domingo, maio 24, 2026

Autor: Redação

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semana tem ventos de 100 km/h em 3 regiões e chuva de 100 mm



A primeira semana de junho será marcada por contrastes climáticos nas diferentes regiões do Brasil. De acordo com o meteorologista Arthur Müller, do Canal Rural, áreas do Sul, Sudeste e Centro-Oeste enfrentarão episódios de tempo severo, com risco de granizo, rajadas de vento superiores a 100 km/h e acumulados elevados de chuva, o que pode afetar diretamente as operações agrícolas.

Já no Norte e Nordeste, o cenário inclui chuvas localizadas e calor intenso, com destaque para a baixa umidade no interior e tempo firme que favorece o andamento da colheita em algumas áreas.

Sul

Uma área de baixa pressão no Paraguai forma nuvens carregadas sobre o noroeste e a área central do Rio Grande do Sul, assim como no oeste de Santa Catarina. Há risco de temporais no início da semana.

Entre terça (3) e quarta-feira (4), a atuação de um cavado atmosférico aumenta a possibilidade de granizo e rajadas de vento acima de 100 km/h em Santa Catarina, Paraná e centro-norte do Rio Grande do Sul. O acumulado pode alcançar entre 70 e 100 mm, com risco de alagamentos em áreas urbanas e rurais.

As lavouras de milho segunda safra podem ser impactadas, especialmente em Santa Catarina e Paraná. Em contrapartida, o tempo permanece firme no sudeste do Rio Grande do Sul, onde não há previsão de temporais.

As temperaturas seguem baixas pela manhã, mas voltam a subir à tarde. As mínimas ficam acima de 10 ºC e as máximas podem superar 30 ºC no norte do Paraná.

Sudeste

A infiltração de umidade do oceano provoca chuva fraca a moderada no leste de São Paulo, sul do Rio de Janeiro, além do leste e norte do Espírito Santo.

No interior dos estados, o tempo segue firme com tardes mais quentes. Entre terça e sexta-feira (6), há risco de tempestades no estado de São Paulo, sul de Minas Gerais e Rio de Janeiro, com possibilidade de granizo e ventos de até 100 km/h.

A moagem da cana-de-açúcar será impactada, principalmente em São Paulo, onde os acumulados devem chegar a 50 mm. A umidade, no entanto, favorece o interior paulista, que vinha enfrentando chuvas irregulares.

No centro-sul de Minas Gerais, a chuva deve somar de 20 a 30 mm, atrasando a colheita do café. Já no Espírito Santo e no nordeste de Minas, os volumes ficam entre 10 e 15 mm. No noroeste mineiro, o tempo será seco e quente, com máxima de até 36 ºC até o fim da semana.

Centro-Oeste

A mesma baixa pressão que atua no Paraguai favorece a formação de nuvens sobre o oeste e sul de Mato Grosso do Sul, onde volta a chover no início da semana. As temperaturas ficam mais amenas.

A terça-feira será de alerta para tempestades em Mato Grosso do Sul e no sul de Goiás, com chance de granizo e ventos acima de 100 km/h. Os acumulados devem variar entre 15 e 20 mm, o que não inviabiliza as operações em campo, mas exige atenção.

No centro-norte de Goiás e em Mato Grosso, o tempo segue firme, com máximas entre 36 ºC e 37 ºC, especialmente no norte goiano e nordeste mato-grossense.

Nordeste

Chove de forma moderada no sul da Bahia, com risco de temporais entre Sergipe e Alagoas, inclusive nas capitais. O litoral do Maranhão também pode registrar chuva forte em vários momentos.

No interior da região, o ar segue seco e quente. Os menores índices de umidade são esperados no sul do Piauí e norte da Bahia. A faixa leste dos estados da Bahia, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Paraíba e Rio Grande do Norte deve registrar acumulados de 10 a 20 mm, mantendo boas condições de umidade do ar.

No oeste da Bahia, o tempo seco favorece o avanço da colheita do algodão. Maranhão, Piauí e Ceará também seguem com tempo firme, o que contribui para a continuidade dos trabalhos no campo.

Norte

A previsão indica sol entre nuvens e pancadas de chuva no norte do Amazonas, noroeste e litoral do Pará, Roraima e Amapá. Os volumes variam de moderados a fortes.

Na região sul da Amazônia, o tempo permanece seco. Os acumulados no centro-norte do Amazonas e do Pará devem chegar a 50 mm, garantindo boa umidade do solo.

Atenção para volumes superiores a 100 mm no extremo norte do Amazonas, Roraima e Amapá, que podem prejudicar o escoamento da produção e danificar rodovias.

No Acre, Rondônia e Tocantins, o tempo segue quente e seco, com restrição hídrica para as lavouras de milho segunda safra, especialmente em Tocantins. Por outro lado, a colheita do café avança sem impedimentos no Acre e em Rondônia.



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Vem aí ‘PEC Nordeste 2025’, que promete impulsionar o agro no Ceará



Contagem regressiva para PEC Nordeste 2025, que acontece de 5 a 7 de junho, no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza. O evento pretende movimentar negócios, gerar conhecimento e fortalecer o agronegócio nordestino.

“Para esta edição, esperamos movimentar R$ 150 milhões em negócios e receber um público de 100 mil pessoas”, diz Amílcar Silveira, presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Ceará (Faec).

O PEC Nordeste 2025 é uma realização do Sistema Faec/Senar, em parceria com o Sebrae/CE.

“Este não será apenas o maior PEC Nordeste da história, será o maior evento já realizado no Centro de Eventos do Ceará — e, certamente, um dos maiores indoor do Brasil. É a maior demonstração da força do agro”, afirma Silveira.

A programação traz muito conteúdo, com capacitação e inovação, palestras, oficinas e mesas-redondas que abrangem 16 segmentos do agro, como agroindústria, apicultura e meliponicultura, aquicultura e pesca, avicultura caipira e industrial, bovinocultura de corte e de leite, entre outros. Além disso, haverá o segmento PET.

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E a programação não para por aí, não! O evento, contará também com o Hackathon Agrotech Inova, maratona de desenvolvimento de soluções inovadoras e tecnológicas voltada para os desafios do agronegócio no Estado do Ceará e o Concurso Leiteiro, considerado o maior do Brasil, com 100 vacas leiteiras produzindo 4 mil litros de leite por dia.

 A competição será realizada no estacionamento do Centro de Eventos, que passará por adaptações para abrigar a atividade, recebendo produtores de vários estados do Nordeste. Além disso, haverá espaços tradicionais como a Expocamarão e o Mundo Somoscoop – voltado à agricultura familiar.

Serviço

  • PEC Nordeste 2025
  •  Datas: 5, 6 e 7 de junho de 2025
  •  Local: Centro de Eventos do Ceará – Fortaleza (CE)
  •  Entrada: Gratuita



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Governo publica decreto com contenção de R$ 31,3 bi; PAC e emendas são mais afetados



Uma das principais vitrines do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), foi um dos mais afetados pela contenção de R$ 31,3 bilhões no Orçamento, com um congelamento de R$ 7,6 bilhões em recursos. As emendas parlamentares tiveram uma contenção de R$ 7,1 bilhões.

O detalhamento do bloqueio – de R$ 10,6 bilhões – e do contingenciamento – de R$ 20,7 bilhões – foi publicado na noite desta sexta-feira (30), pelo governo em edição extra do Diário Oficial da União (DOU).

De acordo com o documento, o PAC sofreu um contingenciamento de R$ 5,04 bilhões e um bloqueio de R$ 2,6 bilhões. Já as emendas tiveram R$ 4,7 bilhões contingenciados e R$ 2,4 bilhões bloqueados.

Qual a diferença entre bloqueio e contingenciamento?

No contingenciamento, o governo congela despesas quando há frustração de receitas, a fim de cumprir a meta fiscal (saldo entre receitas e despesas, sem contar os juros da dívida). Para este ano e para 2025, a meta é de zerar o déficit das contas públicas.

Já o bloqueio é realizado para cumprir o limite de despesas do arcabouço fiscal. Assim, quando há aumento de gastos obrigatórios (como aposentarias, por exemplo), o governo bloqueia despesas não obrigatórias (como custeio e investimentos) para compensar.<

Segundo o decreto, além do PAC e das emendas, ministérios foram afetados pela contenção de despesas. As maiores reduções:

  • Ministério das Cidades: R$ 4,29 bilhões
  • Defesa: R$ 2,59 bilhões
  • Saúde: R$ 2,36 bilhões
  • Desenvolvimento Social: R$ 2,12 bilhões
  • Transportes: R$ 1,49 bilhão
  • Fazenda: R$ 1,41 bilhão
  • Integração e do Desenvolvimento Regional: R$ 1,3 bilhão.

O Ministério da Educação não foi alvo de cortes e teve seu orçamento preservado.

De acordo com o Planejamento, os órgãos e ministérios atingidos terão até a próxima sexta-feira (6) para indicar as programações e as ações a serem bloqueadas.<

No âmbito das emendas parlamentares, o processo e o prazo são específicos, já que envolvem consulta ao Poder Legislativo. “Dessa forma, a distribuição da contenção de emendas constante do Decreto poderá ser modificada, a depender da priorização do Legislativo”, diz a pasta.

A contenção total, de R$ 31,3 bilhões, foi anunciada pelo governo na semana passada. O bloqueio de R$ 10,6 bilhões foi motivado pelo aumento das despesas obrigatórias, enquanto o contingenciamento, de R$ 20,7 bilhões, é destinado a garantir o cumprimento da meta de resultado primário.

Para este ano, o governo promete atingir a meta de resultado primário zero, mas há uma margem de tolerância que permite um déficit de R$ 31 bilhões – ou 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB).

Além das medidas de contenção, o governo atualizou as regras sobre a execução orçamentária para 2025, com maior limitação na liberação de recursos ao longo do ano.

O decreto determina, em anexo, três períodos para a limitação de empenhos (a decisão de limitar os gastos dos ministérios mês a mês é chamada de faseamento): até julho, até novembro e até dezembro. “O faseamento visa estabelecer ritmo de execução compatível com os ciclos posteriores de reavaliação das receitas e despesas”, diz o Ministério do Planejamento.

A medida representa uma restrição de R$ 92,2 bilhões até julho (considerando o faseamento de limites de empenho de R$ 60,0 bilhões, mais a contenção de R$ 31,3 bilhões); e de R$ 50,9 bilhões até novembro (considerando o faseamento de limites de empenho de R$ 19,5 bilhões, mais a contenção de R$ 31,3 bilhões). Em dezembro, o faseamento deixa de ter efeito, restando apenas o valor integral da contenção.



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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Açúcar recua novamente nesta 6ª feira (16) e acumula perdas acima de 1% na…


Os preços do açúcar fecharam esta sexta-feira (16) com perdas moderadas nas bolsas de Nova Iorque e Londres, influenciadas por uma perspectiva de recuperação da oferta global. Com isso, as cotações ampliaram as baixas das últimas sessões e encerraram esta semana com um acumulado negativo, registrando um recuo acima de 1% entre os principais contratos. 

Nesta sexta-feira, o contrato julho/25 de Nova Iorque teve baixa de 0,15 cents (0,85%) e ficou cotado em 17,52 cents/lbp. O outubro/25 recuou para 17,69 cents/lbp, com variação negativa de 0,14 cents (0,79%). O março/26 caiu 0,15 cents (0,82%) e passou a valer 18,07 cents/lbp. O maio/26 perdeu 0,14 cents (0,80%) e ficou cotado em 17,42 cents/lbp. 

Considerando a variação semana, o contrato julho/25 de Nova Iorque teve uma redução de 1,46%, o outubro/25 caiu 1,28%, o março/26 teve um recuo de 1,09% e o maio/25 apresentou uma diminuição de 0,85%.

Em Londres, o agosto/25 teve redução de 290 pontos (0,59%) e fechou negociado em US$ 490,10/tonelada. O outubro/25 ficou cotado em US$ 486,80/tonelada, recuo de 0,51%. O dezembro/25 caiu 200 pontos (0,41%) e foi a US$ 486,50/tonelada. O março/26 encerrou o dia precificado em US$ 489,50/tonelada, perda de 180 pontos (0,37%). 

Na variação semana do açúcar branco em Londres, o agosto/25 teve uma perda de 1,96%, o outubro/25 caiu 1,10%, o dezembro/25 teve redução de 0,81% e o março/25 contabilizou uma queda de 0,73%. 

“Os preços do açúcar caíram para as mínimas de uma semana, devido às expectativas de um superávit global de açúcar. Na quarta-feira, a consultoria Datagro projetou um superávit global de açúcar em 2025/26 de +1,53 milhões de toneladas, recuperando-se acentuadamente do déficit global de açúcar de -4,67 milhões de toneladas em 2024/25. Enquanto isso, a StoneX projeta um superávit global de açúcar de +3,74 milhões de toneladas em 2025/26”, destaca o Barchart em análise desta sexta.

“Sinais de aumento da produção global de açúcar são negativos para os preços. Na última terça-feira, o Serviço Agrícola Estrangeiro (FAS) do USDA previu que a produção de açúcar da Índia em 2025/26 aumentaria +26% a/a, para 35 milhões de toneladas, citando chuvas de monções favoráveis e o aumento da área plantada de açúcar”, acrescenta o portal.





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Plano Safra deve ter mais recursos, mas com acesso mais restrito



A disponibilidade de recursos no Plano Safra deve aumentar. A expectativa vem após resolução aprovada recentemente pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que eleva os percentuais obrigatórios de direcionamento dos depósitos bancários para o financiamento rural, de 30% para 31,5%.

A medida é apontada como uma tentativa do governo de ampliar a oferta de recursos no próximo Plano Safra 2025/2026.

Segundo o diretor financeiro da Plantae Agrocrédito, Paulo Ricardo Miralha Sampaio, as exigibilidades são fundamentais para tornar o Plano Safra mais robusto. “O governo determina em que área e percentual os bancos devem aplicar parte dos recursos captados junto ao mercado. No caso do crédito rural, esse direcionamento é essencial para garantir o financiamento da produção agropecuária”, afirma.

Além do aumento percentual, o CMN também determinou outras mudanças importantes: as cooperativas de crédito passam a ser responsáveis pelo controle do fluxo e cumprimento das exigibilidades das filiadas, o que, na avaliação de Sampaio, deve facilitar a operação. A medida será implementada de forma gradual, ao longo de quatro anos.

Mais crédito, mas menor acesso

Com o aumento das exigibilidades, a expectativa é que mais recursos sejam destinados ao crédito rural, ampliando a oferta de financiamento aos produtores. No entanto, o especialista alerta: “Devido aos elevados níveis de inadimplência no setor, as instituições financeiras devem adotar critérios mais rigorosos na concessão desses créditos. Isso pode restringir o acesso, tornando o processo de seleção mais seletivo para os produtores que buscam financiamento”.

O cenário econômico também é um fator de preocupação. A taxa Selic elevada e as dificuldades fiscais do governo federal limitam a capacidade do Tesouro Nacional de realizar a equalização das taxas de juros. Para Sampaio, essas medidas, embora importantes, não são suficientes para garantir o financiamento necessário ao setor agropecuário. “O ambiente será desafiador para o custo do crédito rural no próximo Plano Safra”, afirma.

Estratégia é o caminho

A partir de julho de 2025, quando começa o novo ciclo agropecuário, a recomendação do especialista é que o produtor rural adote estratégias para minimizar riscos. “O ideal é buscar parcerias com tradings ou agroindústrias que possam ajudar no custeio dos insumos, além de fazer hedge de parte da produção, garantindo um preço justo para ambos os lados. 

Também é fundamental reduzir ao máximo os custos e manter uma abordagem prática e realista”, orienta Sampaio.



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Soja estagna no Brasil em maio e junho tem plantio dos EUA no radar; confira os dados de mercado



O mercado brasileiro de soja encerrou o mês de maio com poucas oscilações nos preços domésticos, em meio a um cenário de cautela entre os produtores e estabilidade nos principais indicadores. Segundo a consultoria Safras & Mercado, com a colheita já finalizada no Brasil, o foco agora se volta para o plantio nos Estados Unidos, que deve dominar o cenário de junho.

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Preços de soja pelo Brasil

Ao longo de maio, a saca de 60 quilos de soja manteve-se praticamente estável em diversas praças. Em Passo Fundo (RS), abriu e fechou o mês em R$ 128,00. Em Cascavel (PR), houve leve recuo de R$ 129,00 para R$ 128,00. Já em Rondonópolis (MT), o preço caiu de R$ 116,00 para R$ 115,00. No Porto de Paranaguá (PR), o valor permaneceu firme em R$ 134,00.

Chicago

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos com vencimento em julho subiram 0,55% no mês, sendo cotados a US$ 10,50 1/4 por bushel na manhã desta sexta-feira. A valorização modesta ocorreu mesmo diante de fundamentos negativos, com os preços resistindo a uma queda mais acentuada.

Apesar da estabilidade, o avanço sólido do plantio nos EUA e a ausência de riscos climáticos relevantes no momento limitam qualquer reação de alta mais consistente. As previsões atuais apontam para uma boa safra americana, o que aumenta a pressão sobre as cotações globais.

EUA e China

Outro fator que pesa sobre o mercado é a demanda, que continua enfraquecida. A política tarifária incerta do ex-presidente Donald Trump gera insegurança, mesmo com uma trégua recente entre Estados Unidos e China. Com isso, o Brasil mantém-se como a principal origem das importações chinesas de soja, especialmente pela ampla oferta e condições de exportação mais competitivas.

O câmbio também não colaborou com o mercado interno. Apesar de alguns repiques pontuais, o dólar comercial acumulou leve desvalorização de 0,14% no mês, cotado a R$ 5,6673 na manhã desta sexta. A expectativa é de que a moeda americana permaneça nesses patamares nos próximos meses, com atenção especial ao fluxo de capital estrangeiro – que pode se intensificar diante das tarifas americanas, e à delicada situação fiscal do Brasil.

Para junho, os olhos do mercado estarão voltados para o desenvolvimento das lavouras americanas e, especialmente, para o relatório de área plantada nos Estados Unidos, previsto para o dia 30. Os próximos dias serão decisivos para a direção do mercado global de soja.



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STF inicia julgamento de lei de MT que confronta Moratória da Soja



O Supremo Tribunal Federal (STF) deu início nesta sexta-feira, 30 de maio, ao julgamento virtual da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 7774), que questiona a constitucionalidade da Lei nº 12.709/2024, do estado de Mato Grosso. A norma proíbe a concessão de benefícios fiscais e a doação de terrenos públicos a empresas que aderem a compromissos ambientais como a Moratória da Soja.

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O relator do caso, ministro Flávio Dino, havia inicialmente suspendido a lei em dezembro de 2024, por entender que ela violava o princípio do livre comércio. No entanto, em abril deste ano, ele reviu sua decisão e restabeleceu os efeitos da norma. Agora, os demais ministros do STF decidirão se acompanham ou não o novo entendimento do relator. O julgamento será realizado no plenário virtual até o dia 6 de junho.

A Moratória da Soja é um acordo voluntário firmado em 2006 entre indústrias, exportadores, governo e sociedade civil, que proíbe a compra de soja cultivada em áreas desmatadas da Amazônia após 22 de julho de 2008, data de referência do Código Florestal Brasileiro.

Conciliação referente à Moratória da Soja

Inicialmente, o julgamento estava previsto para fevereiro deste ano, mas foi adiado a pedido do governo de Mato Grosso, que solicitou uma audiência de conciliação. A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) apoiava a iniciativa. No entanto, os partidos autores da ação rejeitaram o pedido, alegando que o objetivo central do processo é a constitucionalidade da lei estadual, e não a renegociação do acordo ambiental.

A lei tem apoio de entidades do setor produtivo, como a Associação Brasileira dos Produtores de Soja de Mato Grosso (Aprosoja-MT), que afirma que a Moratória da Soja prejudica cerca de 4,2 mil produtores no estado. Segundo a associação, o acordo restringe o uso produtivo de aproximadamente 1,8 milhão de hectares, representando uma perda potencial de até R$ 60 bilhões em receitas para o Mato Grosso.



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AgroNewsPolítica & Agro

Triunfe® é o grande destaque da Vittia na 50ª Expocitros


A 50ª Expocitros, maior feira citrícola da América Latina, que acontece entre os dias 03 e 06 de junho, em Cordeirópolis/SP, será palco de mais uma ação do calendário de lançamentos da Vittia. A empresa brasileira de defesa e nutrição especial para as diversas culturas do agronegócio brasileiro, apresentará sua mais recente inovação: Triunfe®, um produto desenvolvido para potencializar a proteção ao cancro cítrico e aumentar a produtividade em citros.

Composto por minerais essenciais para as lavouras, Triunfe® traz uma formulação exclusiva que combina cobre e enxofre, garantindo uma tripla ação: protetora, curativa e erradicante. Segundo Edgar Zanotto, Diretor de Marketing da Vittia, a estabilidade da formulação e o processo exclusivo de desenvolvimento resultam em partículas ultrafinas que proporcionam maior persistência nas folhas e excelente rendimento operacional, não entupindo bicos e facilitando a aplicação nos pomares.

Além do papel essencial na nutrição, o enxofre e o cobre desempenham funções fundamentais na eliminação de doenças: enquanto o enxofre interfere nas atividades metabólicas de fungos e bactérias, o cobre age diretamente na membrana dos microrganismos, promovendo o extravasamento celular. O produto se destaca por sua total compatibilidade com os defensivos biológicos da Vittia, fortalecendo o manejo integrado e reafirmando o compromisso da empresa com a sustentabilidade, a produtividade e o cuidado com as lavouras, a terra e as pessoas.

“A prioridade da Vittia é desenvolver soluções eficazes e seguras, que efetivamente contribuam para o aumento da produtividade no campo. Com Triunfe®, colocamos à disposição dos agricultores um multissítio moderno, eficaz e altamente seguro contra o cancro cítrico. Nos orgulhamos de oferecer essa tecnologia, contribuindo para o sucesso da agricultura brasileira e da produção de alimentos”, assinala Edgar Zanotto.

Os produtos Vittia são desenvolvidos por uma equipe de 70 pesquisadores em uma ampla estrutura dedicada à área P&DI (Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação) que ocupam o Centro de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (CPD&I) José Plinio Romanini, com mais de 1,5 mil m² composto por laboratórios e casa de vegetação. Esse trabalho é um importante diferencial pois certifica a eficiência dos microrganismos, tanto para o controle de pragas, quanto para o controle de doenças em plantas.

Com esse lançamento, a Vittia reforça sua posição como referência em inovação e tecnologia para a agricultura brasileira, proporcionando soluções que fazem a diferença no campo. O compromisso da empresa com a ética e a integridade também lhe rendeu o prestigiado Selo Agro+ Integridade, concedido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Meio Ambiente.

SERVIÇO

VITTIA | 50ª Expocitros 

Data: de 03 a 06 de junho de 2025

Horário: das 8h às 18h

 





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CNA divulga análise do PIB



A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) divulgou, por meio de Comunicado Técnico, uma análise sobre os resultados do Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre de 2025, publicados pelo IBGE.

O setor agropecuário foi o principal destaque do período, com crescimento expressivo de 12,2% em relação ao quarto trimestre de 2024. De acordo com a CNA, esse desempenho teve forte impacto no avanço do PIB nacional, que cresceu 1,4% nos primeiros três meses do ano.

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Com o expressivo desempenho no primeiro trimestre, a participação da agropecuária no Produto Interno Bruto (PIB) total do país passou de 6,7% para 7,4%. Segundo a CNA, o crescimento foi impulsionado principalmente pela colheita das culturas de verão, com destaque para a soja (1ª safra) e o milho (1ª e 2ª safras), favorecidas por condições climáticas positivas e pelos investimentos feitos pelos produtores rurais nos últimos ciclos.

O cenário reforça a importância do setor agropecuário como motor da economia brasileira, especialmente em momentos de instabilidade. No entanto, apesar do resultado positivo, a CNA faz um alerta para os desafios futuros. De acordo com a entidade, “esse mesmo nível de investimento pode não se repetir na próxima safra, diante do elevado custo do financiamento produtivo, somado à instabilidade econômica e política, impulsionada por incertezas globais”.

Nesse contexto, a Confederação destaca a necessidade urgente de políticas públicas estruturantes e permanentes, voltadas para o fortalecimento da produção agropecuária. Entre as prioridades estão o acesso facilitado ao crédito rural, com taxas de juros compatíveis com a realidade do campo, e o fortalecimento de instrumentos de gestão de risco, como seguros agrícolas e programas de apoio à renda, considerados essenciais para garantir a continuidade, a resiliência e a sustentabilidade da atividade produtiva no país.



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Abelha invasora começa a ser monitorada na fronteira gaúcha


O Departamento de Diagnóstico e Pesquisa Agropecuária (DDPA) busca verificar a possível presença da abelha mamangava europeia invasora (Bombus terrestris) em áreas de fronteira entre Brasil e Uruguai.

A espécie exótica, introduzida no Chile para polinização, invadiu a Argentina e pode se espalhar para outros países sul-americanos, como apontou um estudo da Universidade de São Paulo (USP) em 2015.

Segundo o estudo, a espécie aparece entre as principais causas de perda de biodiversidade e extinção de outras espécies de abelhas nativas, juntamente com as mudanças climáticas e perda de habitats.

A pesquisa do DDPA, coordenada por Sidia Witter, pretende elaborar uma lista com as plantas utilizadas como recursos alimentares pelas espécies de mamangavas nativas do Pampa, além de fornecer subsídios para a conservação destas abelhas.

Captura das mamangavas

O projeto, intitulado “Status das espécies de mamangavas nativas (Bombus) em áreas suscetíveis à invasão de Bombus terrestris na fronteira Brasil-Uruguai”, vai avaliar três áreas em diferentes municípios de fronteira, entre eles Aceguá, Pedras Altas e Santa Vitória do Palmar, as três no Rio Grande do Sul.

“Em cada ponto, abelhas mamangavas serão capturadas durante suas visitas às flores ao longo de um dia a cada dois meses durante um ano. As plantas utilizadas como recursos alimentares também serão coletadas e identificadas”, explica Witter.

Na estação de Hulha Negra localizada no Centro Estadual de Pesquisa e Diagnóstico em Sistemas de Produção e Meteorologia Aplicada (Cesimet) será implantada uma área com espécies de leguminosas reconhecidas como plantas com flores que apresentam atratividade para mamangavas.

Os arranjos de cultivos serão estabelecidos de forma que sejam mantidas plantas florescendo em diferentes períodos do ano para obter dados de abundância e riqueza das abelhas.

Abelhas são fundamentais, mas…

Abelha MamangavaAbelha Mamangava
Foto: Divulgação

As abelhas desempenham um papel crucial na polinização, mas a mamangava invasora, apesar de ser boa polinizadora, compete com espécies nativas e causa impactos negativos, como redução da produção de mel, transmissão de doenças e competição por recursos alimentares com as mamangavas nativas, podendo até levar a extinção de espécies nativas.

Se encontrada em território brasileiro essa abelha não deve ser morta, mas sua presença deve ser comunicada ao Departamento de Diagnóstico e Pesquisa Agropecuária da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) pelo e-mail: [email protected]. É recomendado também fazer uma foto com a coordenada geográfica para o mesmo endereço de e-mail.

Caso seja encontrada em território brasileiro, essa abelha não deve ser morta, mas a presença precisa ser comunicada ao Departamento de Diagnóstico e Pesquisa Agropecuária da Seapi, pelo e-mail [email protected], com foto e coordenada geográfica.

*Sob supervisão de Victor Faverin



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