domingo, maio 24, 2026

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Fávaro prevê controle da gripe aviária em 28 dias e diz que alta nos alertas é esperada



O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, declarou na manhã de hoje, em entrevista a jornalistas, que o aumento no número de alertas para possíveis focos de gripe aviária no Brasil é normal. Segundo o titular da pasta, todo o sistema de defesa do país está atento, incluindo os criadores.

Fávaro também destacou a importância do decreto de emergência sanitária, que, segundo ele, mantém todo o sistema em alerta. “Todos os fiscais, todos os sistemas estaduais estão atentos a qualquer tipo de suspeita — e a própria população também. Um criador de aves para subsistência ou de uma granja comercial, ao primeiro sintoma de um animal doente, notifica o sistema. E é melhor que assim seja, porque a gente vai lá e investiga com transparência e eficiência”, afirmou.

O ministro voltou a afirmar que o Brasil possui o melhor sistema de defesa sanitária animal do mundo e disse que a situação poderá estar normalizada em até 28 dias.

“A gente está fazendo o rastreamento e o bloqueio de tudo o que saiu dessa granja, inutilizando toda essa produção. Com isso, diminuímos muito o risco de novos casos. Feito isso, cumpre-se o prazo de 28 dias, que é o ciclo deste vírus”, explicou.

Fávaro ponderou, no entanto, que alguns países deverão questionar a situação sanitária brasileira. Ele citou exemplos de nações que, apesar do foco confirmado no Rio Grande do Sul, continuam importando carne de aves do Brasil, desde que produzida em outros estados.

No caso de países como a China, entretanto, o protocolo prevê o bloqueio total da carne de aves brasileira, independentemente da origem dentro do país.



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AgroNewsPolítica & Agro

Milho fecha semana em queda na B3 e em Chicago



A cotação de julho caiu 1,11% no dia



A cotação de julho caiu 1,11% no dia
A cotação de julho caiu 1,11% no dia – Foto: Pixabay

Segundo dados da TF Agroeconômica, os contratos futuros de milho encerraram esta sexta-feira (16) e a semana em baixa na B3, pressionados por dois fatores principais: o aumento da estimativa de produção divulgado pela Conab e a confirmação de um caso de gripe aviária no Sul do Brasil. A Conab projetou uma produção total de 126,9 milhões de toneladas para a safra 2023/24, o que representa um crescimento de 9,9% em relação ao ciclo anterior. A notícia pesou sobre as cotações, que já vinham pressionadas por excesso de oferta.

Além disso, a detecção de gripe aviária levou a China — responsável por 10,8% do mercado de frango brasileiro — a suspender temporariamente as importações, medida seguida por outros países ao longo do final de semana. Como o milho é um insumo fundamental na ração de aves, a expectativa de queda na demanda por parte da avicultura também contribuiu para o recuo das cotações.

Na B3, os fechamentos do dia refletiram esse cenário. O contrato julho/25 encerrou a R\$ 62,01, com baixa de R\$ 0,46 no dia e de R\$ 2,16 na semana. Já o setembro/25 fechou em R\$ 67,15, queda de R\$ 0,61 no dia e de R\$ 0,88 na semana. O indicador Cepea também registrou retração semanal de -0,19%.

No mercado internacional, o milho negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) também acumulou perdas. A cotação de julho caiu 1,11% no dia, para US\$ 443,50 por bushel, e encerrou a semana com baixa de 6,25% ou US\$ 1,39 por bushel. O ritmo acelerado do plantio nos EUA, somado às boas perspectivas para as safras no Brasil e na Argentina, além da concorrência dos preços baixos do trigo, seguem pressionando o cereal. 

 





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Fávaro prevê normalização da gripe aviária em 28 dias e diz que aumento de alertas é normal



O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, declarou na manhã de hoje, em entrevista a jornalistas, que o aumento no número de alertas para possíveis focos de gripe aviária no Brasil é normal. Segundo o titular da pasta, todo o sistema de defesa do país está atento, incluindo os criadores.

Fávaro também destacou a importância do decreto de emergência sanitária, que, segundo ele, mantém todo o sistema em alerta. “Todos os fiscais, todos os sistemas estaduais estão atentos a qualquer tipo de suspeita — e a própria população também. Um criador de aves para subsistência ou de uma granja comercial, ao primeiro sintoma de um animal doente, notifica o sistema. E é melhor que assim seja, porque a gente vai lá e investiga com transparência e eficiência”, afirmou.

O ministro voltou a afirmar que o Brasil possui o melhor sistema de defesa sanitária animal do mundo e disse que a situação poderá estar normalizada em até 28 dias.

“A gente está fazendo o rastreamento e o bloqueio de tudo o que saiu dessa granja, inutilizando toda essa produção. Com isso, diminuímos muito o risco de novos casos. Feito isso, cumpre-se o prazo de 28 dias, que é o ciclo deste vírus”, explicou.

Fávaro ponderou, no entanto, que alguns países deverão questionar a situação sanitária brasileira. Ele citou exemplos de nações que, apesar do foco confirmado no Rio Grande do Sul, continuam importando carne de aves do Brasil, desde que produzida em outros estados.

No caso de países como a China, entretanto, o protocolo prevê o bloqueio total da carne de aves brasileira, independentemente da origem dentro do país.



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Variedades de feijão têm comportamentos opostos nas cotações



Os preços do feijão tem seguido direções opostas entre as diferentes variedades do produto, isso de acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Conforme explica o Centro de Estudos, a variação se dá devido à transição de safra e estoques de diferentes características. O feijão carioca com qualidade de notas 9 ou superior apresenta oferta limitada. Assim, os vendedores vem elevando as pedidas e os compradores cederam e pagam valores mais altos pela variedade.

Já o feijão preto segue com oferta crescente desde a primeira safra, como explica o Cepea. Ainda assim os vendedores vem armazenando o feijão desta variedade, vendendo apenas quando há necessidade financeira, como explica o instituto. 

Sobre a produção da safra 2024/25 de feijão preto a Conab prevê um aumento de 15% no comparativo com a temporada anterior.  O montante estimado é de 819,7 mil toneladas. 

Já para as variedades Carioca e Caupi a perspectiva é de queda de 2,5 e 4,8% respectivamente. Assim, a perspectiva de produção das duas variedades se limita a 1,79 milhão de toneladas e 616,3 mil toneladas respectivamente, de acordo com  o Cepea.



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Alta oferta e trégua entre EUA e China pressionam preços da soja



Por outro lado, trégua comercial entre China e Estados Unidos pode limitar a demanda externa de soja, como explica o Cepea. Ambos os países diminuíram as tarifas de 145% e 125% para 30% e 10% respectivamente.

Sobre a produção mundial de soja, dados divulgados na última segunda-feira (12), pelo USDA apontam para uma produção mundial recorde. O montante de soja estimado para a safra 2025/26 é de 426,82 milhões de toneladas.

Já para o Brasil, a previsão é de que sejam produzidas 175 milhões de toneladas de soja. O valor também configura um recorde histórico para o país.



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Alta oferta e trégua entre EUA e China pressionam preços da soja



Por outro lado, trégua comercial entre China e Estados Unidos pode limitar a demanda externa de soja, como explica o Cepea. Ambos os países diminuíram as tarifas de 145% e 125% para 30% e 10% respectivamente.

Sobre a produção mundial de soja, dados divulgados na última segunda-feira (12), pelo USDA apontam para uma produção mundial recorde. O montante de soja estimado para a safra 2025/26 é de 426,82 milhões de toneladas.

Já para o Brasil, a previsão é de que sejam produzidas 175 milhões de toneladas de soja. O valor também configura um recorde histórico para o país.



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Parceiros apoiam e celebram a premiação do Personagem Soja Brasil 24/25



Há menos de uma semana, Brasília (DF) foi o palco da celebração que contou as histórias daqueles que transformam o campo. A cerimônia Personagem Soja Brasil 2024/2025, realizada na Casa Canal Rural e também sede da Aprosoja Brasil, só foi possível graças ao apoio dos patrocinadores do projeto, parceiros que caminham lado a lado e acreditam no poder da inovação, da tecnologia e da valorização do setor.

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A realização da premiação, marcada por aplausos e emoção, destacou profissionais que se destacam na cadeia produtiva da soja. Os homenageados foram anunciados em duas categorias: voto popular e júri técnico.

Patrocinadores que transformam o campo

Um dos destaques do evento foi a homenagem à trajetória da Embrapa Soja, que completou mais um ano de contribuição essencial ao desenvolvimento do setor. O chefe-geral em exercício da unidade, Adilson de Oliveira Junior, celebrou o reconhecimento nacional e internacional da instituição. Ele também comentou com emoção sobre a conquista da cientista brasileira Mariangela Hungria, escolhida para receber o World Food Prize 2025, considerado o ”Nobel” da agricultura.

O diretor de governança da Embrapa, Alderi Emidio de Araujo, se emocionou ao falar sobre a união do setor. ”Fico muito emocionado por ver aqui tantos produtores e representantes do agronegócio brasileiro. Hoje mesmo estive em um evento sobre milho e, apesar de atualmente atuar como diretor, minha origem é no algodão. Conheço bem a realidade do campo. Lembro do senhor Alberto Dilata, cuja fazenda visitei diversas vezes para instalar experimentos. Ele foi muito assertivo ao dizer que precisamos estar todos juntos. E realmente estamos, numa grande aliança pelo agronegócio brasileiro. A Embrapa trabalha com esse compromisso há décadas. Já são 50 anos de dedicação”.

Segundo Adilson, a premiação de Mariangela representa um marco para o país e para o setor. ”A divulgação do prêmio da Mariangela foi um momento muito feliz pra gente. É o maior reconhecimento que já tivemos do trabalho dela. Ficamos muito felizes. É o reconhecimento da pesquisa no Brasil, da agricultura, dos produtores de soja que adotam as tecnologias que são desenvolvidas lá, com fixação biológica. Então é um prêmio nosso, do nosso país”.

Entre os patrocinadores presentes, Rodrigo Lima, diretor de marketing da Ihara, destacou a importância da parceria. ”É uma satisfação estar aqui. São mais de 10 anos junto ao projeto, e esse é um ano especial, de 60 anos da Ihara. Completar essa história no mercado brasileiro, com nossa base japonesa, faz toda a diferença. São 60 anos ao lado de agricultores e pesquisadores. Isso está no nosso DNA”.

Vanessa Dutra, gerente da concessionária da Mitsubishi Motors em Brasília, falou sobre a conexão da marca com o agro. ”A Mitsubishi se sente privilegiada de estar nesse evento. A gente sabe o que o agro precisa: tração 4×4, tecnologia e robustez para se tornar ainda mais produtivo. Com o lançamento da nova Triton, trazemos um novo motor e novas soluções para atender produtores e pesquisadores, do campo à cidade”. Os indicados ao prêmio puderam testar o novo modelo da picape em primeira mão.

O diretor executivo da Bayer, Fernando Prudente, reforçou o alinhamento da empresa com os objetivos do Soja Brasil. ”É um prazer fazer parte do projeto. Acreditamos muito nele. A missão da Bayer é levar saúde para todos e fome para ninguém. E o trabalho do Soja Brasil faz parte disso, produzindo alimento para o povo brasileiro”.

A diretora nacional da Pro Farm, Susana Carvalho, também comemorou a parceria com o projeto. ”É um prazer sermos patrocinadores e poder prestigiar o evento. Estar aqui é estar ao lado do produtor, da pesquisa, da inovação e da tecnologia. Por meio dos nossos produtos, apoiar esse programa é uma honra para nós”.

O resultado do prêmio também foi prestigiado por diretores e presidentes das Aprosojas dos estados da Bahia, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Piauí e Tocantins.



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AgroNewsPolítica & Agro

consumo segue seguro, dizem especialistas



Morbini explicou que a influenza aviária não se transmite por ingestão de alimentos




Foto: Divulgação

Apesar da confirmação do primeiro caso de gripe aviária de alta patogenicidade (H5N1) em uma granja comercial no Brasil, o consumo de carne de frango e ovos segue totalmente seguro para a população. A informação foi reforçada por autoridades sanitárias e especialistas, após a detecção do vírus em um matrizeiro em Montenegro, no Rio Grande do Sul.

Em entrevista ao Portal Agrolink, o engenheiro agrônomo Juarez Morbini explicou que a influenza aviária não se transmite por ingestão de alimentos. “Mesmo que a ave estivesse contaminada, o vírus não é passado para humanos pelo consumo de carne ou ovos. A população pode ficar tranquila”, afirmou. O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) também ressaltou que o risco de infecção humana é extremamente baixo e restrito a profissionais que têm contato direto com aves doentes.

A influenza aviária é causada por um vírus que atinge aves, sobretudo as silvestres e de fundo de quintal. A presença do patógeno na avicultura industrial brasileira era até então inédita. Técnicos já isolaram o foco e implantaram medidas de contenção, incluindo o abate sanitário dos animais e a desinfecção completa das instalações.

O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, reiterou a segurança alimentar dos produtos avícolas e elogiou a rapidez da resposta sanitária brasileira. “Seguimos com total transparência e garantimos que não há risco no consumo de frango e ovos. O Brasil tem um dos sistemas de defesa sanitária mais eficientes do mundo.”

Como medida preventiva, o Mapa orienta a população a não tocar em aves mortas ou com sinais neurológicos e respiratórios. Em casos suspeitos, o correto é acionar os serviços veterinários oficiais. A gripe aviária não é uma doença de transmissão alimentar, e não há registros no Brasil de pessoas infectadas por meio da ingestão de alimentos.

Mesmo com o impacto comercial, sobretudo na relação com a China, que suspendeu temporariamente as importações, o governo reforça que o foco está controlado e que o país continua confiável como fornecedor global de proteína animal.





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Milho segue pressionado frente a perspectiva de boa produtividade



Os valores internos do milho vem sendo pressionados pelas estimativas de produção elevada no Brasil e no mundo. Isso é o que apontam os dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). 

O impacto nas cotações foi sentido no Indicador Esalq/BM&FBovespa, de Campinas (SP), que operou no menor patamar desde janeiro deste ano. 

No Brasil, as boas condições climáticas na maior parte das lavouras da segunda safra sustentam as perspectivas de boa produtividade. Similarmente, nos Estados Unidos o clima também tem contribuído para a semeadura do milho.

Dessa forma, parte dos consumidores brasileiros tem se afastado do mercado esperando por novas desvalorizações. Por outro lado, os vendedores ainda vem tentando negociar os últimos lotes da safra 2023/24 e da atual safra 2024/25 de acordo com o Cepea.



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Previsão de crescimento da economia brasileira para 2025 é de 2,02%



A previsão do mercado financeiro para o crescimento da economia em 2025 foi elevada de 2% para 2,02%, de acordo com o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (19), em Brasília. A pesquisa é realizada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Para 2026, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB – a soma dos bens e serviços produzidos no país) ficou em 1,7%. Para 2027 e 2028, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2% para os dois anos.

Em 2024, a economia brasileira cresceu 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021 quando o PIB alcançou 4,8%.

A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,82 para o fim deste ano. No fim de 2026, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,90.

Inflação

A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – para 2025 passou de 5,51% para 5,5% nesta edição do Boletim Focus. É a quarta queda consecutiva na expectativa do mercado financeiro sobre o IPCA.

Para 2026, a projeção da inflação ficou em 4,5%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 4% e 3,8%, respectivamente.

A estimativa para 2025 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3% com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.

Em abril, a inflação oficial fechou em 0,43%, pressionada principalmente pelos preços dos alimentos e de produtos farmacêuticos. O resultado mostra desaceleração pelo segundo mês seguido, após o IPCA ter marcado 1,31% em fevereiro e 0,56% em março.

No acumulado em 12 meses, o índice divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) soma 5,53%.

Juros básicos

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 14,75% ao ano. A alta do preço dos alimentos e da energia e as incertezas em torno da economia global fizeram o BC aumentar mais uma vez os juros em 0,5 ponto percentual na última reunião, no início do mês, o sexto aumento seguido da Selic em um ciclo de contração na política monetária.

Em comunicado, o Copom não deu pistas sobre o que deve ocorrer na próxima reunião, na metade de junho. Afirmou apenas que o clima de incerteza permanece alto e exigirá prudência da autoridade monetária, tanto em eventuais aumentos futuros como no período em que a Selic deve ficar em 14,75% ao ano.

A estimativa do mercado financeiro é que a taxa básica encerre 2025 neste patamar. Para o fim de 2026, a estimativa é de que a taxa básica caia para 12,5% ao ano. Para 2027 e 2028, a previsão é que ela seja reduzida novamente, para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.

Quando a taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.



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