domingo, maio 24, 2026

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JBS investe R$ 216 milhões em quatro unidades da Seara 



A JBS vai investir R$ 216 milhões em quatro unidades da Seara, em Santa Catarina. O anúncio foi feito nesta terça-feira (6) pelo presidente do negócio, João Campos. Os investimentos resultarão na geração de 278 empregos diretos no estado.

De acordo com a companhia, os recursos serão destinados à modernização e ampliação da unidade de processamento de suínos em Itapiranga, de uma granja de aves em Bom Retiro e das unidades de processamento de aves de Itaiópolis e Nova Veneza.

Com investimento de R$ 98 milhões, a unidade de Itapiranga terá a capacidade de processamento ampliada em 600 suínos por dia. Já em Bom Retiro serão investidos R$ 89 milhões para a construção de uma nova granja para produção de matrizes.

Na unidade de Itaiópolis, a Seara investirá R$ 15 milhões na modernização da planta de aves, com foco na melhoria do mix de produção. Já em Nova Veneza, a unidade de aves receberá R$ 14 milhões para aumento da velocidade de processamento, ampliando a capacidade em 38 mil aves por dia.

O anúncio foi feito em evento com o governador do Estado, Jorginho Mello, sobre a política de incentivos à indústria implementada pelo governo estadual.

“É um prazer enorme poder estar aqui, poder fazer parte do desenvolvimento, da criação de empregos e de um trabalho extremamente importante. O estado de Santa Catarina já é um estado bastante importante para as operações da Seara e esse projeto nos ajuda a continuar investindo ainda mais no estado”, afirmou João Campos.



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AgroNewsPolítica & Agro

Sicredi Serrana intensifica apoio a 76 vinícolas na Wine South America


O enoturismo tem sido uma grande alavanca do desenvolvimento cultural e sócio-econômico da Serra Gaúcha porque movimenta diversos setores, fortalecendo a região com experiências enoturísticas que atraem milhares de visitantes todos os anos. Parceira do setor vitivinícola em diversas frentes, a Sicredi Serrana tem atuado lado a lado dos empreendimentos e rotas turísticas para fortalecer ainda mais uma vocação que se tornou o sustento de milhares de famílias e que vem desenvolvendo as comunidades, através da cooperação. Este ano, intensificando o apoio, a Sicredi Serrana está ajudando 76 vinícolas gaúchas e cinco associações de produtores, além de empresas no espaço do Sebrae, viabilizando a participação na Wine South America, que acontece de 6 a 8 de maio, em Bento Gonçalves. Quatorze destas empresas estão estreando na feira.

Mais do que movimentar a economia, o turismo cria oportunidades. Ele fortalece os empreendimentos presentes na cadeia, gera empregos e ajuda a manter famílias em suas comunidades de origem, além de promover o destino e o crescimento sustentável”, destaca Odair Dalagasperina, Diretor de Negócios da Sicredi Serrana, que desde 2018 já injetou mais de R$ 21 milhões em crédito na região da Serra Gaúcha.

O enoturismo, que une a cultura do vinho à gastronomia e à experiência, é um dos pilares estratégicos de atuação da Sicredi Serrana. Por meio de parcerias estruturais, programas de fidelidade, apoio à organização de roteiros, capacitações, sinalização turística e soluções financeiras, a cooperativa vem transformando a relação entre o turismo e o desenvolvimento local. “O turismo do vinho é o grande responsável por promover a nossa região, nossa gente, nossos atrativos. Cooperar com a comunidade, promovendo o desenvolvimento dos associados e da sociedade, através de um relacionamento próximo e de soluções financeiras personalizadas, é nosso grande propósito. Nestes 7 anos, cada vez mais perto de nossos associados, descobrimos lindas histórias e ajudamos a criar novos capítulos para que as futuras gerações deem continuidade a este legado”, destaca.

Ao participar da Wine South America os empreendimentos terão a oportunidade de abrir novos canais de venda, fortalecer parcerias já existentes e promover seus vinhos e espumantes, além de seus atrativos turísticos. Isso porque a feira, uma das mais importantes do setor da América Latina, reúne compradores nacionais e internacionais, importadores, distribuidores, atacadistas, varejistas, sommeliers e jornalistas especializados. Integrando roteiros enoturísticos, estas vinícolas fazem parte de diversas associações de produtores – Aprovale, Asprovinho, Altos Montes, Afavin e Aprobelo, contemplando oito municípios da Serra Gaúcha. A maioria delas é de pequeno porte e 14 estão vivendo esta experiência pela primeira vez com a expectativa de fazer novos contatos que gerem novos negócios.

A ação na Wine South America destaca não só a força da vitivinicultura regional, mas também a visão cooperativa da Sicredi Serrana, que mantém um compromisso global que beneficia mais de 20 rotas, além de entidades parceiras como o SEGH (Sindicato Empresarial de Gastronomia e Hotelaria Região Uva e Vinho), Consevitis-RS (Instituto de Gestão, Planejamento e Desenvolvimento da Vitivinicultura do Estado do Rio Grande do Sul), ABE (Associação Brasileira de Enologia) e ABS-RS (Associação Brasileira de Sommeliers). A Sicredi Serrana está presente em 28 municípios na Serra Gaúcha e Vale do Caí e na região metropolitana do Espírito Santo. São mais de 200 mil associados e 847 funcionários.

SICREDI SERRANA NA WINE SOUTH AMERICA

Associações e vinícolas beneficiadas

  • Aprovale – 08 (Vale dos Vinhedos – Bento Gonçalves, Garibaldi e Monte Belo do Sul)
  • Asprovinho – 05 (Pinto Bandeira)
  • Altos Montes – 16 (Flores da Cunha e Nova Pádua)
  • Afavin – 07 (Farroupilha)
  • Aprobelo – 06 (Monte Belo do Sul)

Outros espaços Área compartilhada om a Wine South America – 09 vinícolas

Espaço Vinhos Gaúchos do Sebrae – 25 vinícolas





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Em dia ‘parado’, apenas uma região registra queda nas cotações de soja; saiba qual



O mercado brasileiro de soja teve uma terça-feira marcada por estabilidade nas cotações e ritmo lento de negociações. A ausência de novidades relevantes, somada à pressão vinda da Bolsa de Chicago e à leve valorização do dólar, manteve os preços praticamente inalterados no país.

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Segundo Rafael Silveira, consultor da consultoria Safras & Mercado, o produtor brasileiro está mais cauteloso após boas vendas realizadas em abril. “Agora ele solta a oferta aos poucos. Já o comprador, que antes vinha mais agressivo na exportação, agora está mais tranquilo e bem antecipado. As indicações não estão tão firmes”, comenta. A diferença entre o que o produtor pede e o que o comprador oferece é um dos principais entraves no momento.

Soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 126,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 127,00
  • Porto de Rio Grande (RS): manteve em R$ 131,00
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 127,00
  • Porto de Paranaguá (PR): manteve em R$ 133,00
  • Rondonópolis (MT): caiu de R$ 115,00 para R$ 114,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 118,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 115,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam o dia em baixa. As cotações foram pressionadas pelas incertezas nas negociações comerciais entre China e Estados Unidos e pelo bom avanço do plantio da safra norte-americana.

De acordo com o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), até 4 de maio, o plantio da soja nos Estados Unidos havia atingido 30% da área prevista, frente aos 24% no mesmo período do ano passado. A média dos últimos cinco anos é de 23%. Na semana anterior, o índice era de 18%.

Contratos futuros

O contrato da soja em grão para julho encerrou com perda de 4,25 centavos de dólar, a US$ 10,41 1/4 por bushel. A posição novembro caiu 4,50 centavos, negociada a US$ 10,35 3/4 por bushel.

Nos subprodutos, o farelo para julho recuou US$ 2,50, a US$ 295,70 por tonelada. Já o óleo fechou a 48,35 centavos de dólar por libra-peso, com baixa de 0,38 centavo.

Câmbio

O dólar comercial terminou o dia em alta de 0,36%, vendido a R$ 5,7103 e comprado a R$ 5,7083. Ao longo da sessão, a moeda norte-americana oscilou entre R$ 5,6930 e R$ 5,7380.



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Arroba do boi gordo despenca em Minas e Mato Grosso do Sul; veja cotações



O mercado físico do boi gordo teve preços em queda nesta terça-feira (6), com destaque para o Mato Grosso do Sul e Minas Gerais.

O analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias destaca que os frigoríficos ainda se deparam com escalas de abate confortáveis e seguem realizando tentativas de compra em patamares mais baixos.

“Mesmo assim, há avanço das escalas de abate. Por outro lado, a demanda aquecida durante a primeira quinzena de maio é um elemento importante de sustentação dos preços, limitando movimentos mais contundentes de queda”, disse.

  • São Paulo: R$ 318,75 – (R$ 319,58 ontem)
  • Goiás: R$ 298,21 (R$ 299,11 na segunda)
  • Minas Gerais: R$ 303,53 (R$ 311,18 anteriormente)
  • Mato Grosso do Sul: R$ 314,43 (R$ 320,34 ontem)
  • Mato Grosso: R$ 318,04 (R$ 318,85 na segunda)

Mercado atacadista

O mercado atacadista ainda se depara com preços firmes para a carne bovina. Segundo Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere por elevação de preços no curto prazo, considerando que além da entrada dos salários na economia há também o adicional de consumo relacionado ao Dia das Mães, que historicamente motiva o consumo de carne bovina.

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 25,00 por quilo, o dianteiro segue no patamar de
R$ 20,50 por quilo e a ponta de agulha ainda é cotada a R$ 18,50, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,36%, sendo negociado a R$ 5,7103 para venda e a R$ 5,7083 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6930 e a máxima de R$ 5,7380.



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Deputados distorcem ordem do STF em manobra corporativista, diz Daoud



O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que seja votada pela Câmara dos Deputados, até o dia 30 de junho, a redistribuição de parlamentares para atender sete estados brasileiros (Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Piauí, Paraíba, Bahia, Pernambuco e Alagoas).

Isso ocorre porque o artigo 45 da Constituição Federal determina um número mínimo de representantes para cada unidade federativa, conforme a população local, desde que o número não seja inferior a oito e nem superior a 70, conforme o número de habitantes de cada ente.

Diante disso, os parlamentares apontam para outra saída: o aumento do número de cadeiras no parlamento, passando das atuais 513 para 527. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Mota, destacou que o novo número, se aprovado, não pode representar o aumento do custo do Poder Legislativo.

O comentarista do Canal Rural Miguel Daoud critica a medida articulada pelos parlamentes. Segundo ele, estudos já mostraram que ao se somar os salários, benefícios e auxílios dos deputados, cada um deles custa ao estado que representa em torno de R$ 274 mil por mês, valor que, se somado pelos atuais 513, contabiliza cerca de R$ 140 milhões mensais.

Para Daoud, a proposta em debate, de autoria da deputada Dani Cunha (União-RJ), considera os dados do Censo 2022 “inconsistentes”, já que a coleta foi feita com dois anos de atraso devido à pandemia e a cortes orçamentários.

De acordo com ele, na prática, o projeto cria um “seguro parlamentar”. “Assim, ninguém perde a vaga, e todos podem ganhar. Essa medida é uma manobra corporativista que, além de driblar a ordem do STF, compromete ainda mais as contas públicas.”

Para o comentarista, enquanto países com sistemas representativos mais eficientes revêem suas estruturas para torná-las mais enxutas e conectadas à realidade fiscal, o Brasil caminha na contramão, ignorando os limites de um Estado que já opera no vermelho.



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Nova geopolítica e desafios do agro são tema de evento do Sistema CNA/Senar



Com o objetivo de discutir os impactos da nova geopolítica mundial no agronegócio, o Sistema CNA/Senar promove, em São Paulo, o evento ‘Cenário Geopolítico e a Agricultura Tropical’. A programação reúne especialistas, parlamentares e representantes do setor produtivo para debater oportunidades e entraves que o agronegócio brasileiro enfrenta diante do atual cenário internacional. O governador do estado de São Paulo também prestigiou o encontro.

Durante todo o dia, os especialistas debateram as oportunidades e os desafios para o agro brasileiro diante das mudanças no cenário geopolítico. Desde o retorno de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos, a política comercial americana voltou ao centro das atenções, especialmente com a adoção de novas tarifas que têm redesenhado as relações econômicas globais.

A guerra tarifária entre Estados Unidos e China abriu espaço para o fortalecimento de outros parceiros comerciais, e o Brasil surge como um dos principais beneficiários, sobretudo com a possibilidade de ampliar suas exportações ao mercado chinês realinhando a geopolítica mundial.

Embora o novo cenário abra oportunidades para o agro nacional, ele também impõe desafios. Entre os principais pontos levantados no evento estão a necessidade de crédito e seguro rural mais acessíveis, especialmente às vésperas do novo Plano Safra, cuja definição de recursos deve ocorrer entre o fim de junho e o início de julho.

Outro tema recorrente foi a ampliação da capacidade logística, com destaque para o déficit de armazenagem. Mesmo sendo um dos maiores produtores de grãos do mundo, o Brasil ainda precisa resolver os gargalos logísticos para garantir que sua produção chegue de forma eficiente aos mercados internacionais.

A ex-ministra da Agricultura e atual senadora Teresa Cristina participou do evento. Durante entrevista aos jornalistas, ela abordou a importância de uma política de crédito mais realista, condizente com a atual situação econômica, marcada por juros elevados. Segundo Cristina, o custo atual do financiamento torna inviável o planejamento e os investimentos por parte dos produtores rurais.

O evento da CNA conta com diversos painéis técnicos ao longo do dia, reforçando a necessidade de diálogo entre governo, setor produtivo e Congresso Nacional para o fortalecimento do agronegócio brasileiro no cenário global.



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Alckmin participa de reunião com parlamentares para discutir impactos da guerra comercial



O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, participou nesta terça-feira (6), em Brasília, de uma reunião com a Frente Parlamentar do Empreendedorismo.

O encontro teve como objetivo debater os possíveis impactos de uma escalada tarifária no comércio brasileiro e discutir estratégias para proteger os setores produtivos nacionais.

Durante a reunião, o Alckmin foi questionado por parlamentares sobre os efeitos de uma eventual guerra comercial envolvendo o Brasil e os Estados Unidos, especialmente sobre como isso pode atingir o comércio, a indústria e o agronegócio.

O encontro também buscou esclarecer de que forma o país está se preparando para enfrentar esse cenário e quais medidas o Congresso pode adotar para apoiar o governo.

A Frente Parlamentar do Empreendedorismo defende maior transparência nas negociações internacionais e quer ampliar o envolvimento do setor produtivo e da sociedade civil no debate.

Os parlamentares também pretendem atuar como interlocutores entre o setor empresarial e o governo, colaborando com estudos técnicos e medidas legislativas que fortaleçam a posição brasileira nas negociações.

A reunião marca o início de uma mobilização do Congresso para acompanhar de perto os desdobramentos da política comercial externa e garantir que os interesses da economia nacional sejam preservados.



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vazio sanitário de soja começa em junho no estado; confira o calendário completo



O Ministério da Agricultura (Mapa) definiu o calendário do vazio sanitário da soja para a safra 2025/2026. No Paraná, o período começa no dia 2 de junho e será escalonado de acordo com as características climáticas de cada região do estado. A medida visa prevenir a ferrugem asiática, considerada a principal doença que atinge a cultura da soja no Brasil. Confira o calendário pelo país.

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Durante o vazio sanitário, fica proibida a manutenção de plantas vivas de soja no campo. Essa proibição busca eliminar possíveis hospedeiros do fungo Phakopsora pachyrhizi, responsável pela ferrugem, e assim reduzir a presença do patógeno no ambiente antes do início da nova safra. A ausência da planta hospedeira nesse período interrompe o ciclo da doença e dificulta sua propagação.

A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) será responsável pela fiscalização e pelo cumprimento do calendário, além de aplicar as penalidades previstas aos produtores que descumprirem as regras. De acordo com Marcílio Martins Araújo, coordenador de Prevenção e Controle de Pragas em Cultivos Agrícolas e Florestais da Adapar, é essencial que todos os agricultores adotem essa medida em suas propriedades para proteger a produtividade das lavouras.

Vazio sanitário de soja pelo Brasil

Na Região 1, que inclui municípios do Sul, Leste, Campos Gerais e Litoral, o vazio sanitário ocorrerá entre 21 de junho e 19 de setembro. O plantio será permitido entre 20 de setembro de 2025 e 20 de janeiro de 2026.

Na Região 2, que compreende a maior parte do território paranaense, especialmente o Norte, Noroeste, Centro-Oeste e Oeste, o período será de 2 de junho a 31 de agosto, com liberação para o plantio a partir de 1.º de setembro até 31 de dezembro.

á na Região 3, localizada no Sudoeste do estado, o vazio será de 12 de junho a 10 de setembro. O plantio poderá ser realizado de 11 de setembro de 2025 a 10 de janeiro de 2026. Neste último caso, o início do vazio foi antecipado em 10 dias em relação ao ano passado, após solicitação da Adapar e do setor produtivo, aprovada pelo Ministério da Agricultura.



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Temporais e ventos de 100 km/h em dois estados: Inmet emite alerta laranja



O transporte de umidade do oceano para o continente, potencializado pela presença de um cavado no litoral da Bahia, deve ainda favorecer temporais na região. O alerta é do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e vale até, pelo menos, quinta-feira (8).

O órgão destaca que essas instabilidades vêm acontecendo desde a semana passada, com chuvas localmente torrenciais. Assim, nas últimas 24 horas (até às 8h desta terça-feira), os maiores volumes contabilizados foram em Salvador, com 61,6 mm; e Cruz das Almas, com 51,6 mm.

Para esta terça (6), o Instituto renovou o aviso laranja (perigo) para chuvas intensas em áreas da Bahia, abrangendo o litoral nordeste, o Recôncavo Baiano, chegando até a capital, Salvador. Para estas localidades, o volume esperado é de pelo menos 100 mm, acompanhadas de rajadas de vento de até 100 km/h.

Outras áreas da Bahia também estão em atenção para chuvas intensas, mas com grau de severidade menor, entre hoje e amanhã (7), abrangendo ainda partes de Sergipe e o leste de Alagoas.

Temporais no Rio Grande do Sul

Chuvas fortes também estão previstas para outro estado brasileiro, o Rio Grande do Sul. As Regiões da Campanha, Missões e municípios fronteiriços com o Uruguai entram em atenção para temporais a partir de hoje.

De acordo com o Inmet, há possibilidade de volumes que devem variar entre 30 mm e 50 mm, conforme indica o aviso amarelo (perigo potencial) emitido pelo órgão.

As instabilidades na região podem aumentar nos próximos dias devido a um combo climático:

  • Presença de uma massa quente, úmida e instável;
  • Padrão de vento nos altos níveis da atmosfera; e
  • Aproximação de uma frente fria

Diante deste cenário, o Inmet antecipa para amanhã (7) um aviso laranja (perigo) para tempestades, com volumes que podem variar entre 30 mm e 100 mm em áreas pontuais, com rajadas de vento oscilando entre 40 km/h e 100 km/h e possibilidade de queda de granizo.

“Esta condição de tempo severo em áreas do Rio Grande do Sul deve se intensificar entre quinta-feira (8) e sexta-feira (9), com forte instabilidade na região, trazendo chuvas intensas e pontualmente volumosas sobre áreas do estado gaúcho”, diz a nota do Inmet.



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AgroNewsPolítica & Agro

Produtores brasileiros de frutas participam de missão comercial à China


Entre os dias 12 e 19 de maio de 2025, a cidade de Xangai, na China, receberá uma comitiva de produtores brasileiros de frutas frescas durante a missão comercial do projeto Frutas do Brasil, promovido pela Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). A ação faz parte das estratégias planejadas de prospecção e promoção de negócios no mercado asiático do referido projeto.

O principal objetivo da missão é ampliar e aprofundar o conhecimento sobre o mercado consumidor chinês, com foco especial nas cadeias do melão e da uva — frutas que já possuem autorização para exportação à China. O Brasil tem trabalhado ativamente para conquistar o mercado asiático, onde a China tem papel de destaque. Contudo, aquele mercado tem particularidades com relação às características dos produtos, das embalagens, da forma de negociar, das opções logísticas, entre outras, que precisam ser entendidas para o desenvolvimento de uma estratégia comercial que conquiste importadores e consumidores.

A missão à China inclui uma visita a SIAL CHINA 2025, feira internacional de alimentos muito importante que ocorre em Xangai, além de encontros com empresas importadoras, centros atacadistas de frutas na região, estabelecimentos de varejo e com empresários de vários elos dentro da cadeia de suprimentos do setor de frutas e derivados.

Conectando o campo brasileiro ao mundo

Hoje, o Brasil é um dos maiores produtores de frutas do mundo e, apesar de estar na 24ª posição em exportação, o Brasil envia frutas para mais de 120 países. Em 2024, as exportações de frutas frescas brasileiras superaram US$ 1,2 bilhão, com destaque para melão, manga, limão, uva, mamão, melancia e abacate.

A missão à China representa um passo estratégico para consolidar o Brasil como fornecedor de frutas frescas e derivados para Ásia, conectando o campo brasileiro ao mundo com qualidade, sustentabilidade e inovação.





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