domingo, maio 24, 2026

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Confira os preços do trigo no Brasil


Segundo informações da TF Agroeconômica, a demanda enfraquecida por farinha tem impactado diretamente a operação dos moinhos no Sul do Brasil, especialmente no Rio Grande do Sul (RS) e Santa Catarina (SC), enquanto o Paraná (PR) mantém o melhor aproveitamento da sua capacidade instalada. O relatório da ABITRIGO aponta que, apesar de aumento na moagem no RS, esse movimento ocorre apenas entre os grandes moinhos, que absorvem prejuízos em seus balanços, enquanto os médios, maioria no estado, optam por reduzir produção. Com capacidade instalada de 1,78 milhão de toneladas, o RS utilizou apenas 70,2% em 2024.

No mercado gaúcho, produtores venderam grandes volumes às cooperativas nas últimas semanas, e estas tentam repassar o trigo aos moinhos, o que levou à cobertura das necessidades de maio e parte de junho. Com isso, os preços estão sob pressão, com negócios pontuais em R$ 1.400,00 por tonelada e ofertas chegando a R$ 1.390,00 para trigo PH 76. Já os preços da pedra em Panambi caíram para R$ 72,00 por saca. Para a safra futura, os preços permanecem em R$ 1.340,00 sobre rodas no porto, mas os moinhos seguem fora das negociações.

Em Santa Catarina, a situação é semelhante. O estado utilizou apenas 65,7% de sua capacidade instalada de moagem em 2024, o equivalente a 409,95 mil toneladas das 624,3 mil disponíveis. A concorrência com grandes grupos tem dificultado a operação dos moinhos locais. Os preços pagos aos triticultores se mantiveram estáveis: R$ 78,00 em Canoinhas, R$ 75,00 em Chapecó, R$ 79,00 em Joaçaba, R$ 80,00 em Rio do Sul e Xanxerê.

No Paraná, o cenário é mais favorável. O estado utilizou 87,2% da sua capacidade de moagem, com destaque para a boa qualidade do trigo e localização estratégica. Os preços seguem firmes, com compradores oferecendo R$ 1.600,00 por tonelada para entrega imediata e vendedores pedindo entre R$ 1.600,00 e R$ 1.650,00 FOB. Na pedra, o preço médio da semana foi de R$ 80,16 por saca, com lucro médio de 8,85% para os produtores, mesmo com recuo em relação à semana anterior. A nova safra ainda não registra ofertas, com compradores sinalizando R$ 1.450 a R$ 1.500 CIF moinho.

 





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Cadastramento de caravanas para visitar a Bahia Farm Show 2025 segue até 30 de maio


A organização da Bahia Farm Show, que será realizada entre os dias 9 e 14 de junho, em Luís Eduardo Magalhães (BA), está se preparando para melhor recepcionar e proporcionar apoio logístico às caravanas de agricultores, profissionais, estudantes e entusiastas do agronegócio, que pretendem conhecer as principais novidades de tecnologia agrícola. Os interessados devem cadastrar sua caravana até o dia 30 de maio,  indicando os dias de presença e o perfil dos visitantes, preenchendo o formulário eletrônico com acesso em: clique aqui.

“A Bahia Farm Show atrai todos os anos centenas de grupos de caravanas de produtores, estudantes e profissionais envolvidos com o setor agrícola, não só da Bahia, mas de toda a área de abrangência do Matopiba, que incluem também Maranhão, Tocantins, Piauí, além do Distrito Federal, Goiás e Minas Gerais. Nesta edição, queremos conhecer melhor o perfil destas caravanas e oferecer apoio logístico para melhor recepcionar esses visitantes, proporcionando uma experiência ainda mais agradável e produtiva durante a presença na feira”, afirma o gerente geral do Instituto Aiba (IAiba), Sunny Aaron.

Esse suporte pode incluir credenciamento e entrada facilitada, orientações para visitas técnicas guiadas, palestras exclusivas, e até parcerias com instituições de ensino e entidades do setor agropecuário. Além de promover a disseminação de conhecimento, as caravanas incentivam o networking e a troca de experiências, proporcionando uma vivência prática que complementa o aprendizado em sala de aula e nos centros de pesquisa. Na última edição, os grupos de caravanas vieram da Bahia e de estados vizinhos para conhecer as novas tecnologias e contribuíram para a feira agrícola atingir a marca de 111.137 mil visitantes.

Para o presidente da Bahia Farm Show e da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), Moisés Schmidt, a presença dessas caravanas é fundamental para fortalecer a integração entre o conhecimento acadêmico, a prática no campo e as inovações tecnológicas que são apresentadas durante o evento. “A vinda das caravanas é muito especial para a feira, é quando vemos produtores de outras áreas, profissionais de instituições de pesquisa, estudantes de todas as idades que vêm de longe interessadas na troca de conhecimento e de saber mais sobre o setor agrícola. A organização da Bahia Farm Show reconhece a importância desses grupos e está colocando uma estrutura à disposição para facilitar a integração destes grupos à feira “, reforça. 





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Reajustes positivos para as cotações no mercado do frango nesta sexta-feira (4)


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A sexta-feira (4) encerra a semana de negociações para o mercado do frango registrando aumentos nas cotações. Segundo análise do Cepea, os preços da carne de frango voltaram a subir na maioria das regiões acompanhadas pelo Cepea. Segundo o Centro de Pesquisas, o impulso vem do típico aquecimento da demanda em início de mês, com o maior poder de compra da população (recebimento de salários). 

De acordo com agentes do setor avícola consultados pelo Cepea, há expectativa de aumento no volume de vendas nos próximos dias. O cenário tende a ser mais favorável em comparação com as últimas duas semanas, que foram impactadas pela menor liquidez. 

De acordo com a Scot Consultoria, o valor do frango na granja em São Paulo aumentou 1,69%, custando, em média, R$ 6,40/kg, enquanto a ave no atacado subiu 0,88%, custando, em média, R$ 8,00/kg.

No caso do animal vivo, o preço ficou estável em Santa Catarina, custando R$ 4,69/kg, enquanto no Paraná, houve aumento de 0,81%, valendo R$ 4,98/kg.

Conforme informações do Cepea/Esalq,Vivo, referentes à quinta-feira (3), houve aumento de 1,18% para o preço da ave congelada, chegando a R$ 8,61/kg, e elevação de 1,17% para o frango resfriado, custando R$ 8,66/kg.





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Trigo e soja abrem o dia em alta


Segundo a TF Agroeconômica, em seu boletim TF Agronotícias – Abertura dos Mercados desta quarta-feira, o trigo e a soja abriram o dia com leve alta nas bolsas internacionais, enquanto o milho mantém viés de baixa nos preços internos, pressionado pela expectativa de uma boa safra brasileira e plantio firme nos EUA.

As cotações do trigo na CBOT subiram devido a compras especulativas e preocupações climáticas. Oklahoma e Texas enfrentam chuvas no período de colheita, enquanto Dakota do Norte sofre com a ausência de precipitações nos próximos sete dias. Com isso, o contrato julho/25 subiu para US$ 538,50/bushel (+4,25) e dezembro/25 atingiu US$ 575,00 (+3,75). No Brasil, o Cepea apontou alta nos preços: Paraná a R$ 1.567,66/t (+0,70% no dia) e Rio Grande do Sul a R$ 1.465,32/t (+0,53%), embora no acumulado mensal ainda haja queda.

A soja também registra valorização em Chicago, com o contrato julho/25 em US$ 1045,75 (+6,50), sustentado pelo anúncio de um acordo comercial entre Estados Unidos e Reino Unido. O entusiasmo entre traders foi contido, já que o presidente Donald Trump afirmou não estar aberto à retirada das tarifas sobre a China, mantendo o clima de incerteza. No Brasil, os preços recuaram para R$ 132,60 (-0,53% no dia), pressionados pela ampla oferta da colheita.

O milho apresenta leve alta na CBOT, com julho/25 cotado a US$ 450,75 (+1,50), puxado por fatores indiretos como o avanço das negociações comerciais com o Japão e atrasos na colheita argentina por causa das chuvas. No entanto, a perspectiva positiva para a safrinha brasileira e o bom ritmo do plantio nos EUA pesam sobre o mercado. Os preços no Brasil seguem em queda: Cepea indica R$ 76,38/t (-1,58% no dia e -4,68% no mês), com cotações na B3 recuando para R$ 74,37 em maio e R$ 64,70 em julho. A recomendação dos analistas é de fixação imediata dos preços, antes da pressão da colheita em julho.

 





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Trabalhador morre durante desmontagem de estande na Agrishow



O trabalhador Carlos Daniel da Costa, de 25 anos, morreu na manhã desta quinta-feira (8) após sofrer um acidente no dia anterior durante desmontagem do estande da empresa Kuhn do Brasil, na Agrishow.

Segundo informações do jornal Folha de S. Paulo, uma peça de maquinário do espaço se soltou e o atingiu na cabeça. O operário recebeu os primeiros socorros no local e foi encaminhado ao Hospital Unimed, onde não resistiu aos ferimentos.

Em nota, a Kuhn do Brasil lamentou o ocorrido e disse que está prestando auxílio à família da vítima. “Neste momento, expressamos os nossos sentimentos de solidariedade e condolências aos familiares, amigos e colegas de trabalho. Tratava-se de um colaborador sempre comprometido e reconhecido pelo seu profissionalismo. A sua ausência será sentida por todos”, comunicou.

A organização da Agrishow também divulgou comunicado em que lamenta a morte de Carlos Daniel e afirma estar dando todo o suporte necessário às autoridades locais para apuração das causas do acidente.

Trata-se do segundo ano seguido em que há registro de morte de trabalhadores na feira. Na edição passada, em 2 de maio de 2024, no penúltimo dia, um acidente com um helicoptero particular derrubou a tenda em que Márcio Sabino Silva, de 27 anos, estava. Ele morreu quatro dias após o ocorrido.

O caso motivou o veto ao pouso de aeronaves na fazenda em que a feira é organizada, proibição que já passou a valer na edição deste ano.

De acordo com a organização, a feira gera mais de sete mil trabalhos temporários para atender a infraestrutura de montagem e desmontagem.



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Demanda da China impulsionou preço da soja no Brasil



Alta da soja é puxada por demanda global e cautela de produtores




Foto: Seane Lennon

O mercado da soja registrou elevação de preços no Brasil e no exterior ao longo de abril, refletindo o fortalecimento da demanda internacional. A busca crescente por oleaginosa no cenário global, especialmente por parte de grandes compradores, favoreceu a valorização do grão nos principais polos de comercialização.

Um dos principais fatores por trás da movimentação foi a expectativa de maior presença da China no mercado da soja brasileira. O interesse do país asiático sinalizou uma possível intensificação das compras nos próximos meses, o que levou muitos produtores a recuar nas negociações de grandes volumes, apostando em novas altas nos preços.

Essa postura mais cautelosa dos sojicultores, ao optarem por segurar os estoques, limitou a oferta disponível no mercado spot. Com isso, mesmo diante de uma demanda firme, a liquidez não cresceu na mesma proporção, o que manteve o mercado relativamente travado em algumas regiões.

Apesar da tendência positiva, alguns fatores limitaram o avanço das negociações. A queda nos prêmios de exportação, observada ao longo do mês, reduziu a competitividade da soja brasileira no mercado internacional. Além disso, a volatilidade cambial adicionou um componente de incerteza, impactando a formação de preços internos.

No mercado físico, a oscilação do dólar frente ao real influenciou diretamente nas decisões de venda e compra. Com a instabilidade no câmbio, muitos agentes preferiram adotar posturas mais defensivas, aguardando definições mais claras antes de retomar novos contratos de comercialização.

O cenário segue com atenção voltada para os próximos passos da China e para os desdobramentos da política cambial. Caso a demanda externa se confirme aquecida e o dólar mantenha certa estabilidade, o mercado da soja poderá registrar novos momentos de alta ao longo do primeiro semestre.





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Brasil vai elaborar proposta para produzir alimentos em Angola



Após missão de representantes do agronegócio brasileiro a Angola, o Brasil vai elaborar uma proposta para viabilizar uma parceria para a ampliar a produção agrícola no país africano. A visita de produtores e empresários do Brasil a propriedades angolanas, para conhecer de perto as condições e oportunidades locais, será o ponto de partida para que entidades do setor formulem um documento inicial, que deverá ser entregue por Lula ao presidente de Angola, João Lourenço, que vai a Brasília no próximo dia 23.

“Se a gente construir um tratado que incentive produtores brasileiros a também produzirem aqui, eles vão ampliar suas áreas, comprar equipamentos, máquinas, serviços do Brasil. Vão transferir dividendos do que ganharem e vão gerar oportunidades, riquezas e renda também aqui”, disse o ministro Carlos Fávaro durante a missão africana, que termina no próximo domingo (11).

Angola, com cerca de 36 milhões de habitantes, tem uma produção incipiente de alimentos, importando a maior parte do que consome. O grão de maior produção no país é o milho, uma cultura majoritariamente de subsistência que rendeu 3,35 milhões de toneladas na safra 2023/24, de acordo com o Ministério de Agricultura e Florestas (Minagrif).

O principal interesse do governo angolano em uma colaboração com o Brasil está justamente em ampliar a área do cereal, assim como as de trigo, soja e arroz. “Acreditamos que pode haver um salto muito rápido na produção desses grãos. Empresários [brasileiros] podem fazer parcerias, e têm bastante conhecimento sobre como aumentar a produção nessas fileiras”, disse o secretário de Agricultura e Pecuária de Angola, Castro Camarada.

“Precisamos, depois da produção de grãos, impulsionar toda a cadeia de proteína animal. Alimentar a indústria de ração que vai fazer com que possamos desenvolver a avicultura, caprinocultura, suinocultura”, afirmou o secretário.

Embaixadora do Brasil no país do outro lado do Atlântico, Eugênia Barthelmess acredita que o projeto de colaboração poderá garantir segurança alimentar a Angola. “Essa é talvez a relação mais importante de nossa pauta de cooperação técnica para o mundo”, disse, complementando que esse modelo de desenvolvimento agropecuário pode vir a ser replicado por toda a África.

Propostas

Gilson Pinesso, que mantém áreas de grãos e pecuária em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, e que participa da missão de prospecção, acredita que há realmente grandes oportunidades para o agro brasileiro em Angola. Ele, que já produziu nas nações africanas do Sudão e de Moçambique, afirma, porém, que a proposta do governo do Brasil deve conter algumas salvaguardas. Entre suas sugestões, está a criação de uma linha de crédito do BNDES ou do Banco do Brasil para garantir os investimentos dos interessados na parceria.

Pinesso também acredita que será necessário regulamentar o uso de biotecnologia em território angolano, onde isso ainda não é permitido, embora exista aceno do governo local para aprovar uma lei liberando o plantio de sementes transgênicas. Além disso, o experiente produtor preocupa-se com a segurança jurídica do projeto, cobrando garantias de que o acordo será cumprido por Angola, onde os brasileiros receberiam uma concessão para o uso das terras.



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Preço da arroba do boi: confira as cotações de hoje


touro boi gordo
Foto: Giro do Boi/ Reprodução

O mercado físico do boi gordo volta a se deparar com preços em queda. Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo.

“Isso acontece em linha com o avanço da oferta e, por consequência, do melhor posicionamento das escalas de abate. A sazonalidade do mercado é bastante clara. Maio costuma marcar o auge da safra do boi gordo e tradicionalmente produz efeito negativo sobre os preços.”

Por outro lado, o especialista aponta que as exportações seguem em forte ritmo e limitam quedas mais contundentes dos preços da arroba do boi gordo.

Média da arroba do boi

  • São Paulo: R$ 314,83 — ontem: R$ 317,42
  • Goiás: R$ 294,82 — anteriormente: R$ 297,32
  • Minas Gerais: R$ 299,71 — R$ 302,65
  • Mato Grosso do Sul: R$ 306,93 — R$ 313,75
  • Mato Grosso: R$ 314,43 — R$ 315,45

Mercado atacadista

O mercado atacadista registrou queda nos preços nesta quinta-feira, reflexo da frustrada expectativa de boas vendas ao longo da primeira quinzena de maio.

“Aparentemente nem mesmo o Dia das Mães teve grande efeito sobre o mercado. Resta saber a reposição na próxima semana após o consumo de final de semana. Para a segunda quinzena do mês o movimento de queda deve se intensificar, considerando o menor apelo ao consumo”, salientou Iglesias.

O quarto traseiro foi precificado a R$ 24,00 por quilo, queda de R$ 1,00. O quarto dianteiro recuou ao patamar de R$ 19,50 por quilo, com recuo também de R$ 1,00. Já a ponta de agulha foi cotada a R$ 18,00 por quilo, redução de R$ 0,50.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em baixa de 1,43%, sendo negociado a R$ 5,6612 para venda e a R$ 5,6592 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6607 e a máxima de R$ 5,7486.

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Sem grandes movimentos, mercado de soja tem dia estável no Brasil; saiba os preços por região



O mercado brasileiro de soja teve volumes moderados negociados nesta quinta-feira (8). Segundo o consultor da Safras & Mercado, Rafael Silveira, o dia foi marcado por volatilidade, mas sem grande movimentação em termos de volume. A forte queda do dólar pressionou as cotações, ao passo que a Bolsa de Chicago avançou levemente, acompanhada de uma pequena melhora nos prêmios.

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A semana segue em ritmo mais lento nos negócios. “O produtor está pedindo um spread mais alto em relação às indicações do comprador, mesmo com o comprador ofertando acima da paridade”, explicou Silveira.

Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 127,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 128,00
  • Porto de Rio Grande (RS): manteve em R$ 133,00
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 128,00
  • Porto de Paranaguá (PR): manteve em R$ 134,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 115,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 119,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 115,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) encerraram a sessão em alta, com volatilidade ao longo do dia. A perspectiva de uma aproximação entre Estados Unidos e China nas negociações tarifárias e um ambiente de menor aversão ao risco nos mercados financeiros favoreceram a valorização.

Nesta quinta-feira, o presidente norte-americano Donald Trump anunciou o primeiro grande acordo comercial pós-“liberation day” com o Reino Unido e manifestou otimismo quanto à relação com a China. Uma reunião entre os dois países está marcada para sábado, na Suíça.

O avanço de 3% no preço do petróleo também impulsionou o complexo soja, principalmente o óleo. Além disso, investidores começam a se posicionar para o relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado na próxima segunda-feira (12), trazendo as primeiras estimativas para a safra 2025/26.

O mercado espera um leve corte na produção norte-americana para 2025/26, projetando 4,325 bilhões de bushels, ante 4,366 bilhões na temporada anterior. Já os estoques de passagem devem cair para 351 milhões de bushels. Para 2024/25, a estimativa atualizada é de 370 milhões, abaixo dos 375 milhões projetados em abril.

USDA

No cenário global, o USDA deve projetar estoques finais de 122,6 milhões de toneladas para 2024/25, levemente acima do número de abril (122,5 milhões). Para a nova safra, a primeira previsão deve indicar 125,3 milhões de toneladas.

A produção brasileira deve ser revisada de 169 milhões para 169,1 milhões de toneladas, enquanto a safra argentina deve subir de 49 para 49,3 milhões.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em julho encerraram com alta de 5,75 centavos de dólar, ou 0,55%, a US$ 10,45 por bushel. A posição novembro fechou em US$ 10,25 por bushel, com elevação de 3,00 centavos, ou 0,29%.

Nos subprodutos, o farelo (julho) caiu US$ 0,30 ou 0,10%, a US$ 294,70 por tonelada. O óleo subiu 1,12 centavo ou 2,36%, a 48,45 centavos de dólar por libra-peso.

Câmbio

O dólar comercial encerrou o dia em queda de 1,43%, cotado a R$ 5,6612 para venda e R$ 5,6592 para compra. Ao longo do pregão, a moeda oscilou entre R$ 5,6607 (mínima) e R$ 5,7486 (máxima).



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Frente fria e tempestades do Rio Grande do Sul avançarão para outros estados


Uma nova frente fria que deve levar chuva de até 300 mm para o Rio Grande do Sul avança pela Região a partir desta sexta-feira (10) e, assim, gera ainda mais instabilidades em Santa Catarina e no Paraná.

Além da chuva, os dois estados devem enfrentar rajadas de vento que podem chegar a 90 km/h, especialmente nas áreas ao oeste e sudoeste de ambos.

De acordo com a Climatempo, o crescimento das nuvens carregadas terão o suporte da umidade proveniente da faixa norte do país e da ventania em altos níveis da atmosfera.

risco de temporais - alerta de perigo
Foto: Climatempo

No mapa de risco acima, o maior destaque é para as áreas em roxo, que abrangem o oeste de Santa Catarina e o oeste e sudoeste do Paraná. Nesses locais, há previsão de tempestades, com possibilidade de chuva volumosa e ventania.

Já as áreas em vermelho, que incluem o centro e sudeste catarinense e grande parte do centro-oeste do Paraná, estão em alerta para temporais ao longo do dia. Na faixa em amarelo, por sua vez, a previsão é de pancadas de chuva com intensidade moderada a forte.

Contudo, para alívio de parte dos dois estados, o leste do Paraná e o nordeste de Santa Catarina o tempo seguirá firme, sem expectativa de chuva.

Os maiores acumulados de chuva previstos para o estado do Paraná nesta sexta-feira se concentram no extremo oeste do estado:

  • Missal: 49 mm;
  • Itaipulândia: 47 mm;
  • Pato Bragado: 46 mm;
  • Marechal Cândido Rondon: 45 mm;
  • Medianeira: 41 mm;
  • Santa Helena: 38 mm;
  • Foz do Iguaçu: 35 mm;
  • São Miguel do Iguaçu: 33 mm;
  • Capanema: 31 mm;
  • Palotina: 29 mm

Frente fria e ventos intensos

Rajadas de vento
Foto: Climatempo

Outro fator importante desta sexta-feira será a força do vento, conforme a Climatempo. As rajadas poderão variar entre 71 e 90 km/h nas áreas em vermelho do mapa acima, como o centro-oeste de Santa Catarina e o oeste e sudeste do Paraná. Nas áreas em amarelo, a previsão indica rajadas entre 51 e 70 km/h.

Segundo a empresa de climatologia, a intensidade dos ventos está diretamente ligada ao contraste entre a massa de ar quente, que domina o centro do Brasil, e o ar mais frio que avança com a frente fria. Essa diferença de temperatura provoca uma queda de pressão em determinadas áreas, aumentando o gradiente de pressão e acelerando os ventos.



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