domingo, maio 24, 2026

Autor: Redação

AgroNewsPolítica & Agro

Bioinsumos ganham espaço na agricultura brasileira


A agricultura brasileira passa por uma transformação marcada pela ampliação do uso de bioinsumos. Derivados de microrganismos, extratos vegetais ou substâncias naturais, esses produtos têm sido adotados como alternativa aos insumos químicos tradicionais no controle de pragas, no crescimento vegetal, na recuperação de solos e na eficiência do uso de nutrientes.

Segundo o artigo “Bioinsumos: a revolução verde que se deseja no agro brasileiro” do especialista Fellipe Parreira, comercial norte VIVAbio, esse movimento representa uma mudança. “Os bioinsumos têm se mostrado aliados estratégicos na construção de uma agricultura mais equilibrada e menos dependente de produtos sintéticos”, afirmou.

Dados do Ministério da Agricultura indicam que o setor cresce, em média, 30% ao ano. Atualmente, quase metade dos produtores rurais no Brasil utilizam algum tipo de insumo biológico, abrangendo mais de 50 milhões de hectares cultivados. “A rápida expansão mostra que o setor agropecuário busca unir produtividade, sustentabilidade e responsabilidade ambiental”, disse Fellipe.

O avanço tecnológico também tem favorecido o desenvolvimento de soluções mais eficientes e adaptadas às realidades regionais do país. Em 2020, foi criado o Programa Nacional de Bioinsumos, que tem como objetivos estimular a pesquisa, fortalecer a produção nacional e ampliar o acesso a esses produtos. A iniciativa também busca valorizar a biodiversidade brasileira e reduzir a dependência de insumos importados.

Para Fellipe, o cenário é promissor. “Com uma das maiores biodiversidades do planeta e um setor agropecuário de escala global, o Brasil possui as condições ideais para liderar essa nova fase da agricultura mundial”, afirmou. Ele destaca que a tendência é de ampliação do uso dos bioinsumos em diferentes culturas, como soja, milho, café, hortaliças e frutíferas, além da integração com tecnologias digitais e sistemas agroecológicos.

A demanda por alimentos livres de resíduos químicos também influencia o avanço dos bioinsumos. “A exigência dos consumidores por alimentos mais saudáveis ??e as barreiras técnicas impostas pelos mercados como o europeu favorecendo práticas agrícolas sustentáveis”, observou Fellipe.

Na avaliação dele, essa mudança no campo é impulsionada tanto pela inovação quanto por uma consciência ambiental crescente. “Ao investir em bioinsumos, o país fortalece sua vocação agroambiental e reafirma seu compromisso com um futuro mais saudável, produtivo e equilibrado para todos”, concluiu.





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Qual a sua principal dúvida para tirar o MEI? 


Na interatividade da semana, perguntamos: qual a sua principal dúvida para tirar o MEI? 

A enquete mostrou que 52% dos participantes têm como principal dúvida para se tornar Microempreendedor Individual (MEI) as atividades permitidas nesse regime.

A pesquisa também apontou que 26% não sabem se é possível se formalizar como MEI a qualquer momento, enquanto 23% têm dúvidas sobre como deixar de ser MEI.

Para o Analista de Negócios do Sebrae-SP, Anderson Gualtieri, os dados indicam a importância de uma comunicação mais clara e acessível sobre o tema

“Esse desconhecimento sobre as atividades permitidas pode ser um dos principais entraves para a formalização. Muitas pessoas têm o perfil ideal para ser MEI, mas não sabem se sua atividade se enquadra”, afirma Gualtieri.

No setor do agronegócio, algumas atividades podem ser formalizadas como MEI, desde que estejam na lista de ocupações permitidas pela Receita Federal, como: faturamento anual de até R$ 81 mil e contratação de no máximo um empregado.

Gualtieri destaca que muitas ocupações ligadas à produção artesanal, manejo rural e comercialização de insumos são compatíveis com o regime.

Confira algumas atividades do agro que podem ser formalizadas como MEI:

  • Comércio varejista de produtos agropecuários (ração, sementes, insumos)
  • Apicultor independente
  • Piscicultor independente
  • Horticultor independente
  • Cultivador de plantas ornamentais
  • Produtor de mudas e sementes independente
  • Jardineiro
  • Trabalhador de apoio à agropecuária independente
  • Serviços de poda, roçada e manejo de áreas rurais
  • Fabricante de conservas de frutas e vegetais independente
  • Produtor artesanal de doces, compotas, geleias e pães

“O MEI é uma porta de entrada para a formalização. Esclarecer esses caminhos pode contribuir significativamente para ampliar o número de empreendedores formais no Brasil, especialmente no campo”, conclui o  analista de negócios. 

Toda quinta-feira tem uma nova enquete no Porteira Aberta Empreender!

Participe, envie sua opinião e ajude a construir pautas ainda mais importantes para você, micro e pequeno empreendedor rural.

A resposta da pergunta da semana vai ao ar todo sábado no canal do YouTube do Canal Rural.

Acompanhe!



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Equipamentos reduzem custo no manejo de pasto



As pastagens representam a base alimentar da maioria dos sistemas pecuários


Foto: Divulgação

O uso de equipamentos voltados ao manejo de pastagens tem ganhado espaço nas propriedades rurais brasileiras, refletindo a busca por maior eficiência na produção pecuária. Tecnologias como roçadeiras, niveladoras, semeadeiras e distribuidores de calcário vêm sendo incorporadas ao sistema produtivo com o objetivo de melhorar o aproveitamento do pasto e reduzir a dependência de suplementação alimentar.

De acordo com técnicos do setor, o investimento em maquinário específico para o manejo das forrageiras tem permitido maior uniformidade nas áreas de pastejo, melhorando a oferta de alimento ao rebanho ao longo do ano. Além disso, a mecanização contribui para o controle de plantas invasoras e para a manutenção da fertilidade do solo, fatores decisivos para a produtividade da pecuária extensiva.

As pastagens representam a base alimentar da maioria dos sistemas pecuários no Brasil. Com o avanço da mecanização e o acesso a linhas de crédito para aquisição de equipamentos, produtores têm buscado otimizar o uso dessas áreas e reduzir custos com ração e insumos externos.

Especialistas destacam que o manejo adequado da pastagem, aliado ao uso de equipamentos, pode aumentar a capacidade de suporte da área e elevar os índices zootécnicos do rebanho. A adoção dessas práticas está alinhada com as exigências de mercado por sistemas mais produtivos e sustentáveis.





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governador visita feira e anuncia de novos incentivos


A 16ª edição da Feira AgroBrasília recebeu, nesta sexta-feira (23), a visita do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB/DF), que participou de solenidade no auditório Buriti e anunciou uma série de medidas voltadas ao fortalecimento do agronegócio regional. O evento, que acontece entre os dias 20 e 24 de maio, reúne tecnologias de agricultura 4.0, debates sobre meio ambiente, encontros internacionais e ações que destacam o protagonismo feminino no campo.

Durante a cerimônia, o governador assinou a ampliação da validade do documento Passaporte Equestre, que passa de 90 para 180 dias e contará com QR Code para facilitar o transporte de equinos. Também foi firmado um protocolo de intenções com o Governo de Goiás para unificar sistemas estaduais e desburocratizar o transporte de equinos entre as regiões. Além disso, foi anunciado o repasse de R$ 2 milhões ao Fundo de Desenvolvimento Rural (FDR), como parte de um total de R$ 15 milhões destinados ao financiamento de agroprodutores do Distrito Federal e Entorno.

O secretário de Agricultura do DF (SEAGRI-DF), Rafael Bueno, destacou o compromisso do GDF com os produtores locais, enfatizando que o governador Ibaneis Rocha tem sido um defensor do pequeno e médio produtor. Segundo ele, o incentivo aos criadores de equinos, atividade de grande importância na região, é um exemplo de política pública eficaz. José Guilherme Brenner, presidente da AgroBrasília e da Coopa-DF, alertou para a necessidade de criar condições adequadas para que o setor aproveite as oportunidades de crescimento, reforçando o papel da feira como espaço estratégico de articulação.

Durante seu discurso, o governador Ibaneis Rocha compartilhou a importância da tomada de decisão no setor público e afirmou que, quando o objetivo é fazer o bem, as decisões se tornam mais leves e naturais. Segundo ele, a gestão está comprometida com a promoção do desenvolvimento do campo e o bem-estar da população do Distrito Federal.

Também presente no evento, o presidente do Instituto Brasília Ambiental (IBRAM), Raul Jungmann Pinto, ressaltou que a meta da instituição é recuperar áreas degradadas por meio do plantio de aproximadamente 180 mil mudas, promovendo a reconexão entre o campo e a sustentabilidade. O presidente da Emater-DF, Cleison Duval, agradeceu ao GDF pelas iniciativas e destacou que a empresa está presente na feira com uma área de 2,7 hectares, promovendo acesso a tecnologias para mais de 3,3 mil produtores do DF e Entorno.

A solenidade contou com a presença da primeira-dama Mayara Rocha, do filho do governador João Pedro Barroso, da vice-governadora Celina Leão (PP/DF), do deputado distrital Pedro Paulo – “Pepa” (PP-DF), além de representantes do setor produtivo, da Coopa-DF, da SEAGRI, da Emater-DF e do IBRAM.

Informações AgroBrasília

Realizada pela Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (Coopa-DF), a Feira AgroBrasília 2025 ocorrerá entre os dias 20 a 24 de maio, com entrada gratuita, das 8h30 às 18h, no Parque Tecnológico Ivaldo Cenci (localizado na BR 251 km 5 – PAD-DF, Brasília, Distrito Federal). Neste ano a Feira já conta com o patrocínio do Banco de Brasília (BRB), Bradesco, Sistema de Crédito Cooperativo (Sicredi), Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), All Rede, e do Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob).

Informações AgroBrasília

Realizada pela Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (Coopa-DF), a Feira AgroBrasília 2025 ocorrerá entre os dias 20 a 24 de maio, com entrada gratuita, das 8h30 às 18h, no Parque Tecnológico Ivaldo Cenci (localizado na BR 251 km 5 – PAD-DF, Brasília, Distrito Federal).





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Hackathon desafia jovens a criar soluções tecnológicas para o agronegócio na AgroBrasília


Começou nesta quinta-feira (22), às 10h, no Ambiente de Inovação e Tecnologia (AiTec) da AgroBrasília, a segunda edição do AgroHack Ideias, uma maratona de inovação que promete movimentar o agronegócio com propostas criativas e tecnológicas. O evento é promovido pelo Instituto Multiplicidades, com apoio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTI), da Secretaria de Agricultura do Distrito Federal (SEAGRI), da COOPA, do CENB e da AEA-DF.

O desafio reúne 20 equipes, formadas por cerca de 50 participantes, entre jovens e adultos, que terão pouco mais de 24 horas para desenvolver soluções para quatro desafios reais do setor agropecuário e também da própria Secretaria de Agricultura do Distrito Federal. “É como uma gincana, só que voltada para a inovação. As equipes precisam cumprir algumas metas e, a partir disso, constroem uma solução tecnológica para problemas práticos do agro”, explica Cristiane Pereira, diretora-presidente do Instituto Multiplicidades.

A maratona segue até a manhã desta sexta-feira (23), quando os projetos desenvolvidos serão apresentados no palco principal do AiTec, a partir das 10h, para uma banca de jurados formada por autoridades e especialistas, como os secretários de Agricultura e de Ciência e Tecnologia do DF, a presidente do CREA e o presidente do Clube de Engenheiros do Distrito Federal. O prêmio principal é de até R$ 10 mil, além de premiações complementares que somam R$ 19 mil, e da possibilidade de os projetos vencedores serem incubados para que possam sair do papel e ganhar o mercado.

Segundo os organizadores, a proposta é unir tecnologia, impacto social e soluções práticas para problemas do campo, como eficiência no uso da água, monitoramento de lavouras, rastreabilidade, logística e sustentabilidade ambiental. “Mais do que um evento, o AgroHack é um movimento de transformação, que acredita na tecnologia como ferramenta essencial para o desenvolvimento do agro”, destaca a equipe do Instituto Multiplicidades.

Serviço

Feira AgroBrasília 2025

Data: terça-feira a sábado – 20 a 24 de maio

Horário:8h30 às 18h

Local:Parque Tecnológico Ivaldo Cenci – AgroBrasília, BR 251 km 5 – PAD-DF





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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Petróleo tem alta semanal, mas permanece sob pressão de aumento de oferta


Logotipo Reuters

 

Por Arathy Somasekhar

HOUSTON (Reuters) – O petróleo subiu nesta sexta-feira, registrando também a segunda semana consecutiva de ganhos com a diminuição das tensões comerciais entre Estados Unidos e China, embora os preços tenham sido contidos pelas expectativas de maior oferta do Irã e da Opep+.

Os contratos futuros do petróleo Brent fecharam com alta de 1,4%, a US$65,41 por barril, enquanto os contratos futuros do petróleo West Texas Intermediate dos EUA subiram 1,4%, a US$62,49.

Os contratos de referência registraram um aumento semanal de 1% e 2,4%, respectivamente.

Os contratos caíram mais de 2% na sessão anterior, devido à perspectiva de um acordo nuclear com o Irã, que poderia resultar em uma flexibilização das sanções, o que poderia fazer com que o petróleo iraniano voltasse ao mercado global.

“Os aumentos esperados na produção de petróleo da Opep+, juntamente com um acordo nuclear iraniano mais provável, fizeram ressurgir (expectativas baixista)”, disse Dennis Kissler, vice-presidente sênior de negociação da BOK Financial.

“A curto prazo, com o arrefecimento das temperaturas geopolíticas, será necessária uma forte demanda sazonal de viagens nos próximos meses para contrabalançar os aumentos esperados na oferta”, acrescentou Kissler.

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse na quinta-feira que os EUA estavam se aproximando de um acordo nuclear com o Irã, com Teerã “mais ou menos” concordando com seus termos. No entanto, uma fonte familiarizada com as negociações disse que ainda havia questões a serem resolvidas.

Os analistas do ING escreveram em uma nota que um acordo nuclear que suspenda as sanções permitiria que o Irã aumentasse a produção de petróleo, resultando em oferta adicional de cerca de 400.000 barris por dia.

(Reportagem de Anna Hirtenstein e Robert Harvey em Londres. Reportagem adicional de Colleen Howe, em Pequim, e Siyi Liu, em Cingapura)





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Confira como os preços da arroba do boi terminaram a semana



Os preços da arroba do boi gordo fecharam a semana apresentando acomodação na maioria das regiões. As escalas de abate permanecem confortáveis, ainda posicionadas entre oito e nove dias úteis na média nacional.

Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, a oferta de boiadas aumenta à medida que o pasto perde qualidade e o pecuarista acaba se deparando com uma reduzida capacidade de retenção.

“A expectativa no curto prazo ainda é pela tentativa de compras em patamares mais baixos. Já como ponto de suporte precisa ser mencionado o forte ritmo de exportação, com o país
caminhando a passos largos para um recorde de embarques na atual temporada.”

Preços da arroba do boi

  • São Paulo: R$ 302,17
  • Goiás: R$ 286,29
  • Minas Gerais: R$ 289,65
  • Mato Grosso do Sul: R$ 301,59
  • Mato Grosso: R$ 298,11

Mercado atacadista

O mercado atacadista voltou a registrar preços estáveis para a carne bovina. No entanto, o ambiente de negócios ainda sugere por recuo das cotações, em linha com a reposição mais lenta entre atacado e varejo durante a segunda quinzena do mês, período pautado por menor apelo ao consumo.

“Ressaltando que proteínas de menor valor agregado são prioridade neste momento”, disse Iglesias.

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 23,90 por quilo, o dianteiro segue no patamar de R$ 19,00 por quilo e a ponta de agulha é cotada a R$ 17,80, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,26%, sendo negociado a R$ 5,6455 para venda e a R$ 5,6435 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6452 e a máxima de R$ 5,7447. Na semana, a moeda teve desvalorização de 0,41%.



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AgroNewsPolítica & Agro

Gripe aviária leva 21 países a suspender importações



Mapa permanece em articulação com as autoridades sanitárias dos países importadores




Foto: Pixabay

Após a confirmação de um foco de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) no município de Montenegro (RS), o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) atualizou nesta quinta-feira (22) a lista de países que suspenderam total ou parcialmente as importações de carne de aves do Brasil.

De acordo com a pasta, 21 países implementaram suspensão total das importações, entre eles China, União Europeia, México, Coreia do Sul, África do Sul e Canadá. Outros 11 países restringiram as compras especificamente ao Estado do Rio Grande do Sul, como Arábia Saudita, Reino Unido e Turquia. Já os Emirados Árabes Unidos e o Japão optaram por suspender as importações apenas do município de Montenegro, onde o foco foi registrado.

O ministério informou que Rússia, Bielorrússia, Armênia e Quirguistão reavaliaram suas restrições e limitaram a suspensão ao estado do Rio Grande do Sul, retirando o bloqueio nacional previamente imposto.

“O Mapa permanece em articulação com as autoridades sanitárias dos países importadores, prestando, de forma ágil e transparente, todas as informações técnicas necessárias sobre o caso”, afirmou o órgão, em nota. Segundo o ministério, as medidas visam garantir a segurança sanitária e a retomada gradual das exportações.

O Mapa também reforçou que não há risco à saúde humana no consumo de carne de aves e ovos, mesmo diante do foco de gripe aviária identificado. A Influenza Aviária de Alta Patogenicidade não é transmitida por meio da ingestão desses alimentos devidamente preparados.





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Mais três países suspendem compras de frango de todo o Brasil



Albânia, Namíbia e Índia anunciaram a suspensão das importações de carne de frango para todo o território brasileiro, informa o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) nesta sexta-feira (23).

Já Angola optou por restringir as compras do estado do Rio Grande do Sul. As restrições se baseiam na detecção de um foco de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) no município de Montenegro, Região Metropolitana de Porto Alegre, no dia 15 de maio.

Com a inclusão dessas nações, a situação atual das exportações está da seguinte forma:

  • Suspensão total: China, União Europeia, México, Iraque, Coreia do Sul, Chile, Filipinas, África do Sul, Jordânia, Peru, Canadá, República Dominicana, Uruguai, Malásia, Argentina, Timor-Leste, Marrocos, Bolívia, Sri Lanka, Paquistão, Albânia, Namíbia e Índia.
  • Suspensão restrita ao estado do Rio Grande do Sul: Arábia Saudita, Turquia, Reino Unido, Bahrein, Cuba, Macedônia, Montenegro, Cazaquistão, Bósnia e Herzegovina, Tajiquistão, Ucrânia, Rússia, Bielorrússia, Armênia, Quirguistão e Angola.
  • Suspensão limitada ao município de Montenegro (RS): Emirados Árabes Unidos e Japão.

O Mapa informa que permanece em articulação com as autoridades sanitárias dos países importadores, prestando, de forma ágil e transparente, todas as informações técnicas necessárias sobre o caso.

Aos consumidores, a pasta reitera o esclarecimento de que o consumo de carne de aves e de ovos não apresenta risco para a saúde.

De acordo com a Síndrome Respiratória e Nervosa das Aves (SRN), ferramenta mantida pelo Mapa, até o momento são 12 municípios investigados por gripe aviária:

  • Capela de Santana (RS) — criação doméstica (subsistência)
  • Gaurama (RS) criação doméstica (subsistência)
  • Concórdia (SC) criação doméstica (subsistência)
  • Ipumirim (SC) — criação doméstica (comercial)
  • Angélica (MS) — criação doméstica (subsistência)
  • Castelo (ES) vida livre (silvestre – biguá)
  • Ilhéus (BA) vida livre (silvestre – pombo)
  • Salitre (CE) criação doméstica (subsistência)
  • Icapuí (CE) vida livre (silvestre – batuiruçu-de-axila-preta)
  • Aguiarnópolis (TO) criação doméstica (comercial)
  • 2 casos em Eldorado do Carajás (PA) — criações domésticas (subsistência)



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