domingo, maio 24, 2026

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Encontro de cafeicultores impulsiona empreendedorismo rural na Chapada Diamantina



O município de Rio de Contas, localizado na região da Chapada Diamantina, na Bahia, sediará, no próximo domingo (18), o 1º Encontro de Cafeicultores do Povoado de Mato Grosso, com o objetivo de estimular o trabalho dos produtores de café da região.

O evento gratuito começará às 9h, no povoado de Mato Grosso, na Praça da Igreja de Santo Antônio, em Rio de Contas (BA).

Na Chapada Diamantina — terceira maior região cafeicultora do território baiano, com 18% da produção total, atrás apenas do Extremo Sul (33%) e da Costa do Descobrimento (24%) —, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, 2023), Rio de Contas é referência no cultivo de cafés especiais, como o Arábica.

Além disso, a Bahia se destaca com a quarta maior produção de café do país no último ano, com safra estimada em 249 mil toneladas, segundo a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais do Estado (SEI).

Atualmente, cerca de 300 famílias do povoado de Mato Grosso atuam na agricultura familiar com foco na cafeicultura.

A importância do evento para a região é analisada por Olívia Ramos, cafeicultora e organizadora da iniciativa.

“Ficamos no ponto mais alto do Nordeste brasileiro, chegando à produção de café a 1.600 metros de altitude. Como estamos em um momento de transição na maneira de cultivar, os agricultores participarão de palestras técnicas com temas como: associativismo e cooperativismo; mercado e comercialização de cafés especiais; colheita e pós-colheita em cafés de qualidade”, ressalta Olívia Ramos, acrescentando que a programação inclui exposição e degustação da bebida, além de apresentações culturais, como a do cantor e sanfoneiro Hilário Passos.

O 1º Encontro de Cafeicultores do Povoado de Mato Grosso é uma realização do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar Bahia).

Conta ainda com o apoio da Prefeitura de Rio de Contas, da Associação de Cafeicultores do Povoado de Mato Grosso, em Rio de Contas, e do Sindicato dos Produtores Rurais de Livramento de Nossa Senhora (SPRL).

Empreendedorismo rural

Para o Sebrae, o encontro fortalece o empreendedorismo rural no estado. “Em uma região com número considerável de produtores de café, é um momento para incentivar uma produção que cultive um café especial, com valor agregado, podendo gerar maior retorno financeiro. Há também o viés do turismo, para que os visitantes conheçam essas propriedades”, analisa Léa Cerqueira, gerente adjunta da unidade regional de Irecê do Sebrae.

Já para o Senar Bahia — que atua tanto na parte técnica, orientando sobre cuidados com a lavoura, controle de pragas e doenças, quanto na parte gerencial, ajudando o produtor a enxergar sua propriedade como uma empresa rural — o encontro reforça o trabalho desenvolvido pela comunidade cafeicultora do povoado de Mato Grosso.

“Hoje, temos duas turmas de assistência técnica e gerencial no povoado, com 30 produtores cada. Buscamos contribuir porque sabemos do potencial da comunidade, tanto pela localização quanto pela qualidade do café. E vemos o interesse dos cafeicultores em alcançar novos mercados, entregando produtos que vêm sendo premiados internacionalmente”, observa Stenilson Nascimento, coordenador regional do Senar.

As ações desenvolvidas em conjunto com os agricultores também são valorizadas pelo Sindicato dos Produtores Rurais de Livramento de Nossa Senhora, que presta assistência a produtores dos municípios de Rio de Contas, Jussiape, Dom Basílio e Paramirim.

“Mostramos aos produtores locais a importância que eles têm e que podemos transformar o café em algo ainda maior, em nível local e nacional. Como trabalhamos com toda a cadeia produtiva, é um momento de aprendizado para que os cafeicultores se fortaleçam, ligados ao cooperativismo e ao associativismo, inclusive facilitando a aquisição de insumos”, conclui Agenário Andrade, presidente do sindicato.


Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Siga o Canal Rural Bahia no Instagram e nos envie uma mensagem.





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Conheça os vencedores do Prêmio Brasil Artesanal de Geleias



A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) anunciou os vencedores do Prêmio CNA Brasil Artesanal – Edição Geleia.

A premiação reconheceu os melhores produtores de geleias simples e mistas do país, valorizando a qualidade, o sabor e a autenticidade do produto artesanal brasileiro.

O concurso foi realizado em parceria com a Embrapa, o Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL/SAA-SP) e o Sebrae.

Os participantes passaram por três etapas de avaliação:

• Análise técnica por especialistas

• Degustação popular às cegas

• Avaliação da história por trás de cada produto

Os cinco finalistas de cada categoria receberam certificados e prêmios em dinheiro. Além disso, os três primeiros colocados ganharam os Selos de Participação Ouro, Prata e Bronze.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp

Confira a lista dos premiados:

Categoria – Geleia Simples

1º lugar – Geleia Bergamota da Casa Piovene – Gramado (RS)

2º lugar – Geleia Bacuri Orgânico da Fazenda Bacuri – Geleias Osaqui – Bragança (PA)

3º lugar – Geleia de Laranja da Léia Fardin Doces Artesanais Caseiros – Santa Rita do Passa Quatro (SP)

4º lugar – Geleia de Pêssego da Geleias da Bisa – Porto Alegre (RS)

5º lugar – Geleia de Figo da Geleias Bachmann Artesanal – Rio do Sul (SC)

Categoria – Geleia Mista

1º lugar – Geleia de Abacaxi com Pimenta da Geleias do Rancho – Formiga (MG)

2º lugar – Geleia de Cupuaçu com Pimenta Orgânico da Fazenda Bacuri – Geleias Osaqui – Bragança (PA)

3º lugar – Geleia de Abacaxi com Pimenta da Geleias da Jô – Estreito (MA)

4º lugar – Geleia de Butiá com Cachaça da Geleia de Lá Guardia – Santo Ângelo (RS)

5º lugar – Geleia de caju com pimenta da Clamar Geleias Artesanais – Jundiaí (SP)

O prêmio faz parte do Programa Nacional de Alimentos Artesanais e Tradicionais da CNA, que desde 2019 promove concursos para valorizar produtos como: queijos, chocolates, cachaças, salames, azeites, vinhos, cafés especiais, mel e cervejas.



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Exportações do agro somam US$ 15,03 bilhões em abril


As exportações brasileiras do agronegócio alcançaram US$ 15,03 bilhões em abril de 2025, segundo dados divulgados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O montante representa um crescimento de 0,4% em relação ao mesmo mês de 2024, resultado da combinação entre valorização internacional de alguns produtos e leve retração no volume total embarcado.

A soja em grãos permaneceu como principal item da pauta exportadora, com 15,27 milhões de toneladas embarcadas — o segundo maior volume já registrado para o mês de abril. No entanto, o valor arrecadado com as exportações do grão totalizou US$ 5,9 bilhões, afetado pela queda de 9,7% no preço médio por tonelada.

“O desempenho da soja foi influenciado por preços internacionais mais baixos, apesar do forte volume exportado”, informou o Mapa. Em contrapartida, produtos como café verde e celulose tiveram papel relevante na sustentação da receita geral. O café verde alcançou US$ 1,25 bilhão, maior valor já registrado para abril, impulsionado pela valorização do grão no mercado externo.

A China permaneceu como principal destino dos produtos do agronegócio brasileiro, com US$ 5,5 bilhões em aquisições no mês, sendo mais de 75% desse valor oriundo das compras de soja. A União Europeia ocupou a segunda posição, com US$ 2,2 bilhões em importações, com destaque para itens de maior valor agregado, como café solúvel, óleo essencial de laranja e carne de frango.

Além dos produtos tradicionais, outros itens apresentaram desempenho recorde. O óleo de milho somou US$ 55,3 milhões em exportações, o maior valor já registrado. A madeira compensada alcançou 145,5 mil toneladas embarcadas, maior volume da série histórica para abril. As miudezas de carne bovina, com novos mercados como o Marrocos, atingiram 21,3 mil toneladas. O sebo bovino somou 35,6 mil toneladas exportadas. Já os bovinos vivos, voltados principalmente à reprodução, atingiram valor recorde de US$ 61,8 milhões, com destaque para a demanda da Turquia.

O Mapa afirma que, por meio da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais, esses resultados refletem a política de fortalecimento da presença internacional do agro brasileiro. O desempenho de abril é fruto de um esforço conjunto entre o Mapa, MRE e o setor produtivo para consolidar o Brasil como fornecedor confiável de alimentos ao mundo.





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Ações do Projeto Cacau Brasil Agrofloresta são tema de seminário



O Seminário de Encerramento e Validação do Projeto Cacau Brasil Agrofloresta – “Mitigação e Adaptação às Mudanças Climáticas em Sistemas Agroflorestais na Produção de Cacau nos Biomas Amazônia e Mata Atlântica” reuniu produtores, gestores públicos, representantes de instituições privadas e de organizações da sociedade civil, em Brasília, para avaliar os impactos do projeto, trocar experiências e validar as metodologias, reforçando o compromisso coletivo com um modelo de produção que alia conservação ambiental, inclusão social e viabilidade econômica.

Um dos objetivos do encontro foi apresentar ações estratégicas para a implementação do Projeto Cacau Brasil Agrofloresta. O evento foi promovido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), por intermédio da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), e o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA).

Projeto Cacau Brasil Agrofloresta

O projeto, financiado pelo programa Green Climate Fund (GCF), tem como foco fortalecer a capacidade adaptativa das comunidades cacaueiras frente às mudanças climáticas, reduzindo a vulnerabilidade dos ecossistemas nas regiões da Transamazônica, no Pará (Bioma Amazônia), e no sul da Bahia (Bioma Mata Atlântica), cujo papel é estratégico para o fortalecimento da produção cacaueira sustentável no Brasil.

Entre os principais aspectos, destaca-se a promoção de sistemas agroflorestais com cacau em áreas degradadas, transformando o solo em sumidouros de carbono e promovendo aumento de renda para agricultores familiares. Além dos benefícios ambientais, o projeto promoverá a sustentabilidade econômica na produção cacaueira, beneficiando cerca de 70 mil agricultores.

O projeto prevê ainda o fortalecimento institucional, com a capacitação de autoridades públicas regionais para o monitoramento dos estoques de carbono e para a promoção de melhores práticas agrícolas. Contribuirá também para a criação de condições favoráveis à ampliação do crédito agrícola, ao acesso a mercados de carbono e às compras públicas, promovendo um ambiente mais propício ao desenvolvimento sustentável da cadeia do cacau.

De acordo com o diretor da Ceplac, Paulo Marrocos, as pesquisas feitas pela instituição levaram ao desenvolvimento de sistemas agroflorestais adaptados às condições tropicais brasileiras, onde o cacaueiro é cultivado em harmonia com espécies frutíferas e florestais nativas. Esses sistemas são reconhecidos como alternativas sustentáveis ao desmatamento, permitindo a recuperação de áreas degradadas.

Segundo o secretário de Inovação, Desenvolvimento Sustentável, Irrigação e Cooperativismo (SDI/Mapa), Pedro Neto, o Projeto Cacau Brasil Agrofloresta será um apoio estratégico na consolidação da cadeia produtiva do cacau e na sua retomada de expansão internacional.

“As práticas de adaptação e mitigação às mudanças climáticas sugeridas no projeto vão potencializar os sistemas agroflorestais na cadeia produtiva do cacau, uma cultura importante e estratégica do ponto de vista ambiental, social e econômico”, afirmou Neto.

O coordenador de Operações do IICA Brasil, Christian Fischer, ressaltou o papel estratégico do Brasil no setor agropecuário e sua enorme responsabilidade de liderar ações concretas para reduzir emissões, conservar florestas e promover o desenvolvimento rural inclusivo.

“Esta proposta não é apenas um plano, mas um caminho realista e inovador para promover uma agricultura resiliente, e seu sucesso está ancorado em uma parceria sólida entre três instituições fundamentais – Mapa, Ceplac e IICA. Com esse projeto, esperamos alcançar resultados significativos e reduzir a emissão de aproximadamente 5,2 milhões de toneladas de dióxido de carbono equivalente.”

Para a produtora Cleide Andrade dos Santos, da Fazenda Conjunto Estrela-Guia do Sul, em Itajuípe (BA), quando aprovado, o projeto trará condições para que o cacauicultor possa produzir com mais consciência ambiental, qualidade e sustentabilidade, agregando valor e visibilidade ao produto nacional. “Esse projeto será um marco para nós, produtores, e para o cacau brasileiro.”



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Venda externa de carne bovina supera produção interna


Pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) indicam que a produção brasileira de carne bovina segue em crescimento, mas o avanço da demanda externa é ainda maior.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que, no primeiro trimestre deste ano, a produção aumentou 2,73% em relação ao mesmo período de 2024. As exportações brasileiras de carne bovina, por sua vez, cresceram quase 12% em igual comparativo, segundo números da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

Déficit

No primeiro trimestre, o IBGE aponta que foram produzidas 64,925 mil toneladas a mais de carne frente aos três primeiros meses do ano passado. Já as vendas externas foram ampliadas em 70,972 mil toneladas (Secex) – um déficit de 6,047mil toneladas.

Confira o preço da arroba do boi

Indicador Cepea boi gordo Indicador Cepea boi gordo
Foto: divulgação/ Cepea

Os preços tanto do boi quanto da carne já haviam sinalizado esse quadro, conforme levantamentos do Cepea. O Indicador do Boi Gordo Cepea/Esalq (estado de São Paulo) esteve 22% maior, em termos reais (deflacionados pelo IGP-DI), que no primeiro trimestre de 2024. No mesmo comparativo, a carcaça casada bovina no atacado da Grande São Paulo teve valorização de 23,8%.



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Pacote bilionário entre Catar e EUA agita o mercado; ouça o Diário Econômico


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta o impacto do pacote bilionário entre Catar e EUA, que elevou os juros dos Treasuries e fortaleceu o dólar. O Ibovespa recuou 0,38%, em dia de correção e queda das commodities, enquanto o dólar subiu 0,43%, a R$ 5,64. A PMS veio abaixo do esperado, mas segue apontando recuperação. Hoje, destaque para dados de varejo, PPI e discursos do Fed.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Congresso da Abramilho destaca etanol, DDG e crise na estocagem


Com anúncios de novos mercados, incentivos à sustentabilidade e promessas de infraestrutura, o governo federal acenou positivamente ao agronegócio brasileiro na abertura do 3º Congresso da Abramilho, realizado nesta quarta-feira (14), em Brasília. No entanto, apesar do otimismo, gargalos como a falta de estrutura de armazenagem e logística ainda são vistos como entraves para o avanço da produção de milho e sorgo no país.

O presidente em exercício e também ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, foi uma das principais vozes do evento, que reuniu cerca de 400 participantes. Em sua fala, Alckmin destacou a abertura do mercado chinês ao DDG — farelo resultante da produção de etanol de milho — como um marco relevante para o setor. “É uma conquista que representa mais oportunidades para o Brasil em um mercado que cresce de forma exponencial e reforça ações contra os riscos climáticos”, afirmou.

Além disso, Alckmin adiantou que o chamado “IPI Verde”, que reduz impostos para veículos elétricos, híbridos e movidos a etanol, deve sair do papel nos próximos dias. Ele também reforçou o compromisso do governo com o avanço das obras da Ferrogrão, corredor logístico essencial para o escoamento da produção agrícola do Centro-Oeste até os portos do Norte do país.

Ao atender uma das principais reivindicações do presidente da Abramilho, Paulo Bertolini, Alckmin prometeu incluir a ampliação da capacidade de armazenagem como prioridade na pauta estratégica do governo. Para Bertolini, o problema não está mais em produzir, mas sim em estocar. “Estamos crescendo cerca de 10 milhões de toneladas por ano na produção de milho. Não vai demorar para o milho ultrapassar outros grãos e consolidar o Brasil como líder mundial. Mas precisamos mudar nossa lógica de armazenagem. O ideal seria seguir o modelo norte-americano, que permite armazenar até duas safras nas próprias fazendas”, destacou.

A urgência por mais estrutura também foi evidenciada durante o painel “Cenários dos Alimentos no Brasil”, que trouxe especialistas para discutir as perspectivas da produção agrícola. O pesquisador da Esalq/USP, Mauro Ozaki, projetou crescimento acelerado na produção de sorgo, impulsionado pelo interesse das biorrefinarias de etanol e pela demanda da indústria de ração animal. “O sorgo tem custo de produção mais baixo e está se mostrando viável para uso industrial e pecuário. O mercado tende a se expandir nos próximos anos”, avaliou.

Já a superintendente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Tânia Zanella, reforçou que a logística precária é o maior desafio atual. “Temos mais de 1.200 cooperativas agrícolas e mais de 1,2 milhão de cooperados. O cooperativismo pode ser uma ponte para pequenos produtores acessarem mercados e soluções estruturais. Mas sem infraestrutura, seguimos limitados”, apontou.

O presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins, complementou dizendo que o crescimento do mercado de etanol exige medidas urgentes. “A expansão da produção esbarra em um déficit de armazéns. Precisamos de mais seguro rural, mais crédito e um Plano Safra mais forte para garantir competitividade”, afirmou. O senador Zequinha Marinho (PA) também endossou a necessidade de políticas públicas robustas e juros diferenciados para os produtores rurais.





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confira a previsão de hoje



A quinta-feira começa com alertas para parte do Nordeste e do Centro-Oeste. Chuva volumosa e retorno da onda de calor estão no radar dessas regiões. Confira a previsão do tempo para todo o Brasil:

Sul

A alta pressão se afasta ainda mais do continente, cessando a chuva em Santa Catarina e no Paraná. As madrugadas e manhãs ainda terão muitas nuvens no centro-leste destes estados, fazendo com que a temperatura não se eleve tanto durante o dia e se mantenha mais estável no período da noite. Situação contrária ao Rio Grande do Sul e às demais áreas catarinenses e paranaenses, onde as tardes serão mais quentes, devido ao predomínio de sol e ventos de quadrante norte. Devido à perda radiativa, as madrugadas e manhãs serão mais frias.

Sudeste

A umidade relativa do ar começará a chegar em torno dos 30%, principalmente nos interiores de São Paulo e de Minas Gerais. O predomínio será de sol em todas as regiões, com exceção do norte do Espírito Santo, que ainda recebe chuva devido à infiltração de umidade marítima. Há risco de temperaturas acima da média na parte da tarde em todas as áreas. Contudo, em várias cidades da região, pode-se registrar recordes de temperaturas mínimas ao amanhecer.

Centro-Oeste

Volta do bloqueio atmosférico e possível onda de calor no Centro-Oeste do país. O tempo estável por longo período, as temperaturas elevadas, a presença de alta pressão (concentrando a chuva e umidade nos extremos do país) e a umidade relativa do ar caindo a cada dia fortalecem esse cenário.

Nordeste

Perigo para o litoral do Rio Grande do Norte, principalmente em Natal, que terá chuva de até 90 mm em um único dia por conta da atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), intensificando a chuva na região. Alerta também para o litoral da Paraíba e da Bahia, que terão chuva durante o dia, porém com menos intensidade e volumes em torno dos 40 mm. Já em Fortaleza, interior do Rio Grande do Norte e da Paraíba, a chuva será rápida, isolada e forte, devido à entrada de umidade na região.

Norte

A chuva aumenta no norte do Pará, Amazonas, de Roraima e no leste do Amapá, com acumulados que também podem ficar acima dos 40 mm. A situação é de atenção para esta área, pois os acumulados de chuva serão expressivos até o final da semana, tendo em vista a posição da ZCIT e o calor que faz durante o dia nesta região.



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previsão indica clima neutro entre maio e julho



Trimestre terá padrão climático de neutralidade




Foto: NOAA

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) divulgou nesta terça-feira (13) o Boletim Agroclimatológico Mensal com a tendência climática para o trimestre de maio a julho de 2025. Segundo o boletim, as condições climáticas do período deverão ser influenciadas por padrões de neutralidade nos oceanos Atlântico Tropical e Pacífico Equatorial, o que afasta, por ora, a influência direta de fenômenos como El Niño ou La Niña. “A previsão indica uma probabilidade de 80% de manutenção da neutralidade do El Niño-Oscilação Sul (ENOS) durante o trimestre”, informou o Inmet, com base em análise do Instituto Internacional de Pesquisa em Clima (IRI).

Veja mais informações sobre o clima em Agrotempo

A análise das temperaturas da superfície do mar (TSM) no Pacífico Equatorial mostrou que as anomalias observadas nos primeiros meses de 2025 sinalizam o fim do fenômeno La Niña. Após valores médios inferiores a -0,5°C entre dezembro e fevereiro, as temperaturas subiram para entre -0,2°C e 0,1°C em março e abril. Esse comportamento, de acordo com o Inmet, caracteriza a transição para condições neutras no Pacífico.

No Atlântico Tropical, a situação também é de estabilidade. Em abril, a anomalia de temperatura foi de -0,03ºC no Atlântico Norte e de 0,0ºC no Sul, caracterizando neutralidade no Dipolo do Atlântico. A ligeira diferença de temperatura entre as duas porções do oceano contribuiu para o deslocamento da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) mais ao sul, favorecendo o aumento das chuvas na costa norte do Brasil.

“O monitoramento das condições oceânicas é essencial para entender os padrões de chuva e temperatura que impactam diretamente a agricultura”, destacou o Inmet, que reforça a importância do boletim para orientar decisões no campo durante o período.





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Preço impulsiona vendas de milho em Mato Grosso



Vendas de milho ganham ritmo em abril




Foto: Divulgação

Segundo o levantamento semanal divulgado pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) nesta segunda-feira (12), a comercialização da safra 2023/24 de milho em Mato Grosso chegou a 99,17% da produção total em abril. O resultado representa avanço de 0,24 ponto percentual em relação ao mês anterior e indica o encerramento próximo do ciclo de vendas.

Para a safra 2024/25, o Imea informou que 45,04% da produção esperada já foi negociada até abril, o que representa um crescimento de 4,73 pontos percentuais na comparação com março. Segundo o instituto, esse avanço foi impulsionado pela valorização de 2,28% no preço médio da saca de milho, que passou a ser comercializada a R$ 47,71. “A definição mais clara do volume a ser produzido também contribuiu para o aumento nas vendas”, destacou o relatório.

Mesmo com o desempenho superior ao da safra passada — 12,29 pontos percentuais à frente —, o índice atual de vendas ainda está 11,97 pontos abaixo da média registrada nos últimos cinco anos.

A comercialização da safra 2025/26 também apresentou avanço. O Imea apurou que 3,81% da produção estimada já foi negociada, com alta de 2,13 pontos percentuais em abril em relação a março. O movimento acompanha uma valorização de 6,03% no preço médio da saca, que ficou em R$ 46,09. Esse patamar está 2,35 pontos percentuais acima do registrado no mesmo período do ciclo anterior.





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