domingo, maio 24, 2026

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Fósforo na hora certa e no lugar certo



A baixa mobilidade do fósforo no solo é um desafio técnico conhecido



A baixa mobilidade do fósforo no solo é um desafio técnico conhecido
A baixa mobilidade do fósforo no solo é um desafio técnico conhecido – Foto: Divulgação

Segundo Gustavo Rodrigues Cunha, diretor de projetos da Conteagro Soluções Agronômicas, um experimento conduzido neste semestre na disciplina de Adubos e Adubação revelou a importância do momento adequado para aplicação da adubação fosfatada na cultura do milho. A pesquisa avaliou quatro tratamentos: T1 (sem adubação fosfatada), T2 (adubação realizada 20 dias antes do plantio), T3 (adubação no dia do plantio com inoculantes biológicos) e T4 (adubação no dia do plantio sem biológicos).

Os resultados parciais evidenciam visualmente o impacto da aplicação do fósforo no momento adequado, especialmente quando associado a inoculantes biológicos. O tratamento T3 destacou-se ao promover um crescimento inicial mais vigoroso, reforçando a sinergia entre nutrientes e microrganismos benéficos. De acordo com Cunha, a sincronização da adubação com a demanda da planta é ainda mais essencial em solos com baixa disponibilidade de fósforo.

A baixa mobilidade do fósforo no solo é um desafio técnico conhecido, conforme apontam Novais et al. (2007) e Sousa & Lobato (2004). Por isso, garantir sua presença nas fases iniciais de desenvolvimento da planta é estratégico para o bom estabelecimento da lavoura. A localização precisa e o tempo correto da aplicação garantem maior eficiência e aproveitamento do nutriente.

A conclusão preliminar do estudo reforça que pequenos ajustes no manejo da adubação podem trazer grandes resultados. A correta aplicação do fósforo, aliada ao uso de inoculantes biológicos, se mostra uma ferramenta poderosa para aumentar a produtividade e a sustentabilidade no cultivo do milho.

 





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Quase lá! Brasil se aproxima do fim da colheita de soja; confira os números



Os trabalhos de colheita da safra 25/25 de soja no Brasil atingiu 98,9% da área total plantada, segundo o último levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Na semana anterior, o índice era de 98,5%. No mesmo período do ano passado, a colheita estava em 97%, e a média dos últimos cinco anos é de 98,5%.

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As informações constam no 8º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25, divulgado em 15 de maio. O relatório aponta que o Brasil caminha para um novo recorde de produção, estimado em 332,9 milhões de toneladas de grãos, um crescimento de 35,4 milhões de toneladas em relação à safra anterior.

A colheita já foi concluída nos estados do Centro-Oeste, Sudeste, além de Paraná e Tocantins. Já em estados como Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Maranhão, Piauí, Pará, Ceará, Acre e Amapá, os trabalhos ainda seguem em andamento.

Soja lidera o avanço nos grãos

Principal cultura do país, a soja é responsável por uma parcela do volume colhido. A estimativa é de 168,3 milhões de toneladas, a maior já registrada para o grão na história do Brasil. A colheita da oleaginosa já alcança 98,5% da área plantada, com conclusão dos trabalhos nos estados do Centro-Oeste, Sudeste, Paraná e Tocantins.

Os estados de Minas Gerais, São Paulo, Goiás, Mato Grosso, Bahia, Rondônia e Tocantins se destacaram com produtividades recordes. De acordo com a Conab, o bom desempenho é resultado de condições climáticas favoráveis e do alto nível de profissionalismo dos produtores.



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Quase lá! Brasil se aproxima do fim da colheita de soja; confira os números



Os trabalhos de colheita da safra 25/25 de soja no Brasil atingiu 98,9% da área total plantada, segundo o último levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Na semana anterior, o índice era de 98,5%. No mesmo período do ano passado, a colheita estava em 97%, e a média dos últimos cinco anos é de 98,5%.

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As informações constam no 8º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25, divulgado em 15 de maio. O relatório aponta que o Brasil caminha para um novo recorde de produção, estimado em 332,9 milhões de toneladas de grãos, um crescimento de 35,4 milhões de toneladas em relação à safra anterior.

A colheita já foi concluída nos estados do Centro-Oeste, Sudeste, além de Paraná e Tocantins. Já em estados como Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Maranhão, Piauí, Pará, Ceará, Acre e Amapá, os trabalhos ainda seguem em andamento.

Soja lidera o avanço nos grãos

Principal cultura do país, a soja é responsável por uma parcela do volume colhido. A estimativa é de 168,3 milhões de toneladas, a maior já registrada para o grão na história do Brasil. A colheita da oleaginosa já alcança 98,5% da área plantada, com conclusão dos trabalhos nos estados do Centro-Oeste, Sudeste, Paraná e Tocantins.

Os estados de Minas Gerais, São Paulo, Goiás, Mato Grosso, Bahia, Rondônia e Tocantins se destacaram com produtividades recordes. De acordo com a Conab, o bom desempenho é resultado de condições climáticas favoráveis e do alto nível de profissionalismo dos produtores.



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Canal Rural é indicado em três categorias do Prêmio +Admirados da Imprensa do Agronegócio



O Canal Rural foi indicado em três categorias do prêmio +Admirados da Imprensa do Agronegócio 2025. O telejornal Rural Notícias, o site e o canal no YouTube da emissora foram reconhecidos como destaques no setor.

Além disso, na categoria Jornalistas Mais Admirados do Setor, as profissionais Beatriz Gunther, Daiany Andrade, Marusa Trevisan e Pryscilla Paiva também concorrem ao prêmio.

Promovido pelo site Jornalistas&Cia, o prêmio reconhecerá os TOP 50 +Admirados Jornalistas e os TOP 3 +Admirados Veículos nas categorias: Agência de Notícias, Áudio, Canal de Vídeo, Periódico Especializado, Programa de TV Especializada, Programa de TV Geral, Site/Portal e Veículo Geral.

Esta é a quinta edição do prêmio, cuja cerimônia de premiação ocorrerá no dia 23 de junho, em São Paulo.

A eleição dos +Admirados da Imprensa do Agronegócio 2025 conta com os patrocínios de Cargill, Copersucar, Mosaic e Syngenta; apoios de Bosch, CNA, Elanco, Tereos e Yara; colaboração de Agrel, BRF e John Deere; além do apoio institucional da Rede Agrojor.



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Feira internacional divulga novidades na batata



O simpósio reuniu 35 palestrantes e cerca de 400 participantes



O simpósio reuniu 35 palestrantes de diversos países produtores e cerca de 400 participantes
O simpósio reuniu 35 palestrantes de diversos países produtores e cerca de 400 participantes – Foto: Pixabay

Durante o International Potato Symposium, realizado na feira Macfrut em Rímini, especialistas destacaram os principais desafios enfrentados pela cadeia produtiva da batata, como os impactos das mudanças climáticas, a redução da produção global e o avanço de pragas e doenças. Segundo Luciano Trentini, coordenador do evento, a criação de uma Organização Comum de Mercado para a batata na União Europeia, implementada até o momento apenas pela Itália, pode impulsionar a modernização do setor.

“Durante o Simpósio da Macfrut, surgiram muitos temas. Um dos mais debatidos foi a organização do sistema produtivo. Este ano, uma novidade regulatória importante foi a criação de uma OCM (Organização Comum de Mercado) para a batata pela União Europeia. Por ora, apenas a Itália aplicou essa regulamentação, o que permite às organizações de produtores acessar programas operacionais semelhantes aos das frutas e hortaliças, com o objetivo de modernizar os processos produtivos, especialmente por meio da inovação”, comenta.

O simpósio reuniu 35 palestrantes de diversos países produtores e cerca de 400 participantes. Dados apresentados indicam que a produção mundial gira em torno de 375 milhões de toneladas por ano, liderada por China, Índia e Ucrânia. Na União Europeia, a produção foi de 48,5 milhões de toneladas em 2023, mas a oferta tem diminuído, pressionando os preços globalmente.

“Itália não é autossuficiente. Importa principalmente da França para suprir entre 40% e 50% de suas necessidades, além da Alemanha e de países mediterrâneos que fornecem batatas precoces. Estamos investindo em novas variedades italianas, pois hoje dependemos quase totalmente do exterior. As novas cultivares apresentadas na exposição, em frente ao simpósio, chamaram a atenção, assim como nossos produtos com seis denominações de origem. Como nossa produção é especializada, devemos buscar a excelência em qualidade”, conclui.

 





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Etanol tem alta nas vendas, mas cotações do açúcar caem



O volume de etanol hidratado negociado pelas usinas de São Paulo apresentou alta de 12,3% na última semana em relação ao período anterior. De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), este é o maior volume desde o final de janeiro.

Este aumento foi puxado pelos pequenos e médios compradores que estavam mais ativos no mercado spot. O motivo dessa movimentação foi o reabastecimento das bases após o período de vendas do feriado do dia das mães, como explica o Cepea

Já do lado da indústria, o instituto observou que algumas unidades cobraram preços iferiores para os lotes. Por outro lado, alguns vendedores se mantiveram firmes nos preços exigidos, atentos ao volume baixo de etanol apontado pela Unica.

Na última semana o indicador Cepea/Esalq para o etanol hidratado fechou em R$ 2,1080 o litro, o que representa uma queda de 0,57% no comparativo com o período anterior. Já o indicador do etanol anidro apresentou uma elevação de 0,27%, fechando em R$ 3,1314/litro.

Tratando agora de outro produto da cana, o açúcar apresentou uma queda expressiva no mercado spot de São Paulo. Na última semana, apesar de algumas usinas se manterem firmes nos preços pedidos para o Icumsa 150, outras unidades foram mais flexíveis nas negociações do cristal Icumsa 180.

Dessa forma, o indicador Cepea/Esalq fechou a 136,94 a saca de 50 quilos na última sexta-feira (16), o que representa uma queda de 3,7% com relação ao dia 9. Na semana anterior a média do indicador foi de R$ 138,85/sc, o que já representava uma queda de 2% com relação ao período anterior.



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Soja fecha em leve alta em Chicago: Confira


Segundo informações da TF Agroeconômica, os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) encerraram a sessão desta segunda-feira (19) em leve alta, sustentados pelo avanço do milho, do trigo e principalmente pelo óleo de soja. O contrato de julho, referência para a safra brasileira, subiu 0,07%, fechando a US\$ 1050,75 por bushel. Já o contrato de agosto encerrou com valorização de 0,14%, cotado a US\$ 1047,75/bushel.

Os derivados da soja apresentaram desempenhos distintos: o farelo para julho caiu 0,27%, a US\$ 291,10 por tonelada curta, enquanto o óleo de soja subiu 1,04%, encerrando o dia em US\$ 49,44 por libra-peso. A sustentação dos preços veio, principalmente, da valorização do óleo, influenciado por fatores macroeconômicos e políticos relevantes nos Estados Unidos.

Um dos principais motores da alta foi a aprovação, pelo Comitê de Orçamento da Câmara dos Representantes dos EUA, do projeto de lei “Big and Beautiful”, que havia sido rejeitado na sexta-feira anterior. Entre outros pontos, o projeto propõe a extensão dos créditos fiscais 45Z até 2031 para produtores de combustíveis de baixo carbono, como o biodiesel — o que impacta diretamente a demanda por óleo de soja. A proposta segue agora para o Comitê de Regras e, posteriormente, para votação no plenário da Câmara, com expectativa de aprovação ainda nesta semana.

Outro fator que colaborou com o desempenho da soja foi o registro de fortes chuvas na Argentina. Apesar de a Bolsa de Rosário ter recentemente elevado sua estimativa para a safra do país vizinho, o excesso de precipitação pode comprometer parte das lavouras em determinadas regiões, o que adiciona incerteza ao mercado e contribui para a valorização das cotações.

 





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IHARA celebra 60 anos de inovação e compromisso com a agricultura e a pecuária brasileira



Em um país onde a agricultura é um pilar essencial para a alimentação global, a IHARA se destaca como referência em defensivos agrícolas e como parceira estratégica de agricultores e pecuaristas, desempenhando um papel fundamental na transformação das lavouras ao impulsionar a produção com responsabilidade ambiental.

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No dia 18 de março, a empresa celebrou 60 anos de história, com uma trajetória marcada pela evolução constante e pelo compromisso com inovações tecnológicas que, além de protegerem as lavouras, contribuem para a segurança alimentar em um cenário global cada vez mais desafiador. Parceira do projeto Soja Brasil há mais de 10 anos, a IHARA tem atuado de forma decisiva para levar conhecimento e soluções ao produtor no campo.

Ao longo de seis décadas, a empresa tem se mostrado versátil por sua capacidade de inovar e adaptar-se às demandas do setor agrícola. “Nosso empenho em pesquisa, tecnologia e sustentabilidade nos permite não apenas acompanhar a evolução do setor, mas também a nos comprometer com o futuro do agronegócio. Além disso, somos aliados na jornada do agricultor e pecuarista rumo a uma maior produtividade e competitividade no mercado. Isso mostra o quanto estamos envolvidos na transformação da agricultura e da pecuária brasileiras”, afirma o diretor de Marketing da IHARA, Rodrigo Lima.

O compromisso com a inovação e o desenvolvimento não se limita apenas às soluções tecnológicas oferecidas. A IHARA tem investido significativamente na expansão de suas operações, com novos centros de pesquisa e distribuição pelo país, além de fortalecer sua planta produtiva, adaptando-se às crescentes demandas do setor.

Um dos marcos de sua expansão ocorreu entre 2010 e 2014, quando a infraestrutura da empresa aumentou em 330%, atingindo mais de 50 mil metros quadrados de área construída na matriz de Sorocaba/SP, o que possibilitou um grande avanço na capacidade de produção e no desenvolvimento de novas soluções.

Desde então, a IHARA tem investido continuamente em seu crescimento. Um exemplo disso é que, somente em 2024, foram destinados mais de US$ 15 milhões para ampliar sua planta industrial e modernizar seus laboratórios, reafirmando seu compromisso com a qualidade e excelência em suas soluções. Atualmente, a área construída ultrapassa 90 mil metros quadrados.

Inovação: a essência da IHARA

Com DNA inovador, a IHARA tem implementado soluções tecnológicas para o manejo de insetos, doenças e plantas daninhas em diversas culturas. Atualmente, a empresa possui um portfólio que abrange mais de 100 tipos de cultivos, apresentando mais de 80 produtos, tanto químicos quanto biológicos e produtos especiais. Essa diversidade de opções contribui significativamente para que o agronegócio nacional obtenha resultados cada vez mais expressivos.

A busca contínua por soluções que atendam às necessidades do campo levou a IHARA a investir em formulações de alta performance, que apresentam baixo impacto ambiental e garantem segurança nas lavouras.

”Estamos constantemente investindo em pesquisa e desenvolvimento, trazendo moléculas avançadas, desenvolvidas no Japão e adaptadas à realidade da agricultura e da pecuária no Brasil. Nosso compromisso com práticas agrícolas responsáveis está refletido em inovações que resultam em tecnologias mais modernas e sustentáveis. Isso significa produtos mais concentrados, que proporcionam menores doses, menos entradas na lavoura, menos embalagens, maior seletividade, maior espectro de ação, tudo isso contribuindo para a otimização de recursos e menor impacto ambiental”, destaca Lima.

Com um moderno parque fabril e três Centros de P&D distribuídos pelo Brasil (Sorocaba Sarandi/PR e Primavera do Leste/MT), a IHARA consegue atuar de maneira estratégica e regionalizada, oferecendo soluções específicas para cada tipo de lavoura. No momento, a empresa está desenvolvendo 22 novos ingredientes ativos que poderão originar até 240 novos produtos.

Esse comprometimento com a pesquisa e inovação possibilitou o lançamento de mais de 20 produtos nos últimos anos, com destaque para ZEUS e TERMINUS, maiores aliados no manejo de insetos, FUSÃO e SUGOY, produtos indispensáveis no manejo de doenças e YAMATO, grande inovação para o controle pré-emergente de plantas daninhas resistentes. Além dos mais recentes lançamentos de 2025: SEIV e MIGIWA.

“Com um compromisso inabalável com a pesquisa, a tecnologia e a sustentabilidade, continuaremos nossa jornada de crescimento, porque para nós da IHARA, a agricultura não é somente um negócio: ela é a nossa vida!”, conclui o diretor de Marketing da IHARA.



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Que frio! Termômetros despencam, chuvas aparecem e Brasil entra em alerta para geada



Os próximos dias serão marcados por mudanças no tempo em diversas regiões do Brasil. A aparição de uma frente fria traz chuvas para áreas do Sul e parte do Sudeste, enquanto outras regiões continuam com a influência de uma massa de ar seco.

Além disso, a tendência é de queda acentuada de temperatura no final de maio, com possibilidade de geadas em áreas do Sul e frio chegando até o Centro-Oeste e Sudeste.

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Chuvas intensas no Sul do Brasil

A frente fria que avança pelo Sul do país provoca aumento da nebulosidade e ocorrência de chuvas expressivas, especialmente em Santa Catarina e no centro-sul do Paraná. Nesses estados, os acumulados podem ultrapassar os 50 mm nos próximos dias, com potencial para transtornos pontuais, como alagamentos em áreas urbanas e dificuldade no escoamento da produção agrícola em regiões mais vulneráveis.

E chuvas no interior do Sudeste?

Apesar da atuação da frente fria no Sul, o sistema não deve provocar precipitações no interior de São Paulo nem em Mato Grosso do Sul nesta etapa. Nessas áreas, o tempo segue firme, com predomínio de sol e baixa umidade relativa do ar, o que exige atenção redobrada para a hidratação, risco de queimadas e impacto no desenvolvimento das lavouras.

Tempo seco

O interior da região do Matopiba continua com uma massa de ar seco. O tempo permanece estável, com calor e baixa umidade, o que dificulta o avanço das chuvas. A mesma condição é observada em grande parte de Rondônia e no centro-sul do Pará, onde a ausência de nebulosidade favorece dias ensolarados e altas temperaturas.

O tempo segue seco no interior do Matopiba. No entanto, áreas do Pará e Roraima continuam recebendo boa umidade, com chuvas isoladas e céu mais encoberto, favorecendo o equilíbrio hídrico da vegetação local e o andamento das atividades agrícolas.

O tempo na próxima semana

A partir da próxima semana, a tendência é de retorno das chuvas em algumas áreas. O Sul do Rio Grande do Sul volta a registrar precipitações, e a umidade também chega ao norte do Paraná, ao sul de São Paulo e às regiões de fronteira entre Mato Grosso do Sul e o Paraguai. Nessas áreas, os volumes acumulados devem variar entre 10 e 15 mm, valores moderados, mas importantes para aliviar a seca momentânea e beneficiar pastagens e lavouras.

Tem geada vindo aí!

A previsão indica a entrada de uma massa de ar frio mais intensa entre os dias 30 de maio e 3 de junho. Esse sistema derruba as temperaturas no Sul do país, especialmente no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, onde as mínimas devem ficar entre 3 °C e 4 °C, com alto risco de geada em áreas de maior altitude e em locais com maior vulnerabilidade climática.

Esse ar frio deve avançar pelo país, atingindo também o sul de Mato Grosso do Sul e o interior de São Paulo. Nessas regiões, as temperaturas mínimas podem ficar abaixo dos 10 °C, o que exige atenção especial de produtores rurais, especialmente em relação à proteção de lavouras sensíveis ao frio.



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Canal Rural vence em três categorias do prêmio +Admirados da Imprensa do Agronegócio



O Canal Rural foi vencedor em três categorias do prêmio +Admirados da Imprensa do Agronegócio 2025. O telejornal Rural Notícias, o site e o canal no YouTube da emissora foram reconhecidos como destaques no setor.

Além disso, na categoria Jornalistas Mais Admirados do Setor, as profissionais Beatriz Gunther, Daiany Andrade, Marusa Trevisan e Pryscilla Paiva foram eleitas entre as vencedoras.

Promovido pelo site Jornalistas&Cia, o prêmio reconhecerá os TOP 50 +Admirados Jornalistas e os TOP 3 +Admirados Veículos nas categorias: Agência de Notícias, Áudio, Canal de Vídeo, Periódico Especializado, Programa de TV Especializada, Programa de TV Geral, Site/Portal e Veículo Geral.

Esta é a quinta edição do prêmio, cuja cerimônia de premiação ocorrerá no dia 23 de junho, em São Paulo.

A eleição dos +Admirados da Imprensa do Agronegócio 2025 conta com os patrocínios de Cargill, Copersucar, Mosaic e Syngenta; apoios de Bosch, CNA, Elanco, Tereos e Yara; colaboração de Agrel, BRF e John Deere; além do apoio institucional da Rede Agrojor.



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