domingo, maio 24, 2026

Autor: Redação

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Alta oferta e trégua entre EUA e China pressionam preços da soja



Por outro lado, trégua comercial entre China e Estados Unidos pode limitar a demanda externa de soja, como explica o Cepea. Ambos os países diminuíram as tarifas de 145% e 125% para 30% e 10% respectivamente.

Sobre a produção mundial de soja, dados divulgados na última segunda-feira (12), pelo USDA apontam para uma produção mundial recorde. O montante de soja estimado para a safra 2025/26 é de 426,82 milhões de toneladas.

Já para o Brasil, a previsão é de que sejam produzidas 175 milhões de toneladas de soja. O valor também configura um recorde histórico para o país.



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Alta oferta e trégua entre EUA e China pressionam preços da soja



Por outro lado, trégua comercial entre China e Estados Unidos pode limitar a demanda externa de soja, como explica o Cepea. Ambos os países diminuíram as tarifas de 145% e 125% para 30% e 10% respectivamente.

Sobre a produção mundial de soja, dados divulgados na última segunda-feira (12), pelo USDA apontam para uma produção mundial recorde. O montante de soja estimado para a safra 2025/26 é de 426,82 milhões de toneladas.

Já para o Brasil, a previsão é de que sejam produzidas 175 milhões de toneladas de soja. O valor também configura um recorde histórico para o país.



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Parceiros apoiam e celebram a premiação do Personagem Soja Brasil 24/25



Há menos de uma semana, Brasília (DF) foi o palco da celebração que contou as histórias daqueles que transformam o campo. A cerimônia Personagem Soja Brasil 2024/2025, realizada na Casa Canal Rural e também sede da Aprosoja Brasil, só foi possível graças ao apoio dos patrocinadores do projeto, parceiros que caminham lado a lado e acreditam no poder da inovação, da tecnologia e da valorização do setor.

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A realização da premiação, marcada por aplausos e emoção, destacou profissionais que se destacam na cadeia produtiva da soja. Os homenageados foram anunciados em duas categorias: voto popular e júri técnico.

Patrocinadores que transformam o campo

Um dos destaques do evento foi a homenagem à trajetória da Embrapa Soja, que completou mais um ano de contribuição essencial ao desenvolvimento do setor. O chefe-geral em exercício da unidade, Adilson de Oliveira Junior, celebrou o reconhecimento nacional e internacional da instituição. Ele também comentou com emoção sobre a conquista da cientista brasileira Mariangela Hungria, escolhida para receber o World Food Prize 2025, considerado o ”Nobel” da agricultura.

O diretor de governança da Embrapa, Alderi Emidio de Araujo, se emocionou ao falar sobre a união do setor. ”Fico muito emocionado por ver aqui tantos produtores e representantes do agronegócio brasileiro. Hoje mesmo estive em um evento sobre milho e, apesar de atualmente atuar como diretor, minha origem é no algodão. Conheço bem a realidade do campo. Lembro do senhor Alberto Dilata, cuja fazenda visitei diversas vezes para instalar experimentos. Ele foi muito assertivo ao dizer que precisamos estar todos juntos. E realmente estamos, numa grande aliança pelo agronegócio brasileiro. A Embrapa trabalha com esse compromisso há décadas. Já são 50 anos de dedicação”.

Segundo Adilson, a premiação de Mariangela representa um marco para o país e para o setor. ”A divulgação do prêmio da Mariangela foi um momento muito feliz pra gente. É o maior reconhecimento que já tivemos do trabalho dela. Ficamos muito felizes. É o reconhecimento da pesquisa no Brasil, da agricultura, dos produtores de soja que adotam as tecnologias que são desenvolvidas lá, com fixação biológica. Então é um prêmio nosso, do nosso país”.

Entre os patrocinadores presentes, Rodrigo Lima, diretor de marketing da Ihara, destacou a importância da parceria. ”É uma satisfação estar aqui. São mais de 10 anos junto ao projeto, e esse é um ano especial, de 60 anos da Ihara. Completar essa história no mercado brasileiro, com nossa base japonesa, faz toda a diferença. São 60 anos ao lado de agricultores e pesquisadores. Isso está no nosso DNA”.

Vanessa Dutra, gerente da concessionária da Mitsubishi Motors em Brasília, falou sobre a conexão da marca com o agro. ”A Mitsubishi se sente privilegiada de estar nesse evento. A gente sabe o que o agro precisa: tração 4×4, tecnologia e robustez para se tornar ainda mais produtivo. Com o lançamento da nova Triton, trazemos um novo motor e novas soluções para atender produtores e pesquisadores, do campo à cidade”. Os indicados ao prêmio puderam testar o novo modelo da picape em primeira mão.

O diretor executivo da Bayer, Fernando Prudente, reforçou o alinhamento da empresa com os objetivos do Soja Brasil. ”É um prazer fazer parte do projeto. Acreditamos muito nele. A missão da Bayer é levar saúde para todos e fome para ninguém. E o trabalho do Soja Brasil faz parte disso, produzindo alimento para o povo brasileiro”.

A diretora nacional da Pro Farm, Susana Carvalho, também comemorou a parceria com o projeto. ”É um prazer sermos patrocinadores e poder prestigiar o evento. Estar aqui é estar ao lado do produtor, da pesquisa, da inovação e da tecnologia. Por meio dos nossos produtos, apoiar esse programa é uma honra para nós”.

O resultado do prêmio também foi prestigiado por diretores e presidentes das Aprosojas dos estados da Bahia, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Piauí e Tocantins.



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AgroNewsPolítica & Agro

consumo segue seguro, dizem especialistas



Morbini explicou que a influenza aviária não se transmite por ingestão de alimentos




Foto: Divulgação

Apesar da confirmação do primeiro caso de gripe aviária de alta patogenicidade (H5N1) em uma granja comercial no Brasil, o consumo de carne de frango e ovos segue totalmente seguro para a população. A informação foi reforçada por autoridades sanitárias e especialistas, após a detecção do vírus em um matrizeiro em Montenegro, no Rio Grande do Sul.

Em entrevista ao Portal Agrolink, o engenheiro agrônomo Juarez Morbini explicou que a influenza aviária não se transmite por ingestão de alimentos. “Mesmo que a ave estivesse contaminada, o vírus não é passado para humanos pelo consumo de carne ou ovos. A população pode ficar tranquila”, afirmou. O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) também ressaltou que o risco de infecção humana é extremamente baixo e restrito a profissionais que têm contato direto com aves doentes.

A influenza aviária é causada por um vírus que atinge aves, sobretudo as silvestres e de fundo de quintal. A presença do patógeno na avicultura industrial brasileira era até então inédita. Técnicos já isolaram o foco e implantaram medidas de contenção, incluindo o abate sanitário dos animais e a desinfecção completa das instalações.

O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, reiterou a segurança alimentar dos produtos avícolas e elogiou a rapidez da resposta sanitária brasileira. “Seguimos com total transparência e garantimos que não há risco no consumo de frango e ovos. O Brasil tem um dos sistemas de defesa sanitária mais eficientes do mundo.”

Como medida preventiva, o Mapa orienta a população a não tocar em aves mortas ou com sinais neurológicos e respiratórios. Em casos suspeitos, o correto é acionar os serviços veterinários oficiais. A gripe aviária não é uma doença de transmissão alimentar, e não há registros no Brasil de pessoas infectadas por meio da ingestão de alimentos.

Mesmo com o impacto comercial, sobretudo na relação com a China, que suspendeu temporariamente as importações, o governo reforça que o foco está controlado e que o país continua confiável como fornecedor global de proteína animal.





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Milho segue pressionado frente a perspectiva de boa produtividade



Os valores internos do milho vem sendo pressionados pelas estimativas de produção elevada no Brasil e no mundo. Isso é o que apontam os dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). 

O impacto nas cotações foi sentido no Indicador Esalq/BM&FBovespa, de Campinas (SP), que operou no menor patamar desde janeiro deste ano. 

No Brasil, as boas condições climáticas na maior parte das lavouras da segunda safra sustentam as perspectivas de boa produtividade. Similarmente, nos Estados Unidos o clima também tem contribuído para a semeadura do milho.

Dessa forma, parte dos consumidores brasileiros tem se afastado do mercado esperando por novas desvalorizações. Por outro lado, os vendedores ainda vem tentando negociar os últimos lotes da safra 2023/24 e da atual safra 2024/25 de acordo com o Cepea.



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Previsão de crescimento da economia brasileira para 2025 é de 2,02%



A previsão do mercado financeiro para o crescimento da economia em 2025 foi elevada de 2% para 2,02%, de acordo com o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (19), em Brasília. A pesquisa é realizada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Para 2026, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB – a soma dos bens e serviços produzidos no país) ficou em 1,7%. Para 2027 e 2028, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2% para os dois anos.

Em 2024, a economia brasileira cresceu 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021 quando o PIB alcançou 4,8%.

A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,82 para o fim deste ano. No fim de 2026, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,90.

Inflação

A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – para 2025 passou de 5,51% para 5,5% nesta edição do Boletim Focus. É a quarta queda consecutiva na expectativa do mercado financeiro sobre o IPCA.

Para 2026, a projeção da inflação ficou em 4,5%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 4% e 3,8%, respectivamente.

A estimativa para 2025 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3% com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.

Em abril, a inflação oficial fechou em 0,43%, pressionada principalmente pelos preços dos alimentos e de produtos farmacêuticos. O resultado mostra desaceleração pelo segundo mês seguido, após o IPCA ter marcado 1,31% em fevereiro e 0,56% em março.

No acumulado em 12 meses, o índice divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) soma 5,53%.

Juros básicos

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 14,75% ao ano. A alta do preço dos alimentos e da energia e as incertezas em torno da economia global fizeram o BC aumentar mais uma vez os juros em 0,5 ponto percentual na última reunião, no início do mês, o sexto aumento seguido da Selic em um ciclo de contração na política monetária.

Em comunicado, o Copom não deu pistas sobre o que deve ocorrer na próxima reunião, na metade de junho. Afirmou apenas que o clima de incerteza permanece alto e exigirá prudência da autoridade monetária, tanto em eventuais aumentos futuros como no período em que a Selic deve ficar em 14,75% ao ano.

A estimativa do mercado financeiro é que a taxa básica encerre 2025 neste patamar. Para o fim de 2026, a estimativa é de que a taxa básica caia para 12,5% ao ano. Para 2027 e 2028, a previsão é que ela seja reduzida novamente, para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.

Quando a taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.



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Bahia lidera o cenário agrícola na região Nordeste



As exportações do agronegócio baiano alcançaram a marca de US$ 1.5 bilhão de dólares (cerca de 8,5 bilhões de reais) entre janeiro e março deste ano, superando o volume total embarcado por todos os demais estados nordestinos, que juntos somaram US$ 1.44 bilhão. Os dados constam no Sistema Agrostat do Ministério da Agricultura e Pecuária.

O estado apresentou um crescimento de 9,15% nas exportações no primeiro trimestre de 2025 em comparação com o mesmo período do ano anterior. O montante movimentado cresceu de US$ 1.37 bilhão para US$ 1.50 bilhão.

Cacau da Bahia

Segundo o governo do estado, o cenário foi impulsionado pela boa performance de diversas culturas, com destaque para o cacau e seus derivados, que registraram um aumento de 174,43%.Tendo mais de cem países como destino de seus embarques,

O secretário da Agricultura da Bahia, Pablo Barrozo, destaca que a abertura de novos mercados internacionais, especialmente na Ásia, tem sido um fator determinante para esse crescimento, impulsionando as vendas de produtos como algodão, soja, café e cacau e seus derivados.

“A liderança da Bahia nas exportações do setor agrícola se deve, em grande parte, à diversidade de nossa produção e altos padrões de qualidade e sustentabilidade, fruto de um trabalho conjunto entre governo, setor produtivo e investimentos em tecnologia e infraestrutura. Vamos seguir ampliando mercados, valorizando a produção baiana e garantindo renda no campo”, afirmou o secretário.

Destinos

A produção agrícola baiana é exportada para mais de cem países. Cacau e seus derivados têm como destinos a Argentina, Estados Unidos e membros da União Europeia. A soja é majoritariamente embarcada para a China, com embarques consideráveis também para a França, Europa e Taiwan.

O algodão produzido na Bahia tem como destino a China, Bangladesh, Egito, Estados Unidos e Paquistão. As frutas produzidas no estado, a exemplo da manga e da uva, possuem mercados na Espanha, Inglaterra, França, Alemanha, Estados Unidos, entre outros. Já os produtos florestais, como a celulose, madeira serrada e resinas, abastecem compradores na China, Bélgica, Estados Unidos, Itália e Holanda.

Também tiveram alta a produção de café, com um crescimento de 144%, seguido por fibras e produtos têxteis (13,7%) e papel e celulose (7,5%). Adicionalmente, as exportações do setor café e especiarias cresceram 165,44%, passando a representar 7,14% do total exportado pelo estado no trimestre.

Agronegócio brasileiro

No cenário nacional, o acumulado do primeiro trimestre de 2025, as exportações do agronegócio brasileiro totalizaram US$ 37,8 bilhões, aumento de 2,1% quando comparado ao ano anterior, o maior valor já registrado para o período. O superávit do setor no trimestre foi de US$ 32,6 bilhões, um crescimento de 2,1% em relação ao mesmo período de 2024.



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Japão impõe restrição a aves e ovos do Rio Grande do Sul



O Japão suspendeu temporariamente a importação de aves vivas do Rio Grande do Sul e de carne de aves e ovos frescos do município de Montenegro (RS) após a confirmação de caso de gripe aviária em uma granja comercial na cidade. O embargo foi informado em comunicado pelo Ministério da Agricultura, Florestas e Pesca do Japão (MAF).

A suspensão ocorre após o registro do primeiro foco de influenza aviária de alta patogenicidade (IAPP, H5N1) em uma granja comercial de produção de matrizes de aves em Montenegro e confirmado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) na sexta-feira (16).

“A fim de tomar todas as medidas possíveis para evitar a entrada da doença no Japão, a importação de aves vivas do estado do Rio Grande do Sul foi temporariamente suspensa na sexta-feira, 16 de maio de 2025, e suspendemos temporariamente a importação de carne de aves e ovos frescos da cidade de Montenegro”, diz o comunicado.

A regionalização das restrições está prevista no certificado sanitário acordado em julho do ano passado entre Brasil e Japão. Os japoneses concordaram em regionalizar por município o protocolo de IAAP, conforme proposto pelo Ministério da Agricultura.

O Japão é o terceiro principal destino do frango brasileiro, respondendo por 8,8% das exportações totais do Brasil em 2024. No ano passado, o Brasil exportou 422,979 mil toneladas de carne de frango para o Japão, com receita de US$ 855,746 milhões.

De janeiro a abril deste ano, os embarques de carne de frango ao Japão somaram 123,169 mil toneladas, com total de US$ 237,321 milhões, conforme números compilados do Agrostat – sistema de estatísticas de comércio exterior do agronegócio brasileiro.

Segundo levantamento do Ministério da Agricultura, além das suspensões regionais das compras pelo Japão, as exportações de frango e derivados de todo o território brasileiro estão suspensas para China, União Europeia, Canadá, África do Sul, Chile, Argentina, Uruguai, México e Coreia do Sul.



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Mapa investiga casos de gripe aviária em cinco estados



Nesta segunda-feira (19), o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) divulgou a investigação de um caso suspeito de gripe aviária em uma produção comercial na cidade de Ipumirim, no oeste de Santa Catarina. A informação consta no mapa de atualização de focos da doença.

Além disso, uma propriedade no município de Aguiarnópolis (TO) está sob investigação. A análise preliminar das amostras coletadas revelou a presença do vírus Influenza A, com baixa probabilidade de se tratar de uma cepa de alta patogenicidade, considerando as características epidemiológicas, laboratoriais e clínicas observadas. A investigação laboratorial segue em andamento, e medidas de controle de trânsito já foram adotadas, mantendo a situação sob controle e com vigilância adequada.

No Rio Grande do Sul, o Mapa também está investigando uma suspeita de gripe aviária em uma propriedade de subsistência, após a confirmação de focos da doença no estado. A propriedade está recebendo atenção especial da Defesa Agropecuária. As amostras coletadas foram enviadas ao Laboratório Federal de Defesa Agropecuária de São Paulo (LFDA-SP), em Campinas, e serão processadas ainda hoje (19), com previsão de resultado preliminar até o fim do dia.

O ministério reforça que, por se tratar de uma criação de subsistência, o caso não impacta o comércio internacional nem compromete a segurança dos alimentos inspecionados.

Outros trabalhos de investigação também estão em andamento em criações de subsistência nos estados do Ceará, Mato Grosso e Sergipe.

Segundo o Mapa, investigações de suspeitas são rotina na atuação da Defesa Agropecuária. Em situações de emergência, o número de investigações tende a aumentar inicialmente, o que demonstra a robustez do sistema brasileiro, que trata todas as ocorrências com eficiência e transparência.

Foco de gripe aviária em Montenegro

O Mapa também divulgou um balanço da operação no Rio Grande do Sul, após a confirmação de focos da doença no estado. Até domingo (18), 29 das 30 propriedades localizadas na área de 3 km (zona perifocal) em torno do foco em Montenegro foram vistoriadas, com a meta de atingir 100% até o final do dia. Na zona de vigilância (raio de 7 km a partir da zona perifocal), 238 das 510 propriedades já haviam sido inspecionadas.

Na propriedade foco, todas as aves e ovos já foram descartados. O processo de limpeza e desinfecção das instalações está em andamento.

Das sete barreiras de bloqueio ao trânsito de animais, cinco já foram instaladas. Quatro das seis barreiras de desinfecção também estão em funcionamento, com previsão de conclusão das instalações ainda hoje.

Os ovos provenientes da propriedade foco foram completamente rastreados e sua destruição está em curso. Em seguida, será iniciado o processo de limpeza e desinfecção dos três incubatórios.



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AgroNewsPolítica & Agro

Redução tarifária EUA-China impacta mercado da soja


O primeiro mês cotado da soja na Bolsa de Chicago encerrou a quinta-feira (15) em US$ 10,51 por bushel, após ter atingido US$ 10,67 ao longo da semana. Segundo a Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema) referente a semana de (09/05 a 15/05), publicada na quinta-feira (15), o recuo foi motivado por três fatores principais: a redução de tarifas entre Estados Unidos e China, a alta nas cotações do óleo de soja e a divulgação de uma estimativa de safra mais enxuta nos EUA.

“A confirmação de uma área semeada menor nos Estados Unidos, conforme o relatório de oferta e demanda divulgado no dia 12, trouxe incertezas ao mercado, mesmo com o clima favorável ao plantio”, explicou a Ceema. Até 11 de maio, cerca de 48% da área prevista havia sido plantada, acima da média de 37% dos últimos cinco anos.

O relatório também indicou uma redução de 4,1% na área a ser cultivada com soja nos EUA em 2025/26, projetando uma produção de 118,1 milhões de toneladas, levemente inferior à da safra anterior. Os estoques finais norte-americanos devem cair para 8,03 milhões de toneladas, e o preço médio pago aos produtores deve subir para US$ 10,25 por bushel.

Globalmente, a produção mundial de soja para o ciclo 2025/26 é estimada em 426,8 milhões de toneladas. A produção brasileira deve alcançar 175 milhões, enquanto a da Argentina pode atingir 48,5 milhões e a do Paraguai, 11 milhões de toneladas. As exportações brasileiras estão projetadas em 112 milhões de toneladas, volume igual ao estimado para as importações chinesas, segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

No entanto, os dados oficiais da China indicam tendência de queda nas compras. Em abril, as importações de soja pelo país asiático somaram 6,08 milhões de toneladas, o menor volume para o mês desde 2015. “A burocracia nos portos aumentou o tempo de transporte interno para até 25 dias, o que tem atrasado o comércio”, informou a Ceema.

O governo chinês projeta uma redução nas importações para 2025/26, estimando compras de 95,8 milhões de toneladas — bem abaixo dos 112 milhões previstos pelo USDA. Para o ciclo atual, 2024/25, as importações devem ficar em torno de 96 milhões, frente a 104,8 milhões no ano anterior.

Mesmo com a redução temporária nas tarifas entre China e Estados Unidos, produtores norte-americanos apontam desvantagens. “Os 10% de tarifa ainda mantidos impedem a competitividade dos nossos produtos frente à soja brasileira”, afirmaram representantes do setor nos EUA, segundo a Ceema.





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