na pauta e está marcada para às 14h.

O projeto teve a análise iniciada na Câmara dos Deputados em 2004. Apresentado pelo ex-deputado Luciano Zica (SP), o texto foi aprovado em 2021 e desde então está em análise no Senado.

Um relatório único foi construído em conjunto pelos relatores na CRA e na CMA, senadores Tereza Cristina (PP-MS) e Confúcio Moura (MDB-RO), respectivamente.

A atual legislação que trata da Política Nacional do Meio Ambiente (Lei 6.938, de 1981) apresenta as hipóteses legais de exigência de licenciamento para a aprovação de empreendimentos considerados de alto impacto ao meio ambiente.

Há, ainda, várias resoluções do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) que estabelecem regras de procedimentos e situações nas quais o licenciamento é exigido, bem como as modalidades de licença.

Segundo os relatores, a diversidade de regulamentações faz com que haja muitos litígios relacionados ao licenciamento. Para eles, a expectativa é que uma lei geral proporcione mais segurança jurídica.

A dispensa de licenciamento ambiental para quatro atividades agropecuárias é um dos itens da proposta que gera mais discordâncias.

Dispensa de licenciamento

O relatório de Confúcio Moura e Tereza Cristina mantém o entendimento da Câmara de que deve haver dispensa para o cultivo de espécies de interesse agrícola, temporárias, semiperenes e perenes; a pecuária extensiva e semi intensiva; a pecuária de pequeno porte; e pesquisas de natureza agropecuária sem risco biológico.

Até a tarde desta sexta-feira (16), 94 emendas haviam sido apresentadas pelos senadores. A recomendação dos relatores é pela aprovação do projeto com 24 emendas. Antes da votação na CRA, o projeto pode ser votado na CMA, que tem reunião deliberativa marcada às 9h da próxima terça.

Securitização de dívidas

O outro projeto na pauta da comissão é o PL 320/2025, que busca diminuir perdas de produtores rurais afetados por tragédias climáticas, ao permitir securitização de dívidas.

A securitização possibilita que produtores utilizem suas dívidas como um produto financeiro. Assim, podem antecipar o recebimento de recursos para financiar projetos.

O projeto, do senador Luis Carlos Heinze (PP-RS), tem relatório favorável do senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS).



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Uso de sementes certificadas de soja impulsiona altas produtividades


Nas últimas semanas, com o planejamento da safra 2025/2026 em andamento, a importância do uso de sementes certificadas no campo esteve no centro das discussões do agronegócio. Dados divulgados pela CropLife Brasil no início de abril geraram preocupação: segundo a entidade, a pirataria de sementes de soja no país gera perdas de cerca de R$ 10 bilhões ao ano para o setor. 

Esse prejuízo afeta toda a cadeia produtiva e, em especial, os agricultores. A projeção do aumento de receita com o fim da pirataria de sementes de soja prevê R$ 2,5 bilhões para os produtores, de acordo com a pesquisa da CLB. Esse valor pode ser justificado por diversos fatores e um deles é a alta produtividade e qualidade que o uso de materiais certificados e registrados podem promover nas lavouras. 

Segundo o gerente de sementes de Soja e Biotecnologia da BASF Soluções para Agricultura, José Gomes, investir em materiais certificados é mais do que uma decisão técnica. “É um compromisso com a produtividade, a qualidade, a sustentabilidade e o futuro da agricultura. Só crescemos os nossos patamares de produção, ultrapassando a média nacional de 50 sacas por hectare, porque temos agricultores que reconhecem a importância da tecnologia para o progresso da atividade”, afirma Gomes.

Os benefícios com as sementes certificadas são expressos em números. Segundo o gerente, na safra 2024/2025, mais de 95% dos lotes de Credenz®, marca de sementes de soja verticalizada da BASF Soluções para Agricultura, apresentaram índice de germinação acima de 95%, garantindo um estabelecimento mais uniforme da lavoura, maior expressão do potencial genético das cultivares e, acima de tudo, mais previsibilidade e segurança ao agricultor. 

Acompanhamento de ponta a ponta

Até chegar na lavoura do agricultor, as sementes certificadas passam por uma série de avaliações, a começar pela pesquisa e desenvolvimento. É neste setor que a BASF Soluções para Agricultura investe mais de 915 milhões de euros ao ano, em todo o mundo, para levar mais tecnologias ao campo. 

O processo produtivo das sementes inclui oito etapas de análise, com mais de 35 testes de qualidade física, fisiológica, sanitária e genética em cada lote. As variedades são desenvolvidas para diferentes regiões do Brasil, considerando os desafios específicos de cada local, como clima e ambiente, com biotecnologia que confere resistência a pragas e tolerância a herbicidas, elevando a eficiência no manejo.

Outro diferencial é o amparo técnico. A BASF garante armazenamento refrigerado e distribuição estratégica, assegurando que as sementes cheguem ao produtor e, no caso da SoyTech®, marca para a rede de licenciados, com preservação da qualidade e no momento certo para o plantio. Durante a safra, os agricultores podem contar com o apoio do time técnico para esclarecer dúvidas e elaborar as melhores estratégias de plantio e manejo. “Mais do que ter um bom material, o produtor precisa pensar em como pode utilizar ele da melhor forma, escalonando variedades e o plantio”, orienta o o gerente de sementes de Soja e Biotecnologia da BASF Soluções para Agricultura, José Gomes.

Conforme complementa a gerente de Marketing SoyTech®, Thaiz Zapateiro de Souto, a produção das sementes exige um rigoroso processo de certificação, o que as torna 100% rastreáveis. “Isso garante a procedência de áreas regulares, sem histórico de desmatamento, alinhada aos princípios de agricultura responsável, compliance ambiental e integridade na cadeia produtiva”, finaliza.





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Veja como os preços da arroba do boi gordo encerraram a semana



O mercado físico do boi gordo encerrou a semana apresentando nervosismo, com muitas indústrias ausentes da compra de gado. Isso porque o foco de influenza aviária em granja comercial no Rio Grande do Sul tornou o cenário das exportações brasileiras de carne de frango mais imprevisível.

Diante disso, os frigoríficos brasileiros optaram por recuar do mercado. De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, a expectativa é que o cenário de pressão baixista se acentue durante a próxima semana.

De acordo com ele, isso acontece por conta, também, da fragilidade do consumo durante a segunda quinzena do mês, em um ambiente ainda pautado por escalas de abate confortáveis.

Cotações da arroba do boi gordo

  • São Paulo: R$ 307,33 — ontem: R$ 308,27
  • Goiás: R$ 290,89 — na quinta: R$ 290,71
  • Minas Gerais: R$ 294,71 — anteriormente: R$ 295
  • Mato Grosso do Sul: R$ 301,70 — ontem: R$ 302,27 
  • Mato Grosso: R$ 299,12 — na quita: R$ 299,32

Mercado atacadista

O mercado atacadista apresenta queda em seus preços no decorrer da sexta-feira. O ambiente de negócios ainda sugere a continuidade deste movimento no curto prazo, em linha com um consumo menos aquecido ao longo da segunda quinzena do mês.

“O setor está apreensivo com as eventuais consequências do foco de Influenza Aviária em granja comercial no Rio Grande do Sul, e os potenciais impactos para o restante do mercado brasileiro”, disse Iglesias.

O quarto traseiro foi precificado a R$ 23,90 por quilo, queda de R$ 0,10. O dianteiro foi
cotado a R$ 19,40 por quilo, queda de R$ 0,10. Já a ponta de agulha foi precificada a R$ 17,80 por quilo, queda de R$ 0,20.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,19%, sendo negociado a R$ 5,6685 para venda e a R$ 5,6665 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6612 e a máxima de R$ 5,7137. Na semana, a moeda teve valorização de 0,25%.



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Argentina segue China e UE e suspende compra de aves e subprodutos do Brasil



Após China e União Europeia suspenderem as exportações de produtos e subprodutos de aves do Brasil nesta sexta-feira (16), foi a vez da agência sanitária estatal da Argentina, a Senasa, anunciar a mesma medida.

O caso ocorre após identificação, na noite de quinta-feira (15), do vírus da influenza aviária de alta patogenicidade (IAAP) em matrizeiro de aves comerciais, na cidade de Montenegro, no Rio Grande do Sul.

O governo argentino informou que manterá a medida em vigor até que o Brasil seja certificado como país livre da gripe aviária. Assim, após a confirmação do caso pelo governo brasileiro, a Senasa pediu ao setor produtivo do país o reforço das medidas de biossegurança em seus próprios estabelecimentos.

Em 2024, o Brasil exportou aproximadamente 4 milhões de toneladas de produtos e subprodutos de origem avícola para a Argentina, conforme dados do Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec).

É válido destacar que, conforme lembrado pelo ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, cada país adota um protocolo de conteção em caso de comprovação de doenças desse tipo em animais de criação comercial. Alguns, como China, União Europeia e Argentina, não restringem as compras apenas ao estado ou município onde foi identificada a doença.

Por outro lado, países como Japão, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Filipinas têm acordos diferentes com o Brasil, em que prevalece a regionalização. Por conta disso, devem deixar de importar carne de frango somente do Rio Grande do Sul.



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Gripe aviária chega ao Brasil, mas encontra um sistema de defesa forte e preparado


O Brasil, maior exportador mundial de carne de frango, vive nesta semana um episódio que há tempos era temido, mas que não surpreende diante da complexidade do cenário sanitário global: a confirmação de um foco de gripe aviária em uma granja no Rio Grande do Sul.

Apesar do impacto inicial da notícia, é fundamental destacar que o país mantém um dos sistemas de vigilância sanitária mais robustos do mundo, referência em biossegurança e rastreabilidade.

O caso, até o momento isolado, reforça a importância do investimento constante em monitoramento, barreiras sanitárias e resposta rápida — fatores que explicam por que o Brasil se manteve livre da doença por tanto tempo, mesmo com a expansão global do vírus.

As autoridades já isolaram o foco e ativaram os protocolos de contenção previstos pelo Plano Nacional de Sanidade Avícola. A expectativa do setor é que o caso permaneça restrito à área afetada, sem comprometer a produção nacional nem os embarques internacionais.

A confiança no sistema sanitário brasileiro é compartilhada por muitos dos principais importadores de carne de frango, que reconhecem a transparência e o rigor técnico das ações adotadas pelo país.

O episódio serve como alerta, mas não como alarme. A gripe aviária chegou, mas encontrou um Brasil preparado. O controle rápido e a comunicação eficiente serão essenciais para preservar a imagem sanitária brasileira e garantir a continuidade de um setor que movimenta bilhões e gera milhões de empregos em todo o território nacional.

Miguel Daoud

Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural

Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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Instabilidade ‘toma conta’ do mercado de soja: grão sobe, cai e comercialização trava no Brasil



O mercado brasileiro de soja teve uma sexta-feira marcada por preços mistos e ritmo lento de comercialização. De acordo com o consultor da Safras & Mercado, Rafael Silveira, a volatilidade observada tanto na Bolsa de Chicago quanto no câmbio influenciou diretamente as cotações. Apenas lotes pontuais foram movimentados, com negociações voltadas principalmente à liberação de armazéns para a chegada da safrinha de milho.

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Soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 127,00 para R$ 130,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 128,00 para R$ 131,00
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 132,00 para R$ 135,00
  • Cascavel (PR): caiu de R$ 126,00 para R$ 125,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 132,00 para R$ 134,00
  • Rondonópolis (MT): subiu de R$ 114,00 para R$ 115,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 118,00
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 114,00 para R$ 116,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) encerraram a sexta-feira com desempenho misto. Em meio à incerteza sobre o futuro mandato de biocombustíveis nos Estados Unidos, investidores optaram por cautela diante do fim de semana, o que resultou em um dia de forte volatilidade.

Após o entusiasmo inicial com a possibilidade de prorrogação dos créditos fiscais para o biodiesel nos EUA, surgiram novos temores relacionados à política energética, alimentados por rumores de que a meta de volume de diesel renovável para 2026 poderá ficar bem abaixo dos 5,25 bilhões de galões propostos por uma aliança de produtores de petróleo e biocombustíveis.

O mercado segue à espera de esclarecimentos depois que a Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA) anunciou ter enviado à Casa Branca sua proposta para as futuras metas de mistura de biocombustíveis.

Contratos futuros da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com baixa de 1,25 centavo de dólar (0,11%), a US$ 10,50 por bushel. A posição novembro subiu 0,25 centavo (0,02%), a US$ 10,35 1/2 por bushel.

Nos subprodutos, o farelo para julho recuou US$ 4,50 (1,51%), a US$ 291,90 por tonelada. Já o óleo fechou a 48,93 centavos de dólar por libra-peso, com baixa de 0,39 centavo (0,79%).

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com queda de 0,19%, cotado a R$ 5,6685 na venda e R$ 5,6665 na compra. Ao longo do dia, a moeda norte-americana oscilou entre R$ 5,6612 na mínima e R$ 5,7137 na máxima. Na semana, acumulou valorização de 0,25%.



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Lançamento na AgroBrasília 2025, ZethaMaxx EVO, da Sumitomo Chemical, tem alta eficiência no controle de plantas daninhas resistentes


Na AgroBrasília 2025, que ocorre entre os dias 20 e 24 de maio, a Sumitomo Chemical lança oficialmente o ZethaMaxx EVO®, uma revolução no manejo de plantas daninhas. Com formulação exclusiva e tecnologia de ponta, o novo herbicida pré-emergente estará entre os destaques no estande da companhia, oferecendo aos visitantes a oportunidade de conhecer, de perto, os diferenciais desta inovação.

ZethaMaxx EVO® representa a terceira geração da molécula Flumioxazina, desenvolvida pela Sumitomo Chemical, agora combinada a outros ativos em uma formulação inédita e única com três mecanismos de ação distintos: inibição da acetolactato sintase (ALS), ação sobre a PROTOX (PPO) e interferência na divisão celular (VLCFA). O resultado é um herbicida altamente eficaz, seletivo e com amplo espectro de controle, especialmente desenhado para o uso em pré-emergência da cultura da soja.

Com ação de controle residual prolongada, o ZethaMaxx EVO® reduz significativamente a matocompetição nas fases iniciais da lavoura, favorecendo um melhor arranque da cultura e protegendo o potencial produtivo. Possui ação de controle em folhas largas e gramíneas, incluindo espécies comuns no Cerrado, consideradas como de difícil controle, como vassourinha-de-botão, capim-pé-de-galinha, caruru e capim-amargoso.

“O ZethaMaxx EVO® proporciona ao produtor maior eficácia, flexibilidade e segurança no controle de plantas daninhas, com menos intervenções em pós-emergência e um excelente custo-eficiência,” destaca Luciano Teixeira, gerente de Produto Herbicida da Sumitomo Chemical.

Essa nova solução reafirma o compromisso da empresa com a inovação sustentável no campo, oferecendo uma ferramenta robusta para o manejo de resistência e para o uso racional de herbicidas.

Agricultura Nos Une

Na AgroBrasília 2025, a Sumitomo Chemical apresenta sua primeira campanha institucional, “Agricultura nos Une”, lançada oficialmente este ano. No estande da empresa é apresentado todo um conceito que reúne os valores da companhia japonesa para o sucesso do agricultor, atendendo suas necessidades e buscando o desenvolvimento sustentável no segmento.

A campanha está integrada ao estande na feira, onde a empresa compartilha um pouco da sua história em uma linha do tempo e um espaço instagramável para que os visitantes tirem e ganhem fotos de presente. O espaço também conta com o Rancho Agricultura nos Une, um ambiente exclusivo para troca de conhecimentos e apresentação de benefícios e resultados das soluções e dos lançamentos da safra 2025/2026, incluindo um jogo em realidade aumentada. Também será possível observar o desenvolvimento das raízes das plantas de soja em vasos rizotron, ferramentas que facilitam o entendimento sobre o desenvolvimento radicular das plantas.

Em uma tela LCD interativa, o público poderá explorar pragas, doenças e plantas daninhas que afetam a produtividade das lavouras de soja e milho, além de descobrir como as soluções da Sumitomo Chemical podem ser eficazes no manejo.

Mais soluções de referência

Além do lançamento ZethaMaxx EVO, a empresa apresenta ao público da feira o Kaiso Max®, inseticida com duplo mecanismo de ação contra sugadores – choque com um residual prolongado -, sendo eficaz contra ampla gama de pragas, destaque para percevejos. O produto tem registro para milho, soja e cana-de-açúcar.

O fungicida Excalia Max® chega agora para o milho. A formulação tem uma combinação única contendo indiflin, ingrediente ativo desenvolvido originalmente pela Sumitomo Chemical, associado ao tebuconazol. A formulação inovadora se destaca como a melhor escolha para o programa de manejo, proporcionando eficiente controle do complexo de doenças, manejo de resistência, seletividade e manutenção do potencial produtivo da soja e do milho. O Excalia Max tem mais de 5 milhões de hectares de soja tratados no Brasil desde o seu lançamento há três safras. 

Além deles, o público da feira conhecerá mais da referência para o tratamento de sementes Aveo® EZ, que cria uma simbiose com as raízes, formando um biofilme que protege do ataque de nematoides (vermes que ficam no solo). A solução biológica produz substâncias que causam paralisia dos nematoides nos estágios juvenis, diminui a reprodução e, assim, reduz o ataque e a população nas próximas safras.

Com o objetivo de estimular um solo com mais sustentabilidade, a Sumitomo Chemical apresenta as soluções MycoApply EndoFuse® e MycoApply EndoMaxx®, voltadas para melhorar a qualidade biológica, promovendo maior longevidade, saúde e qualidade.

O estande também conta com os Programas Inteligentes de Manejo Fisiológico Soja+ e Milho+, que trazem recomendações técnicas personalizadas para cada cultura no manejo de florada, maturação e colheita. Esses programas são formados por um portfólio robusto, com produtos sustentáveis para a arquitetura ideal de plantas e ganho expressivo de produtividade.

A AgroBrasília acontecerá no Parque Tecnológico Ivaldo Cenci e é uma realização da Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (Coopa-DF). O estande da Sumitomo Chemical fica localizado na Rua I Plot 24.





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Não há restrição generalizada da exportação de aves do RS, diz Mapa



Em meio à repercussão do caso de gripe aviária identificado na noite dessa quinta-feira (15) em Montenegro, no Rio Grande do Sul, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) acaba de divulgar uma nota em suas redes sociais onde reitera que não há restrição generalizada da exportação de produtos de aves do território gaúcho.

“Tendo em vista que o Brasil é o maior produtor e exportador de carne de aves do mundo, que possui dimensões continentais com mais de 8 milhões de quilômetros quadrados, com longas distâncias e deslocamentos, reiteramos a importância de se reconhecer a regionalização para o caso”, diz a nota do Mapa.

A pasta considera que a rápida detecção do vírus da influenza aviária de alta patogenicidade (IAAP), assim como as ações empenhadas para o isolamento do plantel afetado, demonstram a robustez do sistema de inspeção do Brasil.

“Reafirmando o compromisso de transparência e de responsabilidade com a qualidade e sanidade dos produtos exportados pelo Brasil, as restrições de exportação seguirão fielmente aos acordos sanitários realizados com nossos parceiros comerciais”, diz a nota.

Exportações para China e UE

O ministro da pasta, Carlos Fávaro, informou que a partir desta sexta (16) e pelos próximos 60 dias, a China não comprará a carne de frango brasileira. Isso porque o protocolo firmado com o país asiático prevê que, com a presença da doença, toda produção nacional de aves fica impedida de ser adquirda. O mesmo ocorre em relação à União Europeia (UE).

Os chineses importam do Brasil mais de 40 mil toneladas de carne de frango por mês, o que representa mais de 10% dos embarques nacionais do produto.

Quanto ao bloco europeu, figura entre os dez principais destinos da commodity brasileira. Assim, os embarques para lá perfazem cerca de 7% de todo volume exportado pelo país. Em 2024, o Brasil vendeu 229,984 mil toneladas do produto para os 27 países da UE, com embarques que somaram US$ 655,320 milhões.

Restrição de compras

O Mapa tenta negociar para que a restrição de compra se restrinja apenas ao Rio Grande do Sul e não a todo o Brasil, com base no princípio de regionalização, preconizado pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) – restringindo a exportação aos 10 quilômetros de raio do foco.

O Ministério enfatiza que países como o Japão, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Filipinas, por exemplo, já aprovaram a regionalização para IAAP. Contudo, para respeitar os acordos firmados com a China e a União Europeia, as exportações ficam restritas ao país todo.

“Quando as exigências estão relacionadas à sanidade e à qualidade dos produtos, o Brasil se compromete a seguir rigorosamente os protocolos internacionais estabelecidos, garantindo a segurança e a confiança dos nossos parceiros comerciais”, finaliza a nota.



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Foco de gripe aviária mata cerca de 90 aves aquáticas em zoológico gaúcho



O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) informou que o Rio Graande do Sul possui dois focos de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (H5N1).

O primeiro caso noticiado ocorreu em uma granja comercial de produção de ovos férteis, no município de Montenegro. No local, estavam alojadas cerca de 17 mil galinhas. O segundo foco foi identificado a 50 quilômetros dali, no Zoológico de Sapucaia do Sul, onde 90 aves aquáticas morreram.

As informações foram detalhadas durante coletiva de imprensa na Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), com a presença de autoridades estaduais, representantes do Mapa e entidades do setor avícola.

O estado já conta com um sistema de monitoramento permanente de aves migratórias, intensificado desde a detecção da Doença de Newcastle no ano passado. Além disso, os produtores gaúchos recebem orientações técnicas regulares para identificar sinais clínicos nas aves e realizar a notificação imediata aos órgãos de defesa sanitária.

A Associação Gaúcha de Avicultura (ASGAV) avalia que o episódio será controlado sem grandes impactos para a cadeia produtiva. Na agropecuária do estado, o frango ocupa a terceira posição entre os produtos de maior relevância econômica.

As ações de contenção seguem o Plano Nacional de Contingência da Influenza Aviária, com medidas como isolamento das áreas afetadas, eliminação dos plantéis envolvidos e investigação epidemiológica em raio de até 10 quilômetros a partir dos focos.



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