domingo, maio 24, 2026

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Agrishow registra recorde de negócios e público em 2025



Agrishow 2026 já tem data marcada




Foto: Redação Agrishow

A 30ª edição da Agrishow, encerrada nesta sexta-feira (2) em Ribeirão Preto (SP), alcançou um volume recorde de R$ 14,6 bilhões em intenções de negócios no setor de máquinas e implementos agrícolas. O resultado representa um aumento de 7% em relação ao ano anterior, quando foram registrados R$ 13,6 bilhões.

Apesar do crescimento, João Carlos Marchesan, presidente da feira, fez um alerta sobre a necessidade de condições favoráveis para que os negócios sejam efetivados. “Só será possível a concretização desse volume de negócios com um plano Safra robusto e juros compatíveis à necessidade do setor”, afirmou.

O evento também registrou recorde de público, com 197 mil visitantes ao longo dos cinco dias. De acordo com a organização, os ingressos se esgotaram previamente na maioria dos dias da feira.

A edição de 2025 destacou a tecnologia como um dos principais focos, com expositores apresentando soluções baseadas em inteligência artificial. A participação de representantes da agricultura familiar foi outro ponto relevante, reunindo pequenos, médios e grandes produtores rurais em torno de inovações voltadas para diferentes perfis do agronegócio.

A próxima edição da Agrishow está prevista para ocorrer entre 27 de abril e 1º de maio de 2026, também em Ribeirão Preto.





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Chitãozinho & Xororó, Leonardo e Maiara & Maraisa estarão na Festa do Peão de Barretos


A organização da Festa do Peão de Barretos divulgou a programação musical de uma das noites mais aguardadas do público, a última sexta-feira do evento, 29 de agosto. Chitãozinho & Xororó, Leonardo e Maiara & Maraísa estão entre os confirmados e se apresentarão no Estádio de Rodeios.

Maiara e Maraísa na Festa do Peão de Barretos Maiara e Maraísa na Festa do Peão de Barretos
Foto: divulgação / Festa do Peão de Barretos 2025

Já o Palco Amanhecer receberá Zé Felipe, Emílio & Eduardo, João Pedro & Cristiano, Danilo & Davi e Loubet. A Festa do Peão de Barretos acontece de 21 a 31 de agosto e mais de 40 shows já foram anunciados pela organização do evento, confira as outras atrações:

  • 21/08 (quinta-feira) – Fernando & Sorocaba, Guilherme & Santiago, João Bosco & Vinícius
  • 22/08 (sexta-feira) – Bruno & Marrone, Hugo & Guilherme, Murilo Huff (Estádio); Munhoz & Mariano, VH & Alexandre, Us Agroboy, Luiz Claudio & Giuliano e Henrique & Diego (Amanhecer)
  • 23/08 (sábado) – Ana Castela, Zé Neto & Cristiano com participação de Diego & Arnaldo, e Nattan (Estádio); Guilherme & Benuto, Maria Cecília & Rodolfo, Léo & Raphael, Jiraya Uai, Diego & Arnaldo em show completo (Amanhecer)
  • 24/08 (domingo) – Matheus & Kauan, Léo Foguete e Felipe & Rodrigo.
  • 25/08 (segunda-feira – feriado municipal) – Frei Gilson (Palco Estádio), com entrada solidária mediante doação de 1 kg de alimento; Gian & Giovani e Augusto & Atílio (Palco Amanhecer)
  • 26/08 (terça-feira) – Bruno & Barretto e Jads & Jadson (Palco Amanhecer)
  • 27/08 (quarta-feira) – Daniel e o projeto “Cê Tá Doido” com Ícaro & Gilmar, Panda e Humberto & Ronaldo (Estádio); João Villa & Rafael e Lorena Cristine (Amanhecer)
  • 29/08 (sexta-feira) – Chitãozinho & Xororó, Leonardo, Maiara & Maraísa (Estádio); Zé Felipe, Emílio & Eduardo, João Pedro & Cristiano, Danilo & Davi, Loubet (Amanhecer)
  • 30/08 (sábado) – Projeto especial “Barretão 70tão” com Edson & Hudson, Rionegro & Solimões e César Menotti & Fabiano

A 30ª Festa do Peão de Barretos acontece no Parque do Peão, na Rodovia Brigadeiro Faria Lima, km 426, na cidade de Barretos (SP).



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Prepare o cobertor! Madrugada e início da manhã serão gelados em boa parte do Brasil



O último dia do feriadão em comemoração ao Dia dos Trabalhador será de Sol em grande parte do território nacional e com temperaturas amenas, principalmente na madrugada e manhã de domingo nos estados do centro-sul do Brasil. Condição de chuva está prevista para os estados do Norte e litoral do Nordeste.

Acompanhe os detalhes do tempo para amanhã, de acordo com a Climatempo:

O tempo continua aberto e firme em toda a região; pouca nebulosidade e temperaturas mais amenas pela manhã, subindo durante a tarde com a presença do sol. Há uma pequena condição para geada nas áreas mais altas das serras gaúcha e catarinense.

Região Sudeste

O vento úmido que sopra do mar contra a costa favorece chuva rápida e isolada no litoral do ES. Demais áreas, com tempo firme. O sol aparece com pouca nebulosidade no decorrer do dia e volta a fazer calor a tarde nas capitais.

Região Centro-Oeste

Condição de pancadas moderadas a forte continua em MT; dia de sol, tempo abafado e chuva que pode ocorrer entre tarde e noite. O tempo continua firme nas demais áreas e no DF – as temperaturas sobem a tarde em MS.

Região Nordeste

Tempo instável e chance de pancadas entre o litoral norte da BA e o estado do SE. Dia de sol e muito calor, com vento úmido soprando do mar contra a costa, favorecendo chuva mais isolada e irregular no litoral do MA e do CE – ar seco no interior e sul do PI e sudoeste da BA.

Região Norte

Chance de chuva forte continua entre AC, AM, RR e o AP. Dia abafado e com pancadas que podem ocorrer em vários momentos, com risco de trovoadas.



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Austrália prevê colheitas fortes de trigo e cevada



O FAS prevê um declínio na produção de trigo



O FAS prevê um declínio na produção de trigo
O FAS prevê um declínio na produção de trigo – Foto: Divulgação

De acordo com o relatório do Serviço Agrícola Estrangeiro (FAS) do Departamento de Agricultura dos EUA, a Austrália está bem posicionada para uma colheita forte de trigo e cevada no ano comercial de 2025-26. As condições iniciais da estação em Nova Gales do Sul, Queensland e Austrália Ocidental são favoráveis, indicando um bom potencial de produção. Em contrapartida, algumas regiões, como a Austrália do Sul e o oeste de Victoria, enfrentam seca, com baixa umidade do solo e chuvas limitadas neste outono. Ainda assim, há tempo suficiente até o final de junho para que chuvas possam sustentar o plantio nessas áreas.

O FAS prevê um declínio na produção de trigo e cevada para a próxima temporada, mas os números ainda estarão acima da média dos últimos 10 anos. A produção de trigo está projetada em 31 milhões de toneladas, abaixo dos 34,1 milhões do ano anterior, mas superior à média de 27,6 milhões de toneladas dos últimos 10 anos. A produção de cevada deverá ser de 12,5 milhões de toneladas, uma redução de 500 mil toneladas, mas 6% acima da média histórica.

As exportações de trigo da Austrália para 2025-26 estão projetadas em 23 milhões de toneladas, uma queda de 3 milhões devido à produção menor. O consumo de trigo deve aumentar para 8,1 milhões de toneladas, impulsionado pela demanda do setor de ração animal. Já as exportações de cevada devem atingir 6,5 milhões de toneladas, uma queda, mas o consumo crescerá devido ao aumento na demanda por ração, especialmente no confinamento de gado. A produção de sorgo deve aumentar para 2,5 milhões de toneladas, enquanto a de arroz beneficiado cairá para 230 mil toneladas, uma redução de 39%.

 





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Com fim da colheita da soja, preços de frete iniciam tendência de queda



As principais rotas de escoamento de grãos em importantes estados produtores começam a apresentar arrefecimento nos preços de fretes. A queda é explicada, principalmente, pelo fim da colheita da soja. Este é o cenário encontrado em Mato Grosso onde foi verificada redução nas cotações em todas as rotas e com a diminuição iniciando-se nas regiões onde a colheita da oleaginosa foi finalizada primeiro.

Os dados estão na edição de abril do Boletim Logístico da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) publicado no site da Companhia.

De acordo com a análise da Conab, a proximidade de uma grande safra de milho deverá movimentar, de forma significativa, a logística oferecendo um cenário que sustenta as cotações. Além disso, a disputa comercial entre Estados Unidos e China, pode direcionar parcela significativa da demanda internacional para a produção brasileira sendo mais um fator de influência de alta nos preços nos serviços de transporte de grãos.

Além de Mato Grosso, os valores praticados no mercado de fretes apresentaram queda em Goiás, Piauí, Maranhão e Paraná. No estado paranaense, apenas as rotas com origem em Ponta Grossa apresentaram variação positiva. Já na Bahia, o fluxo logístico com o transporte de grãos apresentou comportamento variando de estabilidade à alta, variando conforme as localidades.

No Distrito Federal, foi observado um aumento generalizado dos preços em março deste ano, com destaque para as rotas destinadas a Araguari e Uberaba, em Minas Gerais. Mas a expectativa para os próximos meses é de relativa estabilidade nos preços, considerando a variação cambial, o comportamento do mercado de combustíveis e a menor demanda por transporte após o pico da colheita da soja.

O mercado de fretes rodoviários em Mato Grosso do Sul também manteve a tendência de preços elevados, em um movimento sazonal característico do período de pico da colheita das culturas de verão. O fluxo de transporte em março deste ano foi notadamente maior que o dos meses anteriores, com grande ênfase ao protagonismo da soja, que quase triplicou o volume transportado em março, em comparação a fevereiro.

Alta também registrada em Minas Gerais, onde no final de fevereiro e durante março houve grande movimentação de produtos, mais notadamente da soja, devido ao aumento da produção e aos bons preços das commodities. Em São Paulo, a colheita da oleaginosa continua exercendo influência de alta nas cotações de frete. No entanto, as elevações foram em patamares mais leves.

Os embarques de milho em março deste ano foram de 5,9 milhões de toneladas contra 7 milhões em igual período de 2024. O porto de Santos até o momento continua sendo o principal eixo de escoamento do cereal, representando 29,1% da movimentação contra 32% no mesmo período do exercício passado.

Na sequência, os portos do Arco Norte escoaram 26,3% do grão embarcado, o porto de São Francisco do Sul 16%, enquanto que pelo porto de Paranaguá foram registrados 12,7% dos volumes embarcados.

Já as exportações de soja atingiram em março 22,2 milhões de toneladas. Santos também aparece como principal porto escolhido pelos produtores, tendo escoado 36% do volume. Os embarques da oleaginosa pelos portos do Arco Norte totalizam 34,4% das exportações nacionais. Pelo porto de Paranaguá foram expedidos 15,8% do volume nacional, enquanto que pelo porto de Rio Grande foram escoados 3,4%.

O periódico mensal da Conab coleta dados sobre o mercado de fretes em dez estados produtores, com análises dos aspectos logísticos do setor agropecuário, posição das exportações dos produtos agrícolas de expressão no Brasil, análise do fluxo de movimentação de cargas e levantamento das principais rotas utilizadas para escoamento da safra.

O Boletim traz também informações sobre a entrada de adubos e fertilizantes, além da movimentação de estoques da Conab, realizada por transportadoras contratadas via leilão eletrônico.



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Veja como os preços regionais do boi se comportaram no mês de abril



O Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) divulgou uma breve análise sobre o mercado bovino no mês de abril. Segundo a instituição, de uma forma geral, os preços dos animais para abate estiveram firmes até a Semana Santa. Da Páscoa em diante, começaram a perder força em várias praças, mas, ainda assim, o fechamento do mês foi positivo (maior que o encerramento de março) para a maioria.

O Cepea também informou que as praças de grande destaque no período foram Oeste da Bahia e Barra do Garças (MT), com valorizações de 14% e de 7,5% respectivamente, ao longo de abril. Norte de Minas e Colider vêm na sequência com ganhos por volta de 6%.

Cuiabá, Cáceres e Centro-Sul Baiano acumularam alta de cerca de 5%. Em Rondonópolis, Sorriso, Campo Grande, Três Lagoas, Dourados e Cassilândia, o preço médio do boi aumentou entre 3 e 4%.

No Noroeste do Paraná e no Triângulo Mineiro, a arroba avançou por volta de 2%.

Queda

Ainda de acordo com o Cepea, as praças com menores ganhos foram São Paulo, Pará e Rondônia. Goiânia finalizou abril no mesmo patamar que os anteriores e Rio Grande do Sul, Tocantins, Rio Verde (GO) e Norte de Goiás tiveram preços médios, no encerramento de abril, por volta de 1,5% menores que no final de março.

Corte da carne bovina

Quanto à carne com osso no atacado da Grande SP, o dianteiro e a ponta de agulha se destacaram com aumentos entre 6 e 7% ao longo do mês. Já o conjunto traseiro, com os cortes mais caros, subiu apenas 1%.

No acumulado, a carcaça casada de boi se valorizou 3,4% e a de vaca, 2,1%. O preço médio da carcaça de boi no mês foi R$ 22,94/kg, expressivos 31% maior que a média deflacionada de abril do ano passado (R$ 17,53), destacou o Cepea.



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Pernambuco garante compra de 22,7 toneladas da agricultura


A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) anunciou a destinação de aproximadamente R$ 2,52 milhões para a compra de 22,7 toneladas de alimentos produzidos por agricultores familiares de cinco associações pernambucanas. Os recursos, repassados pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), serão aplicados por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), na modalidade Compra com Doação Simultânea. Os alimentos adquiridos serão destinados a pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional no estado.

As propostas foram formalizadas durante a 2ª edição da Caravana Federativa de Pernambuco. Entre os projetos aprovados está o da Associação dos Pequenos Produtores Rurais do Engenho Sítio do Meio, no município de Belém de Maria, responsável pelo fornecimento de cerca de 40 toneladas de alimentos ao Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) da cidade. “Treze produtores e produtoras serão beneficiados com o apoio da Conab para a comercialização de hortifrutícolas diversas, atendendo 1.326 pessoas acompanhadas pelo CRAS”, informou a Companhia.

Em Caruaru, a Rede Produtiva de Avicultores da Agricultura Familiar irá destinar 23,5 toneladas de frango caipira para cozinhas solidárias localizadas em Olinda, Pedra e Recife. Segundo a Conab, 63 produtores estarão envolvidos na ação, que contribuirá para complementar a alimentação de mais de 8 mil pessoas atendidas pelas instituições beneficiadas.

Outro projeto aprovado envolve a Associação dos Trabalhadores Rurais do Assentamento Santa Helena, de Amaraji, que destinará sua produção a cozinhas comunitárias em Caruaru, Paulista, Camaragibe, Recife, Pedra e Olinda. A Conab estima que 41 agricultores irão fornecer 102,42 toneladas de produtos, incluindo banana-da-terra, beneficiando cerca de 10.421 pessoas.

A Conab também firmou propostas com a Associação dos Piscicultores Amigos de Petrolândia (APAP) e com a Associação dos Produtores Rurais da Agricultura Familiar do Sítio Quandus, em Belém de Maria. No caso da APAP, 42 produtores serão responsáveis pela entrega de 28,62 toneladas de tilápia resfriada, destinadas à Organização Religiosa Vivendo o Sagrado, que atende 2.485 pessoas. Já os 12 agricultores do Sítio Quandus fornecerão 28,18 toneladas de hortifrutícolas ao CRAS de Belém de Maria.

Após a formalização dos projetos, técnicos da Superintendência Regional da Conab em Pernambuco reuniram-se com representantes das entidades fornecedoras e consumidoras para orientar sobre o funcionamento do PAA. Durante o encontro, foram esclarecidas dúvidas sobre as normas em vigor, documentação exigida para liberação de pagamentos, ajustes permitidos, controle sanitário e qualidade dos produtos.

A modalidade Compra com Doação Simultânea tem o objetivo de apoiar agricultores familiares organizados em cooperativas e associações, adquirindo sua produção para destiná-la à rede socioassistencial, equipamentos públicos de segurança alimentar e nutricional e outras entidades acompanhadas pelos conselhos municipais e estaduais de políticas públicas.





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Praga da mandioca causa perdas de até 100% em lavouras



Depois da vassoura-de-bruxa na mandioca provocar estado de emergência fitossanitária no Pará e no Amapá, agora, uma praga secundária, que até então não causava maiores problemas nas lavouras, tornou-se a principal preocupação dos produtores no Tocantins.

A chamada mosca-das-galhas da mandioca (Jatrophobia brasiliensis) está ocorrendo em altas infestações e, em alguns casos, acarretando perdas de até 100% em plantios novos do tubérculo no Tocantins e em outras regiões do país. A Embrapa Pesca e Aquicultura (Palmas-TO) está dando suporte aos extensionistas do Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins) e produtores da região.

O manejo integrado de pragas (MIP) deve ser empregado com estratégia de controle, utilizando os métodos de controle de forma integrada, incluindo, em último caso, a aplicação de defensivos químicos. Pesquisadores e produtores ainda estão realizando experimentos e testes de produtos químicos e biológicos para combater a praga, sobre a qual praticamente não há estudos a respeito.

Cristiano Barros, que planta mandioca no Polo de Fruticultura Irrigada São João, é um dos mandiocultores atingidos. “No final do ano passado, quando fizemos o plantio, ela apareceu, mas achamos que era como todos os anos, algo pontual aqui e ali, sem causar prejuízos. Entraram as festas de fim de ano e não demos muita atenção. Quando fomos ver, ela se instalou de uma maneira que precisamos gradear (passar a máquina, destruindo a plantação) e plantar tudo de novo”, lamenta ele.

Segundo o entomologista Daniel Fragoso, pesquisador da Embrapa Pesca e Aquicultura, os danos às plantas são causados pelas larvas, que se alimentam dos tecidos internos do vegetal. Quando atacadas, as plantas reagem formando galhas ou verrugas – estruturas que comprometem a fotossíntese e o vigor da planta.

Como resultado, acontece a paralização do crescimento, perda da produtividade e, em casos severos, morte de plantas jovens. “Trata-se de pequenas moscas de coloração amarela que depositam ovos nas folhas, onde as larvas eclodem e começam a se alimentar do tecido foliar. A planta reage e forma as galhas ou verrugas”, explica ele.

Algumas hipóteses estão sendo levantadas para justificar o surto. Entre elas, o maior uso de inseticidas para o combate à mosca branca na safra passada, que poderia ter reduzido a população de  parasitoides, que são agentes de controle biológico da mosca-das-galhas  da mosca-das-galhas da mandioca neste ano.

Com a troca de informações entre pesquisadores da Embrapa e produtores, estão sendo realizados estudos e análises sobre formas mais eficazes de combate à praga. “A identificação precoce e o monitoramento são essenciais para o manejo”, destaca Fragoso.

No contexto do manejo integrado de pragas (MIP), recomenda-se o plantio no período seco em áreas que possuem sistemas de irrigação; uso de cultivares resistentes (Maniçobeira, Jari e Santa Bárbara) nas bordaduras, eliminação de restos culturais, catação e destruição das folhas com alta infestação, rotação de culturas e práticas que favoreçam o controle biológico natural por inimigos naturais, como parasitóides.

“Em casos de alta infestação, o controle químico é necessário, com critério técnico e rotatividade de ingredientes ativos, para evitar o desenvolvimento de resistência aos produtos usados”, ressalta Fragoso. “O manejo integrado de pragas visa o equilíbrio entre técnicas e medidas eficazes de controle, garantindo a produtividade com sustentabilidade nos sistemas produtivos”.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Brazilian Cattle fortalece intercâmbio e abre mercados para a genética bovina brasileira



O espaço Brazilian Cattle, tradicional na Expozebu, completa 20 anos em 2025 como uma das principais vitrines da genética bovina brasileira para o mercado internacional. A iniciativa é realizada pela Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

Nesta edição, o Salão Internacional recebeu mais de 600 visitantes estrangeiros e promoveu rodadas de negócios com representantes de diversos países interessados em genética zebuína, produtos e serviços do agronegócio brasileiro.

Segundo dados da ABCZ, dos 33 pedidos de abertura de mercado encaminhados este ano, sete foram concretizados e outros 23 seguem em andamento. Além disso, seis convênios de cooperação técnica foram firmados com países como Guatemala, Peru, Equador, Nicarágua, Mali e Costa do Marfim.

Articulação para o mercado bovino

O projeto Brazilian Cattle também atua na articulação regulatória entre o Brasil e os países importadores, em parceria com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), garantindo segurança sanitária e jurídica para as operações comerciais.

A estrutura do salão oferece suporte para expositores, compradores internacionais e empresas brasileiras, com o objetivo de fomentar negócios e ampliar a presença global da pecuária nacional.



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Brasil exportará carne suína sem tarifa para Coreia do Sul



ABPA celebra isenção de tarifa para carne suína




Foto: Pixabay

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) comemorou a decisão da Coreia do Sul de isentar de tarifa uma cota de 10 mil toneladas de carne suína congelada importada do Brasil, exceto o corte “barriga”. A medida, comunicada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária, elimina a cobrança de 25% que incidia sobre o valor total do produto.

Atualmente, a Coreia do Sul ocupa a 16ª posição entre os principais destinos da carne suína brasileira, com 3,7 mil toneladas exportadas no primeiro trimestre deste ano. Para o presidente da ABPA, Ricardo Santin, a decisão sul-coreana representa um avanço significativo para o setor. “O estabelecimento de uma cota isenta é um sinal importante para os avanços das exportações brasileiras de carne suína para a Coreia do Sul, conquistada pelo Ministério da Agricultura. Isto, especialmente em meio às negociações lideradas pelo Ministro Carlos Fávaro e seus secretários de Relações Internacionais e de Defesa Agropecuária, pelo reconhecimento do Paraná, Rio Grande do Sul e de outros estados brasileiros como livres de aftosa sem vacinação”, afirmou Santin.

Apesar da abertura, Santa Catarina permanece como o único estado autorizado a exportar carne suína para o mercado sul-coreano, por ser o único com status sanitário de área livre de febre aftosa sem vacinação reconhecido pelas autoridades daquele país.

A Coreia do Sul, com um consumo per capita de aproximadamente 29 quilos de carne suína, figura como o quarto maior importador mundial do produto. Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), o país adquiriu 785 mil toneladas de carne suína em 2024.





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