domingo, maio 24, 2026

Autor: Redação

AgroNewsPolítica & Agro

colheita chega ao fim com queda na qualidade


A colheita de arroz no Rio Grande do Sul se aproxima da conclusão, segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (8). Na região administrativa de Bagé, na Fronteira Oeste, o município de São Borja registrou acamamento de plantas em alguns talhões, devido a ventos intensos durante o período de maturação. Em Quaraí, os 11.336 hectares cultivados já foram colhidos, com produtividade média estimada em 9.000 quilos por hectare. A qualidade industrial das cargas entregues nesta etapa final apresentou queda, com percentual de grãos inteiros entre 55% e 58%, abaixo do padrão ideal. Em Alegrete, Maçambará, Rosário do Sul e Santa Margarida do Sul, a colheita também foi finalizada.

Na região de Pelotas, 96% da área implantada já foi colhida. As lavouras remanescentes, localizadas principalmente em Turuçu, São José do Norte, Santa Vitória do Palmar, Rio Grande, Pinheiro Machado, Pelotas, Jaguarão, Canguçu e Arroio Grande, encontram-se em estágio de maturação completa e prontas para a colheita.

Em Santa Maria, a colheita também está perto do fim. Em Cachoeira do Sul, município com maior área cultivada, 98% das lavouras foram colhidas. Nos municípios de Cacequi e arredores, os trabalhos já foram concluídos. Segundo o informativo, os rendimentos têm se mantido dentro das expectativas iniciais, apesar de relatos pontuais de redução na produtividade em algumas áreas.

Na região de Soledade, o tempo estável permitiu o avanço da colheita, que chegou a 99%. Restam apenas áreas pontuais com semeadura tardia, correspondendo a 1% da área, atualmente em maturação e prontas para a colheita.

O preço médio da saca de 50 quilos de arroz no Estado registrou queda de 0,56% em relação à semana anterior, passando de R$ 76,49 para R$ 76,06, conforme levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar.





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AgroNewsPolítica & Agro

Uva Lumiar reduz 50% dos custos com mão de obra no campo



Embrapa lança uva sem semente que reduz custos




Foto: Divulgação

A Embrapa lançou no mercado a BRS 54 Lumiar, uma nova cultivar de uva branca sem semente que promete reduzir em 50% os custos com mão de obra no manejo dos cachos no Semiárido brasileiro. O manejo dos cachos representa cerca de 40% do custo total da mão de obra na produção de uvas de mesa.

A nova cultivar busca solucionar dois desafios do setor: a alta demanda de mão de obra para o manejo e a escassez de opções de uvas brancas sem sementes. A Embrapa afirma que a Lumiar “oferece potencial para impulsionar o segmento no País”.

Além da economia no campo, a Lumiar apresenta atributos sensoriais como bagas grandes e elípticas, textura crocante e macia, alto teor de açúcares, ausência de adstringência na película e acidez equilibrada ao final da maturação.

A BRS 54 Lumiar integra o portfólio de uvas de mesa sem sementes do programa de melhoramento genético “Uvas do Brasil”, coordenado pela Embrapa, para cultivo na região do Vale do Submédio São Francisco.

Segundo a Embrapa, “as cultivares estrangeiras de uvas sem sementes demandam, no mínimo, 50% a mais de mão de obra para a realização dessa prática” e geram outros custos aos produtores, como o pagamento de royalties por quilo de fruta vendida. Já as cultivares nacionais da Embrapa exigem apenas o pagamento pelas mudas, sem a cobrança dessas taxas.

João Dimas Garcia Maia, um dos pesquisadores da Embrapa responsável pelo desenvolvimento da nova cultivar, explicou que, “além de atender às exigências do mercado consumidor, que está cada vez mais exigente na escolha das frutas, uma nova cultivar de uva de mesa deve apresentar outras características determinantes”. Segundo ele, entre essas características estão “produtividade, tolerância ou resistência a doenças, presença de novos sabores e redução da necessidade de mão de obra para o manejo dos cachos”.

A Embrapa informa que, desconsiderando a pós-colheita, o custo da mão de obra na produção de uvas de mesa das cultivares tradicionais corresponde a cerca de 35% do custo total.





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AgroNewsPolítica & Agro

Mandioca atinge 50% da colheita em São José do Hortêncio



A safra tem sido considerada normal em termos de produtividade




Foto: Canva

A colheita da mandioca atingiu 50% da área total em São José do Hortêncio, segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (08). Na região administrativa de Lajeado, os trabalhos de limpeza das áreas seguem em andamento. A safra tem sido considerada normal em termos de produtividade, sem registro de problemas fitossanitários relevantes.

Em Cruzeiro do Sul, a cultura está em plena colheita, com produtividade média de 14 toneladas por hectare, valor considerado normal para o município. De acordo com a Emater, “no geral, a cultura apresenta boa sanidade e rendimento”. O preço médio recebido pelo produtor é de R$ 20,00 por caixa de 22 quilos.

Na região administrativa de Santa Rosa, os cultivos encontram-se na fase de acúmulo de reservas, mas vêm sendo afetados pela irregularidade das chuvas. A mandioca com casca está sendo comercializada entre R$ 3,00 e R$ 4,00 por quilo, enquanto a mandioca descascada e embalada varia de R$ 5,00 a R$ 7,00 por quilo. Alguns produtores realizaram o controle de sugadores, principalmente mosca-branca.

A Emater informou que no dia 30 de abril foi realizado um dia de campo em São Paulo das Missões, com a presença de cerca de 100 pessoas.





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Com USDA à vista, comercialização de soja dispara no Brasil; como ficou o mercado?



A comercialização da soja no Brasil ganhou força nos últimos 30 dias, conforme relatório da consultoria Safras & Mercado. Os preços favoráveis registrados na primeira quinzena de abril incentivaram os produtores a voltarem ao mercado, garantindo avanço consistente nas negociações, mesmo que ainda abaixo da média histórica.

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Segundo o levantamento, até o dia 9 de maio, 57% da safra 2024/25 já havia sido comercializada. No relatório anterior, com dados de 8 de abril, esse percentual era de 50,7%. No mesmo período do ano passado, a comercialização estava em 64,6%, e a média dos últimos cinco anos é de 70,3%.

Considerando uma produção estimada de 172,45 milhões de toneladas, o volume já negociado chega a 97,88 milhões de toneladas.

Produção de soja

Para a safra 2025/26, com uma estimativa de produção de 182,57 milhões de toneladas, a venda antecipada alcança 7,9%, o equivalente a 14,35 milhões de toneladas. No ano passado, o percentual era de 9,9%, e a média para o período é de 17,2%. O relatório anterior indicava um comprometimento de apenas 3,7%.

USDA

Na próxima segunda-feira, 12 de maio, às 13h (horário de Brasília), o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgará o primeiro relatório com os números da safra 2025/26. A expectativa é de um pequeno corte na produção de soja dos Estados Unidos em relação ao ciclo anterior.

Analistas internacionais projetam uma safra americana de 4,325 bilhões de bushels, abaixo dos 4,366 bilhões de 2024/25. Os estoques de passagem também devem recuar, passando dos 375 milhões estimados em abril para 370 milhões de bushels em 2024/25, com previsão de 351 milhões para 2025/26.

No cenário mundial, o mercado espera estoques finais de 122,6 milhões de toneladas para 2024/25 (ante 122,5 milhões em abril) e de 125,3 milhões para 2025/26, conforme a primeira indicação do USDA.

A estimativa para a safra brasileira deve subir ligeiramente, de 169 milhões para 169,1 milhões de toneladas. Já a previsão para a Argentina pode ser ajustada de 49 milhões para 49,3 milhões de toneladas.



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AgroNewsPolítica & Agro

Equipamentos para pastagem aumentam eficiência no campo



A mecanização das pastagens também tem impacto sobre a sustentabilidade


Foto: Canva

Os equipamentos voltados para o manejo de pastagens vêm garantindo maior eficiência e economia de tempo para os agricultores. De acordo com técnicos do setor, o uso de máquinas específicas para corte, manejo e distribuição de pasto permite reduzir significativamente o tempo dedicado às atividades diárias no campo.

Segundo estudos internos, a produtividade no manejo de pastagens mecanizadas pode superar em até 40% os resultados obtidos com métodos manuais. Além de economizar tempo, os equipamentos contribuem para uma maior uniformidade do pasto e melhor aproveitamento da área.

Enquanto o manejo manual demanda, em média, 8 horas de trabalho por hectare, o uso de equipamentos adequados reduz esse tempo para cerca de 5 horas. Essa diferença reflete diretamente nos custos operacionais e na disponibilidade da mão de obra para outras atividades da propriedade.

Os produtores que adotaram as tecnologias destacam ainda a durabilidade e a versatilidade dos equipamentos. O investimento inicial é compensado pela redução de gastos ao longo das safras e pela maior eficiência nas operações.

A mecanização das pastagens também tem impacto sobre a sustentabilidade, ao permitir um melhor controle da altura do pasto e evitar o subpastoreio ou superpastejo, práticas que comprometem a qualidade da área ao longo do tempo.





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Seis receitas com ovos para um café da manhã especial de Dia das Mães



Neste Dia das Mães, preparar um café da manhã especial em casa pode ser um presente simples, mas cheio de significado. Para inspirar esse momento, o Instituto Ovos Brasil reuniu receitas fáceis, deliciosas e nutritivas com ovos — ingrediente versátil, acessível e ideal para envolver toda a família, inclusive as crianças, na homenagem do domingo.

“O ovo é um alimento completo, rico em proteínas de alto valor biológico, vitaminas e minerais essenciais. Ele garante energia e nutrição logo cedo, com o benefício de ser prático e saboroso — ideal para quem quer celebrar o Dia das Mães com saúde e afeto”, explica a nutricionista Lúcia Endriukaite, do Instituto Ovos Brasil.

As preparações podem agradar a todos os perfis de mães, passando pelas mais tradicionais e também pelas que gostam de experimentar novidades. O importante é montar uma refeição especial, cheia de sabor, carinho e afeto. Confira:

Delicado e charmoso, o crepe com frutas vermelhas é uma opção perfeita para surpreender no café da manhã de um dia especial.

Massa:

  • 150 g de farinha de trigo
  • 1 colher de fermento em pó
  • 1 colher de sopa de açúcar
  • 1 pitada de sal

Recheio:

  • 1 xícara de açúcar refinado
  • 150 g de morangos

Modo de preparo da massa: bata todos os ingredientes no liquidificador. Em uma frigideira untada com manteiga, despeje uma porção da massa e doure dos dois lados. Reserve.

Modo de preparo do recheio: pique todas as frutas, leve ao fogo com o açúcar e mexa até formar uma geleia leve, com as frutas parcialmente desmanchadas.

Montagem: coloque uma porção da geleia sobre a massa, dobre ao meio e novamente ao meio, formando um triângulo.

Receita original: Tudo Gostoso

Simples, nutritiva e sofisticada, essa omelete dá um toque especial ao café da manhã.

Ingredientes:

  • 1 colher de sopa de leite
  • Sal e pimenta-do-reino a gosto
  • 1/2 xícara de cogumelos frescos fatiados
  • 1 colher de sopa de manteiga

Modo de preparo: Refogue os cogumelos na manteiga até ficarem macios. Bata os ovos com o leite e os temperos e despeje na frigideira. Cozinhe em fogo baixo até firmar e dobre ao meio. Finalize com salsinha.

Receita original: Vitat

Fortaia (omelete italiana)

Um toque internacional para o café da manhã: ovos mexidos com linguiça, orégano e queijo, servidos com pão italiano.

Ingredientes:

Modo de preparo: Corte a linguiça e frite até dourar. Acrescente os ovos batidos com sal e orégano, mexendo bem até os ovos cozinharem. Por fim, adicione o queijo por cima e deixe derreter. Sirva quente.

Receita original: Tudo Gostoso

Colorido, completo e cheio de memórias afetivas, o cuscuz é uma receita que aquece o coração – e vai bem com café passado na hora.

Ingredientes:

  • 2 xícaras de farinha de milho amarela
  • 1 lata de sardinha com óleo
  • Azeitonas, cheiro-verde e sal a gosto

Modo de preparo: Refogue os ingredientes (exceto os ovos e a farinha), acrescente água e, aos poucos, misture a farinha até obter uma massa úmida. Decore uma forma com os ovos fatiados, coloque o cuscuz, pressione bem e desenforme após esfriar.

Receita original: Tudo Gostoso

Quindim Fácil

Com gemas, leite de coco e coco ralado, essa receita é uma explosão de sabor. E o melhor: é simples de fazer e tem aquele brilho dourado que encanta!

Ingredientes:

  • 1 colher (sopa) de margarina
  • 1 colher (sopa) de corante alimentício amarelo
  • 200 g de açúcar de açúcar

Modo de preparo: Misture bem todos os ingredientes. Coloque em forminhas untadas com margarina e açúcar. Asse em banho-maria por cerca de 30 minutos ou até dourar.

Receita original: Tudo Gostoso

Bolo Salgado Caipira

Com milho, queijo, presunto e um toque de fubá, esse bolo é pura nostalgia e combina perfeitamente com um café preto bem fresquinho.

Ingredientes:

  • 1 xícara de farinha de trigo
  • 1 colher (sopa) de fermento
  • 1/2 xícara de presunto picado
  • 1/2 xícara de queijo ralado

Modo de preparo: Bata os ingredientes líquidos, misture com os secos e, por último, adicione o milho, presunto e queijo. Asse a 180°C por 30-40 minutos.

Receita original: Tudo Gostoso

Com o passo a passo detalhado e sugestões de preparo. A proposta é inspirar um momento de afeto à mesa, com sabor, simplicidade e conexão.



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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Itaú BBA: Estiagem pode se repetir e comprometer floradas na safra de café…


Condições climáticas desfavoráveis podem afetar o desenvolvimento vegetativo das lavouras e impactar a produção

Após um período de chuvas bem distribuídas em dezembro e janeiro, as principais regiões produtoras de café do Brasil enfrentaram precipitações irregulares e temperaturas elevadas em fevereiro e na primeira quinzena de março. Esse quadro pode afetar o enchimento dos grãos da safra atual, provocar escaldadura em folhas e frutos e comprometer o desenvolvimento das lavouras para o próximo ciclo.

“Em 2024, as chuvas nas regiões de arábica e conilon cessaram já em março, seguidas de até sete meses de seca, com retorno efetivo das precipitações apenas em outubro. A grande questão agora é saber se esse padrão se repetirá ou se a estiagem será mais curta, o que será determinante para a condição das lavouras na primavera, período das floradas”, explica Cesar de Castro Alves, gerente da Consultoria Agro do Itaú BBA.

A projeção do banco para a safra 2025/26 indica uma queda de 10% na produção de café arábica, que deve recuar de 45,4 milhões para aproximadamente 41 milhões de sacas. Já o café robusta deve crescer 12%, atingindo um recorde de 23,5 milhões de sacas. Com isso, a produção total do Brasil deve alcançar 64,4 milhões de sacas, um recuo de 3% em relação ao ciclo anterior.

No cenário global, esse resultado pode apertar o balanço entre oferta e demanda. Atualmente, a safra 2024/25 apresenta um superávit de 6,8 milhões de sacas, mas a projeção para 2025/26 aponta para um possível déficit de 400 mil sacas, considerando que a produção dos demais países se mantenha estável.

Outro fator de incerteza é o consumo global. O crescimento de 3% estimado pelo USDA para 2024/25 pode não se repetir diante do impacto do repasse de preços ao consumidor final. Caso a demanda desacelere, o déficit projetado pode se transformar em um leve superávit de 3 milhões de sacas, ainda abaixo do excedente registrado no ciclo atual.

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Visita a Pequim deve firmar laços comerciais entre Brasil e China



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou neste sábado (10) a Pequim, dando início à sua visita oficial à China. De acordo com a Agência Brasil, a viagem marca o terceiro encontro de Estado com o presidente Xi Jinping e deve resultar na assinatura de pelo menos 16 acordos bilaterais, a fim de firmar laços comerciais.

A China é considerada um país parceiro na estratégia de expansão comercial do Brasil. O país asiático tem desempenhado um papel central no escoamento da produção agropecuária nacional, especialmente em setores como soja, carne bovina e milho. Nesse contexto, a visita de Lula busca reforçar os laços diplomáticos e também consolidar novas oportunidades comerciais e tecnológicas.

Entre os principais temas em pauta estão os investimentos em infraestrutura logística, como ferrovias e portos, a ampliação do comércio de produtos agropecuários e a cooperação em pesquisa e inovação no setor agrícola. Essas áreas são vistas como essenciais para a competitividade internacional do agronegócio brasileiro e para o fortalecimento das cadeias produtivas nacionais.

A visita oficial também coincide com a cúpula entre a China e a Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), ampliando o alcance político da viagem e reforçando o papel do Brasil como articulador regional. O encontro contribui para fortalecer a agenda de cooperação Sul-Sul, uma das marcas da política externa brasileira em fóruns multilaterais.

Antes de desembarcar em Pequim, Lula esteve em Moscou, onde participou das celebrações pelos 80 anos do fim da Segunda Guerra Mundial e manteve um encontro bilateral com o presidente russo, Vladimir Putin. Na capital russa, além das pautas diplomáticas, a agenda incluiu negociações sobre o comércio de fertilizantes e combustíveis, insumos considerados vitais para a sustentabilidade e o crescimento do agronegócio nacional.



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AgroNewsPolítica & Agro

Leite em pó sobe 2,51% no mercado goiano



Preços dos lácteos goianos fecham abril estáveis




Foto: Pixabay

Foi publicado nesta segunda-feira (5), no site da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), o Boletim de Mercado do Setor Lácteo Goiano, elaborado pela Câmara Técnica e de Conciliação da Cadeia Láctea de Goiás. A edição de abril de 2025 aponta estabilidade nos preços médios da cesta de derivados, resultado de ajustes pontuais entre os produtos analisados.

Segundo o boletim, o leite em pó integral apresentou o maior crescimento do mês, com alta de 2,51%. O leite condensado também teve valorização, de 0,65%. “A recuperação de preços nesses itens indica uma retomada gradual da demanda e reforça a importância do monitoramento contínuo realizado pela Câmara Técnica”, informou o documento.

Em contrapartida, alguns produtos registraram queda. O creme a granel teve recuo de 3,38%, o queijo muçarela caiu 2,58% e o leite UHT integral registrou baixa de 0,58%. Mesmo com essas variações, a média geral da cesta permaneceu estável.

A Câmara Técnica avalia que o equilíbrio entre produção, indústria e consumo foi mantido no mês. O boletim destaca que o acompanhamento regular dos indicadores de mercado segue essencial para orientar os agentes da cadeia produtiva.





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‘Prêmio Mulheres do Agro’ está com as inscrições abertas para a 8ª edição; saiba como participar



A Bayer e a Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) anunciam a abertura das inscrições para a 8ª edição do Prêmio Mulheres do Agro, que reconhece o protagonismo feminino no setor por meio de boas práticas em sustentabilidade, governança e impacto social. Para se inscrever, basta acessar o link.

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As indicações para a categoria Ciência e Pesquisa podem ser feitas até 1º de junho, enquanto as inscrições para a categoria Produtora Rural seguem abertas até 31 de julho de 2025. As interessadas devem acessar o site oficial da premiação, que foi reformulado para oferecer uma navegação mais intuitiva, espaço dedicado às histórias das vencedoras e um novo formulário, com login individual, que facilita o preenchimento e o contato com a organização.

As vencedoras serão anunciadas no dia 22 de outubro, durante o 10º Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio (CNMA), em São Paulo, um dos principais eventos do setor, que reúne mulheres de todas as regiões do país.

O prêmio e a importância da mulher no agro

Desde sua criação, em 2018, a premiação contemplou 63 produtoras e duas pesquisadoras. Em 2024, houve aumento de 26,5% nas inscrições de pequenas propriedades, além de diversidade etária, com participantes de 19 a 67 anos. Para garantir a ética e a confidencialidade do processo, os nomes dos jurados permanecem em sigilo.

Nesta edição, serão reconhecidas nove produtoras, três em cada subcategoria: pequena, média e grande propriedade, e uma cientista na categoria Ciência e Pesquisa. Lançada em 2023, essa categoria premia mulheres com projetos de impacto no agro. A vencedora será escolhida por voto popular entre três finalistas e receberá R$ 20 mil, destinados à instituição de pesquisa em que atua.

A comunicação da premiação foi ampliada com presença em veículos especializados em agronegócio, propaganda, marketing e inovação, além de ações contínuas nas redes sociais. Os conteúdos são protagonizados por vencedoras de edições anteriores, que compartilham suas trajetórias e incentivam outras mulheres a reconhecerem seu papel no desenvolvimento sustentável do campo. A iniciativa também conta com o apoio voluntário de instituições e premiadas, que a promovem como uma vitrine para boas práticas e fortalecimento de redes de apoio entre mulheres do agro.

Para reforçar essa visibilidade, a identidade visual do pêmio foi renovada com cores mais fortes e marcantes, que refletem a força e o protagonismo feminino no setor. O site oficial também passou por reformulação, tornando-se mais dinâmico e oferecendo um espaço dedicado às histórias das vencedoras, com o objetivo de inspirar outras mulheres e fomentar boas práticas no campo. O formulário de inscrição foi redesenhado para ser mais intuitivo e confortável, com login individual e maior facilidade de contato com a organização da premiação.

“O Prêmio Mulheres do Agro segue com a missão de reconhecer, celebrar e valorizar a contribuição da mulher no campo em termos de inovação e sustentabilidade. Toda a nossa comunicação é voltada a incentivar que essas mulheres compartilhem suas histórias e inspirem outras”, afirma Isabela Fagundes, Especialista em Comunicação Corporativa da Bayer.



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