domingo, maio 24, 2026

Autor: Redação

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Avanço da safrinha e pressiona mercado de milho



No Mato Grosso, as chuvas de maio foram decisivas



No Mato Grosso, as chuvas de maio foram decisivas
No Mato Grosso, as chuvas de maio foram decisivas – Foto: USDA

A AgResource Brasil revisou nesta terça-feira (03/06) suas projeções para as safras 2024/25, destacando um avanço expressivo na produtividade do milho safrinha. Segundo o relatório de junho, a produção total de milho no Brasil deve atingir 134,55 milhões de toneladas, um aumento de 8,35 milhões (+6,62%) em relação à estimativa anterior. O principal destaque é a 2ª safra, que subiu de 99,27 para 105,55 milhões de toneladas, impulsionada pelas boas condições climáticas em Mato Grosso e Paraná.

No Mato Grosso, as chuvas de maio foram decisivas para reverter parte dos impactos do estresse hídrico no início do ciclo, permitindo produtividades acima de 117 sacas por hectare. Já no Paraná, o risco recente de geadas foi superado sem danos relevantes, o que consolidou o viés altista da revisão.

Por outro lado, a consultoria afirma que a produção de soja foi mantida em 171,03 milhões de toneladas. O foco segue nas exportações, que somaram 67,12 milhões de toneladas até o fim de maio, alta de 12,9% frente ao mesmo período de 2024. Apenas na última semana de maio, foram embarcadas 2,92 milhões, com expectativa de fechar o mês entre 14,25 e 14,50 milhões de toneladas.

Apesar desse dito avanço produtivo, a AgResource alerta para o cenário de pressão nos preços do milho. A combinação de oferta elevada, câmbio enfraquecido e demanda interna e externa mais lenta tende a gerar um ambiente de acomodação no mercado. Já a soja segue com fundamentos sólidos, sustentada pela forte demanda chinesa e pelo bom desempenho logístico dos portos localizados no Brasil.

 





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Soja sobe em Chicago: Veja o motivo


Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) encerraram esta quinta-feira em alta, impulsionados por um telefonema entre os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da China, Xi Jinping. Segundo a mídia chinesa, a conversa, solicitada por Trump, reacendeu esperanças de reaproximação comercial entre os dois países, o que animou os mercados agrícolas globais.

O contrato de julho da soja, referência para a safra brasileira, subiu 0,65%, ou 6,75 centavos de dólar por bushel, para US$ 1051,75. Já o contrato de agosto teve alta de 0,77%, ou 7,75 centavos, e fechou cotado a US$ 1046,75. No complexo soja, o farelo permaneceu estável em US$ 297,1 por tonelada curta, enquanto o óleo de soja recuou 0,34%, encerrando a sessão em US$ 46,65 por libra-peso.

A valorização da soja reflete o alívio temporário nas tensões comerciais. No mês anterior, EUA e China já haviam acordado uma trégua tarifária, com os americanos reduzindo taxas de 145% para 30% sobre diversos produtos chineses. A nova conversa, segundo Trump, foi “excelente” e durou cerca de uma hora e meia.

Apesar do otimismo, o mercado segue cauteloso quanto a um possível acordo antes da colheita norte-americana. De acordo com o USDA, as vendas semanais aumentaram 33% em relação à semana anterior, mas ainda estão 30% abaixo da média das últimas quatro semanas. As vendas da nova safra seguem fracas, com apenas 3.500 toneladas comercializadas, contra 32.800 na semana passada.

Além disso, a abundante oferta da América do Sul também pesa sobre os preços. No Brasil, a safra está plenamente disponível, enquanto na Argentina a Bolsa de Cereais de Buenos Aires (BCBA) informou que a colheita de soja já atingiu 88,7% da área plantada.





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Comercialização de soja segue restrita


A comercialização da soja segue restrita no estado do Rio Grande do Sul, segundo informações da TF Agroeconômica. “Indicações no porto, para entrega maio e pagamento 17/06 na casa de R$ 135,80. No interior os preços de fábricas seguiram o balizamento de cada praça. R$ 131,00 Cruz Alta – Pgto. 04/07 – para fábrica R$ 131,00 Passo Fundo – Pgto. começo de julho R$ 131,00 Ijuí – Pgto. 04/07 – para fábrica R$ 131,00 Santa Rosa / São Luiz – Pgto. começo de julho. Preços de pedra, em Panambi, subiram para R$ 119,00”, comenta.

Santa Catarina mantém estabilidade na soja, mas enfrenta desafios logísticos. “Em Santa Catarina, as cotações da soja seguiram estáveis em 5 de junho, refletindo o comportamento cauteloso dos produtores, em linha com a tendência nacional. A comercialização caminha em ritmo lento, com os vendedores aguardando melhores condições de mercado antes de fechar novos negócios. No porto de São Francisco, a saca de soja é cotada a R$ 133,00”, completa.

Comercialização segue cautelosa no Paraná, apesar dos recordes na exportação de soja. “Em Paranaguá, o preço chegou a R$ 133,69, marcando alta de 0,24%. Em Cascavel, o preço foi 115,47(-3,53%). Em Maringá, o preço foi de R$ 122,37. Em Ponta Grossa o preço foi a R$ 123,31(-0,14%) por saca FOB, Pato Branco o preço foi R$133,99(-0,42%). No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 130,00”, indica.

Mato Grosso do Sul enfrenta desafios logísticos e estruturais. “Ainda assim, o déficit estrutural enfrentado em nível nacional também impacta o estado, criando gargalos no escoamento e elevando os custos operacionais para produtores, especialmente os mais afastados dos principais polos logísticos. Em Dourados, o spot da soja ficou em R$119,05 (+0,04%), Campo Grande a R$119,05(+0,04%), Maracaju a R$119,00, Chapadão do Sul a R$112,73(0,02%), Sidrolândia a R$119,00”, informa.

O mercado do Mato Grosso está entre o sucesso produtivo e os desafios logísticos para a próxima safra. “Campo Verde: R$ 116,44(+1,73%). Lucas do Rio Verde: R$ 109,66 (+0,46%), Nova Mutum: R$ 109,66(+0,46%). Primavera do Leste: R$ 116,44(+1,73%). Rondonópolis: R$ 116,44(+1,73%). Sorriso: R$ 109,66(+0,46%)”, conclui.

 





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B3 e Chicago mantêm alta no milho


Segundo a TF Agroeconômica, o milho na B3 encerrou a quinta-feira com valorização pelo terceiro dia seguido, impulsionado pelas cotações em alta na Bolsa de Chicago (CBOT). Mesmo com a queda do dólar, que já acumula perdas de 2,32% desde o início da semana, os contratos futuros de milho avançaram, indicando a força do movimento internacional. 

O vencimento julho/25 fechou em R$ 64,37, com alta diária de R$ 0,37 e semanal de R$ 1,65. Já o contrato julho/26 encerrou a R$ 65,38, subindo R$ 0,10 no dia e R$ 1,66 na semana. O vencimento setembro/25 alcançou R$ 68,95, com ganho de R$ 0,37 no dia e de R$ 1,41 na semana.

Em Chicago, os preços também subiram, segundo as informações, refletindo a preocupação com o atraso no plantio da safra 2024 nos Estados Unidos. O contrato julho subiu 0,17%, fechando em US$ 4,3950 por bushel, enquanto o contrato setembro avançou 0,86%, para US$ 4,3150 por bushel. A lentidão no ritmo do plantio em regiões como Ohio pode levar produtores a optar pela cobertura de solo no lugar do milho, o que contribui para a valorização dos futuros, especialmente os de dezembro, que atingiram o maior patamar em mais de duas semanas.

Apesar do cenário altista, a valorização do real frente ao dólar vem reduzindo a competitividade do milho brasileiro no mercado externo. Esse movimento já começa a se refletir nos prêmios de exportação para setembro, justamente quando a safrinha estará totalmente disponível para embarque. O mercado segue atento ao câmbio e às condições climáticas nos EUA, fatores determinantes para a tendência dos preços nos próximos dias.

 





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Mercado de milho segue travado no Sul e Centro-Oeste


Segundo informações da TF Agroeconômica, o mercado de milho segue estagnado em várias regiões do país, com destaque para o Rio Grande do Sul, onde a liquidez continua baixa. Os produtores mantêm o cereal estocado, aguardando preços mais atrativos, enquanto a indústria de rações enfrenta dificuldades de abastecimento. Mesmo com pequenas liberações por parte de cooperativas, a oferta voltou a cair, e as indicações de compra permanecem estáveis entre R$ 66,00 e R$ 69,00 em municípios como Santa Rosa, Marau e Montenegro.

Em Santa Catarina, apesar de uma safra recorde, o mercado também está travado pela falta de consenso entre produtores e compradores. Os preços pedidos no Planalto Norte e Campos Novos chegam a R$ 85,00/saca, enquanto as ofertas não ultrapassam R$ 80,00. A colheita avança com produtividade histórica de 9.717 kg/ha e previsão de 2,4 milhões de toneladas, mas a distância entre os preços ainda impede retomada nos negócios.

No Paraná, a safrinha começa lentamente, com apenas 3% colhida. O milho disponível tem sido ofertado entre R$ 76,00 e R$ 80,00 nos Campos Gerais, mas a umidade elevada dificulta os trabalhos no campo. A estimativa de produção é de 16,15 milhões de toneladas, podendo alcançar novo recorde estadual. Apesar disso, o mercado continua em compasso de espera, com poucos negócios fechados.

Já no Mato Grosso do Sul, a comercialização segue travada, com a saca cotada entre R$ 53,00 e R$ 57,00. A oferta é limitada e compradores aguardam avanço da colheita, prevista para julho. Problemas pontuais como falhas no estande, pragas e estresse hídrico afetam parte das lavouras, especialmente no sul do estado. Ainda assim, a produção projetada é de 10,2 milhões de toneladas, um aumento de 20,6% em relação ao ciclo anterior.

 





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Uso de bioinsumos e rastreabilidade agropecuária foram destaques do GAFFFF 2025



Carne, muita música, tecnologia, inovação e três painéis simultâneos. Essa foi a tônica do Global Agribusiness Forum (GAFFFF 2025), em São Paulo, que aconteceu entre quinta e sexta-feira (5 e 6) e colocou a sustentabilidade no campo no centro dos debates.

Assim, lançamentos, como a chegada do primeiro bionematicida ao Brasil e a adoção de bioinsumos no país, que cresceu 13% na safra 2024/25, com destaque para o uso na cultura da soja, ganharam destaque.

Mato Grosso lidera a adoção destes produtos provenientes de matéria-prima natural, com 34% do mercado. De acordo com o diretor-presidente da Croplife Brasil, Eduardo Leão, tais insumos, além do apelo sustentável, têm mostrado ganhos expressivos de produtividade a cada ano.

“Não por acaso, hoje 26% de todas as terras com produção no Brasil já utilizam, de alguma forma, esses produtos que controlam pragas, doenças e promovem o crescimento [das culturas].”

Ao contrário de outros países, o Brasil tem utilizado bioinsumos em produção de larga escala. Com o aumento dessa demanda, foi lançado recentemente e debatido no GAFFFF o projeto Bioinsumos do Brasil, que busca posicionar o país como referência global, fortalecendo o mercado e ampliando oportunidades de exportação.

“Iniciamos esse convênio com a Apex [Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos] e estamos com uma perspectiva muito positiva de ampliação das nossas exportações, que já ocorrem, mas que esperamos que cresçam bastante nos próximos anos”, ressalta Leão.

A temática também deve ser destaque na Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP 30), que acontece em novembro no Brasil. Em um painel especial no GAFFFF, o governador do Pará, estado que vai sediar a cúpula do clima, Helder Barbalho, falou sobre a preparação para o evento.

Além disso, destacou a importância de conciliar a produção de alimentos com sustentabilidade e apresentou os avanços na rastreabilidade individual do rebanho bovino, medida já adotada no Pará.

“Nós precisamos conciliar produção de alimento com sustentabilidade e a pecuária do estado deve, a partir da integridade produtiva com rastreabilidade individual, garantir que possamos saber a origem da pecuária desde o nascimento até o abate, o que garante para quem consome saber o que está consumindo, sua origem, e quem produz, a indústria da carne, compreender que a sua cadeia produtiva está dentro da legalidade ambiental”, diz o governador.

Segundo ele, o foco central do estado é financiar e apoiar o pequeno produtor, aqueles que tenham até 100 hectares de propriedade, para o atendimento a essas metas.



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Preço da Cesta Básica cai em maio, mas tem alta no acumulado do ano


O preço da cesta básica de alimentos diminuiu em 15 capitais do país no mês de maio, em comparação a abril. As maiores quedas foram registradas no Recife (-2,56%), em Belo Horizonte (-2,50%) e Fortaleza (-2,42%). As duas altas foram registradas em Florianópolis (0,09%) e Belém (0,02%).

Os dados, divulgados nesta sexta-feira (6), são do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), que pesquisa mensalmente o preço da cesta de alimentos em 17 capitais.

São Paulo foi a capital em que o conjunto dos alimentos básicos apresentou o maior custo: R$ 896,15, seguida de Florianópolis (R$ 858,93), Rio de Janeiro (R$ 847,99) e Porto Alegre (R$ 819,05). Os menores valores foram registrados em Aracaju (R$ 579,54), Salvador (R$ 628,97), Recife (R$ 636,00) e João Pessoa (R$ 636,73).

Nas regiões Norte e Nordeste, a composição da cesta é diferente, geralmente com produtos mais baratos.

Comparando o preço da cesta básica de maio deste ano com a do mesmo mês de 2024, houve alta em 16 das 17 capitais pesquisadas, com variações que oscilaram entre 0,77%, em Natal, e 8,43%, em Vitória. Na capital sergipana, não houve variação.

Variação ao longo do ano

No acumulado dos cinco primeiros meses do ano (de janeiro a maio), o custo da cesta básica aumentou em todas as capitais pesquisadas, com taxas que oscilaram entre 2,48%, em Campo Grande, e 9,09%, em Belém.

São Paulo registrou a cesta mais cara em maio. Levando em consideração a determinação constitucional de que o salário mínimo deveria ser suficiente para suprir as despesas de uma família de quatro pessoas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o Dieese estimou que o valor do salário mínimo necessário, no quinto mês do ano, deveria ser de R$ 7.528,56 ou 4,96 vezes o mínimo reajustado em R$ 1.518.

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Foto: JBS Canada/divulgação

Em maio de 2025, o preço da carne de primeira subiu em 14 das 17 cidades pesquisadas, com destaque para Curitiba (alta de 3,91% em comparação a abril) e Florianópolis (2,68%).

Houve redução de preço em três cidades: São Paulo (-0,82%), Fortaleza (-0,65%) e Porto Alegre (-0,04%).

No acumulado de 12 meses, o preço da carne subiu em todas as 17 capitais pesquisadas. As elevações ficaram entre 7,43%, em Aracaju, e 28,86%, em Brasília.

O preço do quilo do café em pó aumentou em 16 capitais em maio, na comparação com o mês anterior. Destaque para as variações de Aracaju (10,70%), São Paulo (8,49%) e João Pessoa (7,98%).

Houve redução de valor em Goiânia (-1,71%). No acumulado de 12 meses, o preço do café apresentou alta em todas as 17 cidades pesquisadas. As elevações ficaram entre 75,5% (em São Paulo) e 127,89% (em Vitória).

O preço do arroz agulhinha caiu nas 17 capitais pesquisadas. As baixas variaram entre -12,91%, em Vitória, e -1,80%, em Belo Horizonte.

No acumulado de 12 meses, houve, também, diminuição do preço em todas as capitais pesquisadas, com variações entre -29,17%, em Vitória, e -3,57%, em São Paulo.

O preço do tomate também ficou menor nas 17 capitais da pesquisa. As quedas variaram entre -20,85%, em Belo Horizonte, e -1,64%, em Aracaju. No acumulado de 12 meses, apenas Vitória (11,41%) apresentou taxa positiva. Nas demais capitais, o valor caiu, com destaque para João Pessoa (-32,22%), Natal (-27,87%) e Recife (-25,33%).



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Como os preços da arroba do boi gordo encerraram a semana? Confira aqui



O mercado físico do boi gordo encerrou a semana com alta em seus preços. De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, a dificuldade na composição das escalas de abate explica o movimento.

“Isso acontece, em especial, quando se trata de animais jovens, com até 30 meses de idade. A oferta de fêmeas segue representativa, em especial de fêmeas com maior idade”, ressalta.

Segundo ele, exportações seguem em alto nível, com expectativa de mais um recorde de embarques para a atual temporada. “O Brasil continua como a melhor alternativa para o fornecimento global de carne bovina.”

Preços da arroba do boi

  • São Paulo: R$ 316,33 — ontem: R$ 315,08
  • Goiás: R$ 299,11 — anteriormente: R$ 294,11
  • Minas Gerais: R$ 300,29 — na quinta: R$ 297,35
  • Mato Grosso do Sul: R$ 313,52 — ontem: R$ 312,39
  • Mato Grosso: R$ 310,20 — anteriormente: R$ 306,76

Mercado atacadista

O mercado atacadista apresenta preços firmes para a carne bovina. “O ambiente de negócios ainda sugere por alguma alta dos preços no curto prazo, considerando a boa reposição entre atacado e varejo durante a primeira quinzena do mês, período pautado por maior apelo ao consumo”, destaca Iglesias.

Conforme o analista, o limitador para altas mais consistentes segue na situação das proteínas concorrentes, em especial da carne de frango, que possuem a preferência de grande parte da população.

O quarto traseiro segue no patamar de R$ 24,50 por quilo, o dianteiro ainda é cotado a R$ 19,50 e a ponta de agulha continua no patamar de R$ 18,50, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,29%, sendo negociado a R$ 5,5690 para venda e a R$ 5,5670 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5598 e a máxima de R$ 5,6173. Na semana, a moeda teve desvalorização de 2,64%.



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Apostar no trigo pode ser boa ideia


Segundo a TF Agroeconômica, a perspectiva de redução na próxima safra de trigo no Rio Grande do Sul, causada por uma queda de 60% na venda de sementes e consequente retração de 40% na área plantada, pode gerar uma valorização do grão no ciclo seguinte. Com isso, os produtores que nadarem contra a corrente e decidirem plantar poderão ser recompensados com preços mais altos, diante de uma possível escassez no mercado.

No curto prazo, o mercado gaúcho segue com negócios pontuais, em ritmo lento. Os preços variam entre R\$ 1.300,00 e R\$ 1.400,00 a tonelada, dependendo da proximidade dos moinhos. Estima-se que ainda restem entre 350 mil e 390 mil toneladas para negociação no estado. Já há ofertas da nova safra a R\$ 1.250,00 FOB, mas sem aceitação dos compradores. O preço de exportação para dezembro foi estimado em R\$ 1.330,00, enquanto na pedra, em Panambi, manteve-se em R\$ 70,00/saca.

Em Santa Catarina, a queda do dólar reduziu em R\$ 44,00 por tonelada o preço do trigo importado. Os negócios com a safra velha permanecem pontuais, com valores próximos a R\$ 1.400,00/t FOB. O plantio da nova safra ainda não avançou, pois a janela ideal não chegou, e a venda de sementes já caiu cerca de 20% em relação ao ano passado. Os preços pagos aos produtores seguem estáveis há várias semanas, com destaque para Xanxerê e Rio do Sul, ambos com R\$ 80,00/saca.

No Paraná, o mercado permanece travado, com vendedores pedindo R\$ 1.550,00/t FOB ou mais, e compradores ofertando até R\$ 1.500,00, com retirada em junho e pagamento em julho. Há ainda compradores interessados na nova safra a R\$ 1.400,00 para outubro e R\$ 1.350,00 para novembro, mas não há vendedores dispostos. Um estudo feito por cooperativa local indicou que é possível incentivar o plantio investindo menos: ao invés de tirar R\$ 3 milhões do caixa, a aplicação de apenas R\$ 800 mil no mercado futuro geraria o mesmo impacto. A média semanal do preço da pedra recuou 0,13% para R\$ 79,41/saca, com o lucro médio do triticultor estimado em 8,0%, segundo o Deral.

 





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Saiba as cotações de soja na primeira sexta-feira de junho



O mercado brasileiro de soja teve uma sexta-feira de preços mistos, com movimentações pontuais no físico e leve presença de negócios, tanto no interior quanto nos portos. De acordo com o consultor da Safras & Mercado, Rafael Silveira, os preços oscilaram ao longo do dia, com algumas praças registrando leve avanço, enquanto outras ajustaram para baixo no ritmo do comprador.

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A Bolsa de Chicago teve sessão volátil, mas encerrou com ganhos, apoiada por preocupações com o clima seco nos Estados Unidos e sinais positivos nas relações comerciais entre China e EUA. Por outro lado, o dólar caiu frente ao real, o que limitou a competitividade da soja brasileira. Apesar disso, os prêmios de exportação seguem firmes.

Os preços de soja pelo país

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 130,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 131,00
  • Porto de Rio Grande (RS): manteve em R$ 134,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 126,00 para R$ 129,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 132,00 para R$ 134,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 117,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 120,00 para R$ 120,50
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 121,00 para R$ 119,50

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam em alta nesta sexta-feira, ampliando os ganhos semanais. A combinação entre clima seco em áreas do cinturão produtor e sinais de retomada nas negociações comerciais entre China e Estados Unidos sustentou os preços.

O conselheiro econômico da Casa Branca, Peter Navarro, declarou que a conversa entre os presidentes Donald Trump e Xi Jinping foi produtiva e pode abrir caminho para uma nova reunião nos próximos dias, elevando o otimismo dos mercados.

Embora as chuvas recentes tenham melhorado a umidade em algumas regiões das Planícies do Sul e do Meio-Oeste dos EUA, a seca ainda persiste em áreas críticas como o centro-norte do Kansas, sudeste de Nebraska, Iowa, sul de Minnesota, norte de Illinois, norte de Indiana e oeste de Ohio. Essas condições podem prejudicar o desenvolvimento inicial das lavouras de soja e milho.

Contratos futuros

Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com alta de 5,50 centavos de dólar (0,52%), a US$ 10,57 1/4 por bushel. A posição novembro subiu 3,75 centavos (0,36%) e encerrou a US$ 10,37 por bushel.

Nos subprodutos, o farelo julho recuou US$ 1,40, a US$ 295,70 por tonelada. Já o óleo com vencimento em julho teve ganho de 0,85% (1,82%), a 47,50 centavos de dólar por libra-peso.

Dólar

O dólar comercial encerrou o dia em queda de 0,29%, cotado a R$ 5,5690 para venda. Ao longo da sessão, a moeda variou entre R$ 5,5598 e R$ 5,6173. Na semana, acumulou desvalorização de 2,64%.



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