domingo, maio 24, 2026

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impactos e resposta rápida reacendem debate sobre defesa sanitária no país



Com o caso confirmado de gripe aviária em uma granja comercial no Rio Grande do Sul e a reação imediata de alguns países importadores, cresce a apreensão com os reflexos para a avicultura brasileira. O Brasil, maior exportador mundial de carne de frango, já enfrenta restrições por parte de importantes parceiros comerciais — um cenário que acende o alerta para o setor, responsável por 37% da carne de frango vendida no mundo.

Em entrevista ao Canal Rural, o ex-ministro da Agricultura e comentarista Francisco Turra reforçou que, apesar da complexidade do momento, o país está reagindo com responsabilidade e rapidez. Segundo ele, a adoção de medidas rigorosas como o descarte de ovos, a incineração de materiais e o abate sanitário de aves mostram o compromisso do setor com os protocolos internacionais de contenção da gripe aviária.

Turra lembrou que o Brasil conquistou o protagonismo no mercado global justamente por manter-se livre da doença durante as últimas duas décadas, mesmo quando os grandes produtores mundiais foram atingidos. “Não foi sem sacrifício”, destacou, ao mencionar o esforço contínuo do setor privado e a união dos agentes envolvidos para garantir a biosseguridade.

A estratégia brasileira, segundo o ex-ministro, passa também pela defesa do conceito de regionalização. Ou seja, ao invés de embargos generalizados ao país, as suspensões deveriam se restringir apenas ao estado afetado, neste caso o Rio Grande do Sul. Países como Japão, China e membros da União Europeia já aplicaram esse princípio em outras ocasiões, e a expectativa é de que o façam novamente.

O ex-ministro também defendeu maior clareza na comunicação com a população e com os mercados internacionais, ressaltando que o Brasil está fazendo a “lição de casa” com seriedade. No primeiro dia após a confirmação do foco de gripe aviária, mais de 17 mil aves foram eliminadas, e os trabalhos seguem intensivos no interior do estado, com apoio do Ministério da Agricultura e dos governos locais.

Apesar dos impactos imediatos, Turra acredita que a retomada do mercado pode ocorrer dentro de 30 a 60 dias, desde que não surjam novos focos. Ele alerta, no entanto, que o retorno será gradual e exigirá paciência e resiliência por parte do setor.

A entrevista do ex-ministro da Agricultura, Francisco Turra, assim como todo o conteúdo do Canal Rural está em nosso Youtube, confira!



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Milho segue em queda: E agora?



Nem a demanda externa nem a interna têm sustentado os preços



Nem a demanda externa nem a interna têm sustentado os preços
Nem a demanda externa nem a interna têm sustentado os preços – Foto: Pixabay

Segundo análise da TF Agroeconômica, as cotações do milho continuam em queda acentuada, tanto no mercado físico (com recuo de 0,19% no dia e 8,99% no mês, de acordo com o CEPEA) quanto no mercado futuro da B3. Diante da ampla oferta atual de matéria-prima, a consultoria recomenda que produtores fixem os preços imediatamente, antes da intensificação da colheita em julho, período sazonalmente marcado por pressões de baixa. A TF destaca que já vem orientando essa estratégia há mais de dois meses, e quem seguiu a recomendação estaria obtendo um ganho de cerca de R\$ 14,00 por saca até o momento.

Entre os poucos fatores que podem limitar a queda, a consultoria aponta a valorização dos preços de proteínas animais no Brasil: o frango subiu 6,14% e o suíno 10,06% no ano, o que pode estancar a queda do milho ao elevar a demanda interna. No entanto, a elevação da safra brasileira de milho pela Conab — de 124,74 para 126,88 milhões de toneladas — segue pesando negativamente sobre os preços.

Do lado da pressão baixista, destaca-se a continuidade da desvalorização internacional: os contratos futuros de milho em Chicago completaram a quinta semana consecutiva de queda, enquanto no Brasil já são dez semanas de baixa. Nem a demanda externa nem a interna têm sustentado os preços, reflexo também de um cenário global incerto.

Além disso, no mercado internacional, há apreensão com a falta de acordos comerciais entre os EUA e países importadores, às vésperas de uma safra recorde esperada na temporada 2025/26. O ex-presidente Donald Trump afirmou que será impossível atender a todas as demandas por tratamento tarifário diferenciado, e que notificações sobre os custos comerciais serão enviadas nas próximas semanas. 

 





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Acordo entre China e EUA ‘muda o jogo’ e agita o mercado de soja



O mercado de soja registrou uma semana marcada por volatilidade, com a influência de fatores externos, como o novo acordo comercial entre China e Estados Unidos e mudanças na política de biocombustíveis norte-americana. Segundo a plataforma Grão Direto, a combinação desses elementos, somada ao ritmo acelerado do plantio da nova safra nos EUA, desenhou um cenário complexo e dinâmico para os preços do grão, do óleo e do farelo.

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O anúncio de um novo entendimento comercial entre as duas maiores economias do mundo trouxe impacto imediato nos mercados globais, elevando os preços da soja, do óleo e do farelo. A medida reacendeu expectativas de aumento na demanda pela soja norte-americana, especialmente em um momento crucial do plantio da safra 2025/26 nos Estados Unidos.

Apesar do otimismo gerado pelo acordo, o mercado também foi afetado por especulações sobre mudanças na política de biocombustíveis dos EUA. Caso se concretizem, tais alterações podem reduzir a demanda por óleos vegetais no curto prazo. Além disso, a baixa nos preços do petróleo ajudou a exercer pressão negativa sobre as cotações da soja na Bolsa de Chicago.

Plantio de soja nos EUA

Outro fator de influência foi o ritmo acelerado do plantio nos EUA. Com clima favorável, a semeadura da soja avançou de forma mais rápida que a média histórica, aumentando as projeções para uma safra robusta. Esse cenário adicionou mais um elemento de pressão sobre os preços internacionais.

Na Bolsa de Chicago, o contrato da soja para maio de 2025 fechou a US$10,51 por bushel, uma leve alta de 0,67% na semana. Já o contrato para março de 2026 subiu 0,76%, encerrando a US$10,56 por bushel. O dólar teve variação moderada, cotado a R$5,67 (+0,35%). No mercado físico, os preços refletiram o movimento nos prêmios portuários, impulsionados pela possível migração da demanda para os EUA.

Brasil se destaca nas exportações de soja

Enquanto os Estados Unidos avançam no plantio, o Brasil continua se destacando no cenário internacional com números expressivos de exportação. Segundo dados da Secex, o país embarcou 37,4 milhões de toneladas de soja entre janeiro e abril deste ano — um aumento de 1,6% em relação ao mesmo período de 2024.

O desempenho foi impulsionado pela tensão comercial entre China e EUA, o que abriu espaço para a soja brasileira no mercado chinês. Só em abril, foram 15,3 milhões de toneladas exportadas, o segundo maior volume da história. As projeções para maio apontam para um possível novo recorde, com estimativas de até 16,5 milhões de toneladas. Caso os EUA reduzam a área plantada ou enfrentem adversidades climáticas, o Brasil poderá manter a dianteira nas exportações.

Até 11 de maio, os Estados Unidos já haviam plantado 48% da área estimada para a soja, superando em 14 pontos percentuais o ritmo do ano anterior. Os estados de Iowa (64%), Nebraska (62%) e Illinois (51%) lideram o avanço. Além disso, 17% das áreas já apresentavam emergência, sinal de bom desenvolvimento inicial.

Apesar do progresso, cerca de 23% da área plantada ainda enfrenta condições de seca, especialmente no centro-norte do Meio-Oeste. A previsão de continuidade das chuvas pode melhorar a umidade do solo, mas também trazer atrasos pontuais na semeadura. As temperaturas abaixo da média podem desacelerar o crescimento inicial das lavouras, levantando incertezas sobre a produtividade final — ainda que sem gerar grandes preocupações no curto prazo.

Dólar

O dólar segue volátil, influenciado por fatores internos e externos. A perspectiva de juros altos nos EUA e o retorno de Donald Trump ao centro das negociações comerciais geram instabilidade no mercado cambial. No Brasil, as incertezas fiscais persistem, mesmo diante dos esforços do governo para sinalizar compromisso com o equilíbrio das contas públicas.

A expectativa é que o dólar possa seguir em queda e romper a barreira dos R$5,60. Essa tendência, aliada ao bom ritmo das exportações e à demanda externa aquecida, pode favorecer os embarques da soja brasileira, ainda que represente um desafio para a competitividade nos preços internos.



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Gripe aviária e supersafra devem afetar os preços do milho no curto-prazo



Os Estados Unidos devem produzir 401,85 milhões de toneladas de milho na próxima safra, de acordo com o Departamento de Agricultura norte-americano (USDA), com exportações previstas em 72,8 milhões de toneladas.

O órgão estimou que a colheita brasileira será de 131 milhões de toneladas, com embarques de 43 milhões de toneladas.

No país norte-americano, as expectativas são positivas: a semeadura já atingiu 62% da área, índice acima da média histórica. O USDA ainda reportou que 28% das lavouras já haviam germinado, gerando ótimas expectativas de desenvolvimento diante do clima favorável.

Quanto aos preços, o milho encerrou a semana cotado a US$ 4,43 por bushel na Bolsa de Chicago, com queda expressiva de 0,45% ante o período anterior.

No Brasil, na B3, o contrato do cereal para julho de 2025 também recuou, fechando a R$ 62,05 por saca (-3,33%). No mercado físico, por sua vez, as cotações seguiram em queda, pressionadas pela fraqueza nos mercados futuros.

O que esperar do mercado do milho?

Análise da plataforma Grão Direto destaca pontos de atenção ao mercado do milho nesta semana. Confira:

  • Impactos da gripe aviária: a confirmação do primeiro caso de gripe aviária em uma granja comercial no Brasil levou à suspensão temporária das exportações de carne de frango para mercados importantes, como China, União Europeia, Argentina, México, Chile e Uruguai, sendo que a China bloqueou as compras por 60 dias. Estima-se que até 20% dos embarques mensais brasileiros sejam impactados nesse período. Como a cadeia avícola é uma grande consumidora de milho para ração, a redução nas vendas ao exterior e na produção de aves deve diminuir a demanda pelo cereal, pressionando para baixo os preços de frango e ovos no curto prazo. Caso a doença seja controlada e o embargo dure cerca de dois meses, o impacto tende a ser temporário e pontual. Porém, se a gripe aviária se disseminar, os efeitos podem ser mais severos e duradouros, prejudicando os produtores.
  • Safra norte-americana: até 11 de maio, 62% da área de milho nos EUA estava plantada, avanço de 22 pontos percentuais em uma semana, ficando 15 pontos à frente do ano passado e 6 pontos acima da média dos últimos cinco anos, com destaque para Iowa (76%), Nebraska e Minnesota (acima de 73%). Cerca de 30% da área ainda enfrenta seca, especialmente no centro-norte do Corn Belt (cinturão do milho), apesar de chuvas recentes que melhoraram algumas regiões. A previsão indica chuvas contínuas no cinturão, beneficiando áreas secas, mas podendo atrasar o plantio em Missouri, Illinois e Indiana, com temperaturas abaixo da média e risco de geadas pontuais no norte, sem previsão de danos generalizados.
  • EUA x China x Brasil: o mercado internacional de milho promete continuar agitado nos próximos meses, com destaque para a relação entre Estados Unidos, China e Brasil. Segundo o USDA, os norte-americanos venderam 2,75 milhões de toneladas métricas de milho para a safra 2025/26, o maior volume registrado para esta época em três anos. Esse número se destaca especialmente pela ausência de compras significativas da China até o momento, país que, historicamente, representa uma parcela importante das exportações do país. A situação se complica ainda mais com o Brasil, cuja segunda safra de milho, fortemente voltada para exportação, deve crescer 11% nesta temporada, com a colheita ganhando ritmo nas próximas semanas.

De acordo com a Grão Direto, com a expectativa de uma supersafra no Brasil e a possível redução na demanda por milho, causada pela desaceleração nas exportações devido à detecção da gripe aviária, a tendência é de queda nos preços do grão amarelo.



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Granjas comerciais possuem focos específicos e trabalhos distintos; saiba quais



Após a confirmação de um caso de gripe aviária em uma granja de ovos férteis, no dia 16 de maio, no Rio Grande do Sul, surgiram dúvidas e confusões sobre as demandas e os objetivos desse tipo de criação em comparação com outras granjas de produção de ovos comerciais.

Para esclarecer o tema, o Canal Rural apresenta informações que explicam as principais distinções e similaridades entre essas formas de produção, ambas expressivas dentro do agronegócio brasileiro.

Diferenças entre os tipos de granja

Uma granja de ovos férteis é voltada à produção de ovos destinados à incubação, com o objetivo de gerar pintinhos. Esses ovos não são consumidos diretamente pela população. Já uma granja de postura comercial (avicultura de postura) é dedicada à produção de ovos para o consumo humano.

No caso das granjas de postura, as galinhas são selecionadas por sua alta produtividade e permanecem em postura por até 80 semanas.

Existe ainda a avicultura de corte, voltada para a criação de frangos destinados ao abate. Nesses estabelecimentos, os animais são criados por cerca de 40 a 50 dias, tempo necessário para atingirem o peso ideal para o consumo.

Granja de ovos férteis: reprodução controlada e biosseguridade

Nas granjas de ovos férteis, há um controle rigoroso da reprodução. Galos e galinhas são mantidos em proporções específicas para garantir a fecundação dos ovos.

Esses ovos são incubados com a finalidade de gerar pintinhos, que posteriormente serão destinados à produção de carne (frangos de corte) ou à postura comercial (poedeiras), de acordo com a linhagem genética das aves.

O ambiente dessas granjas segue protocolos rígidos de biosseguridade, a fim de evitar qualquer tipo de contaminação que possa comprometer os embriões.

Os procedimentos de coleta e armazenamento visam preservar a viabilidade embrionária até a chegada dos ovos aos incubatórios, onde serão aquecidos em equipamentos específicos até o nascimento dos pintinhos. O transporte dos ovos também exige cuidados especiais.

Já nas granjas de postura comercial, os ovos não são fecundados e, por isso, não há presença de galos nesses ambientes.



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Fávaro prevê controle da gripe aviária em 28 dias e diz que alta nos alertas é esperada



O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, declarou na manhã de hoje, em entrevista a jornalistas, que o aumento no número de alertas para possíveis focos de gripe aviária no Brasil é normal. Segundo o titular da pasta, todo o sistema de defesa do país está atento, incluindo os criadores.

Fávaro também destacou a importância do decreto de emergência sanitária, que, segundo ele, mantém todo o sistema em alerta. “Todos os fiscais, todos os sistemas estaduais estão atentos a qualquer tipo de suspeita — e a própria população também. Um criador de aves para subsistência ou de uma granja comercial, ao primeiro sintoma de um animal doente, notifica o sistema. E é melhor que assim seja, porque a gente vai lá e investiga com transparência e eficiência”, afirmou.

O ministro voltou a afirmar que o Brasil possui o melhor sistema de defesa sanitária animal do mundo e disse que a situação poderá estar normalizada em até 28 dias.

“A gente está fazendo o rastreamento e o bloqueio de tudo o que saiu dessa granja, inutilizando toda essa produção. Com isso, diminuímos muito o risco de novos casos. Feito isso, cumpre-se o prazo de 28 dias, que é o ciclo deste vírus”, explicou.

Fávaro ponderou, no entanto, que alguns países deverão questionar a situação sanitária brasileira. Ele citou exemplos de nações que, apesar do foco confirmado no Rio Grande do Sul, continuam importando carne de aves do Brasil, desde que produzida em outros estados.

No caso de países como a China, entretanto, o protocolo prevê o bloqueio total da carne de aves brasileira, independentemente da origem dentro do país.



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Milho fecha semana em queda na B3 e em Chicago



A cotação de julho caiu 1,11% no dia



A cotação de julho caiu 1,11% no dia
A cotação de julho caiu 1,11% no dia – Foto: Pixabay

Segundo dados da TF Agroeconômica, os contratos futuros de milho encerraram esta sexta-feira (16) e a semana em baixa na B3, pressionados por dois fatores principais: o aumento da estimativa de produção divulgado pela Conab e a confirmação de um caso de gripe aviária no Sul do Brasil. A Conab projetou uma produção total de 126,9 milhões de toneladas para a safra 2023/24, o que representa um crescimento de 9,9% em relação ao ciclo anterior. A notícia pesou sobre as cotações, que já vinham pressionadas por excesso de oferta.

Além disso, a detecção de gripe aviária levou a China — responsável por 10,8% do mercado de frango brasileiro — a suspender temporariamente as importações, medida seguida por outros países ao longo do final de semana. Como o milho é um insumo fundamental na ração de aves, a expectativa de queda na demanda por parte da avicultura também contribuiu para o recuo das cotações.

Na B3, os fechamentos do dia refletiram esse cenário. O contrato julho/25 encerrou a R\$ 62,01, com baixa de R\$ 0,46 no dia e de R\$ 2,16 na semana. Já o setembro/25 fechou em R\$ 67,15, queda de R\$ 0,61 no dia e de R\$ 0,88 na semana. O indicador Cepea também registrou retração semanal de -0,19%.

No mercado internacional, o milho negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) também acumulou perdas. A cotação de julho caiu 1,11% no dia, para US\$ 443,50 por bushel, e encerrou a semana com baixa de 6,25% ou US\$ 1,39 por bushel. O ritmo acelerado do plantio nos EUA, somado às boas perspectivas para as safras no Brasil e na Argentina, além da concorrência dos preços baixos do trigo, seguem pressionando o cereal. 

 





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Fávaro prevê normalização da gripe aviária em 28 dias e diz que aumento de alertas é normal



O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, declarou na manhã de hoje, em entrevista a jornalistas, que o aumento no número de alertas para possíveis focos de gripe aviária no Brasil é normal. Segundo o titular da pasta, todo o sistema de defesa do país está atento, incluindo os criadores.

Fávaro também destacou a importância do decreto de emergência sanitária, que, segundo ele, mantém todo o sistema em alerta. “Todos os fiscais, todos os sistemas estaduais estão atentos a qualquer tipo de suspeita — e a própria população também. Um criador de aves para subsistência ou de uma granja comercial, ao primeiro sintoma de um animal doente, notifica o sistema. E é melhor que assim seja, porque a gente vai lá e investiga com transparência e eficiência”, afirmou.

O ministro voltou a afirmar que o Brasil possui o melhor sistema de defesa sanitária animal do mundo e disse que a situação poderá estar normalizada em até 28 dias.

“A gente está fazendo o rastreamento e o bloqueio de tudo o que saiu dessa granja, inutilizando toda essa produção. Com isso, diminuímos muito o risco de novos casos. Feito isso, cumpre-se o prazo de 28 dias, que é o ciclo deste vírus”, explicou.

Fávaro ponderou, no entanto, que alguns países deverão questionar a situação sanitária brasileira. Ele citou exemplos de nações que, apesar do foco confirmado no Rio Grande do Sul, continuam importando carne de aves do Brasil, desde que produzida em outros estados.

No caso de países como a China, entretanto, o protocolo prevê o bloqueio total da carne de aves brasileira, independentemente da origem dentro do país.



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Variedades de feijão têm comportamentos opostos nas cotações



Os preços do feijão tem seguido direções opostas entre as diferentes variedades do produto, isso de acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Conforme explica o Centro de Estudos, a variação se dá devido à transição de safra e estoques de diferentes características. O feijão carioca com qualidade de notas 9 ou superior apresenta oferta limitada. Assim, os vendedores vem elevando as pedidas e os compradores cederam e pagam valores mais altos pela variedade.

Já o feijão preto segue com oferta crescente desde a primeira safra, como explica o Cepea. Ainda assim os vendedores vem armazenando o feijão desta variedade, vendendo apenas quando há necessidade financeira, como explica o instituto. 

Sobre a produção da safra 2024/25 de feijão preto a Conab prevê um aumento de 15% no comparativo com a temporada anterior.  O montante estimado é de 819,7 mil toneladas. 

Já para as variedades Carioca e Caupi a perspectiva é de queda de 2,5 e 4,8% respectivamente. Assim, a perspectiva de produção das duas variedades se limita a 1,79 milhão de toneladas e 616,3 mil toneladas respectivamente, de acordo com  o Cepea.



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Alta oferta e trégua entre EUA e China pressionam preços da soja



Por outro lado, trégua comercial entre China e Estados Unidos pode limitar a demanda externa de soja, como explica o Cepea. Ambos os países diminuíram as tarifas de 145% e 125% para 30% e 10% respectivamente.

Sobre a produção mundial de soja, dados divulgados na última segunda-feira (12), pelo USDA apontam para uma produção mundial recorde. O montante de soja estimado para a safra 2025/26 é de 426,82 milhões de toneladas.

Já para o Brasil, a previsão é de que sejam produzidas 175 milhões de toneladas de soja. O valor também configura um recorde histórico para o país.



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