domingo, maio 24, 2026

Autor: Redação

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Queda externa do algodão tem pressionado cotações domésticas, mostra Cepea



Levantamentos do Cepea mostram que as cotações domésticas do algodão em pluma têm caído, acompanhando as desvalorizações externas. Além disso, segundo o Centro de Pesquisas, o recuo do dólar frente ao real reforça a pressão sobre os valores internos, à medida que reduz a paridade de exportação.

Compradores, atentos às recentes quedas externas, se afastam do mercado, à espera de novas baixas. Além disso, muitos apontam dificuldades em repassar os atuais custos da pluma aos produtos manufaturados.

Já vendedores evitam ofertar no spot e focam o cumprimento de contratos e a efetivação de novos fechamentos envolvendo lotes da safra 2024/25, conforme explicam pesquisadores do Cepea.

Em relatório divulgado no dia 15, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) apontou novos reajustes positivos na produção nacional de pluma da temporada 2024/25. A alta foi de 0,36% frente aos dados de abril deste ano e de 5,5% em comparação à safra 2023/24. Assim, o volume pode atingir 3,9 milhões de toneladas, o que seria um novo recorde.

*Sob supervisão do jornalista Victor Faverin



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Indicador do Cepea para o arroz em casca cai para o menor nível desde julho de 2022



Com novas quedas, o indicador do arroz em casca CEPEA/IRGA (58% de grãos inteiros, com pagamento à vista) vem operando no menor patamar nominal desde julho de 2022, apontam levantamentos do Cepea.

Segundo o Centro de Pesquisas, a pressão doméstica acompanha os recuos verificados no mercado externo. Quanto aos dados de oferta e demanda nacional divulgados neste mês de maio pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção da safra 2024/25 deve crescer 14,8% em relação à temporada anterior (2023/24), passando de 10,58 milhões de toneladas para 12,14 milhões de toneladas.

Pesquisadores do Cepea explicam que esse aumento se deu frente a ampliação da área cultivada e pelo incremento da produtividade média, especialmente no cultivo irrigado.

*Sob supervisão do jornalista Victor Faverin



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Fávaro vê sinais de que a China pode regionalizar restrições a frango



O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, disse nessa terça-feira (20) que vê indícios de que a China possa regionalizar as restrições de comércio de carne de frango com o Brasil.

A detecção da gripe aviária em uma granja comercial em Montenegro, no Rio Grande do Sul, na última quinta-feira (15), levou o país asiático a suspender a compra da carne de frango de todas as regiões do país.

No entanto, Fávaro ressaltou que “ainda é muito cedo” para saber se a China regionalizará as restrições, ou seja, deixar de comprar carne de frango apenas da região próxima ao local do foco da gripe aviária confirmado.

“O caso ainda é muito recente. Estamos há cinco ou seis dias [desde a confirmação do caso de gripe aviária]. E o período de incubação do vírus é de 28 dias”, disse o ministro em entrevista.

Somente após o período de incubação é possível saber se o foco da gripe foi desativado. Caso não haja novos casos de gripe aviária após esse tempo, o local é declarado livre da doença.

“Os casos sendo negativados, isso vai garantindo que a gente crie um ativo para propor à China a regionalização. Aconteceu isso com a [doença de] Newcastle [detectada em uma granja no Rio Grande do Sul em 2024], e eles regionalizaram. Acho que é muito cedo ainda. Eu posso dizer que há indícios de que pode ser regionalizado, mas ainda é muito cedo”, afirmou o ministro.



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ouça os destaques econômicos do dia


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o novo recorde do Ibovespa, que subiu 0,34%, descolado das quedas globais e impulsionado por revisão positiva do Morgan Stanley. O dólar avançou 0,25%, a R$ 5,67, refletindo cautela externa e alta dos Treasuries. No Brasil, juros futuros subiram com desconforto fiscal. Hoje, destaque para o fluxo cambial e dados de petróleo nos EUA.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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AgroNewsPolítica & Agro

Essas são as maiores exportadoras da Argentina


A Viterra Ltd. manteve sua posição de destaque como a maior exportadora de commodities agrícolas da Argentina pelo terceiro ano comercial seguido, de acordo com dados divulgados pela Bolsa de Grãos de Rosario com base nas Declarações Juradas de Vendas ao Exterior (DJVE). Durante o ciclo 2023/24, encerrado em março, a empresa exportou 13,55 milhões de toneladas, superando concorrentes como Cargill (11,37 milhões) e COFCO (10,35 milhões). Juntas, as três maiores companhias foram responsáveis por quase 39% das 89,82 milhões de toneladas embarcadas das principais culturas agrícolas do país.

A soja liderou o ranking das exportações argentinas, com 40,88 milhões de toneladas — um aumento de 29% em relação à média das últimas três temporadas. O milho apareceu em seguida, com 37,86 milhões de toneladas, representando um crescimento de 16% na comparação com os três ciclos anteriores. Em contraste, o trigo apresentou forte retração: foram apenas 3,62 milhões de toneladas exportadas, 61% a menos que no ciclo anterior e 70% abaixo da média trienal, devido à seca de 2022/23 e à prorrogação de registros de safras anteriores.

Outras culturas também mostraram desempenhos variados. A cevada teve um volume estável, com 3,83 milhões de toneladas exportadas. O girassol avançou para 2,37 milhões de toneladas, enquanto o sorgo registrou recuperação, atingindo 1,26 milhão de toneladas — embora ainda aquém da média recente.

Entre os maiores exportadores por cultura, a Viterra também liderou nas vendas de soja (8,46 milhões de toneladas) e girassol (990 mil toneladas). A ADM foi a principal exportadora de milho (6,97 milhões), enquanto a Bunge Global SA liderou no trigo (760 mil toneladas). Na cevada, destacou-se a Cervecería y Maltería Quilmes (670 mil toneladas), e no sorgo, a ACA liderou com 320 mil toneladas.

 





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‘Erva-mate Verde’ surge como alternativa moderna ao chimarrão


Em São Mateus do Sul (PR), Angela Zampier e sua irmã unem tradição e inovação ao lançar o chá ‘Erva-mate Verde’, uma alternativa moderna ao chimarrão.

“Muita gente não tem o hábito de tomar chimarrão, mas o chá, esse todo mundo consome.”

A produtora rural busca alcançar consumidores que não tomam chimarrão, mas apreciam chás. Ela destaca o sabor e as propriedades do produto.

“Essa é uma forma eficaz de apresentar o sabor da erva-mate e suas propriedades. São cerca de 240 compostos estudados pela Embrapa. Além do sabor característico, a erva-mate é reconhecida como um alimento funcional”, afirma Zampier.

O chá tem atraído jovens, famílias e até consumidores internacionais interessados em bebidas naturais com cafeína.

A cafeína da erva-mate desperta interesse, especialmente como base para energéticos naturais. Isso amplia ainda mais seu potencial de mercado.

“A gente percebe que os chás, devido à cafeína, são usados para fornecer energia, especialmente em bebidas energéticas. Isso indica que temos um mercado amplo e promissor”, destaca a produtora.

A família Zampier apresentou na Anuga Select Brazil diversos produtos, incluindo erva-mate descansada e pura folha.

Com técnicas sustentáveis e foco em boas práticas agrícolas e de fabricação, a produtora garante um diferencial no mercado.

“A certificação orgânica é parte essencial da nossa estratégia”, ressalta.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp
Pura Folha é um dos produtos apresentados na Anuga Select Brazil 2025. Foto: Canal Rural

Feira internacional amplia visibilidade da cultura paranaense

A convite do Sebrae/PR, a família Zampier marcou presença com os produtos em uma feira internacional em São Paulo representou uma vitrine estratégica para o crescimento dos negócios.

“São Paulo é uma cidade cosmopolita e, aqui, temos participantes do Peru, Argentina, Alemanha, entre outros. É uma excelente oportunidade para mostrar todo o potencial da Erva-mate.”

O trabalho da família também reflete um movimento maior do setor rural: buscar inspiração em cadeias produtivas já consolidadas como o café e o vinho.

“Esses dois produtos construíram uma reputação sólida com base na origem e qualidade. É esse caminho que queremos trilhar com a Erva-mate”, complementa a produtora.

Exportação é o próximo passo

Com a Indicação Geográfica (IG) consolidada desde 2017 e presença constante em feiras e eventos, a família Zampier agora se prepara para um novo desafio: a internacionalização de seus produtos.

Além disso, Angela e sua irmã já garantiram as certificações necessárias para exportação, permitindo que seus produtos cheguem aos Estados Unidos, Canadá e países da União Europeia.

“Por exemplo, a Alemanha tem demonstrado um interesse crescente por produtos com cafeína natural, o que abre novas oportunidades no mercado externo”, explica a produtora rural.

Dessa forma, o chá de erva-mate verde, criado a partir da tradição e impulsionado pela inovação, se estabelece como uma alternativa que une regionalidade e sustentabilidade.

Porteira Aberta Empreender: conectando o campo e o mundo

Se você quer saber mais sobre a história de empreendedorismo da família Zampier, assista ao Porteira Aberta Empreender. O programa sobre ‘Feiras e Eventos’ vai ao ar no dia 22 de maio, às 17h45, no Canal Rural.

Canais de TV para assistir ao Porteira Aberta EmpreenderCanais de TV para assistir ao Porteira Aberta Empreender
Canais disponíveis para assistir ao programa Porteira Aberta Empreender.

Participe você também do programa! Envie suas dúvidas, sugestões e compartilhe sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp.

Além disso, no programa Porteira Aberta Empreender – uma produção do Canal Rural em parceria com o Sebrae -, você, micro e pequeno produtor rural, descobre soluções, produtos, serviços e inovações para fortalecer seu empreendimento rural.

Quer saber mais? Acompanhe também as novidades no site do Canal Rural/ Empreendedorismo e aprenda a empreender de forma segura e responsável.



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AgroNewsPolítica & Agro

Preços do boi gordo caem novamente



Mercado do boi registra recuos em São Paulo e Paraná




Foto: Divulgação

De acordo com dados do informativo “Tem Boi na Linha”, divulgado pela Scot Consultoria, o mercado físico do boi gordo registrou queda nos preços em importantes regiões produtoras nesta segunda quinzena de maio. A oferta de animais para abate se manteve firme em São Paulo, o que levou compradores a ofertarem menos e limitarem os negócios. Com isso, houve recuo de R$ 2,00 por arroba tanto para o boi gordo quanto para o chamado “boi China”. Os preços das fêmeas, por outro lado, seguiram estáveis. As escalas de abate no estado estão, em média, para oito dias.

No Noroeste do Paraná, a combinação entre boa disponibilidade de animais e incertezas no mercado afetou diretamente as cotações. A pressão veio também dos efeitos da gripe aviária, que geraram dúvidas quanto ao ritmo de escoamento da carne bovina. O boi gordo teve queda de R$ 2,00 por arroba, enquanto vacas e novilhas registraram recuo de R$ 3,00. As escalas de abate seguem, em média, com cobertura de oito dias.

Já no Oeste do Maranhão, a oferta de bovinos foi considerada adequada, mas sem força suficiente para alterar os preços. Assim, as cotações permaneceram estáveis na comparação com o dia anterior. As escalas de abate na região atendem, em média, a sete dias.

No mercado externo, a exportação de carne bovina in natura apresentou crescimento expressivo até a terceira semana de maio. O volume embarcado alcançou 123 mil toneladas, com média diária de 11,2 mil toneladas. Isso representa aumento de 10,8% em relação ao mesmo período do ano passado. O preço médio da tonelada exportada ficou em US$ 5,1 mil, valor 13,6% superior ao registrado em maio de 2024.





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AgroNewsPolítica & Agro

Startup paranaense apresenta sistema inédito de monitoramento para Silos Bolsa



“Nossa solução atua na prevenção de perdas e na preservação da qualidade dos grãos”


Foto: Divulgação

Diretamente de Curitiba (PR), a Monitoramento estreia na AgroBrasília 2025 com uma proposta inovadora voltada ao campo. Incubada no Vale do Pinhão — ecossistema de inovação do Paraná —, a empresa desenvolveu um sistema inteligente de monitoramento exclusivo para Silos Bolsa, com o objetivo de resolver os principais desafios dessa modalidade de armazenagem.

“Nossa solução atua na prevenção de perdas e na preservação da qualidade dos grãos, por meio do uso de inteligência artificial. O sistema também emite alertas ao produtor caso o silo seja violado, o que evita prejuízos e permite um controle mais eficiente”, explica Giovana Brizzi, gerente comercial da startup.

O diferencial da tecnologia está também na certificação pré-venda, que permite ao produtor demonstrar, com dados, todo o histórico de conservação dos grãos — do ensacamento até o momento da comercialização. “Essa rastreabilidade agrega valor e amplia as possibilidades de venda, além de prolongar a vida útil do Silo Bolsa”, acrescenta Giovana.

A BrasSilo é pioneira no Brasil ao oferecer esse tipo de monitoramento para Silos Bolsa, que são opções mais acessíveis em comparação aos silos estáticos e vêm ganhando espaço por atenderem à crescente demanda de armazenagem no país. A tecnologia já está em uso em propriedades do Paraná e de Goiás, e chega agora ao Distrito Federal com boas expectativas. “Nosso principal desafio é conscientizar o setor de que essas soluções já existem e estão acessíveis. Estamos aqui para mostrar que o produtor pode, sim, contar com tecnologia para resolver problemas antigos”, afirma.

A participação da startup na Vila Startup do AiTec reforça a proposta da AgroBrasília de conectar inovação e agro, reunindo soluções que tornam o campo mais eficiente, seguro e produtivo.

Serviço

Feira AgroBrasília 2025

Data: terça-feira a sábado – 20 a 24 de maio

Horário:8h30 às 18h

Local:Parque Tecnológico Ivaldo Cenci – AgroBrasília, BR 251 km 5 – PAD-DF





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AgroNewsPolítica & Agro

Inmet alerta para chuvas e ventos de até 100 km/h no noroeste do RS



As áreas mais afetadas incluem municípios da Região das Missões




Foto: USDA

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta laranja (perigo) para parte do Rio Grande do Sul, destacando o avanço de um sistema frontal que deve provocar chuvas volumosas e ventos fortes no noroeste do estado entre a tarde desta segunda-feira (19) e a madrugada de terça-feira (20).

Segundo o Inmet, os volumes de chuva podem chegar a 100 milímetros, acompanhados de rajadas de vento em torno de 100 km/h. As áreas mais afetadas incluem municípios da Região das Missões, como Ijuí, São Borja, Santo Ângelo e Santiago. No final de semana, essas cidades já registraram instabilidades. Em São Borja, por exemplo, o acumulado chegou a 46 mm até as 8h desta segunda-feira.

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A previsão aponta ainda que as instabilidades devem se espalhar por outras regiões do estado, com menor intensidade. Cidades do sudeste gaúcho e da Serra, como Pelotas, Bagé, Caxias do Sul e Erechim, estão sob aviso amarelo (perigo potencial), com previsão de chuvas entre 30 mm e 50 mm e ventos que podem atingir até 60 km/h.

Essas condições climáticas também devem atingir o sul de Santa Catarina, exigindo atenção redobrada da população diante do risco de alagamentos, queda de galhos e interrupções pontuais no fornecimento de energia.





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AgroNewsPolítica & Agro

Brasil e Europa devem ganhar espaço na exportação de carne suína



Contudo, o cenário de custos apresenta desafios



Contudo, o cenário de custos apresenta desafios
Contudo, o cenário de custos apresenta desafios – Foto: Pixabay

Segundo relatório do Rabobank Brasil, as indústrias de carne suína do Brasil e da Europa estão entre as mais beneficiadas pela atual ruptura comercial entre Estados Unidos e China. Apesar dos esforços chineses para alcançar autossuficiência, com importações representando menos de 5% da oferta total, o país asiático segue como o maior comprador mundial de carne suína. Com uma projeção de crescimento modesto na produção brasileira e europeia em 2025, a reconfiguração nas rotas comerciais tende a favorecer esses dois blocos, impulsionando sua presença no mercado global.

Contudo, o cenário de custos apresenta desafios. Enquanto os preços da ração permanecem mais baixos na América do Norte e na Europa, a América do Sul enfrenta pressões significativas. Estoques domésticos mais restritos, devido à menor oferta, combinados com uma forte demanda de exportação, aumento do uso de milho para biocombustíveis e procura aquecida por ração, têm elevado os preços do grão. A desvalorização do real frente ao dólar também contribui para o encarecimento da alimentação animal no Brasil.

Problemas sanitários continuam afetando a oferta global, com surtos persistentes de doenças na América do Norte e Ásia. Recentemente, a Europa enfrentou novos casos de febre aftosa, o que causou interrupções comerciais pontuais. Diante desse cenário, medidas de biosseguridade seguem sendo essenciais para garantir a estabilidade do setor e evitar perdas significativas.

Uma novidade promissora vem dos Estados Unidos, onde foi aprovada uma tecnologia de edição genética capaz de criar suínos resistentes à síndrome reprodutiva e respiratória (PRRSv). Essa inovação pode representar um avanço importante na redução de perdas produtivas e no fortalecimento sanitário da cadeia suinícola mundial a longo prazo.

 





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