domingo, maio 24, 2026

Autor: Redação

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Pernambuco garante compra de 22,7 toneladas da agricultura


A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) anunciou a destinação de aproximadamente R$ 2,52 milhões para a compra de 22,7 toneladas de alimentos produzidos por agricultores familiares de cinco associações pernambucanas. Os recursos, repassados pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), serão aplicados por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), na modalidade Compra com Doação Simultânea. Os alimentos adquiridos serão destinados a pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional no estado.

As propostas foram formalizadas durante a 2ª edição da Caravana Federativa de Pernambuco. Entre os projetos aprovados está o da Associação dos Pequenos Produtores Rurais do Engenho Sítio do Meio, no município de Belém de Maria, responsável pelo fornecimento de cerca de 40 toneladas de alimentos ao Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) da cidade. “Treze produtores e produtoras serão beneficiados com o apoio da Conab para a comercialização de hortifrutícolas diversas, atendendo 1.326 pessoas acompanhadas pelo CRAS”, informou a Companhia.

Em Caruaru, a Rede Produtiva de Avicultores da Agricultura Familiar irá destinar 23,5 toneladas de frango caipira para cozinhas solidárias localizadas em Olinda, Pedra e Recife. Segundo a Conab, 63 produtores estarão envolvidos na ação, que contribuirá para complementar a alimentação de mais de 8 mil pessoas atendidas pelas instituições beneficiadas.

Outro projeto aprovado envolve a Associação dos Trabalhadores Rurais do Assentamento Santa Helena, de Amaraji, que destinará sua produção a cozinhas comunitárias em Caruaru, Paulista, Camaragibe, Recife, Pedra e Olinda. A Conab estima que 41 agricultores irão fornecer 102,42 toneladas de produtos, incluindo banana-da-terra, beneficiando cerca de 10.421 pessoas.

A Conab também firmou propostas com a Associação dos Piscicultores Amigos de Petrolândia (APAP) e com a Associação dos Produtores Rurais da Agricultura Familiar do Sítio Quandus, em Belém de Maria. No caso da APAP, 42 produtores serão responsáveis pela entrega de 28,62 toneladas de tilápia resfriada, destinadas à Organização Religiosa Vivendo o Sagrado, que atende 2.485 pessoas. Já os 12 agricultores do Sítio Quandus fornecerão 28,18 toneladas de hortifrutícolas ao CRAS de Belém de Maria.

Após a formalização dos projetos, técnicos da Superintendência Regional da Conab em Pernambuco reuniram-se com representantes das entidades fornecedoras e consumidoras para orientar sobre o funcionamento do PAA. Durante o encontro, foram esclarecidas dúvidas sobre as normas em vigor, documentação exigida para liberação de pagamentos, ajustes permitidos, controle sanitário e qualidade dos produtos.

A modalidade Compra com Doação Simultânea tem o objetivo de apoiar agricultores familiares organizados em cooperativas e associações, adquirindo sua produção para destiná-la à rede socioassistencial, equipamentos públicos de segurança alimentar e nutricional e outras entidades acompanhadas pelos conselhos municipais e estaduais de políticas públicas.





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Praga da mandioca causa perdas de até 100% em lavouras



Depois da vassoura-de-bruxa na mandioca provocar estado de emergência fitossanitária no Pará e no Amapá, agora, uma praga secundária, que até então não causava maiores problemas nas lavouras, tornou-se a principal preocupação dos produtores no Tocantins.

A chamada mosca-das-galhas da mandioca (Jatrophobia brasiliensis) está ocorrendo em altas infestações e, em alguns casos, acarretando perdas de até 100% em plantios novos do tubérculo no Tocantins e em outras regiões do país. A Embrapa Pesca e Aquicultura (Palmas-TO) está dando suporte aos extensionistas do Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins) e produtores da região.

O manejo integrado de pragas (MIP) deve ser empregado com estratégia de controle, utilizando os métodos de controle de forma integrada, incluindo, em último caso, a aplicação de defensivos químicos. Pesquisadores e produtores ainda estão realizando experimentos e testes de produtos químicos e biológicos para combater a praga, sobre a qual praticamente não há estudos a respeito.

Cristiano Barros, que planta mandioca no Polo de Fruticultura Irrigada São João, é um dos mandiocultores atingidos. “No final do ano passado, quando fizemos o plantio, ela apareceu, mas achamos que era como todos os anos, algo pontual aqui e ali, sem causar prejuízos. Entraram as festas de fim de ano e não demos muita atenção. Quando fomos ver, ela se instalou de uma maneira que precisamos gradear (passar a máquina, destruindo a plantação) e plantar tudo de novo”, lamenta ele.

Segundo o entomologista Daniel Fragoso, pesquisador da Embrapa Pesca e Aquicultura, os danos às plantas são causados pelas larvas, que se alimentam dos tecidos internos do vegetal. Quando atacadas, as plantas reagem formando galhas ou verrugas – estruturas que comprometem a fotossíntese e o vigor da planta.

Como resultado, acontece a paralização do crescimento, perda da produtividade e, em casos severos, morte de plantas jovens. “Trata-se de pequenas moscas de coloração amarela que depositam ovos nas folhas, onde as larvas eclodem e começam a se alimentar do tecido foliar. A planta reage e forma as galhas ou verrugas”, explica ele.

Algumas hipóteses estão sendo levantadas para justificar o surto. Entre elas, o maior uso de inseticidas para o combate à mosca branca na safra passada, que poderia ter reduzido a população de  parasitoides, que são agentes de controle biológico da mosca-das-galhas  da mosca-das-galhas da mandioca neste ano.

Com a troca de informações entre pesquisadores da Embrapa e produtores, estão sendo realizados estudos e análises sobre formas mais eficazes de combate à praga. “A identificação precoce e o monitoramento são essenciais para o manejo”, destaca Fragoso.

No contexto do manejo integrado de pragas (MIP), recomenda-se o plantio no período seco em áreas que possuem sistemas de irrigação; uso de cultivares resistentes (Maniçobeira, Jari e Santa Bárbara) nas bordaduras, eliminação de restos culturais, catação e destruição das folhas com alta infestação, rotação de culturas e práticas que favoreçam o controle biológico natural por inimigos naturais, como parasitóides.

“Em casos de alta infestação, o controle químico é necessário, com critério técnico e rotatividade de ingredientes ativos, para evitar o desenvolvimento de resistência aos produtos usados”, ressalta Fragoso. “O manejo integrado de pragas visa o equilíbrio entre técnicas e medidas eficazes de controle, garantindo a produtividade com sustentabilidade nos sistemas produtivos”.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Brazilian Cattle fortalece intercâmbio e abre mercados para a genética bovina brasileira



O espaço Brazilian Cattle, tradicional na Expozebu, completa 20 anos em 2025 como uma das principais vitrines da genética bovina brasileira para o mercado internacional. A iniciativa é realizada pela Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

Nesta edição, o Salão Internacional recebeu mais de 600 visitantes estrangeiros e promoveu rodadas de negócios com representantes de diversos países interessados em genética zebuína, produtos e serviços do agronegócio brasileiro.

Segundo dados da ABCZ, dos 33 pedidos de abertura de mercado encaminhados este ano, sete foram concretizados e outros 23 seguem em andamento. Além disso, seis convênios de cooperação técnica foram firmados com países como Guatemala, Peru, Equador, Nicarágua, Mali e Costa do Marfim.

Articulação para o mercado bovino

O projeto Brazilian Cattle também atua na articulação regulatória entre o Brasil e os países importadores, em parceria com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), garantindo segurança sanitária e jurídica para as operações comerciais.

A estrutura do salão oferece suporte para expositores, compradores internacionais e empresas brasileiras, com o objetivo de fomentar negócios e ampliar a presença global da pecuária nacional.



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Brasil exportará carne suína sem tarifa para Coreia do Sul



ABPA celebra isenção de tarifa para carne suína




Foto: Pixabay

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) comemorou a decisão da Coreia do Sul de isentar de tarifa uma cota de 10 mil toneladas de carne suína congelada importada do Brasil, exceto o corte “barriga”. A medida, comunicada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária, elimina a cobrança de 25% que incidia sobre o valor total do produto.

Atualmente, a Coreia do Sul ocupa a 16ª posição entre os principais destinos da carne suína brasileira, com 3,7 mil toneladas exportadas no primeiro trimestre deste ano. Para o presidente da ABPA, Ricardo Santin, a decisão sul-coreana representa um avanço significativo para o setor. “O estabelecimento de uma cota isenta é um sinal importante para os avanços das exportações brasileiras de carne suína para a Coreia do Sul, conquistada pelo Ministério da Agricultura. Isto, especialmente em meio às negociações lideradas pelo Ministro Carlos Fávaro e seus secretários de Relações Internacionais e de Defesa Agropecuária, pelo reconhecimento do Paraná, Rio Grande do Sul e de outros estados brasileiros como livres de aftosa sem vacinação”, afirmou Santin.

Apesar da abertura, Santa Catarina permanece como o único estado autorizado a exportar carne suína para o mercado sul-coreano, por ser o único com status sanitário de área livre de febre aftosa sem vacinação reconhecido pelas autoridades daquele país.

A Coreia do Sul, com um consumo per capita de aproximadamente 29 quilos de carne suína, figura como o quarto maior importador mundial do produto. Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), o país adquiriu 785 mil toneladas de carne suína em 2024.





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Como o agro virou motor dos imóveis milionários no país


O que o aumento das exportações do agronegócio brasileiro tem a ver com o mercado imobiliário de luxo? Para o especialista em imóveis de alto padrão e corretor em Balneário Camboriú Bruno Cassola, há uma conexão direta entre os setores.

O agronegócio registrou, somente em março deste ano, um crescimento de 12,5% em relação ao ano anterior, segundo dados do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Ao todo, o setor exportou US$ 15,6 bilhões e já representa 53,6% das exportações brasileiras.

Parte desse capital tem migrado para investimentos imobiliários, especialmente em regiões valorizadas, como o litoral norte catarinense, que concentra três dos cinco municípios do país com o metro quadrado mais valorizado.

“O fortalecimento do agronegócio, especialmente com o aumento das exportações de produtos como soja, café, carne bovina, celulose, carne de frango e algodão, tem ampliado o poder aquisitivo de grandes produtores e investidores rurais, e impactado diversos setores. Para esse público, a compra de imóveis de luxo se tornou uma forma segura e estratégica de diversificar seu patrimônio, garantindo liquidez e proteção contra a inflação, por exemplo. Atualmente, mais de 30% dos clientes e investidores de imóveis de luxo no litoral de Santa Catarina são do agro”, afirma Bruno Cassola.

As construtoras estão atentas à nova dinâmica do mercado e muitas incorporadoras passaram a adotar estratégias específicas. “A oferta de facilidades alinhadas à realidade do produtor rural tem ampliado o volume de negócios, acelerado o fechamento de contratos e, consequentemente, isso tem aquecido o setor. Entre essas facilidades, estão condições de pagamento adaptadas ao calendário da safra e maior flexibilidade nas negociações durante os períodos de alta liquidez no campo”, comenta Cassola.

Apartamento de alto padrão em Balneário CamboriúApartamento de alto padrão em Balneário Camboriú
Foto: divulgação / Bruno Cassola

Segundo o corretor, há produtores e investidores rurais que buscam imóveis como investimento, com foco em cidades com alta valorização imobiliária, localização estratégica e potencial de revenda. Já os que procuram uma segunda moradia para aproveitar com a família costumam considerar outros atributos além da rentabilidade, como vista para o mar, áreas de lazer completas, segurança, acabamentos, design e serviços exclusivos.

“Entender essas motivações é essencial para oferecer o produto certo. Enquanto o investidor pensa em retorno e segurança financeira, o comprador da segunda moradia é atraído pelo imóvel dos sonhos, onde terá conforto e qualidade de vida”, afirma.

Para o especialista, a grande fatia de clientes do agronegócio no mercado imobiliário de luxo é mais do que um fenômeno pontual, ela reflete um novo comportamento de consumo que está transformando o setor. “Com a perspectiva de novas safras recordes e das exportações seguirem em crescimento, a expectativa é de que o agro continue injetando recursos no mercado imobiliário de luxo ao longo de 2025. Cidades como Balneário Camboriú, Itajaí e Itapema já se consolidaram como destinos favoritos entre esses investidores com índices de crescimento que superam a inflação e outros investimentos como a renda fixa. E o cruzamento entre dois dos setores mais fortes da economia brasileira, o agronegócio e a construção civil, aponta para um cenário de oportunidades”, avalia Cassola.

Eleito campeão em vendas, premiado 10 vezes pelas renomadas construtoras FG e Embraed em Balneário Camboriú, Bruno Cassola é considerado uma autoridade em vendas de apartamentos de alto padrão na cidade. É empresário, administrador de empresas e corretor de imóveis especializado em ativos de alta rentabilidade. Atua há 18 anos no ramo imobiliário, especializado em imóveis de alto padrão em Balneário Camboriú, considerado o metro quadrado mais valorizado do Brasil.



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Atenção! Perigo para chuva forte e volumosa, com risco para transtornos, aponta previsão



Enquanto a circulação de ventos associados à presença de uma área de alta pressão posicionada próximo ao país contribui para condição de tempo estável em boa parte das Regiões Sul e Sudeste – excepcionalmente no litoral do Espírito Santo, onde a entrada de ventos úmidos do oceano pode estimular a formação de nuvens de chuva ao longo do dia, condicionando a ocorrência de chuviscos rápidos e isolados – o litoral do Nordeste sofre com chuva pesada. Veja os detalhes do tempo neste sábado, segundo a Climatempo.

Região Sul

O céu segue com poucas nuvens e o sol predomina na maior parte dos três estados do Sul. A massa de ar polar, que influenciou os termômetros na região, vai perdendo a força. Apesar disso, as temperaturas seguem amenas, principalmente no período noturno e no começo do dia.

Região Sudeste quase sem chuva

Como informado no começo do texto, à exceção do Espírito Santos, nos demais estados, o predomínio segue sendo de tempo firme, assinalado pela presença de sol entre algumas nuvens no decorrer do dia. Não há previsão de chuva significativa em nenhuma das áreas.

À tarde, o ar seco ganha força nas áreas mais interioranas e pode favorecer a queda significativa dos índices de umidade relativa do ar. Entre o norte paulista e a região do triângulo mineiro, os índices devem variar entre 21 e 30% durante as horas mais quentes.

Região Centro-Oeste

Ainda chove forte em parte do Mato Grosso e do oeste de Goiás, mas o tempo já deve abrir mais nas demais áreas. Temperaturas começam a aumentar gradativamente de maneira mais expressiva. No Mato Grosso do Sul, no centro e leste de Goiás e no Distrito Federal, o predomínio será de tempo firme ao longo de todo o dia, assinalado pela presença do sol entre nebulosidade variável.

Em alguns pontos do sudeste goiano, o ar seco ganha força durante a tarde e derruba os índices de umidade relativa do ar, que entram em limiares de atenção.

O maior destaque segue associado à chuva pesada que continua caindo entre a região do recôncavo da Bahia e o litoral de Sergipe – onde o cenário é de perigo. No decorrer do dia, o potencial para chuva forte seguida por altos volumes permanece elevado, e o risco para eventuais transtornos também.

A circulação de ventos associados à frente fria também já deve impactar sobre algumas áreas de Alagoas, que ficam sob condições para chuva forte no decorrer das horas. Por outro lado, áreas do interior nordestino continuam com predomínio de ar seco e sem previsão de chuva.

Entre o interior do Piauí, do Ceará, do Rio Grande do Norte e da Paraíba, a umidade relativa do ar segue baixa e as temperaturas seguem bastante elevadas.

Região Norte

A oferta de umidade vai continuar subsidiando a formação de instabilidades por praticamente todos os estados, e os temporais devem seguir se espalhando entre o Amazonas, Roraima e Amapá. Chove forte também entre Acre e Rondônia. No Tocantins, predomínio de tempo mais aberto em boa parte do estado.



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INSS elabora ressarcimento a aposentados e pensionistas; Lupi cai



O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) está elaborando uma proposta de Plano de Ressarcimento Excepcional para os aposentados e pensionistas que foram vítimas de descontos não autorizados por entidades associativas. A medida foi discutida em reunião na tarde desta sexta-feira (2), conduzida pelo advogado-geral da União, Jorge Messias, e que contou com a presença do novo presidente do INSS.

Um pouco mais tarde, o agora ex-ministro da Previdência, Carlos Lupi, se reuniu com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e pediu demissão. O ex-deputado federal Wolney Queiroz, atual secretário-executivo da pasta, será o novo ministro.

Plano de ressarcimento

"A proposta está em fase final de elaboração e, tão logo seja concluída, será submetida no início da próxima semana à Casa Civil da Presidência da República, para posterior apresentação ao Conselho Nacional de Justiça, ao Ministério Público Federal e à Defensoria Pública da União", informou a AGU, em nota.

A pasta instituiu um Grupo Especial, com suporte da Dataprev e do próprio INSS, para resolver a situação causada a milhões de aposentados e pensionistas. A devolução dos recursos cobrados indevidamente foi uma determinação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que abordou o tema em seu mais recente pronunciamento em cadeia nacional de rádio e televisão.

O novo presidente do INSS afirmou, durante a reunião, que vai determinar a abertura Procedimentos Administrativos de Responsabilização de Pessoas Jurídicas (PAR), com base na Lei nº 12.846/2013 (Lei Anticorrupção), em desfavor das entidades investigadas com indícios de pagamento de propina a agentes públicos, bem como as entidades classificadas na investigação como de fachada.

Da parte da AGU, Jorge Messias determinou, segundo o que foi informado, a instauração de procedimentos preparatórios para ajuizamento de ações de improbidade administrativa.

"Os denominados Procedimentos de Instrução Prévia (PIP) investigarão as condutas dos agentes públicos e das pessoas jurídicas objeto de apuração na Operação Sem Desconto com vistas à plena responsabilização administrativa dos envolvidos", disse a pasta.

Ministro pede demissão

Também nesta sexta, o ministro da Previdência, Carlos Lupi, acertou sua saída do cargo, após se reunir com Lula, no Palácio do Planalto, em Brasília. Em seu lugar, o Planalto anunciou ex-deputado federal Wolney Queiroz, atual secretário-executivo da pasta, indicado pelo PDT, que é presidido pelo próprio Lupi.

Escândalo no INSS

A troca no comando do Ministério da Previdência ocorre uma semana após a Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagrarem uma operação conjunta que apura um suposto esquema de descontos não autorizados.

A investigação aponta que as irregularidades começaram em 2019, durante a gestão de Jair Bolsonaro, e prosseguiram nos últimos anos.
Mudanças no INSS

O caso já havia resultado na exoneração do então presidente do Instituto, Alessandro Stefanutto, e no afastamento de quatro dirigentes da autarquia e de um policial federal lotado em São Paulo.

Deputados de oposição protocolaram, na última quarta-feira (30), um requerimento de criação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar os sindicatos envolvidos na fraude do INSS.

A PF informou ter reunido indícios da existência de irregularidades em parte dos cerca de R$ 6,3 bilhões que a cobrança das mensalidades associativas movimentou apenas entre 2019 e 2024. Nos dias seguintes, a CGU e o próprio INSS tornaram públicos os resultados de auditorias realizadas desde 2023, que também apontavam inconsistências e problemas relacionados ao tema.



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Como a inflação dos alimentos afeta sua produção e vendas?


Na interatividade, perguntamos como a inflação dos alimentos afeta a produção e a venda. Dos participantes, 64% responderam que o custo dos insumos subiu e a margem de lucro caiu. Em segundo lugar, com 20%, relataram dificuldade em reajustar os preços sem perder clientes. Por fim, 16% mencionaram a necessidade de produzir mais com menos recursos

“Os custos dos insumos agrícolas para pequenos produtores incluem itens como sementes, fertilizantes, defensivos, energia, transporte, e mão de obra, que podem ser significativamente afetados por fatores como preço, disponibilidade e políticas governamentais. Sem falar que o acesso ao crédito às vezes é difícil para o micro e pequenos produtor e a logística nas áreas rurais acaba sendo mais caro”, explica o comentarista do Canal Rural, Miguel Daoud.

  • Planejamento de produção e orçamento
  • Negociação e compra em grupo (insumos)
  • Utilização de tecnologias mais eficientes (redução do uso de alguns insumos)
  • Diversificação da produção pode reduzir a dependência de alguns insumos
  • Adoção de práticas sustentáveis
  • Busca de apoio técnico e orientação

Toda quinta tem enquete nova do Porteira Aberta Empreender. Participe, mande sua opinião porque é com base na interatividade que o projeto vai organizar pautas e entrevistas. A resposta da pergunta da semana você confere todos os sábados no canal do YouTube do Canal Rural. 



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Tocantins gera 5,9 mil empregos formais no início de 2025


O Tocantins alcançou um novo marco na geração de empregos com carteira assinada, segundo dados do Novo Caged divulgados na quarta-feira (30) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Entre março de 2024 e fevereiro de 2025, o estado criou mais de 9,5 mil vagas formais. No primeiro trimestre de 2025, foram 5,9 mil novos postos, o maior número desde o início da série histórica em 2020.

“O Tocantins alcançou mais um marco histórico ao gerar mais de 5,9 mil empregos com carteira assinada no primeiro trimestre de 2025. Isso é resultado direto de um governo que trabalha com responsabilidade, planejamento e compromisso. Estamos avançando com segurança, atraindo investimentos, fortalecendo o setor produtivo e, principalmente, garantindo oportunidades reais para nossa gente”, afirmou o governador Wanderlei Barbosa.

O levantamento aponta crescimento nos cinco grandes setores da economia estadual no primeiro trimestre, com destaque para o setor de serviços, que gerou 2.971 vagas. Em seguida aparecem agropecuária, com 898 postos, comércio, com 881, construção, com 716, e indústria, com 502 novas vagas.

Os dados mostram que 70% das novas contratações, o equivalente a 4.176 vagas, foram preenchidas por homens. Jovens de 18 a 24 anos ocuparam 44% das novas vagas, totalizando 2.650 empregos formais.

Em março de 2025, o estado atingiu um estoque de 264 mil vínculos ativos, o maior para o mês desde 2020. O salário médio real de admissão foi de R$ 1.902,94, alta de 2,07% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

O estado conta atualmente com 150.873 empresas ativas, de acordo com dados de abril de 2025. No primeiro trimestre, foram abertas 10.017 novas empresas, o maior número para o período nos últimos cinco anos.





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Tecnologia de pulverização de precisão reduz custos no arroz



Sensores ajudam a poupar defensivos no arroz


Foto: Pixabay

O uso de pulverizadores de alta precisão tem se consolidado como uma ferramenta estratégica no cultivo de arroz, contribuindo para a redução de custos e impactos ambientais. A tecnologia, baseada em sensores de precisão e sistemas de mapeamento, permite a aplicação seletiva de defensivos agrícolas apenas nas áreas que realmente necessitam de controle, evitando o uso indiscriminado de insumos.

A aplicação localizada, orientada por imagens georreferenciadas e análises em tempo real, melhora a eficiência do processo ao direcionar os produtos para pontos específicos da lavoura. Com isso, há menor exposição de áreas sadias aos defensivos e redução no volume total de produtos utilizados.

Especialistas destacam que a tecnologia não apenas diminui o gasto com insumos, mas também contribui para o equilíbrio ambiental ao reduzir o risco de contaminação do solo e da água. Além disso, os sistemas de monitoramento possibilitam o acompanhamento contínuo da sanidade da lavoura, o que facilita decisões mais rápidas e assertivas durante o ciclo produtivo.

A adoção da pulverização de alta precisão no arroz vem ganhando espaço em diferentes regiões produtoras, impulsionada pela busca por práticas mais sustentáveis e economicamente viáveis. Produtores apontam benefícios no controle mais efetivo de pragas e doenças, sem comprometer a produtividade e com maior retorno sobre o investimento em tecnologia.





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