domingo, maio 24, 2026

Autor: Redação

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Mais de 20 araras-canindé passam por reabilitação para voltar à natureza



O transporte de 27 araras-canindé (Ara ararauna) até o Centro de Conservação e Manejo de Fauna da Caatinga (Cemafauna), em Petrolina (PE), foi realizado por equipes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), em parceria com a Agência Estadual de Meio Ambiente de Pernambuco (CPRH).

Os animais foram encaminhados para quatro diferentes Centros de Triagem e Reabilitação de Animais Silvestres (Cetras), com o objetivo de integrar um novo projeto voltado à reabilitação de psitacídeos no âmbito do Projeto Papagaio da Caatinga. A iniciativa busca preparar as aves para futura reintrodução em áreas de ocorrência natural, sobretudo no sul do estado do Piauí.

O Ibama reforça que a ação representa mais um passo na recuperação de indivíduos vítimas de tráfico, cativeiro ilegal ou maus-tratos, promovendo sua reabilitação e reinserção segura em ambientes naturais.

Ao mesmo tempo, o Instituto acredita que a articulação entre os Cetras e o Cemafauna amplia a capacidade de resposta à demanda por acolhimento, tratamento e preparo para soltura de espécies da fauna brasileira.

*Sob supervisão de Victor Faverin



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México entra na lista e suspende produtos avícolas do Brasil



O governo do México confirmou neste sábado (17) a suspensão das importações de produtos avícolas do Brasil, após o país registrar um caso de gripe aviária em uma granja comercial no Rio Grande do Sul.

Por meio de uma nota oficial, o governo mexicano explicou que a medida foi adotada enquanto aguarda mais informações sobre o foco da doença. A suspensão das compras de produtos avícolas brasileiros segue a precaução de outros países em relação à disseminação da gripe aviária.

Com isso, o México se junta a outros países que já impuseram restrições temporárias às exportações brasileiras de produtos avícolas, incluindo Chile, Uruguai, União Europeia (UE), China e Argentina. O Brasil, um dos maiores exportadores de carne de frango e ovos do mundo, enfrenta agora desafios no setor devido ao aumento das barreiras comerciais causadas pela crescente série de bloqueios.

O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, destacou que, ao confirmar a presença de doenças em animais de criação comercial, cada país segue seus próprios protocolos de contenção. Em alguns casos, como na China, União Europeia e Argentina, as restrições não se limitam às áreas afetadas, mas são aplicadas a todo o território nacional.

No entanto, países como Japão, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Filipinas adotaram uma abordagem diferente, baseada no conceito de “regionalização”. Nesses casos, a suspensão das importações não afeta todo o território brasileiro, mas é restrita ao estado ou município onde o foco do surto foi identificado. No caso da gripe aviária, isso significa que, enquanto o Rio Grande do Sul está com as exportações suspensas, as demais regiões do Brasil seguem com as exportações de produtos avícolas de forma normal.



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Encontro do BRICS debate sobre segurança alimentar



Nos dias 14 e 15 de maio, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação do Brasil coordenou a 6ª Reunião do Grupo de Trabalho do Brics em Biotecnologia e Biomedicina, realizada no campus do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), em Campinas (SP). O encontro, que contou com a participação de delegações do Brasil, Rússia, Índia, China, Emirados Árabes Unidos e Irã, foi marcado pelo avanço de parcerias internacionais focadas principalmente em biotecnologia agrícola e segurança alimentar.

Segundo informações da Agência Gov, durante o evento, foram discutidos diferentes temas, como biotecnologia agrícola, melhoramento genético de cultivos, tecnologias para aumento da produtividade e segurança alimentar. A ênfase na biotecnologia aplicada à agricultura tem como objetivo enfrentar desafios globais, como a crescente demanda por alimentos, mudanças climáticas e a necessidade de soluções sustentáveis para garantir a produção alimentar a longo prazo.

A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, destacou a importância da cooperação entre os países do BRICS, afirmando que a ciência e a inovação tecnológica são ferramentas essenciais para o desenvolvimento sustentável, incluindo a agricultura inteligente. “A cooperação no âmbito do BRICS é crucial para enfrentarmos desafios globais como a segurança alimentar e a mudança do clima”, afirmou a ministra em mensagem de vídeo.

Leandro Pedron, diretor do departamento de Programas Temáticos do MCTI, avaliou que o encontro consolidou a colaboração entre os países para o desenvolvimento de soluções biotecnológicas para a agricultura. Ele destacou a definição de prioridades conjuntas para o próximo edital do BRICS STI Framework Programme, com temas estratégicos que incluem biotecnologia agrícola, inovação em segurança alimentar e tecnologias para adaptação às mudanças climáticas.

O encontro também resultou na assinatura de um resumo oficial que será encaminhado aos ministérios de Ciência e Tecnologia dos países-membros do BRICS. Entre os principais avanços, foi destacada a biotecnologia agrícola como um dos pilares para a construção de um futuro resiliente e sustentável.

A programação incluiu sessões técnicas sobre biotecnologia para a agricultura, com ênfase em melhoramento genético de plantas, uso de organismos geneticamente modificados (OGMs) e biopesticidas. Além disso, foram realizadas visitas às instalações do CNPEM, incluindo o Sirius, uma das fontes de luz síncrotron mais avançadas do mundo, que pode ser utilizada em pesquisas para o desenvolvimento de novas tecnologias agrícolas.

Criado em 2016, o Grupo de Trabalho em Biotecnologia e Biomedicina do BRICS visa fomentar parcerias científicas que abordem os desafios globais de saúde, inovação e sustentabilidade. A edição de 2025 consolidou a importância da biotecnologia agrícola como um componente essencial para garantir a segurança alimentar no futuro, reforçando a ideia de que a ciência é uma ponte fundamental para um mundo mais justo e resiliente.



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AgroNewsPolítica & Agro

Plantio direto melhora uso da pastagem no campo



Plantio direto com máquinas modernas preserva solo e melhora produção


Foto: Canva

O uso de plantadeiras adaptadas ao sistema de plantio direto tem se consolidado como estratégia para conservar a umidade do solo, reduzir perdas por erosão e manter a produtividade das lavouras. Segundo pesquisas da Embrapa, o método contribui para a sustentabilidade da atividade agropecuária ao preservar as características físicas do solo e favorecer o desenvolvimento das culturas.

A técnica tem sido adotada por produtores que buscam maior eficiência no manejo da pastagem. Um dos aspectos centrais é o uso de máquinas que depositam as sementes sem a necessidade de revolver o solo, o que reduz a compactação e ajuda a manter a cobertura vegetal, essencial para conter processos erosivos.

De acordo com depoimentos de agricultores que utilizam o sistema, a prática tem garantido maior estabilidade nas produções mesmo em períodos de estiagem, além de facilitar o manejo das áreas destinadas à pastagem. Eles destacam que, além da conservação do solo, o sistema contribui para o aumento da matéria orgânica e para a melhoria do perfil do solo ao longo do tempo.

A adoção dessa tecnologia tem sido estimulada por instituições de pesquisa, que apontam a integração entre práticas conservacionistas e equipamentos modernos como caminho para aliar produtividade e preservação ambiental.





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Pescadores são multados em R$140 mil por pesca ilegal de pargo



Uma embarcação que operava ilegalmente na pesca do pargo, espécie ameaçada de extinção, foi apreendida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) no dia 9 de maio.

A embarcação já havia sido apreendida anteriormente, em janeiro deste ano e, desde então, descumpria os termos estabelecidos pelo órgão, retornando à atividade pesqueira de forma irregular.

Além de infringir a normativa que protege o animal durante o defeso (fase de reprodução da espécie em que a pesca é expressamente proibida por lei), o responsável pela embarcação desrespeitou diversos dispositivos da legislação ambiental e pesqueira em vigor.

Como resultado da operação, foram aplicadas multas que somam R$ 148.480,00 e apreendidos cerca de mil quilos de pescado irregular.

Todo o pescado foi destinado ao Programa Mesa Brasil, iniciativa que atua no combate à fome e ao desperdício de alimentos, promovendo a distribuição a entidades socioassistenciais.

Segundo o Ibama, a atuação firme contra a pesca predatória é fundamental para garantir a reprodução das espécies, a sustentabilidade dos estoques pesqueiros e o equilíbrio dos ecossistemas marinhos.

*Sob supervisão de Victor Faverin



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Saiba os produtores e pesquisadores que venceram o Prêmio Personagem Soja Brasil!



A cerimônia do Prêmio Personagem Soja Brasil, safra 24/25, foi realizada na última quarta-feira (14), na sede da Aprosoja Brasil, em Brasília. A premiação, transmitida ao vivo pelo Canal Rural, reconheceu os profissionais que mais se destacaram na cadeia produtiva da soja, em duas categorias principais: voto popular e júri técnico. Conheça os campeões:

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Vencedores do Prêmio Personagem Soja Brasil

Na categoria Pesquisador – Voto Popular, o vencedor foi Anderson Cavenaghi. Professor e doutor, Cavenaghi é referência nacional em proteção de plantas. Ao receber o prêmio, destacou a importância do reconhecimento profissional: “É muito bom perceber que o trabalho é reconhecido. Fico feliz!”

Já na categoria Produtor – Voto Popular, o premiado foi Alberto Schlatter, produtor de Chapadão do Sul (MS). Schlatter alia tradição familiar a práticas modernas no campo, apostando em tecnologia e sustentabilidade. Em seu discurso, enfatizou a responsabilidade do setor: “Para salvar o Brasil, precisamos ser patriotas.”

Entre os indicados pelo júri técnico, o prêmio foi para Julio Cezar Franchini. Pesquisador da Embrapa em Londrina (PR), Franchini é reconhecido pelo trabalho no manejo e conservação do solo. Emocionado, agradeceu à família e reforçou seu compromisso com o futuro da ciência agrícola: “Estou muito feliz, agradeço. Isso me pegou de surpresa. Agradeço à minha família pelo apoio. É bom perceber que meu filho também quer ser pesquisador da Embrapa.”

Na categoria Produtor – Júri Técnico, o reconhecimento foi para Claudia D’Agostini, produtora de Sabáudia (PR). Claudia administra a propriedade ao lado da irmã e tem se destacado pela adoção de tecnologias e pela condução de um processo sólido de sucessão familiar. “É uma alegria muito grande. Estou no começo dessa jornada, dando continuidade ao trabalho do meu pai. Espero inspirar pessoas, principalmente mulheres no agro brasileiro”, afirmou.

Além das premiações principais, duas homenagens especiais foram feitas durante a cerimônia. A pesquisadora Cecilia Czepak, da Universidade Federal de Goiás, recebeu menção honrosa pelas contribuições no manejo integrado de pragas, promovendo avanços significativos na sanidade das lavouras de soja em diversas regiões do país.

Oliveiro Alves de Melo, de Balsas (MA) também foi econhecido por sua atuação na Cooperação Nipo-Brasileira e por seu papel essencial no desenvolvimento sustentável da soja no Cerrado.



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AgroNewsPolítica & Agro

rendimento do feijão sobe apesar de área menor



Minas conclui colheita do feijão




Foto: Canva

A colheita do feijão da safra 2024/25 em Minas Gerais foi concluída em março, com volume inferior ao registrado na safra anterior. A informação consta no 8º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) nesta quinta-feira (15).

Segundo a Conab, a redução da produção está relacionada principalmente à diminuição da área plantada. O cenário foi influenciado por fatores mercadológicos, como a menor atratividade dos preços pagos pelo feijão em comparação com outras culturas de verão, como a soja e o milho, além do maior risco climático para o plantio do feijão na primeira safra.

Apesar da queda na área cultivada, o rendimento médio da cultura aumentou em relação ao ciclo anterior. De acordo com a Conab, esse avanço se deve às condições climáticas mais favoráveis durante a fase de implantação e desenvolvimento inicial das lavouras. “As lavouras evoluíram sem os atrasos causados pela estiagem e pelas ondas de calor registradas no fim de 2023”, destacou o levantamento.

Ainda conforme o relatório, o melhor desempenho vegetativo permitiu um cronograma de cultivo mais alinhado com o ideal técnico, contribuindo para a elevação da produtividade média, mesmo com a redução da área plantada.





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Palma forrageira pode baratear ração animal e impulsionar produção de leite e carne



Com o objetivo de aumentar a produtividade e reduzir os custos dos pecuaristas que atuam sobretudo na região do Semiárido nordestino, a Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) aprovou um convênio com a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) para executar o projeto “Palma Forrageira: In Natura ou Farelo – Mais Leite e Mais Carne com Mais Qualidade”.

A iniciativa vai estudar, com base científica, os efeitos da substituição do milho e do farelo de trigo pela palma na alimentação de vacas, cabras e ovinos.

O projeto, que receberá R$ 256 mil da Sudene, integra o programa InovaPalma, voltado ao uso da palma como insumo estratégico para a pecuária regional.

Resistente à seca e com alto valor nutricional, a palma é considerada uma alternativa promissora para enfrentar os efeitos das estiagens prolongadas na produção de leite e carne.

A pesquisa será conduzida por equipes da UFRPE e os estudos acontecerão em unidades experimentais, avaliando os efeitos em três populações de animais: vacas em lactação, cabras leiteiras e ovinos de corte.

Serão avaliados indicadores como produção e composição do leite, digestibilidade dos nutrientes, qualidade da carne e eficiência alimentar. Os testes devem começar em agosto de 2025.

Palma forrageira é versátil

Do ponto de vista técnico, a expectativa é de que a pesquisa aponte ganhos relevantes para a pecuária regional. Para o engenheiro agrônomo da Sudene, José Aildo, a versatilidade e os efeitos da palma podem transformar a alimentação animal no Semiárido.

“Um dos aspectos mais inovadores deste estudo é avaliar até que ponto a palma melhora a qualidade do leite e da carne. Já há indícios da presença de enzimas na planta que facilitam a digestão do leite, por exemplo. Soma-se a isso o fato de ser um alimento altamente eficiente para suprir as necessidades dos rebanhos em clima semiárido”, explicou.

A iniciativa reforça as diretrizes da Sudene para o desenvolvimento sustentável da região, priorizando soluções de baixo custo e impacto positivo direto para o produtor. Além de fortalecer as cadeias produtivas tradicionais.

Se os resultados forem positivos, a palma pode ganhar protagonismo nas estratégias de alimentação da pecuária regional.

Produto de exportação

A Sudene também enxerga na palma um ativo econômico com potencial global. Segundo o superintendente da Autarquia, Danilo Cabral, a planta pode se tornar uma commodity exportável.

“Já sabemos da resiliência da palma no Semiárido. Existem regiões no exterior com clima semelhante, o que abre espaço para sua valorização internacional. A Sudene tem investido em pesquisa, ciência e inovação para agregar valor à palma, transformando-a não apenas em um insumo essencial para a sustentabilidade regional, mas também em um produto de mercado, com potencial econômico além das nossas fronteiras”, afirmou.



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Após registro de gripe aviária, Chile e Uruguai também suspendem compra de frango do Brasil



Os países Chile e Uruguai anunciaram, nesta sexta-feira (16), a suspensão das importações de carne de frango do Brasil, em reação ao primeiro caso confirmado de gripe aviária no país. O surto foi detectado em uma granja comercial no estado do Rio Grande do Sul, e divulgado pelo governo brasileiro na quinta-feira (15). Com isso, os dois países se juntam à lista de nações que já haviam tomado medidas similares, incluindo China e União Europeia.

A Argentina, por meio da Senasa (Agência Nacional de Segurança Alimentar), também tomou a mesma medida, aguardando até que o Brasil seja novamente certificado como livre da gripe aviária. O governo argentino reforçou a importância de intensificar as medidas de biossegurança nas granjas brasileiras.

Em 2024, o Brasil exportou cerca de 4 milhões de toneladas de produtos e subprodutos de origem avícola para a Argentina, conforme dados do Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec).

Contenção da gripe aviária

O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, explicou que, diante da comprovação de doenças em animais de criação comercial, cada país adota seu protocolo de contenção. Países como China, União Europeia e Argentina, por exemplo, não limitam as restrições às regiões afetadas, mas estendem as medidas para o país como um todo.

Por outro lado, países como Japão, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Filipinas possuem acordos diferentes com o Brasil, baseados na “regionalização”. Ou seja, essas nações suspendem as importações apenas do estado ou município onde o surto foi identificado. No caso específico da gripe aviária, a suspensão afeta exclusivamente o Rio Grande do Sul, enquanto o restante do Brasil segue com as exportações normais.



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plantio e colheita seguem no ritmo esperado


As lavouras de morango no Rio Grande do Sul seguem em desenvolvimento dentro do esperado para o período, conforme aponta o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (15). As temperaturas amenas registradas nas últimas semanas têm favorecido a emissão de novas flores e o crescimento das plantas, sem registro de problemas fitossanitários relevantes.

Na região de Caxias do Sul, os produtores mantêm os tratamentos preventivos, especialmente contra doenças fúngicas. O volume de colheita está compatível com a época e os preços pagos pelo quilo variam de R$ 20,00 a R$ 35,00 na venda direta ao consumidor, e entre R$ 18,00 e R$ 30,00 em mercados, intermediários e centrais de abastecimento.

Em Lajeado, no município de Feliz, o setor passa por entressafra. Alguns produtores que cultivam em bancadas ainda mantêm produção ativa, enquanto outros iniciaram o plantio com mudas importadas da Espanha. Os que utilizam cultivo em solo aguardam a chegada das mudas para começar a implantação até meados de junho. Os preços praticados estão entre R$ 20,00 e R$ 30,00 por quilo.

Na região de Pelotas, a cultura está em fase de desenvolvimento vegetativo, com boa floração. As condições climáticas recentes também contribuíram para a execução de manejos como reposição de mudas e troca de substratos em áreas protegidas. As colheitas, concentradas em frutos de menor calibre, têm destino principalmente nas feiras livres, com preços variando de R$ 20,00 a R$ 25,00 em Pelotas, e de R$ 25,00 a R$ 40,00 em Rio Grande.

Em Santa Rosa, a reimplantação das mudas das variedades de dias neutros, como Albion e San Andreas, segue em andamento. Os produtores monitoram o estado sanitário das mudas e realizam o controle de ácaros e doenças como a antracnose. A combinação de temperaturas mais baixas com dias ensolarados tem estimulado a retomada da floração.

Já na região de Santa Maria, no município de São Vicente do Sul, os produtores estão em fase de plantio. As mudas utilizadas, em sua maioria, são importadas do Chile.





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