domingo, maio 24, 2026

Autor: Redação

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preços tendem a cair mais no curto prazo



O mercado físico do boi gordo teve preços acomodados na maioria das regiões nesta quinta-feira (22).

Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere por patamares mais baixos de preço no curto prazo, em linha com o confortável posicionamento das escalas de abate, que hoje atendem entre 8 e 9 dias úteis na média nacional.

“A sazonalidade explica muito bem esse ambiente, considerando o desgaste das pastagens que resulta em uma menor capacidade de retenção e maior disponibilidade de boiadas para o abate. A oferta de fêmeas permanece relevante no Centro-Norte brasileiro, o que terá consequências no curto, médio e longo prazo.

Preços médios do boi gordo

  • São Paulo: R$ 301,83
  • Goiás: R$ 286,43
  • Minas Gerais: R$ 290,47
  • Mato Grosso do Sul: R$ 301,14
  • Mato Grosso: R$ 297,91

Mercado atacadista

O mercado atacadista se depara com recuo das cotações dos cortes congelados durante a quinta-feira.

De acordo com Iglesias, a expectativa ainda é por continuidade deste movimento no curto prazo, considerando a reposição mais lenta entre atacado e varejo durante a segunda quinzena do mês, período pautado por menor apelo ao consumo.

“Vale mencionar que boa parte da população ainda prioriza o consumo de proteínas de menor valor agregado, caso da carne de frango, embutidos e ovos em geral.”

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 23,90 por quilo, o dianteiro segue no patamar de R$ 19,00 por quilo e a ponta de agulha ainda é cotada a R$ 17,80, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,35%, sendo negociado a R$ 5,6605 para venda e a R$ 5,6585 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5954 e a máxima de R$ 5,6804.



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AgroNewsPolítica & Agro

produzir milho fica mais caro em abril



Sementes e defensivos elevam custo do milho




Foto: USDA

No Mato Grosso, o custo de produção do milho para a safra 2025/26 apresentou alta de 1,95% em abril, totalizando R$ 3.225,52 por hectare, conforme análise semanal divulgada pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) na segunda-feira (19). Os dados integram o levantamento do projeto Custos de Produção Agropecuária (CPA-MT).

Segundo o relatório, o aumento foi impulsionado principalmente pelos reajustes nos preços das sementes, que subiram 11,26%, e dos defensivos agrícolas, com alta de 2,09%. Em contrapartida, os macronutrientes — parte dos fertilizantes — registraram queda de 2,47% no comparativo com o mês anterior.

Com a elevação no custeio, o Custo Operacional Efetivo (COE) também subiu, chegando a R$ 4.715,11 por hectare, o que representa avanço de 1,60% em relação à apuração anterior. Para cobrir esse valor com base no preço ponderado do milho em abril, estimado em R$ 44,72 por saca, o produtor precisará obter uma produtividade média de 105,43 sacas por hectare.

Esse rendimento necessário é 7,95% inferior à produtividade esperada para o ciclo 2024/25. Contudo, o Imea ainda não divulgou uma estimativa oficial para a safra 2025/26, e os números finais da temporada atual seguem em apuração.

Apesar do aumento nos custos, a análise aponta que o ponto de equilíbrio do COE para a safra 2025/26 está 0,93% mais favorável em relação à temporada anterior, o que sugere uma margem de rentabilidade levemente superior — dependendo da produtividade final.





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Grande onda de frio já tem data marcada e deve gerar temperaturas negativas


A virada de maio para junho de 2025 reserva a entrada de uma potente e grande massa de ar frio de origem polar sobre América do Sul, com potencial para avançar com muita força sobre o território brasileiro.

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De acordo com a Climatempo, a condição vem sendo confirmada nos últimos dias em simulações atmosféricas feitas em super computadores.

“Ao que tudo indica, será a primeira onda de frio de 2025 e que poderá causar uma queda de temperatura bastante acentuada não só na Região Sul, mas em grande parte do Sudeste, do Centro-Oeste e também em Rondônia, no Acre e no sul do Amazonas”, diz a empresa, em nota.

Massa de ar frio continental

O grande diferencial desta massa de ar frio é que ela deve ter características continentais, conforme a Climatempo.

“Isso quer dizer que o ar de origem polar vai se deslocar pelo interior da América do Sul e não sobre o oceano. A maioria das massas de ar frio que chegam ao Brasil passam mais tempo sobre o oceano e isso enfraquece o poder de resfriamento”, esclarece.

Segundo os meteorologistas da empresa, uma massa de ar frio continental normalmente tem pouca umidade, fazendo com que seu potencial de resfriamento seja muito maior. Porém, as que são continentais conseguem levar o ar gelado para o Brasil, causando temperaturas realmente baixas no interior do Sudeste, no Centro-Oeste e também o fenômeno da friagem em parte da região Norte.

Dois pulsos de ar polar

Análises mais recentes mostraram que este intenso resfriamento sobre o Brasil poderá acontecer em duas partes, com o ar polar avançando no país em dois pulsos.

A primeira dose deste ar frio intenso deve vir junto com uma frente fria que provavelmente começará a causar chuva sobre o Sul do Brasil e sobre o Paraguai no dia 27 de maio. Já no dia 28, enquanto o ar polar avança sobre o Sul e o Mato Grosso do Sul, a instabilidade da frente fria deve se espalhar sobre parte de São Paulo e de Mato Grosso.

Segundo a Climatempo, nos dias 29 e 30 de maio, o ar polar já deve causar uma queda da temperatura muito acentuada em áreas do Sul do Brasil, de Mato Grosso do Sul e também do oeste e sul de Mato Grosso.

“É possível que o vento gelado já alcance até parte de Rondônia e do Acre. Em São Paulo, a queda da temperatura ainda não seria muito brusca por causa do excesso de nebulosidade e chuva. Estes dois dias ainda devem ser marcados por temperaturas altas e calor na maioria das áreas do Sudeste e do Centro-Oeste.”

O segundo pulso de ar polar, e que vai reforçar o primeiro, deve avançar sobre o Brasil entre os dias 31 de maio e 1 de junho, fazendo com que o ar frio seja empurrado de vez sobre as regiões Sudeste e Centro-oeste do Brasil.

“Essas projeções são iniciais e ainda vão sofrer vários ajustes de rota na próxima semana, considerando as condições reais do tempo que estarão sendo observadas sobre o Brasil e sobre a América do Sul. Essas variações são muito comuns e poderemos ter atraso ou um adiantamento da entrada do ar frio”, diz a Climatempo.

Temperatura negativas

Fim de semana dos namorados será com muito frio, sol e chuva pelo Brasil
Foto: James Tavares/Secom

A empresa destaca que, tecnicamente, ainda é cedo para precisar valores de temperatura e definir as áreas que ficarão mais geladas, bem como o tempo de duração da atuação da onda de frio. Mas alguns impactos já podem ser adiantados:

Os três estados da região Sul do Brasil vão registrar temperaturas negativas: termômetros poderão marcar menos de 0°C até em locais fora das regiões serranas.

“Numa primeira análise, temperaturas um pouco abaixo de 0°C poderiam ocorrer em áreas de Mato Grosso do Sul e também em São Paulo.”

De acordo com a Climatempo, é possível que um novo recorde de baixa nos termômetros em 2025 seja registrado no Brasil. Até o dia 22 de maio, a menor temperatura oficial foi de -3,2°C na região do Caminhos da Neve, em São Joaquim, na serra de Santa Catarina.



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Produtor de soja libera armazéns e se prepara para a chegada do milho; saibas as cotações do dia



O mercado de soja registrou preços mistos nesta quinta-feira (22), com movimentações mais intensas e presença maior de vendedores. A combinação entre a oscilação do dólar e o desempenho da Bolsa de Chicago influenciou diretamente nas negociações, que voltaram a ganhar ritmo ao longo do dia.

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Segundo o consultor da Safras & Mercado, Rafael Silveira, o produtor tem se mostrado mais ativo, aproveitando os momentos de valorização para liberar espaço nos armazéns e se preparar para a chegada do milho. “As negociações envolveram tanto os portos quanto a indústria, que segue com apetite comprador”, destacou.

Silveira ainda observa que, em diversas regiões, os preços internos estão acima da paridade de exportação, o que reforça o movimento de maior agressividade por parte dos compradores. A movimentação do dólar também ajudou a manter os preços firmes em alguns pontos do país.

Soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 130,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 131,00
  • Porto de Rio Grande (RS): manteve em R$ 135,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 129,00 para R$ 130,00
  • Porto de Paranaguá (PR): caiu de R$ 135,00 para R$ 134,50
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 115,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 118,50
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 117,00

Soja em Chicago

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos futuros da soja encerraram o dia em alta para o grão e o farelo, enquanto o óleo teve forte queda. O mercado foi marcado por volatilidade acentuada, impulsionada por fatores técnicos e pela movimentação típica de véspera de feriado prolongado nos Estados Unidos, o Memorial Day, que fecha os mercados na próxima segunda-feira.

A valorização do dólar frente a outras moedas, a retração do petróleo e as exportações norte-americanas abaixo do esperado limitaram os ganhos. Além disso, a emenda em tramitação no Congresso americano que impacta os créditos fiscais do biodiesel pressionou negativamente as cotações do óleo de soja.

As exportações líquidas dos EUA para a safra 2024/25 totalizaram 307.900 toneladas na semana encerrada em 15 de maio, com o México liderando as compras. Para a nova temporada, foram registradas 15.000 toneladas. Os números ficaram dentro da expectativa de analistas, que projetavam embarques entre 250 mil e 700 mil toneladas.

Contratos futuros

O contrato da soja em grão para julho de 2025 subiu 4,75 centavos (0,44%) e fechou em US$ 10,67 1/2 por bushel. A posição agosto de 2025 terminou o dia a US$ 10,62 1/2 por bushel, alta de 3,50 centavos (0,33%).

Entre os derivados, o farelo com vencimento em julho avançou US$ 4,40 (1,49%), encerrando a US$ 298,50 por tonelada. Já o óleo de soja para julho caiu 0,72 centavo (1,44%), fechando a 49,11 centavos de dólar por libra-peso.

Câmbio

O dólar comercial encerrou o dia em alta de 0,35%, cotado a R$ 5,6605 para venda e R$ 5,6585 para compra. A moeda americana oscilou entre R$ 5,5954 na mínima e R$ 5,6804 na máxima do dia.



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Mais duas marcas de azeite de oliva são proibidas pela Anvisa



Mais duas marcas de azeite de oliva foram proibidas de serem comercializadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em decisão publicada na Resolução 1.902 desta quinta-feira (22).

Assim, fica proibida a fabricação, distribuição, propaganda e venda dos rótulos Almazara e Escarpas de Oliveira.

Segundo nota da autarquia, o veto provém de denúncias do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) que identificou, em apreensões, a origem desconhecida das duas marcas. Ambas têm como embaladora a empresa Oriente Mercantil Importação e Exportação LTDA.

Trata-se do segundo caso de proibição de venda de azeite apenas nesta semana. Na terça-feira (20), as marcas Alonso e Quintas D’oliveira também passaram a ter produção, distribuição e venda proibidas.

Ambos possuíam, na descrição de seus rótulos, uma empresa com CNPJ inexistente na base de dados da Receita Federal: a embaladora Comércio de Gêneros Alimentícios Cotinga LTDA.

Além disso, os dois azeites também se enquadraram na definição de alimentos corrompidos, adulterados, falsificados, alterados ou avariados. De acordo com o Mapa, análises detectaram a presença de outros óleos vegetais não identificados na composição dos produtos.

A pasta lembra que, em caso de infração, a venda dos quatro produtos suspensos pode configurar infração grave. Além disso, os estabelecimentos que continuarem a vendê-los poderão ser responsabilizados.



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Chuva de 100 mm deve cair em três estados em apenas dois dias



Uma grande quantidade de chuva está prevista para os litorais do Paraná e de São Paulo, além da região sul do Rio de Janeiro a partir desta quinta-feira (22).

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Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), que emitiu aviso laranja (perigo) para essas áreas, os volumes podem chegar a 100 mm.

De acordo com o órgão, o litoral fluminense deve registrar maior instabilidade na madrugada de sexta para sábado.

De forma geral, a condição de chuva se estende até amanhã (23) e deve atingir outras áreas, abrangendo também Santa Catarina, incluindo a Grande Florianópolis, além das capitais Curitiba e São Paulo, mas com grau de severidade menor (perigo potencial), com volumes que podem variar entre 30 mm e 50 mm.

Chuva forte também no Norte e Nordeste

Acumulados de chuva intensa também estão previstos para o litoral de Sergipe, Alagoas e Pernambuco nesta quinta, com acumulado em torno de 50 mm e rajadas de vento de até 60 km/h.

De acordo com o Inmet, chuvas expressivas também estão previstas para a faixa norte do país, com destaque para as capitais Manaus (AM), Boa Vista (RR) e Macapá (AP), onde os volumes poderão variar entre 30 mm e 50 mm. As instabilidades alcançam ainda parte do Maranhão, onde as chuvas vêm persistindo nos últimos dias.



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AgroNewsPolítica & Agro

Cooperativa de países de língua portuguesa visita a AgroBrasília 2025


A AgroBrasília 2025 recebeu, nesta quarta-feira (21), a visita da comitiva da 3ª Cimeira Internacional das Cooperativas de Língua Portuguesa (CICLP), que neste ano acontece em Brasília, entre os dias 19 e 21 de maio. A visita, que marcou o encerramento da CICLP, foi planejada com o objetivo de aproximar os portugueses da cultura agro brasileira. A feira se destaca pela presença expressiva de diversas cooperativas. O evento busca incentivar a intercooperação entre países que compartilham a língua portuguesa, promovendo negócios, internacionalização e o fortalecimento do cooperativismo com impacto social e econômico nas comunidades.

Organizada pela Cooperativa de Solidariedade Social do Povo Portuense, de Portugal, em parceria com a Organização das Cooperativas do Brasil do Distrito Federal (OCB-DF), a CICLP ocorre, pela primeira vez, fora de solo português. As duas primeiras edições foram realizadas no país europeu, nas cidades do Porto (2022) e Torres Vedras (2023). Em 2025, com visita ao Brasil a proposta é ampliar redes, aproximar mercados e reforçar o compromisso com o desenvolvimento sustentável. A programação contou com conferências e debates nos dois primeiros dias, sendo encerrada com a visita técnica à AgroBrasília.

O secretário-geral da OCB, Alexandre Machado, explica que trazer os representantes internacionais à feira foi uma forma de apresentar, de forma concreta, o potencial produtivo das cooperativas brasileiras. “Nós programamos essa visita para que os cooperativistas de Portugal e de outros países participantes da Cimeira conhecessem de perto a realidade do nosso agronegócio. Aqui na Feira, é possível ver a atuação de diversas cooperativas do DF e de outros estados. A intercooperação é mais que um conceito: ela precisa ser vivida na prática”, afirma.

A delegação reuniu cerca de 30 cooperativas portuguesas, além de representantes de Angola, Moçambique e Guiné-Bissau. Para Paulo Jorge Teixeira, presidente da cooperativa organizadora e idealizador da Cimeira, o encontro tem como foco aproximar culturas, compartilhar experiências e abrir novas frentes comerciais. “Nosso objetivo é internacionalizar a Cimeira, encontrar mais gente, chegar a mais pessoas. Aqui na AgroBrasília, podemos conhecer de perto o que o cooperativismo brasileiro tem produzido, especialmente na agricultura”, destacou.

Segundo ele, a comitiva portuguesa é composta por cooperativas que atuam em áreas diversas, como saúde, cultura, arte e também agricultura — com destaque para a produção de vinhos e azeites. “Participamos de uma central chamada Praça das Cooperativas, que busca promover o intercâmbio de produtos entre Brasil e Portugal. Estamos interessados nos grãos e insumos brasileiros e queremos abrir espaço também para os nossos produtos no mercado daqui”, completa.

Tiago Veloso, vice-presidente da Praça das Cooperativas, contou que ficou impressionado com a dimensão da produção agrícola brasileira. “É tudo muito maior do que em Portugal. Essa visita é uma excelente oportunidade para observar o mercado brasileiro e preparar o terreno para parcerias futuras”, afirmou.

O ex-ministro da Educação de Portugal e atual deputado, Tiago Brandão, também integrou a comitiva. Ele participou de debates sobre a internacionalização do cooperativismo e destacou a importância de conectar as cooperativas brasileiras ao mercado europeu. “Temos discutido como facilitar o acesso dos produtos cooperativos brasileiros à União Europeia, aproveitando a posição estratégica de Portugal como porta de entrada. Ver, na prática, o que está sendo feito aqui é essencial para consolidar essa ponte”, disse.





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Bahia bate recorde de produtividade de soja e atinge média de 68 sc/ha na safra 2024/25



A colheita da soja da Safra 2024/25 foi concluída com recorde de produtividade em relação a safra anterior. De acordo com boletim divulgado nesta quinta-feira (22) pela Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), a média final foi de 68 sc/ha em uma área total de mais de 2 milhões de hectares.

Apesar das dificuldades operacionais enfrentadas nas etapas finais do ciclo, os parâmetros foram previamente validados e a produção baiana atingiu a marca de 8,710 milhões de toneladas da oleaginosa em 2,135 milhões de hectares.

Em comparação à safra anterior, os dados apontam um adiantamento expressivo no cronograma das operações, resultado das condições climáticas favoráveis durante o início da janela de semeadura, que possibilitaram uma implantação adequada e maior uniformidade das lavouras.

De acordo com a Aiba, com o encerramento das operações de colheita, as atenções se voltam agora para o manejo adequado do pós colheita, com destaque para a eliminação das plantas voluntárias de soja (tigueras), além do início das colheitas das culturas de segunda safra, como sorgo, feijão, milheto e outros cultivos amplamente utilizados na região.

Recentemente, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), dividiu o estado da Bahia foi em três regiões agrícolas distintas, com datas específicas para o vazio sanitário e o início da semeadura da safra 2025/26.

Será publicada em breve, em caráter excepcional, uma portaria da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab) com o calendário para a antecipação da semeadura, reforçando os prazos legais previstos na legislação fitossanitária do estado.


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Agro Summit reúne em junho especialistas que impulsionam modernização do setor



O Agro Summit 2025, evento voltado a tecnologia de e gestão para o agronegócio, será realizado no dia 3 de junho, em Campinas, São Paulo, e reunirá as lideranças dos dois setores para discutir os rumos da inovação e digitalização no campo.

A abertura oficial contará com uma palestra especial da presidente da Embrapa, Silvia Massruhá. A executiva é referência nacional em pesquisa, inovação e transformação digital no meio rural.

A organização do evento (inscreva-se aqui) destaca que serão reforçados o protagonismo de projetos e parcerias nas áreas de IoT rural, inteligência artificial, bigdata e analytics na busca por uma produção agropecuária mais eficiente, sustentável e conectada.

A cerimônia de abertura também contará com a presença do Subsecretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Orlando Melo de Castro.

Idealizado pelos sócios do Grupo Portal ERP, Marcelo Sinhorini e Luciano Itamar, o Agro Summit nasceu da percepção de uma lacuna no mercado de eventos voltados exclusivamente à softwares de gestão no agronegócio.

“Como realizadores de eventos há quase 10 anos, identificamos a necessidade de um encontro dedicado exclusivamente à tecnologia no agro. O Agro Summit será uma oportunidade única para geração de negócios, aprendizado e networking, reunindo os principais especialistas e empresas que impulsionam a modernização do setor”, afirma Marcelo Sinhorini, CEO do Grupo Portal ERP.

Convidados e palestras

A programação conta com convidados, como Alan Carlos Castro, gerente técnico de agricultura digital da BASF para a América Latina, com a palestra “Agricultura de precisão e digital: altas produtividades e redução de custos” e Daniel Padrão, diretor de operações Latam para soluções de agricultura digital da Bayer, que vai apresentar cases sobre ganhos de produtividade com o uso de dados e inteligência artificial.

Também é destaque a participação de Tomás Dandrea Balistiero, executivo C-Level, investidor anjo e advisor, com ampla experiência em digitalização no agro no Grupo Votorantim. O executivo fará a palestra “Como atravessar a ‘montanha’ da transformação tecnológica no agro com resultados consistentes e competitividade”.

Outro momento aguardado será o painel “Digitalização no Agro Brasileiro – Panorama e Perspectivas”, que reunirá vozes influentes do setor para debater os avanços e os desafios da transformação digital no campo.

Participam da discussão o presidente do Canal Rural, Julio Cargnino; Mauricio Mendes, produtor de café e laranja; a gerente de Inteligência de Mercado da Andav, Christiane Sales, e o head digital do Centro de Tecnologia Canavieira (CTC), Daniel Duft.

Área de exposição do Agro Summit

O Agro Summit 2025 contará com uma área de exposição, reunindo empresas especializadas em soluções digitais voltadas ao agronegócio, incluindo sistemas de gestão, automação, conectividade e inteligência artificial.

Estão confirmadas como expositoras as seguintes empresas: Grafeno, Upcampo Software, TecPrime, CHB Agro Sistemas, Everymind, Liberali, Central de Materiais SYX, Nectar Sistema de Gestão, PCA, Skymail, Geodata, Instituto BioSistêmico (IBS), Senior Sistemas, CloudItSolutions, Zebra, Paytrack, Onfly, Swap e Virtueyes.

Serviço

O que: Agro Summit 2025
Quando: 03 de junho de 2025
Onde: Expo D. Pedro Campinas (Avenida Guilherme Campos, 500 – Bloco II – Jardim Santa Genebra, Campinas)
Inscrições aqui



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Prazo de 28 dias para Brasil ficar livre da gripe aviária começa hoje



Começou nesta quinta-feira (22) o período de 28 dias de vazio sanitário na granja de Montenegro, no Rio Grande do Sul, onde foi detectado o primeiro foco de influenza aviária em granja comercial do país.

No fim desse prazo, se não houver novas ocorrências, o Brasil poderá se autodeclarar livre da doença naquela região e retomar gradualmente as exportações que ainda estão restritas.

Durante o vazio sanitário, a granja deve permanecer sem a presença de aves ou atividades avícolas. O protocolo prevê dois períodos de incubação de 14 dias. A medida está prevista no Plano Nacional de Contingência do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e segue protocolos internacionais.

Nessa quarta-feira (21), o serviço veterinário oficial concluiu o processo de limpeza e desinfecção dos galpões, máquinas e outras estruturas e equipamentos da granja, incluindo escritório, almoxarifado, vestiários e lavanderia.

Segundo o Mapa, no raio de 10 quilômetros da granja afetada, foram identificados 540 estabelecimentos rurais, e todos já foram vistoriados. Desses, além da granja do foco, mais dois atuam com avicultura comercial.

Gripe aviária

A influenza aviária, comumente conhecida como gripe aviária, afeta principalmente aves, mas também foi detectada em mamíferos, incluindo bovinos.

A transmissão ocorre pelo contato com aves doentes e também por meio da água e de materiais contaminados. A doença raramente afeta humanos, e a orientação é que as pessoas se mantenham informadas e adotem as medidas preventivas recomendadas.

Segundo o Ministério da Agricultura, carnes e ovos podem ser consumidos com segurança, desde que preparados adequadamente.



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