domingo, maio 24, 2026

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Colheita de arroz no RS chega a 97% com alta produtividade



“O desafio agora é equilibrar esse ganho de produtividade com sustentabilidade”



 “O desafio agora é equilibrar esse ganho de produtividade com sustentabilidade econômica ao longo da cadeia"
“O desafio agora é equilibrar esse ganho de produtividade com sustentabilidade econômica ao longo da cadeia” – Foto: Paulo Rossi/Divulgação

Segundo dados do IRGA divulgados em 15 de maio, a colheita do arroz no Rio Grande do Sul já alcança 97,02% da área plantada (941.371 ha dos 970.194 ha semeados), com destaque para a conclusão total na Planície Costeira Externa. As regiões da Zona Sul, Fronteira Oeste, Planície Costeira Interna e Campanha também estão praticamente finalizadas, enquanto a Região Central segue com 84,6% da área colhida. As informações são de Sérgio Cardoso, diretor de operações da Itaobi Representações.

Apesar do avanço na colheita e da alta produtividade da safra 2024/25, o momento é de preocupação para o setor orizícola. De acordo com Cardoso, produtores e indústrias estão com margens apertadas, impactados por custos elevados e preços de venda em queda, mesmo com uma boa performance no campo.

Nas prateleiras dos supermercados, os consumidores encontram o arroz com preços entre R\$ 16,00 e R\$ 20,00 por pacote de 5 kg — uma das poucas boas notícias na cesta básica em tempos de inflação resistente. A abundância da oferta, no entanto, não se traduz em rentabilidade para o produtor.

Diante desse cenário, o desafio passa a ser a busca por soluções que conciliem produtividade e sustentabilidade econômica. Sérgio Cardoso destaca a importância de uma gestão comercial mais estratégica, com foco em agregar valor ao produto e garantir a viabilidade da cadeia produtiva, mesmo em anos de safra cheia. “O desafio agora é equilibrar esse ganho de produtividade com sustentabilidade econômica ao longo da cadeia. O setor precisa de atenção e inteligência comercial para evitar uma crise de rentabilidade mesmo em cenário de safra cheia”, conclui.

 





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Brasil não tem capacidade de armazenar carne de frango excedente



Atualmente, 60% da produção de carne de frango nacional está concentrada na Região Sul, liderada, principalmente, pelo Paraná, seguida de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, conforme dados do IBGE. Em termos de exportação, os três estados respondem por 78% de tudo o que é embarcado pelo país.

Antes da detecção do surto de gripe aviária em granja comercial, o Brasil mantinha o melhor quadrimestre de exportação dos últimos cinco anos, com 1,731 milhão de toneladas vendidas e receita cambial de US$ 3,13 bilhões, aumentos de 9% em volume e faturamento ante o mesmo período do ano passado, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

Segundo o diretor do Canal Rural Sul, Giovani Ferreira, caso um dos piores cenários ocorra e o país fique impedido de exportar o produto por 60 dias – como o protocolo sanitário de alguns países estabelece – o setor estima prejuízos decorrentes de US$ 1,5 a US$ 2 bilhões.

“Mas tudo vai depender do tempo em que o Brasil ficará impedido de exportar. O retorno das vendas internacionais depende da capacidade de o país controlar os focos da doença, mas também da segurança das nações compradoras que embargaram as compras em retomar as transações”, considera.

Quanta carne de frango sobrará?

Considerando que os números de exportação de carne de frango entre maio e junho deste ano — intervalo de 60 dias — fossem os mesmos de 2024, o Brasil exportará 831 mil toneladas do produto, com receita de US$ 1,48 bilhão.

“Nesse cenário, o problema é que dessas mais de 830 mil toneladas vendidas, cerca de metade iria aos países que suspenderam as exportações, então não teríamos outro caminho a não ser absorver internamente esse excedente superior a 400 mil toneladas”, diz Ferreira.

Atualmente, o consumo per capita de carne de frango no Brasil é de 35 kg ao ano. Para o diretor do Canal Rural Sul, para dar conta da superoferta do produto que tende a ficar retido no mercado interno, cada brasileiro teria de aumentar sua ingestão em mais 5 kg durante os 60 dias de embargo. “Isso é muito difícil de acontecer, visto que já se trata da proteína animal mais barata e a mais consumida do país.”

Para ele, ao contrário do que disse o ministro Carlos Fávaro, do Mapa, em coletiva de imprensa nessa segunda-feira (19), haverá, sim, impactos nos preços para o produtor, nas margens das indústrias, das agroindústrias, dos frigoríficos e abatedouros.

Segundo Ferreira, outro ponto central da discussão é a capacidade de armazenagem de carne de frango em câmaras frias. “Ainda que seja difícil estimar este número, há quase um consenso de que essa capacidade gire entre 15 e 20 dias, no máximo”, finaliza.



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Adjuvantes agrícolas ganham destaque em eventos




"Um adjuvante de má-qualidade resulta em perdas"
“Um adjuvante de má-qualidade resulta em perdas” – Foto: Pixabay

O pesquisador científico Hamilton Ramos, coordenador do programa adjuvantes da Pulverização, realiza duas apresentações no próximo dia 21 para públicos distintos, abordando a importância dos adjuvantes agrícolas. Pela manhã, ele participa da Semana Agronômica da Unesp de Jaboticabal (SP), voltada aos alunos de agronomia. À tarde, o foco será o setor sucroenergético, durante o Herbishow, em Ribeirão Preto, com ênfase no controle de plantas daninhas na cultura da cana-de-açúcar.

Criado a partir de uma parceria entre o setor privado e o Centro de Engenharia e Automação (CEA) do Instituto Agronômico (IAC), o programa, que completa 18 anos em 2025, atua no apoio à indústria nacional de adjuvantes, promovendo a qualidade desses produtos. Um dos marcos da iniciativa é o Selo Oficial de Funcionalidade, chancela técnica concedida pelo IAC a adjuvantes avaliados no centro de pesquisas em Jundiaí.

Segundo Ramos, mais de 40 empresas já aderiram ao programa, submetendo mais de 100 marcas à análise. Ele destaca que adjuvantes são essenciais para melhorar a eficácia de defensivos agrícolas e evitar perdas nas pulverizações. “Associado a um defensivo agrícola de alta tecnologia, um adjuvante de má-qualidade resulta em perdas relacionadas aos investimentos do produtor no controle de pragas, doenças e invasoras”, ele exemplifica.

O objetivo, reforça Ramos, é estabelecer um sistema oficial e unificado de certificação no médio prazo. Instalado em área de 110 mil m² aos pés da Serra do Japi, o CEA do IAC desenvolve mais de 30 projetos nas áreas de mecanização, agricultura regenerativa, viticultura, cana-de-açúcar e tecnologias de aplicação. “O Selo de Funcionalidade é parte importante de um processo que no médio prazo visa a auxiliar o estabelecimento de normas que ancorem um sistema oficial de certificação, unificado, para tais produtos”, finaliza Hamilton Ramos.

 





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Cotações da arroba do boi gordo pelo país: confira os preços de hoje



O mercado físico do boi gordo volta a apresentar recuo dos preços no decorrer da terça-feira (20).

Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo, em linha com o confortável posicionamento das escalas de abate, entre oito e nove dias úteis na média nacional.

“O mercado aparenta ter assimilado as questões inerentes ao foco de Influenza Aviária de alta
patogenicidade no Rio Grande do Sul, chegando ao entendimento que a situação tende a se normalizar rapidamente.”

De acordo com ele, ao mesmo tempo, as exportações de carne bovina seguem contundentes, com o país caminhando para mais um recorde de embarques.

Preços da arroba do boi

  • São Paulo: R$ 304,83
  • Goiás: R$ 288,75
  • Minas Gerais: R$ 293,24
  • Mato Grosso do Sul: R$ 300,91
  • Mato Grosso: R$ 298,38

Mercado atacadista

Os preços da carne bovina apresentaram acomodação nesta terça-feira. Segundo Iglesias, o
ambiente de negócios ainda sugere por nova queda das cotações no curtíssimo prazo, avaliando que o consumo é mais discreto no decorrer da segunda quinzena do mês.

Além disso, boa parte da população ainda prioriza o consumo de proteínas mais acessíveis, a exemplo dos cortes do frango, ovos e embutidos.

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 23,90 por quilo, o dianteiro segue cotado a R$
19,40 por quilo e a ponta de agulha ainda é precificada a R$ 17,80 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,23%, sendo negociado a R$ 5,6677 para venda e a R$ 5,6657 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6426 e a máxima de R$ 5,6831.



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Argentina ‘afunda’ com a soja e EUA disparam no plantio; como as cotações ficaram no Brasil?



O mercado brasileiro de soja registrou preços predominantemente firmes nesta terça-feira (20), com cotações estáveis a mais altas em diversas praças. De acordo com o consultor da Safras & Mercado, Rafael Silveira, os negócios foram moderados, impulsionados por algumas oportunidades de preços, variações no câmbio e ganhos em Chicago. Os prêmios também contribuíram para sustentar o movimento de alta.

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Cotações de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 129,00 para R$ 130,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 129,00 para R$ 130,00
  • Porto de Rio Grande (RS): subiu de R$ 133,00 para R$ 134,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 125,00 para R$ 126,00
  • Porto de Paranaguá (PR): subiu de R$ 132,00 para R$ 132,50
  • Rondonópolis (MT): caiu de R$ 114,50 para R$ 114,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 117,00 para R$ 117,50
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 116,00 para R$ 117,00

Soja em Chicago

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos futuros da soja fecharam com leves altas. O mercado foi sustentado por preocupações com o excesso de chuvas na Argentina e pelo bom desempenho de milho e trigo. No entanto, a reação foi limitada pelo avanço do plantio nos Estados Unidos e pela demanda ainda enfraquecida pela soja norte-americana, mesmo após o novo acordo comercial com a China.

A safra argentina pode registrar perdas na província de Buenos Aires, após intensas chuvas recentes, segundo análises do setor.

USDA

O USDA informou que até 18 de maio, o plantio da soja nos EUA havia atingido 66% da área prevista. No mesmo período do ano anterior, o percentual era de 50%, enquanto a média dos últimos cinco anos é de 53%. Na semana anterior, o índice era de 48%.

Contratos futuros da soja

O contrato de soja em grão com entrega em julho fechou com alta de 2,25 centavos de dólar (0,21%), a US$ 10,53 por bushel. A posição novembro subiu 4,00 centavos (0,38%), cotada a US$ 10,41 por bushel.

Nos subprodutos, o farelo para julho avançou US$ 1,50 (0,51%), encerrando a US$ 292,60 por tonelada. O óleo de soja para julho fechou a 49,50 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,06 centavo (0,12%).

Câmbio

O dólar comercial terminou o dia em alta de 0,23%, negociado a R$ 5,6677 para venda e R$ 5,6657 para compra. A moeda oscilou entre R$ 5,6426 na mínima e R$ 5,6831 na máxima do dia.



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Argentina ‘afunda’ com a soja e EUA disparam no plantio; como as cotações ficaram no Brasil?



O mercado brasileiro de soja registrou preços predominantemente firmes nesta terça-feira (20), com cotações estáveis a mais altas em diversas praças. De acordo com o consultor da Safras & Mercado, Rafael Silveira, os negócios foram moderados, impulsionados por algumas oportunidades de preços, variações no câmbio e ganhos em Chicago. Os prêmios também contribuíram para sustentar o movimento de alta.

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Cotações de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 129,00 para R$ 130,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 129,00 para R$ 130,00
  • Porto de Rio Grande (RS): subiu de R$ 133,00 para R$ 134,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 125,00 para R$ 126,00
  • Porto de Paranaguá (PR): subiu de R$ 132,00 para R$ 132,50
  • Rondonópolis (MT): caiu de R$ 114,50 para R$ 114,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 117,00 para R$ 117,50
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 116,00 para R$ 117,00

Soja em Chicago

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos futuros da soja fecharam com leves altas. O mercado foi sustentado por preocupações com o excesso de chuvas na Argentina e pelo bom desempenho de milho e trigo. No entanto, a reação foi limitada pelo avanço do plantio nos Estados Unidos e pela demanda ainda enfraquecida pela soja norte-americana, mesmo após o novo acordo comercial com a China.

A safra argentina pode registrar perdas na província de Buenos Aires, após intensas chuvas recentes, segundo análises do setor.

USDA

O USDA informou que até 18 de maio, o plantio da soja nos EUA havia atingido 66% da área prevista. No mesmo período do ano anterior, o percentual era de 50%, enquanto a média dos últimos cinco anos é de 53%. Na semana anterior, o índice era de 48%.

Contratos futuros da soja

O contrato de soja em grão com entrega em julho fechou com alta de 2,25 centavos de dólar (0,21%), a US$ 10,53 por bushel. A posição novembro subiu 4,00 centavos (0,38%), cotada a US$ 10,41 por bushel.

Nos subprodutos, o farelo para julho avançou US$ 1,50 (0,51%), encerrando a US$ 292,60 por tonelada. O óleo de soja para julho fechou a 49,50 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,06 centavo (0,12%).

Câmbio

O dólar comercial terminou o dia em alta de 0,23%, negociado a R$ 5,6677 para venda e R$ 5,6657 para compra. A moeda oscilou entre R$ 5,6426 na mínima e R$ 5,6831 na máxima do dia.



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Sistema para certificar produtos de origem vegetal é aprovado em São Paulo



O Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (Sisp-POV) foi aprovado pela Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) nesta terça-feira (20).

Criado pelo governo do estado, por meio da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA), o novo serviço será responsável pela fiscalização, inspeção e auditoria sanitária e industrial de produtos de origem vegetal e seus derivados, bem como dos da algicultura e da fungicultura.

Na prática, o objetivo é que o serviço permita ao produtor a formalização de seu negócio, gerando maior renda e expansão do seu empreendimento. “A partir do controle sanitário, desde a matéria-prima até o produto final, toda cadeia ganha maior segurança em todos os processos”, diz a SAA, em nota.

Ao fim dos trabalhos o órgão emite o selo Sisp-POV, garantindo a origem e a qualidade dos produtos de origem vegetal e seus derivados.

A ideia é que o sistema fique subordinado ao Centro de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (Cipov), da Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento.

Valorização de produtos

O secretário de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, Guilherme Piai, destaca que o serviço terá condições para detectar possíveis irregularidades, tornando a oferta de produtos de origem vegetal ainda mais segura para o consumidor.

“Com o Sisp-POV, garantimos maior segurança alimentar para a população e impulsionamos a economia dos produtores paulistas, que terão seus produtos valorizados e sua renda aumentada,” afirma.

Após a sanção do governador, produtores e estabelecimentos que trabalham com produtos vegetais deverão registrar-se no sistema para comercializar seus itens. Com exceção daqueles já registrados no Serviço de Inspeção Federal ou ligados ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (Sisbi-POV), do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).



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AgroNewsPolítica & Agro

Novas soluções para a agricultura pautam feira


Durante a 30ª edição da Hortitec, realizada entre 25 e 27 de junho em Holambra (SP), a Biotrop apresentou um portfólio completo de soluções biológicas voltadas à horticultura, reforçando seu compromisso com a produtividade, sustentabilidade e segurança alimentar. A empresa, referência em insumos naturais para o agronegócio, aproveitou a maior feira do setor para destacar como seus produtos atendem às exigências de um mercado cada vez mais preocupado com práticas agrícolas regenerativas e saudáveis.

“Além disso, favorecem a saúde do solo, preservam a biodiversidade e são menos agressivos ao meio ambiente. Sua aplicação também está alinhada às demandas dos mercados mais exigentes e ao manejo integrado, oferecendo soluções que auxiliam no controle seguro e eficiente de pragas e doenças em diferentes cultivos. Assim, os biológicos representam um caminho estratégico para uma horticultura mais moderna, produtiva e responsável”, detalha Elton Visioli, Gerente de Unidade de Negócios da Biotrop.

Entre os destaques apresentados estão o Biobrev Full, bioinseticida eficaz no controle da traça-do-tomateiro; o Bombardeiro, biofungicida de amplo espectro; e o Biomagno, insumo multifuncional com ação biofungicida e bionematicida. Os visitantes também puderam conhecer o Agrobiota, serviço exclusivo de análises metagenômicas do solo que, aliado à IA EVA, oferece diagnósticos personalizados e recomendações precisas para um manejo mais eficiente.

Além da presença na feira, a Biotrop realizou a 2ª edição do Hortinov, evento técnico em parceria com a Sakata Seed, promovendo experiências práticas com os produtos diretamente no campo. A iniciativa reforça o papel da empresa como agente transformador da horticultura brasileira, ao combinar inovação tecnológica com responsabilidade ambiental.

“A partir da identificação e interpretação dos microrganismos de determinada área, é possível entender suas interações e impactos na saúde e nutrição das plantas. Esses dados são disponibilizados em uma plataforma exclusiva da Biotrop, que também oferece recomendações de manejo personalizadas e sugestões de bioinsumos mais adequados para cada situação, aumentando a eficiência das decisões no campo”, conclui.

 





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Duas marcas de azeite têm venda proibida pela Anvisa



A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a comercialização de duas marcas de azeite de oliva nesta terça-feira (20) após denúncia do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) sobre a “origem desconhecida ou ignorada dos produtos”.

Assim, as marcas Alonso e a Quintas D’oliveira passam a não ter mais permissão para venda, distribuição, fabricação, propaganda e uso.

Ambos possuíam, na descrição de seus rótulos, uma empresa com CNPJ inexistente na base de dados da Receita Federal: a embaladora Comércio de Gêneros Alimentícios Cotinga Ltda.

A decisão, que consta na Resolução 1.896, publicada na edição de hoje do Diário Oficial da União (DOU), vale para todos os lotes.

Além disso, conforme a Anvisa, as marcas teriam infringido as exigências sanitárias para as suas instalações, bem como não tinham licenciamento válido junto à autoridade sanitária competente e nem possuíam registro junto ao Ministério da Saúde.

Os dois azeites também se enquadram na definição de alimentos corrompidos, adulterados, falsificados, alterados ou avariados. Análises detectaram a presença de outros óleos vegetais, não identificados, na composição dos azeites.



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AgroNewsPolítica & AgroSafra

“Como está nosso agronegócio é a palavra-chave”: Bolsonaro fala aos…


Logotipo Notícias Agrícolas

No encerramento do 6º Seminário A Voz do Campo, realizado em Gramado/RS nesta semana, o presidente Jair Bolsonaro deixou uma mensagem aos produtores rurais e líderes do setor reunidos durante o evento. “Este é um setor importantíssimo, responsável por, aproximadamente, um terço do nosso PIB e está sendo massacrado por este governo”, disse. 

Bolsonaro citou a questão das altas taxas de juros, do crédito escasso e afirmou ainda que, caso o cenário não se altere e a classe produtora seja encarada e tratada de outra forma, “vai faltar arroz e feijão não só na mesa dos mais pobres, mas de todos”. 

Durante sua fala, Bolsonaro ainda falou sobre a questão do crescente endividamento, dos fretes e demais despesas logísticas elevadas e ainda tratou de uma “silenciosa invasão da China” no Brasil, além da questão do Marco Temporal entre os pontos de atenção que elencou que exigem cuidado e estratégia pelo agronegócio. 

O ex-presidente e principal líder da direita no país esteve ao vivo na Voz do Campo por uma chamada de vídeo, realizada pelo deputado Federal Luciano Zucco (PL-RS), já que não pode estar pessoalmente no evento em função dos cuidados que está tendo com sua saúde depois da cirurgia abdominal feita nas últimas semanas.

Acompanhe sua fala:

 

O deputado foi recebido com muito entusiasmo pelos participantes do evento e citado como um possível candidato ao governo do Rio Grande do Sul nas próximas eleições. “Eu quero dizer pra vocês que ou nos unimos, neste momento, valorizando o agro, quem realmente está de sol a sol, colocando a verdade, se expondo, ou vamos continuar com florestas que são, basicamente, tomada por espinhos”, disse.

>> Clique AQUI e veja todo o contéudo produzido durante o 6º Seminário a Voz do Campo

Veja como foi sua participação no 6º Seminário A Voz do Campo:

 

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Por:

Carla Mendes | Instagram @jornalistacarlamendes

Fonte:

Notícias Agrícolas





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