domingo, maio 24, 2026

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Soja rompe resistência em Chicago e pode chegar a US$ 12,50



Nesta semana, o mercado global da soja foi impulsionado por dois fatores-chave: o novo acordo comercial entre Estados Unidos e China e o relatório otimista divulgado pelo Departamento de Agricultura dos EUA (USDA).

O reflexo foi imediato na Bolsa de Chicago, com altas próximas de 2% nos contratos futuros, e nos portos brasileiros, onde os preços acompanharam a valorização internacional. Mas o movimento de mercado pode não parar por aí.

Com os contratos de julho se aproximando da região de US$ 10,70 por bushel — patamar considerado até então uma forte resistência gráfica —, analistas técnicos já projetam a possibilidade de uma escalada rumo aos US$ 12,50, caso o otimismo se mantenha.

Esse rompimento técnico é interpretado por muitos operadores como um “gatilho” para entrada de fundos e movimentos especulativos, ampliando a liquidez e a volatilidade do mercado.

O relatório do USDA foi decisivo ao apontar aumento das importações chinesas, queda nos estoques globais e manutenção da demanda internacional aquecida, especialmente num momento em que o dólar se valoriza frente ao real, o que torna a soja brasileira ainda mais competitiva.

Nesse contexto, é prudente que os produtores brasileiros, especialmente os que ainda mantêm grande parte da safra 2024/25 em aberto, revisitem suas estratégias comerciais. A janela que se abre pode representar um ponto de virada na curva de preços e permitir vendas mais rentáveis — mas exige atenção redobrada.

Recomendações estratégicas

  • Acompanhar os gráficos: um rompimento confirmado acima de US$ 10,70 pode sinalizar um novo canal de alta técnica;
  • Monitorar fundamentos: qualquer mudança no clima norte-americano ou na demanda chinesa pode reforçar ou enfraquecer esse cenário;
  • Analisar o câmbio: com o dólar acima dos patamares atuais, os preços internos tendem a se valorizar mais rapidamente;
  • Diversificar as vendas: travar parte da produção em patamares elevados pode ser uma forma de mitigar riscos futuros.

Diante da atual conjuntura, os produtores devem evitar decisões por impulso, mas também não ignorar sinais gráficos e fundamentos que indicam possível valorização sustentada. O momento exige equilíbrio entre precaução e oportunidade.

Se os próximos dias confirmarem o rompimento da resistência em Chicago, o agro brasileiro poderá vivenciar uma janela de alta importante — e lucrativa — no segundo semestre.



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Foto de anta que sobreviveu a incêndio no Pantanal ganha concurso internacional



A imagem de uma anta que sobreviveu a um incêndio no Pantanal brasileiro venceu uma das cinco categorias do Prêmio de Fotografia Ambiental (Environmental Photography Award) 2025, oferecido pela Fundação Príncipe Albert II de Mônaco.

Na foto, feita por Fernando Faciole e registrada com o nome “Depois das chamas, esperança”, o animal aparece com as patas enfaixadas após ser resgatado em meio ao fogo.

A foto venceu a categoria “Agentes de mudança, portadores de esperança” do concurso. Apelidado de Valente, a anta macho tinha aproximadamente um ano de idade quando foi retratada.

Ela tinha sofrido queimaduras graves nas quatro patas e nas orelhas, e foi resgatada por uma equipe do projeto Onçafari, que atua no Refúgio Ecológico Caiman.

O Prêmio de Fotografia Ambiental foi criado em 2021 para comemorar os 15 anos da Fundação Príncipe Albert II de Mônaco. O objetivo é premiar fotógrafos que usam sua criatividade para conscientizar sobre a necessidade de proteger o ambiente.



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Endividamento de produtores ameaça próxima safra no Rio Grande do Sul



Protestos em diversas cidades gaúchas mobilizam agricultores e chamam a atenção para a crise enfrentada pelos produtores no estado. O governador em exercício do Rio Grande do Sul, Gabriel Souza, afirmou a jornalistas durante a Fenasul Expoleite que, se não houver uma solução para o endividamento dos produtores, a próxima safra estará comprometida. Segundo ele, a economia gaúcha poderá ser gravemente afetada, já que 40% do PIB do estado está vinculado ao agronegócio.

“Nós temos uma situação que pode se tornar uma grande calamidade econômica no setor primário. As parcelas dos financiamentos vencem agora em maio e ainda não foram prorrogadas. Queremos reforçar o pedido ao governo federal para que haja uma solução nesse sentido”, disse Souza.

“Se não for possível a securitização das dívidas ou uma renegociação mais profunda, ao menos uma postergação das parcelas vencidas é fundamental. Sem isso, teremos um grave problema para manter a área plantada no Rio Grande do Sul, afetando não só o campo — com destaque para o setor leiteiro —, mas também as cidades, já que boa parte da economia do estado depende do setor primário, tanto da atividade dentro da porteira quanto fora dela”, destacou o governador.

O presidente da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), Gedeão Pereira, compartilha da mesma preocupação. Segundo ele, se nenhuma medida for tomada, o estado poderá, pela primeira vez, ter uma redução na área agrícola da próxima safra.

“Todo o sistema está exaurido. O sistema financeiro enfrenta grandes dificuldades, com muitas renegociações. O sistema cooperativo, que sempre foi um grande suporte para os produtores, está com muito capital nas ruas. Os cerealistas enfrentam o mesmo cenário, e as revendas de insumos também seguem na mesma toada. Enfrentamos uma dificuldade generalizada” declarou.



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Convênio assinado na China vai levar proteínas brasileiras a feiras internacionais



A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) assinaram, nesta quarta-feira (14), na China, um novo convênio de dois anos de duração para ampliar a participação do país em feiras asiáticas e europeias.

O objetivo é incentivar as estratégias de exportações das proteínas de aves, suínos e ovos do Brasil, além de fortalecer a imagem setorial no mercado global.

Com isso, o novo projeto será ampliado em 50% no número de feiras, de seis para nove participações com espaços exclusivos e a presença das indústrias exportadoras, incluindo mercados estratégicos como as Filipinas.

Assinado pelo presidente da ABPA, Ricardo Santin, e pelo presidente da Apex-Brasil, Jorge Viana, o acordo também tem como meta destacar o setor de proteínas animais do país em grandes eventos globais, como a COP 30, Expo Mundial e a Copa do Mundo 2026.

“O novo convênio conta com uma gama de ações e uma ampliação estratégica na promoção de negócios que deverão gerar impactos diretos nas exportações brasileiras. A inclusão de novos mercados-alvo também é uma sinalização da maturidade do projeto, que agora vislumbra outros eixos de atuação”, avalia a gestora do projeto e gerente de marketing e promoção comercial da ABPA, Isis Sardella.

Números conquistados

Com duração menor, de 18 meses e menos ações em feiras internacionais, o convênio anterior gerou US$ 3,9 bilhões em negócios sequentes à participação nos eventos, conforme dados da Apex-Brasil.

Apenas durante as participações nas exposições — Anuga Alemanha, Sial Paris, Gulfood e Sial China, por exemplo — foram consolidados US$ 820 milhões em exportações de aves, suínos e ovos made in Brazil.

“O convênio deve apoiar o Brasil a estabelecer novos patamares de negócios em exportações, que já sinalizam recorde para este ano. Vai ao encontro de uma nova fase da estratégia brasileira de promoção da proteína animal, com novos mercados, novas estruturas e a expectativa de geração de mais receitas cambiais para os setores e as comunidades produtoras de aves, suínos e ovos do nosso país”, ressalta o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Novo espaço em Pequim

A assinatura do convênio ocorreu em meio à inauguração do novo espaço da ABPA e da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), com o apoio da ApexBrasil, em Pequim.

Na ocasião, a ABPA e a Abiec também assinaram um Memorando com a ApexBrasil e o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) para fortalecer as ações de fomento às exportações de proteínas animais do Brasil.



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Gargalos de armazenagem afetam segurança alimentar e renda do produtor



Em entrevista à jornalistas durante o 3° Congresso da Abramilho, o presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Milho e Sorgo, Paulo Bertolini chamou atenção para um dos principais gargalos do agronegócio brasileiro: a armazenagem.

Problemas de armazenagem

Segundo ele, o país enfrenta um déficit de capacidade estática de aproximadamente 120 milhões de toneladas. “Isso é um problema para a segurança alimentar, para a renda do produtor, para toda a cadeia e também na contenção da inflação dos alimentos”, afirmou.

Outro destaque da conversa foi o início de uma nova fronteira comercial. De acordo com o presidente da associação, após a aprovação do protocolo fitossanitário em 2023, o Brasil deve começar a exportar sorgo para a China já no próximo ano. Em junho, uma delegação chinesa visitará áreas de produção brasileiras, etapa necessária para a habilitação das empresas exportadoras.

“O sorgo tem uso tanto para ração quanto para a fabricação de uma bebida alcoólica bastante popular na China. Com isso, abrimos mais um mercado relevante para o grão brasileiro”, destacou Bertolini.

3° Congresso da Abramilho

O evento, que ocorre em Brasília, reúne especialistas e lideranças do agronegócio e é dividido em cinco painéis temáticos voltados a questões estratégicas do setor.

O congresso tem como foco a sustentabilidade, inovação e cenários macroeconômicos. O encontro irá debater os caminhos e desafios do milho brasileiro diante das transformações globais.

O conferência da Abramilho tem como apoiadores a Basf, Croplife, e a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). E os patrocinadores a Aprosoja-MT, Associação dos Produtores de Sementes de Mato Grosso (Aprosmat), Pivot Bio, Fase-MT, Bayer, Corteva, Senar e Syngenta.



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Riscos e oportunidades na expansão do etanol de milho



O impacto das mudanças climáticas também é um ponto crítico



O impacto das mudanças climáticas também é um ponto crítico
O impacto das mudanças climáticas também é um ponto crítico – Foto: Pixabay

Segundo artigo de Raphael Juliace Magalhães, Líder de Agronegócios na Marsh Brasil, publicado no site da própria consultoria, o avanço do etanol de milho no país exige atenção redobrada com a gestão de riscos. O autor destaca que, embora os projetos em andamento somem R\$ 20 bilhões em investimentos, conforme levantamento do Itaú BBA, o sucesso dessas iniciativas depende da capacidade das empresas de se prepararem para fatores incontroláveis e de grande impacto, como variações cambiais, geopolítica e mudanças climáticas.

Magalhães alerta que o setor enfrenta um ambiente altamente volátil, que vai além dos desafios operacionais. A oscilação das taxas de juros, por exemplo, pode afetar diretamente a viabilidade financeira dos empreendimentos. Nesse contexto, é essencial adotar ferramentas capazes de mapear riscos financeiros, operacionais e de mercado, permitindo que as empresas atuem com mais resiliência e consigam manter suas operações mesmo diante de crises.

O impacto das mudanças climáticas também é um ponto crítico. Estudos e modelagens climáticas ajudam a prever eventos extremos que podem comprometer a produção, além de orientar ações como a diversificação de culturas e o uso de tecnologias sustentáveis. Tais medidas são cada vez mais relevantes para manter a competitividade e a sustentabilidade do setor.

“Esses cuidados, somados a uma revisão contínua das estratégias, permitem que o capital investido não fique exposto a perdas desnecessárias. Assim, as iniciativas podem prosperar mesmo diante de um cenário mundial incerto”, conclui.

 





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João Martins, presidente da CNA, fala sobre a evolução da pecuária



Hoje (14), às 18h, na tela do Canal Rural, vai ao ar um novo episódio do projeto Memórias do Brasil Rural. Desta vez, a equipe do Canal Rural conta a trajetória do atual presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins.

Nascido em Feira de Santana (BA), João carrega no sangue o DNA do agro. Herdou do pai — com quem compartilha o nome — o espírito empreendedor e o olhar visionário. Com luz própria e grande vontade de transformar a agropecuária, faz uma análise detalhada do crescimento do setor no Brasil e compartilha seus principais legados.

Navio para a pecuária

Ele relembra a evolução da pecuária na Bahia e ações inovadoras, como a aquisição de um navio para o transporte de gado, feita por seu pai, que mudou os rumos do setor.

Além disso, o presidente da CNA destaca marcos importantes da expansão da fronteira agrícola baiana e projetos que transformaram o Senar em referência para o segmento. Trata-se de um testemunho relevante de alguém que esteve — e continua — no centro do agronegócio nacional.

Projeto Memórias do Brasil Rural

A iniciativa é uma parceria entre o Canal Rural, a CNA e a Embrapa, com apoio da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ). O objetivo é criar o primeiro acervo audiovisual integrado do agronegócio brasileiro, reunindo registros históricos, depoimentos de personalidades e materiais de famílias de produtores rurais.



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Temperaturas 5ºC acima da média em cinco estados: veja onde e quando


O mês de maio segue marcado por ausência de chuva em boa parte do Brasil. E a situação tende a piorar nos próximos dias. Isso porque um novo bloqueio atmosférico, associado a um sistema de alta pressão, se estabelece sobre o Sul e parte do Centro-Oeste do país a partir desta quarta-feira (14).

Assim, o avanço de frentes frias sobre os estados dessas regiões fica impedido até, pelo menos, a próxima terça-feira (20).

De acordo com a Climatempo, esse padrão mantém o tempo firme e ensolarado, dando início ao segundo veranico do mês no país — um período mais prolongado de estiagem e temperaturas elevadas em pleno outono.

Manhãs frias, mas tardes quentes

temperaturas acima da média - 14 a 20 de maio
Foto: Climatempo

Apesar das manhãs ainda mais frias em algumas áreas, as tardes já voltam a ser marcadas por calor acima da média.

Com isso, a expectativa é de temperaturas até 5°C acima do normal para esta época do ano nas áreas em vermelho no mapa acima, que abrangem o Rio Grande do Sul, oeste de Santa Catarina e do Paraná, toda a faixa sul e oeste de Mato Grosso do Sul e o sudoeste de Mato Grosso.

O verânico fará o tempo seco predominar, com baixos índices de umidade relativa do ar, especialmente no interior do Sudeste e no Centro-Oeste. Para áreas em laranja no mapa as temperaturas ficaram acima da média, variando entre 3ºC a 5ºC, não entrando no limiar de veranico. Contudo, termômetros acima do normal para época.

Calor no fim de semana

Na sexta-feira (17), o calor se destaca principalmente no interior de São Paulo, com máximas de 30°C em Ibirá, Terra Roxa e Pitangueiras, e 29°C em Votuporanga e Sertãozinho.

Segundo a Climatempo, no Paraná, cidades como Querenciado do Norte, Tamboara e Cidade Gaúcha devem atingir os 28°C, enquanto no Rio Grande do Sul, Montenegro, São Leopoldo e Esteio marcam até 27°C.

No entanto, as maiores temperaturas do dia ficam concentradas em Mato Grosso do Sul, com 32°C registrados em Corumbá, Anastácio, Ladário e Aquidauana.

No sábado (18), o padrão de calor se mantém e até se intensifica em algumas áreas. Em São Paulo, Ibirá, Pitangueiras e Araçatuba, as máximas devem alcançar os 31°C. No Paraná, cidades como Querenciado do Norte, Loanda, Floresta e Tapejara seguem com máximas de 29°C.

Já no Rio Grande do Sul, o calor persiste em cidades como Itaqui, Uruguaiana e São Borja, também com 29°C. Em Mato Grosso do Sul, municípios de Ladário, Miranda e Anastácio voltam a registrar 32°C, reforçando o domínio do calor na região.

Mudanças de temperaturas à vista

O Rio Grande do Sul tende a ser o primeiro estado a sair desse padrão de veranico, já que a previsão indica a aproximação de uma nova frente fria no final de semana.

Com isso, a expectativa é de quebra do bloqueio atmosférico sobre o território gaúcho, levando a instabilidades e queda de temperatura a partir do domingo (18).



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É hoje: acompanhe o Prêmio Personagem Soja Brasil!



A cerimônia do Prêmio Personagem Soja Brasil acontece nesta quarta-feira, 14 de maio, a partir das 18h50, diretamente da Casa Canal Rural, na sede da Aprosoja Brasil, em Brasília (DF). A premiação será transmitida ao vivo pelo Canal Rural, pelo site oficial e também pelas redes sociais do canal.

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O prêmio rfeconhece os protagonistas da cadeia produtiva da soja no país, valorizando histórias de inovação, pesquisa e sustentabilidade.

Serão homenageados o produtor e o pesquisador que mais se destacaram ao longo desta safra, escolhidos por meio de votação popular e pela avaliação de um júri. O objetivo é celebrar profissionais que, com dedicação e compromisso, têm transformado a produção de soja no Brasil.

Indicados ao Prêmio do Soja Brasil

  • Alberto Schlatter (Chapadão do Sul – MS): produtor que alia tradição familiar com práticas modernas no campo, apostando em tecnologia e sustentabilidade.
  • Anderson Cavenaghi (MT): professor e doutor, referência nacional em proteção de plantas, com pesquisas que fortalecem a produtividade e a segurança ambiental.
  • Cecilia Czepak (UFG): destaque no manejo integrado de pragas, com atuação decisiva na sanidade das lavouras em várias regiões do país.
  • Claudia D’Agostini (Sabáudia – PR): produtora rural que inova ao lado da irmã na gestão da propriedade, com foco em tecnologia e sucessão familiar.
  • Julio Cezar Franchini (Londrina – PR): pesquisador que trabalha pelo manejo e conservação do solo, promovendo a sustentabilidade no campo.
  • Oliverio Alves de Melo (Balsas – MA): produtor com papel relevante no Cerrado, integra a Cooperação Nipo-Brasileira e promove o desenvolvimento sustentável da soja na região.



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Produtos menos tradicionais do agronegócio batem recordes de exportação



Em abril, o Brasil exportou US$ 15,03 bilhões em produtos do agronegócio e, além dos produtos tradicionais da pauta exportadora, alguns itens, menos tradicionais, alcançaram o melhor desempenho da série histórica.

É o caso do óleo de milho, que atingiu US$ 55,3 milhões em exportações, maior valor já registrado. A madeira compensada (ou contraplacada) teve o maior volume embarcado em abril: 145,5 mil toneladas. Já as miudezas de carne bovina, exportada para mercados na Ásia e recentemente habilitada para o Marrocos, somou 21,3 mil toneladas.

Outro destaque foi o sebo bovino, com 35,6 mil toneladas exportadas, e os bovinos vivos destinados principalmente à reprodução, que registraram valor recorde de US$ 61,8 milhões e têm como principal destino a Turquia, o que evidencia o alto valor genético do gado brasileiro.

Segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), o resultado faz parte da estratégia de diversificação de mercados adotada pela pasta. “Esses dados mostram que o Brasil vem ganhando espaço não apenas em volume, mas em produtos com maior valor agregado e potencial de diferenciação nos mercados internacionais”, divulgou o ministério.

Ainda de acordo com o Mapa, o governo, por meio da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais, tem atuado com foco em três frentes: ampliação de mercados, diversificação de produtos e promoção comercial. “Os resultados de abril refletem esse esforço conjunto entre Mapa, Ministério das Relações Exteriores (MRE) e setor produtivo para consolidar o Brasil como fornecedor confiável de alimentos para o mundo”, concluiu a pasta.



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