domingo, maio 24, 2026

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Adjuvantes agrícolas ganham destaque em eventos




"Um adjuvante de má-qualidade resulta em perdas"
“Um adjuvante de má-qualidade resulta em perdas” – Foto: Pixabay

O pesquisador científico Hamilton Ramos, coordenador do programa adjuvantes da Pulverização, realiza duas apresentações no próximo dia 21 para públicos distintos, abordando a importância dos adjuvantes agrícolas. Pela manhã, ele participa da Semana Agronômica da Unesp de Jaboticabal (SP), voltada aos alunos de agronomia. À tarde, o foco será o setor sucroenergético, durante o Herbishow, em Ribeirão Preto, com ênfase no controle de plantas daninhas na cultura da cana-de-açúcar.

Criado a partir de uma parceria entre o setor privado e o Centro de Engenharia e Automação (CEA) do Instituto Agronômico (IAC), o programa, que completa 18 anos em 2025, atua no apoio à indústria nacional de adjuvantes, promovendo a qualidade desses produtos. Um dos marcos da iniciativa é o Selo Oficial de Funcionalidade, chancela técnica concedida pelo IAC a adjuvantes avaliados no centro de pesquisas em Jundiaí.

Segundo Ramos, mais de 40 empresas já aderiram ao programa, submetendo mais de 100 marcas à análise. Ele destaca que adjuvantes são essenciais para melhorar a eficácia de defensivos agrícolas e evitar perdas nas pulverizações. “Associado a um defensivo agrícola de alta tecnologia, um adjuvante de má-qualidade resulta em perdas relacionadas aos investimentos do produtor no controle de pragas, doenças e invasoras”, ele exemplifica.

O objetivo, reforça Ramos, é estabelecer um sistema oficial e unificado de certificação no médio prazo. Instalado em área de 110 mil m² aos pés da Serra do Japi, o CEA do IAC desenvolve mais de 30 projetos nas áreas de mecanização, agricultura regenerativa, viticultura, cana-de-açúcar e tecnologias de aplicação. “O Selo de Funcionalidade é parte importante de um processo que no médio prazo visa a auxiliar o estabelecimento de normas que ancorem um sistema oficial de certificação, unificado, para tais produtos”, finaliza Hamilton Ramos.

 





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Cotações da arroba do boi gordo pelo país: confira os preços de hoje



O mercado físico do boi gordo volta a apresentar recuo dos preços no decorrer da terça-feira (20).

Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo, em linha com o confortável posicionamento das escalas de abate, entre oito e nove dias úteis na média nacional.

“O mercado aparenta ter assimilado as questões inerentes ao foco de Influenza Aviária de alta
patogenicidade no Rio Grande do Sul, chegando ao entendimento que a situação tende a se normalizar rapidamente.”

De acordo com ele, ao mesmo tempo, as exportações de carne bovina seguem contundentes, com o país caminhando para mais um recorde de embarques.

Preços da arroba do boi

  • São Paulo: R$ 304,83
  • Goiás: R$ 288,75
  • Minas Gerais: R$ 293,24
  • Mato Grosso do Sul: R$ 300,91
  • Mato Grosso: R$ 298,38

Mercado atacadista

Os preços da carne bovina apresentaram acomodação nesta terça-feira. Segundo Iglesias, o
ambiente de negócios ainda sugere por nova queda das cotações no curtíssimo prazo, avaliando que o consumo é mais discreto no decorrer da segunda quinzena do mês.

Além disso, boa parte da população ainda prioriza o consumo de proteínas mais acessíveis, a exemplo dos cortes do frango, ovos e embutidos.

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 23,90 por quilo, o dianteiro segue cotado a R$
19,40 por quilo e a ponta de agulha ainda é precificada a R$ 17,80 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,23%, sendo negociado a R$ 5,6677 para venda e a R$ 5,6657 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6426 e a máxima de R$ 5,6831.



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Argentina ‘afunda’ com a soja e EUA disparam no plantio; como as cotações ficaram no Brasil?



O mercado brasileiro de soja registrou preços predominantemente firmes nesta terça-feira (20), com cotações estáveis a mais altas em diversas praças. De acordo com o consultor da Safras & Mercado, Rafael Silveira, os negócios foram moderados, impulsionados por algumas oportunidades de preços, variações no câmbio e ganhos em Chicago. Os prêmios também contribuíram para sustentar o movimento de alta.

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Cotações de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 129,00 para R$ 130,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 129,00 para R$ 130,00
  • Porto de Rio Grande (RS): subiu de R$ 133,00 para R$ 134,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 125,00 para R$ 126,00
  • Porto de Paranaguá (PR): subiu de R$ 132,00 para R$ 132,50
  • Rondonópolis (MT): caiu de R$ 114,50 para R$ 114,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 117,00 para R$ 117,50
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 116,00 para R$ 117,00

Soja em Chicago

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos futuros da soja fecharam com leves altas. O mercado foi sustentado por preocupações com o excesso de chuvas na Argentina e pelo bom desempenho de milho e trigo. No entanto, a reação foi limitada pelo avanço do plantio nos Estados Unidos e pela demanda ainda enfraquecida pela soja norte-americana, mesmo após o novo acordo comercial com a China.

A safra argentina pode registrar perdas na província de Buenos Aires, após intensas chuvas recentes, segundo análises do setor.

USDA

O USDA informou que até 18 de maio, o plantio da soja nos EUA havia atingido 66% da área prevista. No mesmo período do ano anterior, o percentual era de 50%, enquanto a média dos últimos cinco anos é de 53%. Na semana anterior, o índice era de 48%.

Contratos futuros da soja

O contrato de soja em grão com entrega em julho fechou com alta de 2,25 centavos de dólar (0,21%), a US$ 10,53 por bushel. A posição novembro subiu 4,00 centavos (0,38%), cotada a US$ 10,41 por bushel.

Nos subprodutos, o farelo para julho avançou US$ 1,50 (0,51%), encerrando a US$ 292,60 por tonelada. O óleo de soja para julho fechou a 49,50 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,06 centavo (0,12%).

Câmbio

O dólar comercial terminou o dia em alta de 0,23%, negociado a R$ 5,6677 para venda e R$ 5,6657 para compra. A moeda oscilou entre R$ 5,6426 na mínima e R$ 5,6831 na máxima do dia.



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Argentina ‘afunda’ com a soja e EUA disparam no plantio; como as cotações ficaram no Brasil?



O mercado brasileiro de soja registrou preços predominantemente firmes nesta terça-feira (20), com cotações estáveis a mais altas em diversas praças. De acordo com o consultor da Safras & Mercado, Rafael Silveira, os negócios foram moderados, impulsionados por algumas oportunidades de preços, variações no câmbio e ganhos em Chicago. Os prêmios também contribuíram para sustentar o movimento de alta.

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Cotações de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 129,00 para R$ 130,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 129,00 para R$ 130,00
  • Porto de Rio Grande (RS): subiu de R$ 133,00 para R$ 134,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 125,00 para R$ 126,00
  • Porto de Paranaguá (PR): subiu de R$ 132,00 para R$ 132,50
  • Rondonópolis (MT): caiu de R$ 114,50 para R$ 114,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 117,00 para R$ 117,50
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 116,00 para R$ 117,00

Soja em Chicago

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos futuros da soja fecharam com leves altas. O mercado foi sustentado por preocupações com o excesso de chuvas na Argentina e pelo bom desempenho de milho e trigo. No entanto, a reação foi limitada pelo avanço do plantio nos Estados Unidos e pela demanda ainda enfraquecida pela soja norte-americana, mesmo após o novo acordo comercial com a China.

A safra argentina pode registrar perdas na província de Buenos Aires, após intensas chuvas recentes, segundo análises do setor.

USDA

O USDA informou que até 18 de maio, o plantio da soja nos EUA havia atingido 66% da área prevista. No mesmo período do ano anterior, o percentual era de 50%, enquanto a média dos últimos cinco anos é de 53%. Na semana anterior, o índice era de 48%.

Contratos futuros da soja

O contrato de soja em grão com entrega em julho fechou com alta de 2,25 centavos de dólar (0,21%), a US$ 10,53 por bushel. A posição novembro subiu 4,00 centavos (0,38%), cotada a US$ 10,41 por bushel.

Nos subprodutos, o farelo para julho avançou US$ 1,50 (0,51%), encerrando a US$ 292,60 por tonelada. O óleo de soja para julho fechou a 49,50 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,06 centavo (0,12%).

Câmbio

O dólar comercial terminou o dia em alta de 0,23%, negociado a R$ 5,6677 para venda e R$ 5,6657 para compra. A moeda oscilou entre R$ 5,6426 na mínima e R$ 5,6831 na máxima do dia.



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Sistema para certificar produtos de origem vegetal é aprovado em São Paulo



O Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (Sisp-POV) foi aprovado pela Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) nesta terça-feira (20).

Criado pelo governo do estado, por meio da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA), o novo serviço será responsável pela fiscalização, inspeção e auditoria sanitária e industrial de produtos de origem vegetal e seus derivados, bem como dos da algicultura e da fungicultura.

Na prática, o objetivo é que o serviço permita ao produtor a formalização de seu negócio, gerando maior renda e expansão do seu empreendimento. “A partir do controle sanitário, desde a matéria-prima até o produto final, toda cadeia ganha maior segurança em todos os processos”, diz a SAA, em nota.

Ao fim dos trabalhos o órgão emite o selo Sisp-POV, garantindo a origem e a qualidade dos produtos de origem vegetal e seus derivados.

A ideia é que o sistema fique subordinado ao Centro de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (Cipov), da Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento.

Valorização de produtos

O secretário de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, Guilherme Piai, destaca que o serviço terá condições para detectar possíveis irregularidades, tornando a oferta de produtos de origem vegetal ainda mais segura para o consumidor.

“Com o Sisp-POV, garantimos maior segurança alimentar para a população e impulsionamos a economia dos produtores paulistas, que terão seus produtos valorizados e sua renda aumentada,” afirma.

Após a sanção do governador, produtores e estabelecimentos que trabalham com produtos vegetais deverão registrar-se no sistema para comercializar seus itens. Com exceção daqueles já registrados no Serviço de Inspeção Federal ou ligados ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (Sisbi-POV), do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).



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AgroNewsPolítica & Agro

Novas soluções para a agricultura pautam feira


Durante a 30ª edição da Hortitec, realizada entre 25 e 27 de junho em Holambra (SP), a Biotrop apresentou um portfólio completo de soluções biológicas voltadas à horticultura, reforçando seu compromisso com a produtividade, sustentabilidade e segurança alimentar. A empresa, referência em insumos naturais para o agronegócio, aproveitou a maior feira do setor para destacar como seus produtos atendem às exigências de um mercado cada vez mais preocupado com práticas agrícolas regenerativas e saudáveis.

“Além disso, favorecem a saúde do solo, preservam a biodiversidade e são menos agressivos ao meio ambiente. Sua aplicação também está alinhada às demandas dos mercados mais exigentes e ao manejo integrado, oferecendo soluções que auxiliam no controle seguro e eficiente de pragas e doenças em diferentes cultivos. Assim, os biológicos representam um caminho estratégico para uma horticultura mais moderna, produtiva e responsável”, detalha Elton Visioli, Gerente de Unidade de Negócios da Biotrop.

Entre os destaques apresentados estão o Biobrev Full, bioinseticida eficaz no controle da traça-do-tomateiro; o Bombardeiro, biofungicida de amplo espectro; e o Biomagno, insumo multifuncional com ação biofungicida e bionematicida. Os visitantes também puderam conhecer o Agrobiota, serviço exclusivo de análises metagenômicas do solo que, aliado à IA EVA, oferece diagnósticos personalizados e recomendações precisas para um manejo mais eficiente.

Além da presença na feira, a Biotrop realizou a 2ª edição do Hortinov, evento técnico em parceria com a Sakata Seed, promovendo experiências práticas com os produtos diretamente no campo. A iniciativa reforça o papel da empresa como agente transformador da horticultura brasileira, ao combinar inovação tecnológica com responsabilidade ambiental.

“A partir da identificação e interpretação dos microrganismos de determinada área, é possível entender suas interações e impactos na saúde e nutrição das plantas. Esses dados são disponibilizados em uma plataforma exclusiva da Biotrop, que também oferece recomendações de manejo personalizadas e sugestões de bioinsumos mais adequados para cada situação, aumentando a eficiência das decisões no campo”, conclui.

 





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Duas marcas de azeite têm venda proibida pela Anvisa



A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a comercialização de duas marcas de azeite de oliva nesta terça-feira (20) após denúncia do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) sobre a “origem desconhecida ou ignorada dos produtos”.

Assim, as marcas Alonso e a Quintas D’oliveira passam a não ter mais permissão para venda, distribuição, fabricação, propaganda e uso.

Ambos possuíam, na descrição de seus rótulos, uma empresa com CNPJ inexistente na base de dados da Receita Federal: a embaladora Comércio de Gêneros Alimentícios Cotinga Ltda.

A decisão, que consta na Resolução 1.896, publicada na edição de hoje do Diário Oficial da União (DOU), vale para todos os lotes.

Além disso, conforme a Anvisa, as marcas teriam infringido as exigências sanitárias para as suas instalações, bem como não tinham licenciamento válido junto à autoridade sanitária competente e nem possuíam registro junto ao Ministério da Saúde.

Os dois azeites também se enquadram na definição de alimentos corrompidos, adulterados, falsificados, alterados ou avariados. Análises detectaram a presença de outros óleos vegetais, não identificados, na composição dos azeites.



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AgroNewsPolítica & AgroSafra

“Como está nosso agronegócio é a palavra-chave”: Bolsonaro fala aos…


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No encerramento do 6º Seminário A Voz do Campo, realizado em Gramado/RS nesta semana, o presidente Jair Bolsonaro deixou uma mensagem aos produtores rurais e líderes do setor reunidos durante o evento. “Este é um setor importantíssimo, responsável por, aproximadamente, um terço do nosso PIB e está sendo massacrado por este governo”, disse. 

Bolsonaro citou a questão das altas taxas de juros, do crédito escasso e afirmou ainda que, caso o cenário não se altere e a classe produtora seja encarada e tratada de outra forma, “vai faltar arroz e feijão não só na mesa dos mais pobres, mas de todos”. 

Durante sua fala, Bolsonaro ainda falou sobre a questão do crescente endividamento, dos fretes e demais despesas logísticas elevadas e ainda tratou de uma “silenciosa invasão da China” no Brasil, além da questão do Marco Temporal entre os pontos de atenção que elencou que exigem cuidado e estratégia pelo agronegócio. 

O ex-presidente e principal líder da direita no país esteve ao vivo na Voz do Campo por uma chamada de vídeo, realizada pelo deputado Federal Luciano Zucco (PL-RS), já que não pode estar pessoalmente no evento em função dos cuidados que está tendo com sua saúde depois da cirurgia abdominal feita nas últimas semanas.

Acompanhe sua fala:

 

O deputado foi recebido com muito entusiasmo pelos participantes do evento e citado como um possível candidato ao governo do Rio Grande do Sul nas próximas eleições. “Eu quero dizer pra vocês que ou nos unimos, neste momento, valorizando o agro, quem realmente está de sol a sol, colocando a verdade, se expondo, ou vamos continuar com florestas que são, basicamente, tomada por espinhos”, disse.

>> Clique AQUI e veja todo o contéudo produzido durante o 6º Seminário a Voz do Campo

Veja como foi sua participação no 6º Seminário A Voz do Campo:

 

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Por:

Carla Mendes | Instagram @jornalistacarlamendes

Fonte:

Notícias Agrícolas





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Chuvas intensas ameaçam soja na Argentina; tempo terá melhora?



A safra de soja 2024/25 da Argentina pode sofrer perdas devido às chuvas intensas que atingiram a província de Buenos Aires nos últimos dias. Segundo o meteorologista do Canal Rural, Arthur Müller a previsão é de tempo firme nos próximos dias, sem indicativo de que as condições extremas registradas no último final de semana voltem a se repetir.

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Apesar da previsão de tempo firme para os próximos dias, o impacto das tempestades já causa grande preocupação no setor agrícola argentino. A Bolsa de Cereais de Buenos Aires alertou que o volume excessivo de chuva pode atrasar ainda mais o ritmo da colheita e levar a uma revisão negativa na estimativa de produção nacional, atualmente fixada em 50 milhões de toneladas métricas.

Na província de Buenos Aires, cerca de 730 mil hectares de soja ainda aguardam colheita. Essa mesma região já havia sido atingida por chuvas intensas em março, o que resultou em uma queda de cerca de 15 pontos percentuais na produtividade em comparação ao ano passado. Com o novo episódio de chuvas fortes, o risco de agravamento das perdas é significativo.

Em algumas localidades, os acumulados chegaram a 400 milímetros de precipitação, provocando alagamentos em áreas agrícolas, além de impactos em rodovias e centros urbanos. A Bolsa de Rosário também monitora



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Brasil negocia fim do embargo chinês ao frango



O ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Fávaro, confirmou que o Brasil negocia com a China a flexibilização do embargo às exportações de carne de frango, suspensas desde 15 de maio após a confirmação de um caso de gripe aviária em plantel comercial no Rio Grande do Sul.

O governo brasileiro solicitou à autoridade sanitária chinesa que o bloqueio se restrinja a um raio de 10 km do foco da doença. Assim, apenas ovos e outros derivados teriam a venda impedida, visto que os municípios que circundam Montenegro – epicentro do foco – não possuem granjas comerciais.

Segundo Fávaro, se não houver novos casos nos próximos dias, a regionalização da suspensão poderá ser aceita tanto pela China quanto pela União Europeia.

A China é o principal destino do frango brasileiro. O país também estava prestes a suspender o embargo aos frigoríficos gaúchos após um caso de doença de Newcastle, mas a confirmação da gripe aviária atrasou o processo. As tratativas incluem pedido direto do presidente Lula ao líder chinês, Xi Jinping.



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