domingo, maio 24, 2026

Autor: Redação

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o Brasil que acorda cedo e alimenta o mundo


Neste 1º de maio, Dia do Trabalho, é preciso voltar os olhos com respeito e orgulho para uma classe que, muitas vezes distante dos centros urbanos, cumpre silenciosamente uma missão essencial: alimentar o Brasil e o mundo. São os trabalhadores da agropecuária e da indústria agroalimentar, protagonistas de uma das maiores transformações econômicas da história nacional.

Há 70 anos, o Brasil era dependente da importação de alimentos básicos. Hoje, é um dos maiores exportadores do planeta. Essa virada histórica não aconteceu por acaso. Foi construída com suor, resiliência e uma disciplina quase poética: o campo acorda cedo — muito antes do sol nascer — para garantir que a mesa do brasileiro esteja farta e o mundo abastecido.

Atrás de cada safra de soja, de cada litro de leite, de cada corte de carne, há milhares de mãos calejadas que moldaram não apenas os frutos da terra, mas a própria imagem de um Brasil moderno e competitivo. É o esforço diário desses homens e mulheres do agro que sustenta cidades, movimenta portos, alimenta mercados e impulsiona o PIB nacional.

O trabalhador rural não conhece feriado quando a lavoura exige cuidado. A indústria que processa esses alimentos opera em ritmo intenso para garantir qualidade, abastecimento e inovação. Trata-se de um ecossistema que envolve o pequeno agricultor, o técnico agrícola, o operário da agroindústria, o caminhoneiro e tantos outros elos dessa cadeia vital.

Neste 1º de maio, temos, sim, o que comemorar. Celebrar o trabalhador da agropecuária é celebrar a superação de um país que saiu da insegurança alimentar para se tornar potência global do agronegócio. É reconhecer que os calos nas mãos de quem produz nosso alimento são marcas de uma contribuição inestimável para a saúde da humanidade.

Que este dia sirva não apenas para homenagens, mas também para renovar o compromisso com políticas públicas, infraestrutura e respeito a quem, do campo à indústria, faz do Brasil um celeiro para o mundo.

Miguel DaoudMiguel Daoud

Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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Véspera de feriado: preços de soja caíram ou aumentaram no Brasil?



O mercado brasileiro de soja teve uma quarta-feira (30), de preços fracos, com cotações estáveis a mais baixas na véspera do feriado. De acordo com Rafael Silveira, consultor da Safras & Mercado, o mercado apresentou pouquíssima movimentação, sem registro de negócios relevantes.

A queda nos contratos futuros na Bolsa de Chicago exerceu pressão, enquanto a alta do dólar limitou os impactos negativos. Os produtores continuam retraídos, enquanto compradores tentam impor preços menores, mas ainda superiores à paridade de exportação.

Soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): caiu de R$ 128,00 para R$ 127,00
  • Santa Rosa (RS): caiu de R$ 129,00 para R$ 128,00
  • Porto de Rio Grande (RS): caiu de R$ 134,00 para R$ 133,50
  • Cascavel (PR): caiu de R$ 129,00 para R$ 127,00
  • Porto de Paranaguá (PR): caiu de R$ 134,00 para R$ 132,00
  • Rondonópolis (MT): caiu de R$ 116,00 para R$ 115,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 118,50
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 115,00 para R$ 114,00

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) encerraram a quarta-feira em queda, reduzindo parte dos ganhos acumulados no mês de abril (1,58% na posição julho). O avanço do plantio nos Estados Unidos e a previsão de clima favorável para a colheita na Argentina influenciaram negativamente as cotações.

As incertezas em torno da guerra tarifária entre China e Estados Unidos seguem no radar, aumentando a percepção de possível desaquecimento da demanda por parte do maior comprador global de soja.

Além disso, a queda no PIB americano trouxe forte aversão ao risco nos mercados financeiros, pressionando também as commodities agrícolas. O petróleo teve forte recuo, e o dólar, mesmo em patamar ainda baixo, avançou frente a outras moedas.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com baixa de 6,25 centavos de dólar, ou 0,60%, a US$ 10,34 3/4 por bushel. A posição julho caiu 8,25 centavos, ou 0,76%, para US$ 10,44 1/2 por bushel.

Nos subprodutos, o farelo para julho recuou US$ 0,20 ou 0,06%, para US$ 298,00 por tonelada. O óleo com vencimento em julho fechou a 48,97 centavos de dólar por libra-peso, queda de 0,36 centavo ou 0,72%.

Câmbio

O dólar comercial fechou em alta de 0,78%, cotado a R$ 5,6750 na venda e R$ 5,6730 na compra. Ao longo do dia, a moeda oscilou entre a mínima de R$ 5,6053 e a máxima de R$ 5,6878. No acumulado de abril, o dólar registrou queda de 0,57%.



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Preços de boi gordo seguem em baixa; confira as cotações no país



O mercado físico de boi gordo mantém a tendência de queda, o que reflete o aumento da oferta de animais e as escalas de abate mais folgadas nos frigoríficos. Esse movimento está dentro da sazonalidade esperada para o segundo trimestre, quando a deterioração das pastagens dificulta a retenção dos animais no campo, ampliando a oferta.

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Os contratos futuros já indicam esse comportamento, projetando a continuidade do viés baixista. Ainda assim, a primeira quinzena de maio pode trazer algum alívio à pressão sobre os preços de boi gordo, sustentado por uma expectativa positiva de consumo interno, impulsionada pelo pagamento dos salários e pelo Dia das Mães, além de exportações em níveis elevados, segundo análise de Fernando Henrique Iglesias, da consultoria Safras & Mercado.

Preços do boi gordo no Brasil

  • São Paulo: R$ 321,33
  • Goiás: R$ 300,18
  • Minas Gerais: R$ 316,18
  • Mato Grosso do Sul: R$ 322,39
  • Mato Grosso: R$ 323,89

Atacado

No mercado atacadista, os preços seguem acomodados, mas a expectativa ainda é de alta ao longo da primeira quinzena de maio. A combinação do pagamento dos salários e do tradicional aumento de consumo relacionado ao Dia das Mães pode estimular as vendas de carne bovina neste início de mês.

O quarto traseiro segue cotado a R$ 25,00 por quilo. O quarto dianteiro permanece em R$ 20,50. Já a ponta de agulha está precificada em R$ 18,50 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial fechou a terça-feira em alta de 0,78%, cotado a R$ 5,6750 para venda e R$ 5,6730 para compra. No decorrer do dia do mercado de boi gordo, a moeda variou entre a mínima de R$ 5,6053 e a máxima de R$ 5,6878. No acumulado de abril, o dólar recuou 0,57%.



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AgroNewsPolítica & Agro

mercado físico segue com tendência de baixa



Clima e demanda pressionam milho segunda safra




Foto: Divulgação

O mercado físico do milho segunda safra apresenta tendência de baixa diante do cenário climático positivo e da demanda interna estabilizada. A avaliação é da Grão Direto e foi divulgada nesta quarta-feira (30).

“O clima com temperaturas amenas e chuvas regulares no Centro-Oeste favorece a fase de enchimento de grãos, o que reforça o potencial produtivo e começa a pressionar os preços para baixo”, afirmou o especialista da Grão Direto.

Do lado da demanda, a movimentação das usinas de etanol de milho e das processadoras de alimentos e rações também contribui para o arrefecimento do mercado. “Esses agentes já realizaram posições importantes para formação de estoques e agora aguardam a colheita, que se mostra promissora em volume”, explicou o analista.

Com negociações pontuais e sem novas pressões de compra, o volume de comercialização permanece reduzido. A análise indica que, enquanto as expectativas de produtividade elevada se confirmam e a demanda se mantém acomodada, a tendência é de continuidade na pressão de baixa no mercado físico ao longo da semana.





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Com R$ 2,6 bi do BNDES, investimento em armazenagem é o maior desde 2013



Os financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a armazenagem nos mais diversos ramos agropecuários do país alcançaram R$ 2,6 bilhões no atual ano-safra (2024/2025) e são os maiores da série histórica iniciada em 2013.

No âmbito do Programa de Construção e Ampliação de Armazéns (PCA), o valor já aprovado entre julho de 2024 e março de 2025 supera em 32% os investimentos feitos na safra anterior (2023/2024) e em 287% os realizados no ano safra 2022/2023. Somadas os valores aprovados para as safras 2023/2024 e 2024/2025, o montante de R$ 4,59 bilhões supera a soma das cinco safras desde 2018 (R$ 4,56 bilhões).

“O setor agropecuário nacional é fundamental para a economia do país. Com a aprovação de mais projetos que visam a ampliação da capacidade de armazenamento, colocamos em prática a determinação do governo do presidente Lula de fortalecer ainda mais a produção agrícola brasileira, além de modernizar e reformar essas estruturas, melhorando a gestão de estoques para o enfrentamento de sazonalidades”, disse o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante. 

Plano Safra 

No Plano Safra 2024/2025, o banco já aprovou R$ 29,7 bilhões em crédito e atendeu a solicitações de mais de 125 mil operações por meio de operações indiretas, realizadas pela rede de agentes financeiros credenciados. Esse modelo de operação permite uma distribuição descentralizada de recursos por todo o país, chegando a 93% dos municípios brasileiros, facilitando o desenvolvimento e a execução da política pública de apoio ao setor.



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Banco do Brasil supera estimativa e bate recorde histórico na Agrishow



O Banco do Brasil atingiu na tarde desta quarta-feira (30) a marca de R$ 3,334 bilhões em propostas acolhidas durante a Agrishow 2025. O valor supera a estimativa inicial de R$ 3 bilhões para toda a edição e marca o melhor desempenho do BB nos três primeiros dias em 30 anos de presença na maior feira agro do país.

“Ultrapassar os R$ 3 bilhões em propostas de financiamento é mais uma demonstração da confiança e relação de parceira dos produtores e produtoras rurais com o Banco do Brasil. Isso reforça nossa atuação como principal parceiro do agro brasileiro, com soluções completas em crédito, seguros, consórcios, cartões, proteção financeira e atendimento especializado não apenas no estado de São Paulo, mas em todas as regiões do país. Estamos otimistas diante do cenário de safra recorde de grãos e do crescimento do PIB agropecuário”, afirma Luiz Gustavo Braz Lage, vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do BB.

O Banco do Brasil é a única instituição financeira a participar das 30 edições da Agrishow e foi homenageado pela organização da feira no último domingo (27).



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Feiras e eventos oferecem oportunidades para pequenos produtores expandirem seus negócios


Sthefany Viana, bióloga e empreendedora, participa pela primeira vez da Agrishow, maior feira agrícola e tecnológica da América Latina, que acontece até o dia 02 de maio, em Ribeirão Preto, interior de São Paulo.

“A gente não conseguiria estar aqui sozinho. Participar da Agrishow com o apoio do Sebrae é essencial para abrir portas, fazer vendas e firmar parcerias que podem mudar o rumo do nosso negócio”, afirma a bióloga.  

Sthefany iniciou sua trajetória com cogumelos comestíveis. Hoje, oferece soluções sustentáveis com fungos entomopatogênicos – , que são aqueles que ajudam no combate a pragas nas plantações.

Mesmo com formação técnica sólida, ela reconhece que a virada de chave veio com o Sebrae/SP.

“O Sebrae/SP nos deu a visão de negócio. Desenvolver o produto é só uma parte. Fazer ele chegar no mercado é outra, e essa ponte o Sebrae ajudou a construir”, conta Viana.

Assim como a bióloga, dezenas de microempreendedores participam da 30ª edição da Agrishow, com o apoio do Sebrae/SP. A feira deve atrair cerca de 195  mil visitantes e movimentar até R$ 15 bilhões em negócios.

Visibilidade de pequenos negócios

Ao todo, 50 micro e pequenas empresas terão espaço no estande do Sebrae/SP durante os cinco dias da feira.

Os expositores foram divididos em dois grupos: 25 nos dois primeiros dias e outros 25 nos dias seguintes.

Entre os segmentos representados estão biotecnologia, insumos agrícolas, serviços para o agro, além de alimentos como café, cítricos e bebidas artesanais.

De acordo com José Eduardo Carrilho, consultor de negócios do Sebrae/SP, a proposta é justamente gerar oportunidades de negócios reais.

“No ano passado, foram movimentados mais de R$ 7,6 milhões durante e após a feira. Para esta edição, a projeção é ainda mais otimista. O ambiente se consolida como um verdadeiro ponto de encontro para aprendizado, geração de vendas e ampliação de redes de contato”, afirma Carrilho.

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Exemplos de sucesso: da cachaça ao lúpulo nacional

Mulher mostrando produtosMulher mostrando produtos
Silvana Peixoto, empreendedora. Foto: Michelle Jardim

A Cachaça Alma de Gato, de Ourinhos, interior de São Paulo, também marca presença nesta edição com o apoio do Sebrae/SP.

A empresa, que já havia participado de outras edições da Agrishow, chega este ano com uma nova expectativa: exportar seus produtos.

“Estamos de olho no público internacional que visita a feira. Queremos fechar contatos e levar nossa cachaça para fora do país”, afirma empreendedora Silvana Peixoto.

Para além da bebida tradicional brasileira, o cultivo de lúpulo — essencial para a produção de cerveja-, também tem espaço garantido na Agrishow.

Mulher apresentando produtos Mulher apresentando produtos
Luciana Andreia Pereira, microempreendedora. Foto: Michelle Jardim

A marca Lúpulo Guarani é uma das que aposta em tecnologia para driblar os desafios climáticos e expandir a produção nacional da planta, hoje majoritariamente importada.

“A feira é uma oportunidade para mostrar que, sim, é possível produzir lúpulo de qualidade no Brasil, com tecnologia e apoio técnico”, explica Luciana Andreia Pereira, microempreendedora do setor.

Desde 2022, Luciana planta lúpulo em Araraquara, interior de São Paulo. Para ela, o Sebrae representa uma peça fundamental.

“ O Sebrae está em tudo que existe no meu negócio, porque eu sempre busco a instituição como  orientação”, diz Pereira.



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Conseagri realiza encontro na Agrishow após quase uma década



Depois de quase dez anos, o Conselho Nacional de Secretários de Estado da Agricultura (Conseagri) voltou a se reunir presencialmente durante a Agrishow. O encontro marca a retomada de um diálogo essencial entre os representantes estaduais e o governo federal, interrompido desde a última reunião realizada no evento, em 2016.

De acordo com o repórter Jackson Pinheiro, que acompanha a feira, a reunião representa um passo importante para fortalecer a comunicação, a troca de experiências e o alinhamento de políticas públicas voltadas ao agronegócio em nível nacional.

“Sentimos falta dessa conexão. É fundamental que os estados e o governo federal estejam alinhados nas políticas agrárias e sociais. Essa troca de experiências e o networking entre os secretários podem fazer muita diferença na gestão de cada estado”, destacou Guilherme Piai, secretário de Agricultura de São Paulo.

O Conseagri tem como missão principal fomentar o intercâmbio de informações, tecnologias e boas práticas entre os estados, promovendo uma gestão agrícola mais eficiente e integrada.

Um dos avanços destacados foi a implantação do certificado fitossanitário digital, importante para a exportação de frutas. Antes, a burocracia atrasava a chegada dos documentos em relação à própria carga, comprometendo o comércio de produtos perecíveis.

“Através de reuniões do conselho, conseguimos destravar esse processo com o governo federal, e hoje o Brasil já conta com o certificado digital, alinhado com outros países”, afirmou o secretário de Agricultura do Rio Grande do Norte, Guilherme Saldanha.

Com a presença de representantes de diversos estados, o encontro sinaliza uma nova fase de cooperação entre as esferas estadual e federal no setor agropecuário, com foco na inovação, eficiência e competitividade internacional.



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AgroNewsPolítica & Agro

Mosca-das-galhas ameaça lavouras de mandioca no Tocantins


Segundo os informações divulgada pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), depois do surto de vassoura-de-bruxa causar estado de emergência fitossanitária no Pará e no Amapá, uma nova praga preocupa os produtores de mandioca no Tocantins. A mosca-das-galhas da mandioca (Jatrophobia brasiliensis), até então considerada secundária, passou a ocorrer com intensidade nas lavouras do estado, provocando perdas de até 100% em áreas recém-plantadas.

A Embrapa Pesca e Aquicultura, com sede em Palmas (TO), atua junto aos técnicos do Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins) e produtores para tentar conter o avanço da praga. Segundo a instituição, o controle deve seguir os princípios do Manejo Integrado de Pragas (MIP), priorizando métodos culturais, biológicos e, quando necessário, químicos.

Cristiano Barros, produtor no Polo de Fruticultura Irrigada São João, relata ter sido surpreendido pela infestação. “No final do ano passado, quando fizemos o plantio, ela apareceu, mas achamos que era como todos os anos, algo pontual aqui e ali, sem causar prejuízos. Entraram as festas de fim de ano e não demos muita atenção. Quando fomos ver, ela se instalou de uma maneira que precisamos gradear (passar a máquina, destruindo a plantação) e plantar tudo de novo”, contou.

Segundo o entomologista Daniel Fragoso, da Embrapa, os danos são causados pelas larvas, que se alimentam dos tecidos internos das folhas. “Trata-se de pequenas moscas de coloração amarela que depositam ovos nas folhas, onde as larvas eclodem e começam a se alimentar do tecido foliar. A planta reage e forma as galhas ou verrugas”, explicou.

A formação dessas estruturas reduz a capacidade fotossintética, compromete o desenvolvimento e pode levar à morte de plantas jovens. Entre as hipóteses para o avanço da praga está o uso intensivo de inseticidas contra a mosca-branca na safra anterior, o que teria reduzido a população de parasitoides naturais da mosca-das-galhas.

Pesquisadores e agricultores conduzem estudos e testes com produtos químicos e biológicos. A falta de conhecimento sobre o inseto exige maior esforço em pesquisa. “A identificação precoce e o monitoramento são essenciais para o manejo”, reforçou Fragoso.

No âmbito do MIP, a orientação é optar por práticas que favoreçam o controle biológico natural, como o uso de cultivares resistentes, destruição de folhas com alta infestação, rotação de culturas e plantio em período seco com irrigação. “Em casos de alta infestação, o controle químico é necessário, com critério técnico e rotatividade de ingredientes ativos, para evitar o desenvolvimento de resistência aos produtos usados”, alertou Fragoso.





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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Março fecha com alta de 44,44% no faturamento com exportações de carne suína


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De acordo com informações da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Governo Federal, divulgadas nesta sexta-feira  (4), as exportações de carne suína fresca, refrigerada ou congelada, até a última semana de março (19 dias úteis), superou em grande monta o que foi registrado em março de 2025.

A receita obtida até o final em março, US$ 258.644,061 representa 44,44% a mais do que o total arrecadado em todo o mês de março de 2024, que foi de US$ 179.059,606. No caso do volume embarcado, as 102.699,199 toneladas representam 30,36% a mais do que o total registrado em março do ano passado, quantidade de 78.775,868 toneladas.

No comparativo com o resultado das exportações de carne suína no mês de fevereiro de 2025, a receita obtida com as exportações de carne suína até o final de março, US$ 258.644,061, representam 2,05% a mais que o total arrecadado em todo o mês de fevereiro de 2025, que foi de US$ 253.424,443. No caso do volume embarcado, as 102.699,199 toneladas embarcadas até o fim de março representam 1,56% de aumento sobre o total registrado em fevereiro, quantidade de 101.118,365 toneladas.

O faturamento por média diária até o final de março foi de US$ 13.612,845, quantia 44,4% a mais do que março de 2024. No comparativo com a semana anterior, houve queda de 2,82% observando os US$ 14.008,073, vistos na semana passada.

No caso das toneladas por média diária, foram 5.405,221, houve elevação de 30,4% no comparativo com o mesmo mês de 2024. Quando comparado ao resultado no quesito da semana anterior, observa-se recuo de 3,20%, comparado às 5.584,451 toneladas da semana passada.

Já o preço pago por tonelada, US$ 2.518,462, é 10,8% superior ao praticado em março passado. O resultado, frente ao valor atingido na semana anterior, representa tímida alta de 0,40% em relação aos US$ 2.508,406 anteriores.

 





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