domingo, maio 24, 2026

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Ibraoliva vai a Espanha reforçar pedido de filiação em Conselho Mundial de Olivicultura



Grupo que representa 95% da produção mundial de azeite de oliva


Foto: Pixabay

O Instituto Brasileiro de Olivicultura (Ibraoliva) foi convidado para participar da 64ª reunião do Conselho Consultivo do Comitê Oleícola Internacional (COI) na terça-feira, 13 de maio, em Úbeda, na Espanha. O encontro terá o aval do Ministério da Agricultura. O COI é uma organização intergovernamental que promove o azeite e as azeitonas de mesa, contribuindo para o desenvolvimento sustentável e responsável da olivicultura e do setor. O Comitê visa ainda promover o azeite de oliva e definir normas de qualidade, além de fiscalizar a autenticidade que envolve 95% da produção mundial.

O presidente do Ibraoliva, Renato Fernandes, informa que o objetivo da participação no evento será mostrar a intenção de o Brasil ocupar uma cadeira no órgão e poder assim contribuir para o desenvolvimento da olivicultura nacional. “Embora a nossa participação se dê apenas como ouvintes, nossa presença demonstra o compromisso do Ibraoliva com o setor e a importância de estar representado nas atividades oficiais da entidade”, explica.

Fernandes ressalta ainda que a viagem também será uma oportunidade para estreitar laços e fortalecer relações com outros países e instituições do setor. “Estamos confiantes de que essa participação contribuirá para o futuro da olivicultura brasileira e para o crescimento do Instituto Brasileiro de Olivicultura”, destaca.

O dirigente agradeceu a intermediação do Ministério da Agricultura e a disposição do órgão governamental em apoiar os produtores brasileiros. “A filiação do Brasil ao Conselho Oleícola Internacional é um passo importante para o avanço e crescimento da olivicultura no Brasil, uma cultura ainda em desenvolvimento no país. E a prova que o Ministério da Agricultura tem feito um importante trabalho no nosso setor, é o fato do Brasil ter sido convidado para participar do evento neste espaço privilegiado no X Salón Internacional del Aceite de Oliva (Síaove)”, conclui.

 





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preços de soja sofreram alteração no Brasil?



O mercado brasileiro de soja registrou preços mais altos em quase todas as regiões nesta segunda-feira (12). A alta da soja na Bolsa de Chicago e do dólar no Brasil deram suporte às cotações. Segundo o consultor da Safras & Mercado, Rafael Silveira, o ritmo de comercialização foi moderado no dia.

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Silveira observou que os prêmios não acompanharam esse movimento. Já o dólar contribuiu para sustentar níveis mais altos de preços, embora o mercado não tenha registrado volumes significativos de negócios.

Preços de soja no país

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 127,00 para R$ 129,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 128,00 para R$ 130,00
  • Porto de Rio Grande (RS): subiu de R$ 132,50 para R$ 134,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 127,50 para R$ 129,00
  • Porto de Paranaguá (PR): subiu de R$ 132,50 para R$ 134,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 115,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 119,00 para R$ 119,50
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 115,00 para R$ 117,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira em alta, impulsionados pelo relatório de maio do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que indicou estoques finais em 2025/26 abaixo das estimativas. O acordo comercial fechado entre China e Estados Unidos completou o cenário positivo.

Representantes americanos e chineses concordaram em reduzir temporariamente as tarifas recíprocas em um acordo que superou as expectativas. Segundo informações da Reuters, os EUA reduzirão as tarifas adicionais impostas às importações chinesas em abril deste ano de 145% para 30%, enquanto as tarifas chinesas sobre importações dos EUA cairão de 125% para 10%, anunciaram os dois países nesta segunda-feira. As novas medidas entrarão em vigor por 90 dias.

USDA

O relatório do USDA indicou que a safra norte-americana de soja deverá ficar em 4,340 bilhões de bushels em 2025/26, o equivalente a 118,11 milhões de toneladas. A produtividade foi indicada em 52,5 bushels por acre. O mercado esperava uma produção de 4,325 bilhões ou 117,5 milhões.

Os estoques finais estão projetados em 295 milhões de bushels ou 8,03 milhões de toneladas. O mercado apostava em carryover de 351 milhões de bushels ou 9,55 milhões de toneladas. O USDA, em seu primeiro relatório da nova temporada, está trabalhando com esmagamento de 2,490 bilhões de bushels e exportações de 1,815 bilhão.

Para a temporada 2024/25, o USDA indicou estoques de passagem de 350 milhões de bushels, abaixo da estimativa do mercado de 370 milhões. As exportações estão projetadas em 1,850 bilhão e o esmagamento em 2,420 bilhões de bushels.

Safra de soja

O USDA projetou safra mundial de soja em 2025/26 de 426,82 milhões de toneladas. Para 2024/25, a previsão é de 420,87 milhões de toneladas. Os estoques finais para 2025/26 estão estimados em 124,33 milhões de toneladas, abaixo da previsão do mercado de 125,3 milhões de toneladas. Os estoques da temporada 2024/25 estão estimados em 123,18 milhões de toneladas, contra expectativa de 122,6 milhões de toneladas.

O USDA indicou safra brasileira em 2025/26 em 175 milhões de toneladas. Para 2024/25, a estimativa foi mantida em 169 milhões de toneladas – o mercado esperava 169,1 milhões.

A produção da Argentina em 2025/26 está prevista em 48,5 milhões de toneladas. Para 2024/25, o número foi mantido em 49 milhões, enquanto o mercado esperava 49,3 milhões de toneladas.

As importações da China estão estimadas em 112 milhões de toneladas em 2025/26 e em 108 milhões de toneladas em 2024/25.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com alta de 19,50 centavos de dólar ou 1,85% a US$ 10,71 1/4 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 10,57 1/2 por bushel, ganho de 27,00 centavos ou 2,62%.

Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com alta de US$ 4,00 ou 1,36% a US$ 298,10 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 49,92 centavos de dólar, com alta de 1,35 centavo ou 2,77%.

Dólar

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,53%, sendo negociado a R$ 5,6845 para venda e a R$ 5,6825 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6601 e a máxima de R$ 5,7061.



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AgroNewsPolítica & Agro

Brasil terá maior receita da história com café em 2025


O setor cafeeiro brasileiro caminha para mais um ano de recordes. Segundo dados do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), o faturamento bruto da cadeia produtiva do café deverá alcançar R$ 125,7 bilhões no ano-cafeeiro de 2025. O número representa um salto expressivo de 57% em relação a 2024, quando a receita foi de R$ 80,07 bilhões.

O levantamento considera os preços médios recebidos pelos produtores entre janeiro e março deste ano. A maior parte dessa receita virá da produção de café arábica, que deve gerar R$ 86,52 bilhões, o equivalente a 71,2% do total. Já o café robusta (conilon + canephora) responderá por R$ 36,18 bilhões, ou 28,8% do faturamento nacional.

Minas Gerais lidera com metade da receita nacional

A força da cafeicultura está espalhada por 20 estados brasileiros, incluindo o Distrito Federal, com presença nas cinco regiões do país. No entanto, Minas Gerais segue consolidado como o maior produtor nacional, com previsão de receita bruta de R$ 62,93 bilhões, cerca de 50% do total estimado. O estado é responsável por metade da produção de café do Brasil.

Na sequência, o Espírito Santo aparece como o segundo maior arrecadador, com R$ 30,88 bilhões (24,6%). São Paulo ocupa o terceiro lugar com R$ 12,26 bilhões (9,75%), seguido pela Bahia, com R$ 9,81 bilhões (7,8%). Rondônia, destaque na produção de robusta, aparece em quinto lugar, com R$ 5,94 bilhões (4,73%). Fechando o ranking dos seis maiores, o Paraná deve arrecadar R$ 1,78 bilhão, ou 1,42% do total.

Maior faturamento da história do café brasileiro

Caso esses números se confirmem até o fim do ciclo, o Brasil registrará o maior faturamento da história da sua cafeicultura. O desempenho reforça o protagonismo do país no cenário mundial, sendo o maior produtor e exportador global de café.

O crescimento da receita está atrelado a uma combinação de bons preços, aumento da demanda e estabilidade produtiva, além do papel crescente das exportações. Em um ano marcado por desafios climáticos e logísticos, a pujança do setor evidencia sua resiliência e importância para a economia nacional.





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confira como o mercado se comportou neste início de semana



O mercado físico do boi gordo volta a se deparar com preços em queda nas principais praças de produção e comercialização do país.

De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, a sazonalidade do mercado tem forte peso para justificar o recente comportamento dos preços. Segundo ele, os frigoríficos não estão encontrando dificuldades no posicionamento de suas escalas de abate, que hoje atendem entre sete e nove dias úteis na média nacional.

“Na Região Norte também se evidencia aumento da disponibilidade de fêmeas. A expectativa daqui até o final do mês é de continuidade deste movimento, o único ponto de suporte está no forte ritmo de embarques, o que tem sido o grande destaque sob o prisma da demanda em 2025”, disse.

  • São Paulo: R$ 311,25
  • Goiás: R$ 293,75
  • Minas Gerais: R$ 298,24
  • Mato Grosso do Sul: R$ 303,86
  • Mato Grosso: R$ 308,38

Mercado atacadista

O mercado atacadista volta a se deparar com acomodação nos preços da carne bovina. Segundo Iglesias, o ambiente de negócios sugere por menor espaço para elevação dos preços no curto prazo, considerando o arrefecimento da demanda durante a segunda quinzena do mês.

O quarto traseiro ainda foi precificado a R$ 24,00 por quilo, o dia dianteiro segue no patamar de R$ 19,50 e a ponta de agulha, por sua vez, continua cotada a R$ 18,00, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,53%, sendo negociado a R$ 5,6845 para venda e a R$ 5,6825 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6601 e a máxima de R$ 5,7061.



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Brasil aumenta exportação de ovos em 271% e diversifica mercados



As exportações brasileiras de ovos (considerando produtos in natura e processados) totalizaram 4,3 mil toneladas em abril, volume 271% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, com 1,17 mil toneladas.

Os dados foram informados nesta segunda-feira (12) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Em receita, os embarques geraram US$ 10,57 milhões, resultado 252,9% maior que o obtido no quarto mês de 2024, quando as vendas ao exterior totalizaram US$ 2,99 milhões.

Com o desempenho do mês, o acumulado do quadrimestre de 2025 alcança 13 mil toneladas, alta de 133,8% em relação ao mesmo período do ano passado, com 5,5 mil toneladas. A receita no período chegou a US$ 28,3 milhões, alta de 152,6%, em relação ao mesmo período de 2024, com US$ 11,2 milhões.

“O mês de abril mantém o ritmo positivo das exportações de ovos, com presença crescente do produto brasileiro em mercados de alto valor e rigor sanitário. A ampliação das vendas para os Estados Unidos e o Japão, por exemplo, reforça a confiança internacional na qualidade e na segurança da nossa produção”, destaca o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Principais destinos do ovo brasileiro

Entre os principais destinos do ovo brasileiro em abril, destacam-se em quantidade e em receita:

  • Estados Unidos: 2,8 mil toneladas — US$ 6,3 milhões
  • Japão: 371 toneladas (+298,9%) — US$ 777 mil (+299,7%)
  • México: 242 toneladas — retomando posição entre os principais compradores;
  • Chile: 638 toneladas (-11,7%) — US$ 1,58 milhão (-8,4%);
  • Uruguai: 83 toneladas (+18,6%) — US$ 406 mil (+61,6%);
  • União Europeia: 22 toneladas (+64%) — US$ 30 mil (-21,6%);
  • Libéria: 15 toneladas (+36,7%) — US$ 40 mil (+51,9%);

Ilhas Marshall e Aruba também integraram a lista de destinos do mês, mas os números de volume e receita não foram divulgados.

“Estamos observando uma recomposição estratégica da pauta exportadora. Os embarques estão mais diversificados e com presença em mercados que demandam produtos com alto padrão de qualidade, abrindo caminho para a consolidação de fluxos duradouros”, analisa Santin.



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Em busca de investidores, Bahia participa de seminário na China


Durante o Seminário Empresarial China-Brasil, o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, falou nesta segunda-feira (12) para um público formado por cerca de 400 empresários chineses sobre o potencial energético da Bahia e o conjunto de oportunidades de investimentos em alta tecnologia que isso proporciona.

Organizado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), o evento é uma ação estratégica na busca de novos negócios e no fortalecimento das relações bilaterais entre os dois países, que passam pela Bahia, estado que recebe alguns dos principais investimentos chineses no Brasil.

O encontro, realizado na China, contou também com a participação de autoridades governamentais, como o presidente Lula e representantes ministeriais.

Destaque na produção de energia limpa, com 98% da energia produzida vindo de fontes renováveis, a Bahia apresentou seu avanço em transição energética e sustentabilidade.

Jerônimo Rodrigues reforçou o protagonismo do estado nessa área, falou das qualidades da Bahia e de como o estado se preparou para receber investimentos internacionais.

“Eu fiz uma exposição da nossa experiência nesses últimos 20 anos, do que a gente vem fazendo para construir um ambiente seguro de legislação, para quem quer investir e tem os incentivos fiscais. Falei também de mão de obra e da localização geográfica que a Bahia tem”, destacou o chefe do Executivo baiano.

Barreiras conquista selo SISBI e amplia mercado da agroindústria

Antes do seminário, o governador participou de três reuniões com o presidente Lula e empresas que pretendem investir no Brasil. Uma delas, a Windey Energy, firmou parceria com o Senai Cimatec para a criação de um centro de pesquisa e desenvolvimento em energia eólica na Bahia.

A iniciativa vai fomentar a colaboração tecnológica e desenvolver soluções inovadoras em energia renovável, como o armazenamento energético e projetos de geração híbrida, combinando energia eólica e solar.

No fim do dia, o governador prestigiou o encerramento do Seminário Empresarial China-Brasil, que contou com pronunciamento do presidente Lula aos empresários chineses.

presidente Lula Semináriopresidente Lula Seminário
Foto: Divulgação/Apex Brasil

“Esse fórum é mais uma demonstração da importância que damos à relação entre os nossos países. A construção dessa aliança econômica entre China e Brasil não tem retorno; daqui pra frente, só vai fazer crescer. Queremos comprar mais e vender mais para a China”, afirmou Lula.

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De acordo com a ApexBrasil foram anunciados os seguintes investimentos chineses no Brasil:

  • GWM (montadora): R$ 6 bilhões para expansão de operações no Brasil;
  • Meituan (delivery): R$ 5 bilhões no aplicativo Keeta, gerando 100 mil empregos indiretos e uma central no Nordeste;
  • CGN (energia): R$ 3+ bilhões em um HUB de Energia Renovável no Piauí;
  • Envision (tecnologia verde): R$ 5 bilhões no 1º Parque Industrial Net-Zero da América Latina;
  • Mixue (bebidas): R$ 3,2 bilhões na entrada no Brasil, com 25 mil empregos até 2030;
  • Baiyin Nonferrous (mineração): R$ 2,4 bilhões na aquisição da mina de cobre Serrote (AL);
  • DiDi (99 táxi): Investimento no setor de delivery e construção de 10 mil pontos de recarga para veículos elétricos.

Além disso, a agência também informou uma lista de parcerias estratégicas que foram firmadas:

  • Nortec Química & empresas chinesas : R$ 350 milhões em insumos farmacêuticos;
  • Raízen & SAFPAC: Acordo para produção de SAF (Combustível Sustentável de Aviação) na China;
  • Fiocruz & Biomm: Produção local de insulina, beneficiando 16 milhões de brasileiros;
  • ABES & ZGC (tecnologia): Cooperação em IA, infraestrutura de dados e capacitação;
  • Eurofarma & Sinovac: Criação do Instituto Brasil-China de Biotecnologia.

Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Siga o Canal Rural Bahia no Instagram e nos envie uma mensagem.





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Nova frente fria levará até 120 mm de chuva para três estados nesta semana


Uma nova frente fria avança pelo litoral do Nordeste nesta terça-feira (13) e deve manter as condições de chuva em grande parte da faixa litorânea da Bahia, do Sergipe e de Alagoas, com previsão de chuva de até 120 mm na faixa laranja escuro do mapa abaixo até o próximo sábado (17) .

De acordo com a Climatempo, este é o segundo sistema frontal a alcançar a região em maio e promete manter o tempo instável ao longo dos próximos dias, especialmente sobre o litoral baiano, onde a situação já é crítica devido aos elevados volumes registrados no início do mês.

Salvador em alerta

A capital baiana já enfrentou chuvas extremas com a primeira frente fria de maio. Segundo a Defesa Civil de Salvador (Codesal), em apenas seis dias, diversos bairros registraram acumulados de chuva muito acima da média:

  • Barro Duro (Fundac): 392,6 mm
  • Ilha de Bom Jesus dos Passos: 326,6 mm
  • Periperi: 297,4 mm
  • Nova Constituinte: 268,8 mm

Outros bairros também sofreram com altos volumes, como o Mirante de Periperi, com 267,6 mm, e Águas Claras, com 267,4 mm. Com esses números, Salvador ultrapassou a média histórica de precipitação para todo o mês de maio em menos de uma semana.

Chuva forte continua

Acumulado de chuva - 13 a 17 de maioAcumulado de chuva - 13 a 17 de maio
Acumulado de chuva previsto entre 13 e 17 de maio de 2025. Foto: Climatempo

Com a chegada da nova frente fria, a tendência é de chuva contínua até o final da semana, especialmente sobre o litoral da Bahia, com impactos também em Aracaju e Maceió.

Segundo o mapa de chuva acumulada prevista (acima), áreas em laranja e laranja escuro indicam acumulados entre 80 mm e 120 mm, principalmente entre o litoral sul da Bahia e o litoral de Alagoas.

Previsão do tempo para as capitais

Salvador (BA):

  • Terça-feira (13): mínima de 23 °C e máxima de 29 °C — 25 mm de chuva ao longo do dia
  • Quarta-feira (14): temperaturas entre 23 °C e 30 °C — chuva perde intensidade, mas ainda há previsão de 12 mm
  • Quinta-feira (15): máxima mais baixa de 25 °C, mínima 23 °C — chuva volta a ganhar força, com 20 mm previstos
  • Sexta-feira (16): dia chuvoso, com previsão de 30 mm de acumulado — mínima de 24°C e máxima de 25 °C
  • Sábado (17): volumes diminuem, mas ainda há previsão de 18 mm de chuva —temperaturas entre 23°C e 27°C

Aracaju (SE)

  • Terça-feira (13): mínima de 23 °C e máxima de 27°C — chuva fraca de 3 mm
  • Quarta-feira (14): temperatura sobe para 28°C — chuva continua leve, com 4 mm
  • Quinta-feira (15): mínima de 23°C e máxima de 27°C — previsão de 8 mm
  • Sexta-feira (16): o acumulado aumenta significativamente, com previsão de 27 mm — temperaturas variam entre 24°C e 27°C
  • Sábado (17): a chuva se intensifica, com 31 mm previstos — mais um dia abafado, entre 24°C e 26°C

Maceió (AL):

  • Terça-feira (13): sol e algumas pancadas de chuva, com acumulado de 4 mm — temperaturas entre 23°C e 29°C
  • Quarta-feira (14): mínima segue em 23°C e a máxima em 29°C — chuva leve de 1 mm
  • Quinta-feira (15): sem acumulados significativos, com o dia abafado — mínima de 23°C e máxima de 29°C
  • Sexta-feira (16): a chuva retorna, com previsão de 9 mm — temperatura sobe para 30°C à tarde
  • Sábado (17): dia mais chuvoso da semana, com 39 mm previstos — temperaturas entre 24°C e 30°C.



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Safra 25/26 de soja entra ‘no radar’; saiba o que esperar do mercado



O clima favorável nos Estados Unidos permitiu um avanço mais rápido do plantio da soja, superior à média histórica. Esse ritmo acelerado elevou as expectativas de uma safra cheia, o que limitou a recuperação dos preços no início da semana.

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Segundo a plataforma Grão Direto, em Chicago, o contrato para maio de 2025 fechou a US$ 10,44 por bushel com alta de 0,58%, enquanto o de março de 2026 encerrou a US$ 10,48 com leve avanço de 0,1%.

Exportações brasileiras em ritmo lento

No Brasil, o ritmo de embarques segue abaixo do observado em abril. Segundo a Anec, as exportações de maio devem totalizar 12,6 milhões de toneladas, ante 13,5 milhões no mês anterior. Com isso, os prêmios seguem pressionados e os preços internos da soja permanecem contidos, com pouca movimentação também no mercado físico. O dólar ficou estável na semana, cotado a R$ 5,65.

Conflito tarifário gera otimismo moderado

Rumores sobre uma possível retomada de acordo comercial entre Estados Unidos e China trouxeram algum otimismo, com leves altas momentâneas nas cotações em Chicago. No entanto, sem anúncios concretos, os ganhos foram limitados. O mercado segue cauteloso quanto ao impacto dessas negociações nas exportações americanas.

Incertezas sobre o plantio de soja nos EUA

Apesar do bom ritmo até o momento, um estudo da Universidade de Illinois mostra que as margens de lucro para milho e soja estão negativas. Isso pode levar produtores a reverem o tamanho da área cultivada, aumentando a incerteza sobre a real oferta e influenciando os preços nos próximos dias.

USDA

O relatório WASDE, divulgado em 12 de maio pelo USDA, trouxe estimativas de aumento nos estoques de milho e soja, reforçando a perspectiva de uma safra cheia nos Estados Unidos. Ainda assim, há dúvidas sobre a dimensão real da produção, o que pode manter o mercado instável a curto prazo.

Safra 25/26 de soja

Com a aproximação da próxima safra no Brasil, o mercado já começa a projetar custos e oportunidades. A queda recente do dólar e a redução nos preços dos fertilizantes ajudam a aliviar os custos de produção. No entanto, o alto custo do crédito continua sendo um desafio, o que deve impulsionar o uso do barter como alternativa para garantir insumos.

Guerra comercial continua no foco

A retomada das conversas entre Estados Unidos e China pode mudar o equilíbrio do mercado. A China segue buscando diversificação de fornecedores, enquanto os EUA precisam manter a competitividade frente à safra recorde brasileira. Qualquer avanço ou retrocesso nas negociações pode afetar diretamente os preços da soja nos próximos dias.

Cenário da semana tende à estabilidade

Com clima favorável nos EUA, incertezas sobre margens de lucro, estoques em alta e contexto geopolítico indefinido, o mercado da soja deve seguir com tendência de estabilidade. A atenção continua voltada para os desdobramentos do plantio norte-americano e os próximos movimentos entre EUA e China.



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Milho tende a ficar em baixa no curto prazo e Brasil deve perder mercado



O clima segue favorável à safrinha de milho no Brasil, especialmente no Centro-Oeste. Assim, a expectativa de ampla oferta manteve os preços em queda constante por dias, com compradores retraídos à espera da colheita a partir de junho.

Nos Estados Unidos, as condições climáticas também foram favoráveis na última semana. Até o início deste mês, a semeadura por lá atingiu 40% da área, em linha com a média histórica. Com isso, a visão otimista da última semana sobre o bom estabelecimento do cereal no campo teve impacto forte no mercado.

Ao mesmo tempo, a demanda por milho no Brasil segue lenta, com indústrias de ração e etanol comprando apenas o essencial. No mercado externo, as exportações praticamente pararam.

De acordo com informações da plataforma Grão Direto, a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) não fará projeções a respeito dos embarques do grão em maio por conta dos baixos volumes, tidos como residuais.

Em Chicago, o milho encerrou a semana cotado a US$ 4,41 por bushel, com queda expressiva de 4,34% em sete dias. No Brasil, na B3, o contrato de milho para maio de 2025 também recuou, fechando a R$ 74,00 por saca (-3,48%).

No mercado físico, os preços do milho seguiram em queda, pressionados pela fraqueza nos mercados futuros.

O que esperar do milho nesta semana

A segunda safra de milho no Brasil caminha para um recorde, com estimativas apontando para uma produção superior a 100 milhões de toneladas.

“O clima tem colaborado, especialmente no Centro-Oeste e Sudeste, com chuvas bem distribuídas e temperaturas amenas durante a fase crítica de desenvolvimento das lavouras. Esse cenário já pressiona os preços do milho disponível, com muitos negócios sendo fechados para entrega futura entre junho e agosto”, diz a Grão Direto, em nota.

As usinas de etanol à base de milho têm garantido bons volumes para os próximos meses, mas com a colheita se aproximando, a tendência é de que esses compradores passem a adquirir apenas o necessário, o que pode aumentar a pressão sobre os preços do milho disponível.

De acordo com a plataforma, no mercado externo, os Estados Unidos estão firmando acordos comerciais que favorecem suas exportações de milho, especialmente com a União Europeia.

“Se esses acordos se estenderem a países que atualmente compram do Brasil, como Japão e Coreia do Sul, o milho brasileiro pode perder espaço, pressionando ainda mais os preços”.

Para a Grão Direto, diante da perspectiva de uma supersafra no Brasil e da concorrência crescente dos Estados Unidos no mercado internacional, a tendência para os preços do milho é de baixa.



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Brasil busca ampliar espaço no mercado chinês



Em meio à crescente tensão comercial entre Estados Unidos e China, o Brasil se movimenta para fortalecer suas parcerias estratégicas e ampliar sua presença no mercado asiático. Durante visita oficial a Pequim, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera uma comitiva composta por 11 ministros, dois governadores e mais de 200 empresários, com foco claro na expansão das exportações, especialmente do setor agropecuário.

Dos 20 setores da economia brasileira representados no Fórum Brasil-China, 13 são do agronegócio — evidência da importância estratégica da pauta agrícola nas negociações bilaterais. O encontro é organizado em parceria com a ApexBrasil, que anunciou a expectativa de 27 bilhões de dólares em novos investimentos chineses no Brasil, reforçando a intenção de estreitar os laços comerciais entre os dois países.

Durante seu discurso de abertura no fórum, o presidente Lula destacou que a China já é o principal investidor asiático no Brasil, com um estoque de investimento direto que ultrapassa os 54 bilhões de dólares. Ele também citou o programa Nova Indústria Brasil como plataforma para fomentar novas parcerias entre empresas chinesas e brasileiras, prometendo segurança jurídica, fiscal, econômica e social aos investidores estrangeiros.

Os números reforçam a relevância da parceria: em 2003, o fluxo comercial entre Brasil e China era de 6 bilhões de dólares; em 2023, esse valor saltou para 160 bilhões. Atualmente, 25% das importações agrícolas da China têm origem no Brasil, o que coloca o país como fornecedor-chave de produtos como soja, carne bovina e celulose.

Com a recente aprovação da reforma tributária e os sinais de estabilidade institucional, o governo aposta que o momento é propício para consolidar a presença brasileira no mercado chinês — e, assim, reduzir a dependência de mercados mais instáveis, como o norte-americano, sobretudo diante de novos tarifários impostos pelos EUA.



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